sábado, 14 de setembro de 2019



Porque há sonhos que nunca se cansam
alo-me na fome que aperta o peito
e faço-me ao mar, de feição.
Há voos que encontram o alimento
no pulsar do próprio coração.


De que matéria animada
se tece a vontade?


De que chama infinita se alimenta a esperança?

Rosa Santos




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