O gerente geral de uma cadeia hoteleira americana viajou pela segunda vez para Seul no lapso de um ano; ao chegar ao hotel onde devia hospedar-se foi recebido calorosamente com um "Bienvenido nuevamente señor, que bueno es verlo una vez más en nuestro hotel". Duvidando de que o recepcionista tivesse tão boa memória e surpreendido pela recepção, propôs-se que - no seu retorno a New York- imporia igual sistema de tratamento ao cliente na cadeia hoteleira que administrava.
No seu regresso convocou e reuniu todos os seus gerentes pedindo-lhes para desenvolver uma estratégia para tal pretensão. Os gerentes decidiram implementar um software de reconhecimento de rostos, base de dados atualizada dia a dia, câmaras especiais, com um tempo de resposta em micro segundos, assim como a pertinente formação dos empregados, etc., cujo custo aproximado seria de 2.5 milhões de dólares.
O gerente geral descartou a ideia devido aos elevados custos. Meses depois, na sua terceira viagem a Seul, tendo sido recebido da mesma maneira, ofereceu uma boa gratificação ao recepcionista para que lhe revelasse como o faziam.
O recepcionista disse-lhe então: “Repare senhor, aqui temos um acordo com os taxistas do aeroporto; durante o trajeto eles perguntam ao passageiro se já antes se hospedou neste hotel, e, se a resposta é afirmativa, eles, à chegada ao Hotel, depositam as malas do hóspede do lado direito do balcão de atendimento. Se o cliente chega pela primeira vez, as suas malas são colocadas do lado esquerdo. O taxista é gratificado pelo seu trabalho"
domingo, 14 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Se você for inteligente responda
*Como se escreve zero em algarismos romanos???
* Por que os Flintstones comemoravam o Natal se eles viviam numa época antes de Cristo??
* Por que os filmes de batalha espaciais tem explosões tão barulhentas, se o som não se propaga no vácuo???
* Por que quando aparece no computador a frase 'Teclado Não Instalado', o fabricante pede p/ apertar qualquer tecla???
* Se os homens são todos iguais, por que as mulheres escolhem tanto???
* Por que a palavra 'Grande' é menor do que a palavra Pequeno'???
* Por que 'Separado' se escreve tudo junto e 'Tudo junto' se escreve separado???
* Se o vinho é líquido, como pode existir vinho seco???
* Por que quando a gente liga para um número errado nunca dá ocupado???
* Por que as pessoas apertam o controle remoto com mais força, quando a pilha está fraca???
* O instituto que emite os certificados de qualidade ISO 9002, tem qualidade certificada por quem???
* Quando inventaram o relógio, como sabiam que horas eram, para poder acertá-lo???
* Se a ciência consegue desvendar até os mistérios do DNA, porque ninguém descobriu ainda a fórmula da Coca-Cola???
*Como foi que a placa 'É Proibido Pisar na Grama' foi colocada lá???
* Por que quando alguém nos pede que ajudemos a procurar um objeto perdido, temos a mania de perguntar: 'Onde foi que você perdeu?'
* Por que tem gente que acorda os outros para perguntar se estavam dormindo???
* Se o Pato Donald não usa calças, por que ele amarra uma toalha na cintura quando sai do banho???
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Foi aprovada reforma aos 50 anos com 9.000 euros por mês para os funcionários da UE QUE MUNDO HIPÓCRITA!!!
Escândalo na UE
Noruegueses, Finlandeses, Suecos, Franceses,....Portugueses!, todos a denunciar! e a exigir HONESTIDADE
Já reparou? Os políticos europeus estão a lutar como loucos para entrar na administração da UE! E por quê?
Leia o que segue, pense bem e converse com os amigos. Envie isto para os europeus que conheça! Simplesmente, escandaloso.
Foi aprovada a aposentadoria aos 50 anos com 9.000 euros por mês para os funcionários da EU!!!. Este ano, 340 agentes partem para a reforma antecipada aos 50 anos com uma pensão de 9.000 euros por mês.
Sim, leu correctamente!
Para facilitar a integração de novos funcionários dos novos Estados-Membros da UE (Polónia, Malta, países da Europa Oriental ...), os funcionários dos países membros antigos (Bélgica, França, Alemanha ..) receberão da Europa uma prenda de ouro para se aposentar.
Porquê e quem paga isto?
Você e eu estamos a trabalhar ou trabalhámos para uma pensão de miséria, enquanto aqueles que votam as leis se atribuem presentes de ouro. A diferença tornou-se muito grande entre o povo e os "Deuses do Olimpo!"
Devemos reagir por todos os meios começando por divulgar esta mensagem para todos os europeus. É uma verdadeira Mafia a destes Altos Funcionários da União Europeia ....
Os tecnocratas europeus usufruem de verdadeiras reformas de nababos ... Mesmo os deputados nacionais que, no entanto, beneficiam do "Rolls" dos regimes especiais, não recebem um terço daquilo que eles embolsam.
Vejamos! Giovanni Buttarelli, que ocupa o cargo de Supervisor Adjunto da Protecção de Dados, adquire depois de apenas 1 ano e 11 meses de serviço (em Novembro 2010), uma reforma de 1 515 ? / mês. O equivalente daquilo que recebe em média, um assalariado francês do sector privado após uma carreira completa (40 anos)..
O seu colega, Peter Hustinx acaba de ver o seu contrato de cinco anos renovado. Após 10 anos, ele terá direito a cerca de ? 9 000 de pensão por mês.
É simples, ninguém lhes pede contas e eles decidiram aproveitar ao máximo. É como se para a sua reforma, lhes fosse passado um cheque em branco.
Além disso, muitos outros tecnocratas gozam desse privilégio:
1. Roger Grass, Secretário do Tribunal Europeu de Justiça, receberá ? 12 500 por mês de pensão.
2. Pernilla Lindh, o juiz do Tribunal de Primeira Instância, ? 12 900 por mês.
3. Damaso Ruiz-Jarabo Colomer, advogado-geral, 14 000 ? / mês.
Consulte a lista em:
http://www.kdo-%20mailing.com/redirect.asp?numlien=1276&numnews=1356&numabonneXSSCleanedXSSCleanedXSSCleaned=62286
Para eles, é o jackpot. No cargo desde meados dos anos 1990, têm a certeza de validar uma carreira completa e, portanto, de obter o máximo: 70% do último salário. É difícil de acreditar ... Não só as suas pensões atingem os limites, mas basta-lhes apenas 15 anos e meio para validar uma carreira completa, enquanto para você, como para mim, é preciso matar-se com trabalho durante 40 anos, e em breve 41 anos.
Confrontados com o colapso dos nossos sistemas de pensões, os tecnocratas de Bruxelas recomendam o alongamento das carreiras: 37,5 anos, 40 anos, 41 anos (em 2012), 42 anos (em 2020), etc. Mas para eles, não há problema, a taxa plena é 15,5 anos... De quem estamos falando?
Originalmente, estas reformas de nababos eram reservadas para os membros da Comissão Europeia e, ao longo dos anos, têm também sido concedida a outros funcionários. Agora eles já são um exército inteiro a beneficiar delas:: juízes, magistrados, secretários, supervisores, mediadores, etc.
Mas o pior ainda, neste caso, é que eles nem sequer descontam para a sua grande reforma. Nem um cêntimo de euro, tudo é à custa do contribuinte ... Nós, contribuímos toda a nossa vida e, ao menor atraso no pagamento, é a sanção: avisos, multas, etc. Sem a mínima piedade. Eles, isentaram-se totalmente disso. Parece que se está a delirar!
Esteja ciente, que até mesmo os juízes do Tribunal de Contas Europeu que, portanto, é suposto «verificarem se as despesas da UE são legais, feitas pelo menor custo e para o fim a que são destinadas», beneficiam do sistema e não pagam as quotas. E que dizer de todos os tecnocratas que não perdem nenhuma oportunidade de armarem em «gendarmes de Bruxelas» e continuam a dar lições de ortodoxia fiscal, quando têm ambas as mãos, até os cotovelos, no pote da compota?
Numa altura em que o futuro das nossas pensões está seriamente comprometido pela violência da crise económica e da brutalidade do choque demográfico, os funcionários europeus beneficiam, à nossa custa, da pensão de 12 500 a 14 000 ? / mês após somente 15 anos de carreira, mesmo sem pagarem quotizações... É uma pura provocação!
O objectivo é alertar todos os cidadãos dos Estados-Membros da União Europeia. Juntos, podemos criar uma verdadeira onda de pressão.
Não há dúvida de que os tecnocratas europeus continuam a gozar à nossa custa e com total impunidade, essas pensões. Nós temos que levá-los a colocar os pés na terra.
Noruegueses, Finlandeses, Suecos, Franceses,....Portugueses!, todos a denunciar! e a exigir HONESTIDADE
Já reparou? Os políticos europeus estão a lutar como loucos para entrar na administração da UE! E por quê?
Leia o que segue, pense bem e converse com os amigos. Envie isto para os europeus que conheça! Simplesmente, escandaloso.
Foi aprovada a aposentadoria aos 50 anos com 9.000 euros por mês para os funcionários da EU!!!. Este ano, 340 agentes partem para a reforma antecipada aos 50 anos com uma pensão de 9.000 euros por mês.
Sim, leu correctamente!
Para facilitar a integração de novos funcionários dos novos Estados-Membros da UE (Polónia, Malta, países da Europa Oriental ...), os funcionários dos países membros antigos (Bélgica, França, Alemanha ..) receberão da Europa uma prenda de ouro para se aposentar.
Porquê e quem paga isto?
Você e eu estamos a trabalhar ou trabalhámos para uma pensão de miséria, enquanto aqueles que votam as leis se atribuem presentes de ouro. A diferença tornou-se muito grande entre o povo e os "Deuses do Olimpo!"
Devemos reagir por todos os meios começando por divulgar esta mensagem para todos os europeus. É uma verdadeira Mafia a destes Altos Funcionários da União Europeia ....
Os tecnocratas europeus usufruem de verdadeiras reformas de nababos ... Mesmo os deputados nacionais que, no entanto, beneficiam do "Rolls" dos regimes especiais, não recebem um terço daquilo que eles embolsam.
Vejamos! Giovanni Buttarelli, que ocupa o cargo de Supervisor Adjunto da Protecção de Dados, adquire depois de apenas 1 ano e 11 meses de serviço (em Novembro 2010), uma reforma de 1 515 ? / mês. O equivalente daquilo que recebe em média, um assalariado francês do sector privado após uma carreira completa (40 anos)..
O seu colega, Peter Hustinx acaba de ver o seu contrato de cinco anos renovado. Após 10 anos, ele terá direito a cerca de ? 9 000 de pensão por mês.
É simples, ninguém lhes pede contas e eles decidiram aproveitar ao máximo. É como se para a sua reforma, lhes fosse passado um cheque em branco.
Além disso, muitos outros tecnocratas gozam desse privilégio:
1. Roger Grass, Secretário do Tribunal Europeu de Justiça, receberá ? 12 500 por mês de pensão.
2. Pernilla Lindh, o juiz do Tribunal de Primeira Instância, ? 12 900 por mês.
3. Damaso Ruiz-Jarabo Colomer, advogado-geral, 14 000 ? / mês.
Consulte a lista em:
http://www.kdo-%20mailing.com/redirect.asp?numlien=1276&numnews=1356&numabonneXSSCleanedXSSCleanedXSSCleaned=62286
Para eles, é o jackpot. No cargo desde meados dos anos 1990, têm a certeza de validar uma carreira completa e, portanto, de obter o máximo: 70% do último salário. É difícil de acreditar ... Não só as suas pensões atingem os limites, mas basta-lhes apenas 15 anos e meio para validar uma carreira completa, enquanto para você, como para mim, é preciso matar-se com trabalho durante 40 anos, e em breve 41 anos.
Confrontados com o colapso dos nossos sistemas de pensões, os tecnocratas de Bruxelas recomendam o alongamento das carreiras: 37,5 anos, 40 anos, 41 anos (em 2012), 42 anos (em 2020), etc. Mas para eles, não há problema, a taxa plena é 15,5 anos... De quem estamos falando?
Originalmente, estas reformas de nababos eram reservadas para os membros da Comissão Europeia e, ao longo dos anos, têm também sido concedida a outros funcionários. Agora eles já são um exército inteiro a beneficiar delas:: juízes, magistrados, secretários, supervisores, mediadores, etc.
Mas o pior ainda, neste caso, é que eles nem sequer descontam para a sua grande reforma. Nem um cêntimo de euro, tudo é à custa do contribuinte ... Nós, contribuímos toda a nossa vida e, ao menor atraso no pagamento, é a sanção: avisos, multas, etc. Sem a mínima piedade. Eles, isentaram-se totalmente disso. Parece que se está a delirar!
Esteja ciente, que até mesmo os juízes do Tribunal de Contas Europeu que, portanto, é suposto «verificarem se as despesas da UE são legais, feitas pelo menor custo e para o fim a que são destinadas», beneficiam do sistema e não pagam as quotas. E que dizer de todos os tecnocratas que não perdem nenhuma oportunidade de armarem em «gendarmes de Bruxelas» e continuam a dar lições de ortodoxia fiscal, quando têm ambas as mãos, até os cotovelos, no pote da compota?
Numa altura em que o futuro das nossas pensões está seriamente comprometido pela violência da crise económica e da brutalidade do choque demográfico, os funcionários europeus beneficiam, à nossa custa, da pensão de 12 500 a 14 000 ? / mês após somente 15 anos de carreira, mesmo sem pagarem quotizações... É uma pura provocação!
O objectivo é alertar todos os cidadãos dos Estados-Membros da União Europeia. Juntos, podemos criar uma verdadeira onda de pressão.
Não há dúvida de que os tecnocratas europeus continuam a gozar à nossa custa e com total impunidade, essas pensões. Nós temos que levá-los a colocar os pés na terra.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
"CAÍ NO MUNDO E NÃO SEI COMO VOLTAR"
O que acontece comigo é que não consigo andar pelo mundo pegando coisas e trocando-as pelo modelo seguinte só por que alguém adicionou uma nova função ou a diminuiu um pouco…
Não faz muito, com minha mulher, lavávamos as fraldas dos filhos, pendurávamos na corda junto com outras roupinhas, passávamos, dobrávamos e as preparávamos para que voltassem a serem sujadas.
E eles, nossos nenês, apenas cresceram e tiveram seus próprios filhos se encarregaram de atirar tudo fora, incluindo as fraldas. Se entregaram, inescrupulosamente, às descartáveis!
Sim, já sei. À nossa geração sempre foi difícil jogar fora. Nem os defeituosos conseguíamos descartar! E, assim, andamos pelas ruas, guardando o muco no lenço de tecido, de bolso.
Nããão! Eu não digo que isto era melhor. O que digo é que, em algum momento, me distraí, caí do mundo e, agora, não sei por onde se volta.
O mais provável é que o de agora esteja bem, isto não discuto. O que acontece é que não consigo trocar os instrumentos musicais uma vez por ano, o celular a cada três meses ou o monitor do computador por todas as novidades.
Guardo os copos descartáveis! Lavo as luvas de látex que eram para usar uma só vez.
Os talheres de plástico convivem com os de aço inoxidável na gaveta dos talheres! É que venho de um tempo em que as coisas eram compradas para toda a vida!
É mais! Se compravam para a vida dos que vinham depois! A gente herdava relógios de parede, jogos de copas, vasilhas e até bacias de louça.
E acontece que em nosso, nem tão longo matrimônio, tivemos mais cozinhas do que as que haviam em todo o bairro em minha infância, e trocamos de refrigerador três vezes.
Nos estão incomodando! Eu descobri! Fazem de propósito! Tudo se lasca, se gasta, se oxida, se quebra ou se consome em pouco tempo para que possamos trocar.
Nada se arruma. O obsoleto é de fábrica.
Aonde estão os sapateiros fazendo meia-solas dos tênis Nike? Alguém viu algum colchoeiro encordoando colchões, casa por casa? Quem arruma as facas elétricas? o afiador ou o eletricista? Haverá teflon para os funileiros ou assentos de aviões para os talabarteiros?
Tudo se joga fora, tudo se descarta e, entretanto, produzimos mais e mais e mais lixo. Outro dia, li que se produziu mais lixo nos últimos 40 anos que em toda a história da humanidade.
Quem tem menos de 30 anos não vai acreditar: quando eu era pequeno, pela minha casa não passava o caminhão que recolhe o lixo! Eu juro! E tenho menos de ... anos! Todos os descartáveis eram orgânicos e iam parar no galinheiro, aos patos ou aos coelhos (e não estou falando do século XVII). Não existia o plástico, nem o nylon. A borracha só víamos nas rodas dos autos e, as que não estavam rodando, as queimávamos na Festa de São João. Os poucos descartáveis que não eram comidos pelos animais, serviam de adubo ou se queimava..
Desse tempo venho eu. E não que tenha sido melhor.... É que não é fácil para uma pobre pessoa, que educaram com "guarde e guarde que alguma vez pode servir para alguma coisa", mudar para o "compre e jogue fora que já vem um novo modelo".
Troca-se de carro a cada 3 anos, no máximo, por que, caso contrário, és um pobretão. Ainda que o carro que tenhas esteja em bom estado... E precisamos viver endividados, eternamente, para pagar o novo!!! Mas... por amor de Deus!
Minha cabeça não resiste tanto. Agora, meus parentes e os filhos de meus amigos não só trocam de celular uma vez por semana, como, além disto, trocam o número, o endereço eletrônico e, até, o endereço real.
E a mim que me prepararam para viver com o mesmo número, a mesma mulher e o mesmo nome (e vá que era um nome para trocar). Me educaram para guardar tudo. Tuuuudo! O que servia e o que não servia. Por que, algum dia, as coisas poderiam voltar a servir.
Acreditávamos em tudo. Sim, já sei, tivemos um grande problema: nunca nos explicaram que coisas poderiam servir e que coisas não. E no afã de guardar (por que éramos de acreditar), guardávamos até o umbigo de nosso primeiro filho, o dente do segundo, os cadernos do jardim de infância e não sei como não guardamos o primeiro cocô.
Como querem que entenda a essa gente que se descarta de seu celular a poucos meses de o comprar? Será que quando as coisas são conseguidas tão facilmente, não se valorizam e se tornam descartáveis com a mesma facilidade com que foram conseguidas?
Em casa tínhamos um móvel com quatro gavetas. A primeira gaveta era para as toalhas de mesa e os panos de prato, a segunda para os talheres e a terceira e a quarta para tudo o que não fosse toalha ou talheres. E guardávamos...
Como guardávamos!! Tuuuudo!!! Guardávamos as tampinhas dos refrescos!! Como, para quê? Fazíamos limpadores de calçadas, para colocar diante da porta para tirar o barro. Dobradas e enganchadas numa corda, se tornavam cortinas para os bares. Ao fim das aulas, lhes tirávamos a cortiça, as martelávamos e as pregávamos em uma tabuinha para fazer instrumentos para a festa de fim de ano da escola.
Tuuudo guardávamos! Enquanto o mundo espremia o cérebro para inventar acendedores descartáveis ao término de seu tempo, inventávamos a recarga para acendedores descartáveis. E as Gillette até partidas ao meio se transformavam em apontadores por todo o tempo escolar. E nossas gavetas guardavam as chavezinhas das latas de sardinhas ou de corned-beef, na possibilidade de que alguma lata viesse sem sua chave.
E as pilhas! As pilhas das primeiras Spica passavam do congelador ao telhado da casa. Por que não sabíamos bem se se devia dar calor ou frio para que durassem um pouco mais. Não nos resignávamos que terminasse sua vida útil, não podíamos acreditar que algo vivesse menos que um jasmim. As coisas não eram descartáveis. Eram guardáveis.
Os jornais!!! Serviam para tudo: para servir de forro para as botas de borracha, para por no piso nos dias de chuva e por sobre todas as coisa para enrolar.
Às vezes sabíamos alguma notícia lendo o jornal tirado de um pedaço de carne!!! E guardávamos o papel de alumínio dos chocolates e dos cigarros para fazer guias de enfeites de natal, e as páginas dos almanaques para fazer quadros, e os conta-gotas dos remédios para algum medicamento que não o trouxesse, e os fósforos usados por que podíamos acender uma boca de fogão (Volcán era a marca de um fogão que funcionava com gás de querosene) desde outra que estivesse acesa, e as caixas de sapatos se transformavam nos primeiros álbuns de fotos e os baralhos se reutilizavam, mesmo que faltasse alguma carta, com a inscrição a mão em um valete de espada que dizia "esta é um 4 de bastos".
As gavetas guardavam pedaços esquerdos de prendedores de roupa e o ganchinho de metal. Ao tempo esperavam somente pedaços direitos que esperavam a sua outra metade, para voltar outra vez a ser um prendedor completo.
Eu sei o que nos acontecia: nos custava muito declarar a morte de nossos objetos. Assim como hoje as novas gerações decidem matá-los tão-logo aparentem deixar de ser úteis, aqueles tempos eram de não se declarar nada morto: nem a Walt Disney!!!
E quando nos venderam sorvetes em copinhos, cuja tampa se convertia em base, e nos disseram: Comam o sorvete e depois joguem o copinho fora, nós dizíamos que sim, mas, imagina que a tirávamos fora!!! As colocávamos a viver na estante dos copos e das taças. As latas de ervilhas e de pêssegos se transformavam em vasos e até telefones. As primeiras garrafas de plástico se transformaram em enfeites de duvidosa beleza. As caixas de ovos se converteram em depósitos de aquarelas, as tampas de garrafões em cinzeiros, as primeiras latas de cerveja em porta-lápis e as cortiças esperaram encontrar-se com uma garrafa.
E me mordo para não fazer um paralelo entre os valores que se descartam e os que preservávamos. Ah!!! Não vou fazer!!!
Morro por dizer que hoje não só os eletrodomésticos são descartáveis; também o matrimônio e até a amizade são descartáveis. Mas não cometerei a imprudência de comparar objetos com pessoas.
Me mordo para não falar da identidade que se vai perdendo, da memória coletiva que se vai descartando, do passado efêmero. Não vou fazer.
Não vou misturar os temas, não vou dizer que ao eterno tornaram caduco e ao caduco fizeram eterno.
Não vou dizer que aos velhos se declara a morte apenas começam a falhar em suas funções, que aos cônjuges se trocam por modelos mais novos, que as pessoas a que lhes falta alguma função se discrimina o que se valoriza aos mais bonitos, com brilhos, com brilhantina no cabelo e glamour.
Esta só é uma crônica que fala de fraldas e de celulares. Do contrário, se misturariam as coisas, teria que pensar seriamente em entregar à bruxa, como parte do pagamento de uma senhora com menos quilômetros e alguma função nova. Mas, como sou lento para transitar este mundo da reposição e corro o risco de que a bruxa me ganhe a mão e seja eu o entregue...
Eduardo Galeano
* Jornalista e escritor uruguaio
Não faz muito, com minha mulher, lavávamos as fraldas dos filhos, pendurávamos na corda junto com outras roupinhas, passávamos, dobrávamos e as preparávamos para que voltassem a serem sujadas.
E eles, nossos nenês, apenas cresceram e tiveram seus próprios filhos se encarregaram de atirar tudo fora, incluindo as fraldas. Se entregaram, inescrupulosamente, às descartáveis!
Sim, já sei. À nossa geração sempre foi difícil jogar fora. Nem os defeituosos conseguíamos descartar! E, assim, andamos pelas ruas, guardando o muco no lenço de tecido, de bolso.
Nããão! Eu não digo que isto era melhor. O que digo é que, em algum momento, me distraí, caí do mundo e, agora, não sei por onde se volta.
O mais provável é que o de agora esteja bem, isto não discuto. O que acontece é que não consigo trocar os instrumentos musicais uma vez por ano, o celular a cada três meses ou o monitor do computador por todas as novidades.
Guardo os copos descartáveis! Lavo as luvas de látex que eram para usar uma só vez.
Os talheres de plástico convivem com os de aço inoxidável na gaveta dos talheres! É que venho de um tempo em que as coisas eram compradas para toda a vida!
É mais! Se compravam para a vida dos que vinham depois! A gente herdava relógios de parede, jogos de copas, vasilhas e até bacias de louça.
E acontece que em nosso, nem tão longo matrimônio, tivemos mais cozinhas do que as que haviam em todo o bairro em minha infância, e trocamos de refrigerador três vezes.
Nos estão incomodando! Eu descobri! Fazem de propósito! Tudo se lasca, se gasta, se oxida, se quebra ou se consome em pouco tempo para que possamos trocar.
Nada se arruma. O obsoleto é de fábrica.
Aonde estão os sapateiros fazendo meia-solas dos tênis Nike? Alguém viu algum colchoeiro encordoando colchões, casa por casa? Quem arruma as facas elétricas? o afiador ou o eletricista? Haverá teflon para os funileiros ou assentos de aviões para os talabarteiros?
Tudo se joga fora, tudo se descarta e, entretanto, produzimos mais e mais e mais lixo. Outro dia, li que se produziu mais lixo nos últimos 40 anos que em toda a história da humanidade.
Quem tem menos de 30 anos não vai acreditar: quando eu era pequeno, pela minha casa não passava o caminhão que recolhe o lixo! Eu juro! E tenho menos de ... anos! Todos os descartáveis eram orgânicos e iam parar no galinheiro, aos patos ou aos coelhos (e não estou falando do século XVII). Não existia o plástico, nem o nylon. A borracha só víamos nas rodas dos autos e, as que não estavam rodando, as queimávamos na Festa de São João. Os poucos descartáveis que não eram comidos pelos animais, serviam de adubo ou se queimava..
Desse tempo venho eu. E não que tenha sido melhor.... É que não é fácil para uma pobre pessoa, que educaram com "guarde e guarde que alguma vez pode servir para alguma coisa", mudar para o "compre e jogue fora que já vem um novo modelo".
Troca-se de carro a cada 3 anos, no máximo, por que, caso contrário, és um pobretão. Ainda que o carro que tenhas esteja em bom estado... E precisamos viver endividados, eternamente, para pagar o novo!!! Mas... por amor de Deus!
Minha cabeça não resiste tanto. Agora, meus parentes e os filhos de meus amigos não só trocam de celular uma vez por semana, como, além disto, trocam o número, o endereço eletrônico e, até, o endereço real.
E a mim que me prepararam para viver com o mesmo número, a mesma mulher e o mesmo nome (e vá que era um nome para trocar). Me educaram para guardar tudo. Tuuuudo! O que servia e o que não servia. Por que, algum dia, as coisas poderiam voltar a servir.
Acreditávamos em tudo. Sim, já sei, tivemos um grande problema: nunca nos explicaram que coisas poderiam servir e que coisas não. E no afã de guardar (por que éramos de acreditar), guardávamos até o umbigo de nosso primeiro filho, o dente do segundo, os cadernos do jardim de infância e não sei como não guardamos o primeiro cocô.
Como querem que entenda a essa gente que se descarta de seu celular a poucos meses de o comprar? Será que quando as coisas são conseguidas tão facilmente, não se valorizam e se tornam descartáveis com a mesma facilidade com que foram conseguidas?
Em casa tínhamos um móvel com quatro gavetas. A primeira gaveta era para as toalhas de mesa e os panos de prato, a segunda para os talheres e a terceira e a quarta para tudo o que não fosse toalha ou talheres. E guardávamos...
Como guardávamos!! Tuuuudo!!! Guardávamos as tampinhas dos refrescos!! Como, para quê? Fazíamos limpadores de calçadas, para colocar diante da porta para tirar o barro. Dobradas e enganchadas numa corda, se tornavam cortinas para os bares. Ao fim das aulas, lhes tirávamos a cortiça, as martelávamos e as pregávamos em uma tabuinha para fazer instrumentos para a festa de fim de ano da escola.
Tuuudo guardávamos! Enquanto o mundo espremia o cérebro para inventar acendedores descartáveis ao término de seu tempo, inventávamos a recarga para acendedores descartáveis. E as Gillette até partidas ao meio se transformavam em apontadores por todo o tempo escolar. E nossas gavetas guardavam as chavezinhas das latas de sardinhas ou de corned-beef, na possibilidade de que alguma lata viesse sem sua chave.
E as pilhas! As pilhas das primeiras Spica passavam do congelador ao telhado da casa. Por que não sabíamos bem se se devia dar calor ou frio para que durassem um pouco mais. Não nos resignávamos que terminasse sua vida útil, não podíamos acreditar que algo vivesse menos que um jasmim. As coisas não eram descartáveis. Eram guardáveis.
Os jornais!!! Serviam para tudo: para servir de forro para as botas de borracha, para por no piso nos dias de chuva e por sobre todas as coisa para enrolar.
Às vezes sabíamos alguma notícia lendo o jornal tirado de um pedaço de carne!!! E guardávamos o papel de alumínio dos chocolates e dos cigarros para fazer guias de enfeites de natal, e as páginas dos almanaques para fazer quadros, e os conta-gotas dos remédios para algum medicamento que não o trouxesse, e os fósforos usados por que podíamos acender uma boca de fogão (Volcán era a marca de um fogão que funcionava com gás de querosene) desde outra que estivesse acesa, e as caixas de sapatos se transformavam nos primeiros álbuns de fotos e os baralhos se reutilizavam, mesmo que faltasse alguma carta, com a inscrição a mão em um valete de espada que dizia "esta é um 4 de bastos".
As gavetas guardavam pedaços esquerdos de prendedores de roupa e o ganchinho de metal. Ao tempo esperavam somente pedaços direitos que esperavam a sua outra metade, para voltar outra vez a ser um prendedor completo.
Eu sei o que nos acontecia: nos custava muito declarar a morte de nossos objetos. Assim como hoje as novas gerações decidem matá-los tão-logo aparentem deixar de ser úteis, aqueles tempos eram de não se declarar nada morto: nem a Walt Disney!!!
E quando nos venderam sorvetes em copinhos, cuja tampa se convertia em base, e nos disseram: Comam o sorvete e depois joguem o copinho fora, nós dizíamos que sim, mas, imagina que a tirávamos fora!!! As colocávamos a viver na estante dos copos e das taças. As latas de ervilhas e de pêssegos se transformavam em vasos e até telefones. As primeiras garrafas de plástico se transformaram em enfeites de duvidosa beleza. As caixas de ovos se converteram em depósitos de aquarelas, as tampas de garrafões em cinzeiros, as primeiras latas de cerveja em porta-lápis e as cortiças esperaram encontrar-se com uma garrafa.
E me mordo para não fazer um paralelo entre os valores que se descartam e os que preservávamos. Ah!!! Não vou fazer!!!
Morro por dizer que hoje não só os eletrodomésticos são descartáveis; também o matrimônio e até a amizade são descartáveis. Mas não cometerei a imprudência de comparar objetos com pessoas.
Me mordo para não falar da identidade que se vai perdendo, da memória coletiva que se vai descartando, do passado efêmero. Não vou fazer.
Não vou misturar os temas, não vou dizer que ao eterno tornaram caduco e ao caduco fizeram eterno.
Não vou dizer que aos velhos se declara a morte apenas começam a falhar em suas funções, que aos cônjuges se trocam por modelos mais novos, que as pessoas a que lhes falta alguma função se discrimina o que se valoriza aos mais bonitos, com brilhos, com brilhantina no cabelo e glamour.
Esta só é uma crônica que fala de fraldas e de celulares. Do contrário, se misturariam as coisas, teria que pensar seriamente em entregar à bruxa, como parte do pagamento de uma senhora com menos quilômetros e alguma função nova. Mas, como sou lento para transitar este mundo da reposição e corro o risco de que a bruxa me ganhe a mão e seja eu o entregue...
Eduardo Galeano
* Jornalista e escritor uruguaio
Loucos e Santos
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.
Oscar Wilde
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.
Oscar Wilde
domingo, 31 de julho de 2011
Recebi hoje por e-mail , do meu amigo Augusto Canetas , esta "coisa" linda . . .
Meu caro, antes de mais, obrigado. Não senão palavras, porque outra coisa não faço.
Por isso, o meu reconhecimento é agradecer-te com este poema, que faz parte do meu próximo trabalho.
Um abraço
Augusto canetas
Espectro
Se em algum momento penso,
É porque o meu atalho ancestral
Continua a existir,
Na certeza que tive uma mãe e um pai
De Natal.
Sou uma herança de fragmentos
Centenários e milenares
Da água da terra e do ar
E a cada um procuro dar-lhes;
A estética e a ética,
Na coexistência pacífica
Deste meu caminhar.
Nesta concepção,
Possuo um espectro
Dentro da minha alma,
Um açude de estigmas
Expostas às eiras do tempo,
Que eu não conheço,
Não sei quem sou adiante,
E ainda bem que não me entendo
Senão deixava de ser seu caminhante.
Augusto Canetas
Por isso, o meu reconhecimento é agradecer-te com este poema, que faz parte do meu próximo trabalho.
Um abraço
Augusto canetas
Espectro
Se em algum momento penso,
É porque o meu atalho ancestral
Continua a existir,
Na certeza que tive uma mãe e um pai
De Natal.
Sou uma herança de fragmentos
Centenários e milenares
Da água da terra e do ar
E a cada um procuro dar-lhes;
A estética e a ética,
Na coexistência pacífica
Deste meu caminhar.
Nesta concepção,
Possuo um espectro
Dentro da minha alma,
Um açude de estigmas
Expostas às eiras do tempo,
Que eu não conheço,
Não sei quem sou adiante,
E ainda bem que não me entendo
Senão deixava de ser seu caminhante.
Augusto Canetas
sábado, 30 de julho de 2011
A Idade de Ser Feliz
"Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encontrar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer. Fases douradas em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso. Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa."
Mario Quintana (30/7//1906 - 5/5/1994)
Uma só idade para a gente se encontrar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer. Fases douradas em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso. Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa."
Mario Quintana (30/7//1906 - 5/5/1994)
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Que linda história de amor. E uma ternura!
Cegonha visita namorada ferida , todos os anos na Croácia .
21 de maio de 2011
As cegonhas que fazem ninho na Croácia todos os anos, fazem um longo caminho de 13 mil quilômetros da África do Sul pelo vale do Nilo
Uma amada ferida pelos disparos de um malvado, Um galã apaixonado que cruza meio planeta para visita-la todos os anos, apesar de todas as dificuldades. A história parece mais um roteiro de filme de romance, mas é a realidade da vida de um casal de cegonhas na Croácia.
A cada primavera, o país se emociona com a chegada do macho Rodan que volta da África ao país balcânico para encontrar sua amada Malena, que não pode voar devido às sequelas de um tiro d qual foi vítima há 18 anos.
O casal de aves oferece este ano, um espetáculo de alegria, já que em seu ninho, há quatro filhotes recém-nascidos, enquanto os demais estão por sair de seus ovos, segundo informou a imprensa local.
Malena foi encontrada ferida, em 1993, em um campo perto de Slavonski Brod, uma cidade de 200 km a leste de Zagreb, com a asa ferida por tiros dados por um caçador italiano.
Stipe Vokic, porteiro de uma escola primária, cuidou da ave, conseguiu cura-la e fez um ninho no telhado da escola para ela.
Faz nove anos que Rodan se apaixonou por Malena, que não pode acompanhar seu amado na viagem até a África, poisapresenta sequelas do ferimento que a impedem de voar para a rota migratória que faz as aves de sua espécie todos os anos.
Durante o inverno, Vokic cuida e alimenta Malena, mas todas as primaveras, quando Rodan regressa, ele mesmo trata de cuidar da companheira. Ele leva comida fresca a ela, arruma o ninho e alimento os filhotes.
"A cada ano, me parte o coração quando chega a hora de partirem. Rodan chama Malena, para que vá com ele, mas ela não pode. Até hoje, já criaram 35 filhotes", diz Vikic.
Esta primavera, a imprensa croata publicou a triste notícia de que Rodan não estava de volta e, certamente, alguma coisa ocorreu na África, mas para a alegria de todos, apareceu de repente, apesar de mais cansado do que nunca.
As cegonhas que fazem seus ninhos na Croácia todos os anos, realizam uma longa viagem de 13 mil quilômetros pelo Vale do Nilo até a África do Sul, caminho onde encontram muito perigos e penúrias.
21 de maio de 2011
As cegonhas que fazem ninho na Croácia todos os anos, fazem um longo caminho de 13 mil quilômetros da África do Sul pelo vale do Nilo
Uma amada ferida pelos disparos de um malvado, Um galã apaixonado que cruza meio planeta para visita-la todos os anos, apesar de todas as dificuldades. A história parece mais um roteiro de filme de romance, mas é a realidade da vida de um casal de cegonhas na Croácia.
A cada primavera, o país se emociona com a chegada do macho Rodan que volta da África ao país balcânico para encontrar sua amada Malena, que não pode voar devido às sequelas de um tiro d qual foi vítima há 18 anos.
O casal de aves oferece este ano, um espetáculo de alegria, já que em seu ninho, há quatro filhotes recém-nascidos, enquanto os demais estão por sair de seus ovos, segundo informou a imprensa local.
Malena foi encontrada ferida, em 1993, em um campo perto de Slavonski Brod, uma cidade de 200 km a leste de Zagreb, com a asa ferida por tiros dados por um caçador italiano.
Stipe Vokic, porteiro de uma escola primária, cuidou da ave, conseguiu cura-la e fez um ninho no telhado da escola para ela.
Faz nove anos que Rodan se apaixonou por Malena, que não pode acompanhar seu amado na viagem até a África, poisapresenta sequelas do ferimento que a impedem de voar para a rota migratória que faz as aves de sua espécie todos os anos.
Durante o inverno, Vokic cuida e alimenta Malena, mas todas as primaveras, quando Rodan regressa, ele mesmo trata de cuidar da companheira. Ele leva comida fresca a ela, arruma o ninho e alimento os filhotes.
"A cada ano, me parte o coração quando chega a hora de partirem. Rodan chama Malena, para que vá com ele, mas ela não pode. Até hoje, já criaram 35 filhotes", diz Vikic.
Esta primavera, a imprensa croata publicou a triste notícia de que Rodan não estava de volta e, certamente, alguma coisa ocorreu na África, mas para a alegria de todos, apareceu de repente, apesar de mais cansado do que nunca.
As cegonhas que fazem seus ninhos na Croácia todos os anos, realizam uma longa viagem de 13 mil quilômetros pelo Vale do Nilo até a África do Sul, caminho onde encontram muito perigos e penúrias.
Impressionante... A matemática da vida em Fukushima
Há no Japão um grupo de 200 aposentados, em sua maioria engenheiros,
que se oferece para substituir trabalhadores mais jovens num perigoso
trabalho: a manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi
seriamente afetada pelo grande terremoto de três meses atrás. Os
reparos envolvem altos níveis de radioatividade cancerígena.
Em entrevista à BBC, o voluntário Yasuteru Yamada, que tem 72 anos e
negocia com o reticente governo japonês e a companhia, usa uma lógica
tão simples quanto assombrosa:
"Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação
levaria de 20 a 30 anos para surgir. Logo, nós que somos mais velhos
temos menos risco de desenvolver câncer", afirma Yamada.
É arrepiante. Na contramão do individualismo atual — e lidando de uma
maneira absolutamente realista em relação à vida e à morte —,
sexagenários e septuagenários querem dar uma última contribuição: serem
úteis em seus últimos anos e permitirem que alguns jovens possam chegar
às idades deles com saúde e disposição semelhantes.
O que mais impressiona em toda a história é a matemática da vida. A
morte não é para eles um problema a ser solucionado — ou talvez
corrigido, pela hipótese mística da vida eterna que a medicina e a
biologia tentam encampar e da qual as revistas de boa saúde tentam nos
convencer; a morte é, de fato, a constante da equação.
Nada que o mundo ocidental não conheça. O filósofo alemão Georg
Friedrich Hegel (1770-1831) certa vez definiu "mestre" como alguém
desapegado da vida a ponto de enfrentar a morte, enquanto "servo"
seria um escravo do desejo de continuar vivo — e que obedeceria mais
às regras que lhe garantissem a sobrevida. Em consequência, o servo
anula sua vontade de transformar o mundo e a si mesmo.
Criados numa sociedade de consumo, corremos o risco de levar essa
escravidão às últimas, defendendo a boa saúde e os confortos com muito
mais afinco do que aquilo que podemos fazer por nós e pelos outros
enquanto ainda gozamos dela.
Os senhores do Japão ensinam que a morte é a hora em que podemos
continuar a existir na memória das pessoas — uma oportunidade que,
para mim, eles não perdem mais.
que se oferece para substituir trabalhadores mais jovens num perigoso
trabalho: a manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi
seriamente afetada pelo grande terremoto de três meses atrás. Os
reparos envolvem altos níveis de radioatividade cancerígena.
Em entrevista à BBC, o voluntário Yasuteru Yamada, que tem 72 anos e
negocia com o reticente governo japonês e a companhia, usa uma lógica
tão simples quanto assombrosa:
"Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação
levaria de 20 a 30 anos para surgir. Logo, nós que somos mais velhos
temos menos risco de desenvolver câncer", afirma Yamada.
É arrepiante. Na contramão do individualismo atual — e lidando de uma
maneira absolutamente realista em relação à vida e à morte —,
sexagenários e septuagenários querem dar uma última contribuição: serem
úteis em seus últimos anos e permitirem que alguns jovens possam chegar
às idades deles com saúde e disposição semelhantes.
O que mais impressiona em toda a história é a matemática da vida. A
morte não é para eles um problema a ser solucionado — ou talvez
corrigido, pela hipótese mística da vida eterna que a medicina e a
biologia tentam encampar e da qual as revistas de boa saúde tentam nos
convencer; a morte é, de fato, a constante da equação.
Nada que o mundo ocidental não conheça. O filósofo alemão Georg
Friedrich Hegel (1770-1831) certa vez definiu "mestre" como alguém
desapegado da vida a ponto de enfrentar a morte, enquanto "servo"
seria um escravo do desejo de continuar vivo — e que obedeceria mais
às regras que lhe garantissem a sobrevida. Em consequência, o servo
anula sua vontade de transformar o mundo e a si mesmo.
Criados numa sociedade de consumo, corremos o risco de levar essa
escravidão às últimas, defendendo a boa saúde e os confortos com muito
mais afinco do que aquilo que podemos fazer por nós e pelos outros
enquanto ainda gozamos dela.
Os senhores do Japão ensinam que a morte é a hora em que podemos
continuar a existir na memória das pessoas — uma oportunidade que,
para mim, eles não perdem mais.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Ricardo Araújo Pereira - Foi Portugal que se livrou de José Sócrates ou José Sócrates que se livrou de Portugal ?
O leitor que tome nota: se isto fosse a Dinamarca já o caldo estava entornado. Jovem que chegue a Helsingør para as exéquias do pai e dê com a mãe casada com o tio, desata a planear homicídios e a monologar. Em Portugal, nada. E, no entanto, há tantas razões para inquietação aqui como lá. O facto de se tratar de uma inquietação romântico-legislativa inquieta ainda mais. O que se passa é o seguinte: José Sócrates está demasiado contente. Não me conformo com esta alegria, esta cordialidade, este bom perder. Quero vê-lo espernear, recriminar os adversários, lançar um último insulto a Manuela Moura Guedes. Que contentamento é este? Trata-se de uma boa disposição que ofende. Magoa até quem, como eu, nunca votou nele. Afinal foi Portugal que se livrou de José Sócrates ou José Sócrates que se livrou de Portugal?
Sócrates tem a desfaçatez de se comportar como aquelas namoradas que aceitam muito bem a notícia de que o namoro acabou. Não há lágrimas, não há ranho, não há nada. O fim da relação não é um drama, é um alívio. Ficam mais soltas, mais leves, mais vivas. E têm finalmente tempo para ir para França tirar aquele curso de Filosofia que sempre quiseram frequentar. Amigo leitor, não era José Sócrates que estava a entravar o nosso desenvolvimento, éramos nós que estávamos a entravar o desenvolvimento de José Sócrates.
Assim como vamos sabendo das antigas namoradas através dos amigos, vamos sabendo de José Sócrates através do Expresso. E remoemos as informações com azedume. Que ideia é esta de ir estudar para Paris? E filosofia? Não faz sentido. Uma pessoa chamada Sócrates decidir estudar filosofia é como um tipo chamado Eusébio querer fazer carreira no futebol. É má ideia, proporciona comparações desagradáveis.
E não podemos deixar de sentir que Sócrates não vai para França para nos esquecer. Na verdade, Sócrates já nos esqueceu. E, ao contrário da generalidade dos emigrantes, Sócrates não parte em busca de melhores condições de vida. José Sócrates não vai emigrar para fugir de José Sócrates - até porque, em princípio, José Sócrates vai com José Sócrates. Sócrates vai emigrar para fugir de nós. Alguém que lhe apreenda o passaporte, por favor. Era o que faltava. Obriguem-no a aguentar as medidas da troika até ao fim. Só pode sair do País quando o memorando estiver cumprido.
Sócrates tem a desfaçatez de se comportar como aquelas namoradas que aceitam muito bem a notícia de que o namoro acabou. Não há lágrimas, não há ranho, não há nada. O fim da relação não é um drama, é um alívio. Ficam mais soltas, mais leves, mais vivas. E têm finalmente tempo para ir para França tirar aquele curso de Filosofia que sempre quiseram frequentar. Amigo leitor, não era José Sócrates que estava a entravar o nosso desenvolvimento, éramos nós que estávamos a entravar o desenvolvimento de José Sócrates.
Assim como vamos sabendo das antigas namoradas através dos amigos, vamos sabendo de José Sócrates através do Expresso. E remoemos as informações com azedume. Que ideia é esta de ir estudar para Paris? E filosofia? Não faz sentido. Uma pessoa chamada Sócrates decidir estudar filosofia é como um tipo chamado Eusébio querer fazer carreira no futebol. É má ideia, proporciona comparações desagradáveis.
E não podemos deixar de sentir que Sócrates não vai para França para nos esquecer. Na verdade, Sócrates já nos esqueceu. E, ao contrário da generalidade dos emigrantes, Sócrates não parte em busca de melhores condições de vida. José Sócrates não vai emigrar para fugir de José Sócrates - até porque, em princípio, José Sócrates vai com José Sócrates. Sócrates vai emigrar para fugir de nós. Alguém que lhe apreenda o passaporte, por favor. Era o que faltava. Obriguem-no a aguentar as medidas da troika até ao fim. Só pode sair do País quando o memorando estiver cumprido.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
QUEIJO, coisa saborosa mas... uma "bomba"!
O queijo nunca deve ser introduzido no estômago. É totalmente impróprio como alimento. Alimentos córneos, manteiga, queijo, pastéis e condimentos são usados livremente por velhos e jovens. Esses artigos alimentares perturbam o estômago, excitam os nervos e enfraquecem a mente”. CONSELHOS SOBRE REGIME ALIMENTAR, PG. 368 E 369
O queijo produzido com leite de cabra ou de jumenta é um alimento com alto índice de proteínas, minerais e oligoelementos que fazem desta deliciosa especiaria uma rica fonte de vitaminas (A, B2, B9, B12 e D), além de proteínas, cálcio, lipídios e oligoelementos. Os queijos são também importantes fontes de zinco, iodo, selénio, potássio e fósforo. Por que os queijos são prejudiciais à saúde?
Dentre os lacticínios, o queijo de leite de vaca é um dos alimentos que em quase nada beneficia o organismo humano. Quando no estômago, este alimento se transforma em plástico gorduroso. Na tentativa de diluir o queijo, as glândulas do estômago injetam maior quantidade de ácido clorídrico, sem conseguir dissolve-lo. Ao atingir o duodeno, o queijo obriga este órgão pedir ajuda ao pâncreas que envia maior quantidade de suco pancreático visando quebrar a gordura encontrada nesse alimento. Não conseguindo realizar o trabalho da quebra das gorduras do queijo o duodeno remete este ao intestino delgado para a absorção de possíveis nutrientes.
O intestino delgado, por sua vez, reconhece o queijo como um lixo orgânico extraindo deste apenas a gordura que é enviada ao fígado para suprir a corrente linfática. Ao cair na circulação linfática, a gordura do queijo é reconhecida pelo sistema imunológico como um material estranho, ou seja, uma ameaça ao organismo. Então, os linfócitos T entram em ação para verificar se existe alguma ameaça. Ao infiltrar-se na gordura plástica para fazer inspeção, as células T ficam grudadas, sem conseguir se libertar, e terminam morrendo presa à viscosidade, contribuindo para o enfraquecimento do sistema imunológico.
Há pessoas que dispõem de um sistema imunológico forte a ponto de proteger o organismo acumulando a gordura plástica do queijo na pele, em alguma parte do corpo, formando tumores de gorduras localizadas que recebem a denominação de “lipomas”. Uma vez atingindo os rins, a gordura plástica do queijo se calcifica formando cálculos renais. Caso atinja a vesícula biliar, gera cálculos biliares. Os queijos fortes e velhos são mais prejudiciais à saúde por provocarem acidez estomacal, azia, queimação e flatulência. E, por prenderem os intestinos, causam prisão de ventre e enxaqueca.
Enfim, o queijo de leite de vaca é um concentrado de bactérias e tem uma substância denominada “tiramina” que, além de causar enxaqueca ou fortes dores de cabeça, produz infecção urinária, ácido úrico, cálculos na vesícula e nos rins; também, assassina os linfócitos T, tornando o sistema imunológico debilitado e o organismo predisposto a câncer linfático e de cólon, além de outras doenças degenerativas.
Segundo pesquisa do doutor J.H.Kellogg, um grama de queijo novo, recém-fabricado, contém 140 mil bactérias. Um queijo de 25 dias de fabricado tem 1,2 milhões de bactérias por grama. Um queijo de 45 dias de fabricado chega a ter mais de 2 milhões de bactérias por grama. Por outro lado, as indústrias utilizam coalho de estômago de porco na produção de queijos.
O queijo produzido com leite de cabra ou de jumenta é um alimento com alto índice de proteínas, minerais e oligoelementos que fazem desta deliciosa especiaria uma rica fonte de vitaminas (A, B2, B9, B12 e D), além de proteínas, cálcio, lipídios e oligoelementos. Os queijos são também importantes fontes de zinco, iodo, selénio, potássio e fósforo. Por que os queijos são prejudiciais à saúde?
Dentre os lacticínios, o queijo de leite de vaca é um dos alimentos que em quase nada beneficia o organismo humano. Quando no estômago, este alimento se transforma em plástico gorduroso. Na tentativa de diluir o queijo, as glândulas do estômago injetam maior quantidade de ácido clorídrico, sem conseguir dissolve-lo. Ao atingir o duodeno, o queijo obriga este órgão pedir ajuda ao pâncreas que envia maior quantidade de suco pancreático visando quebrar a gordura encontrada nesse alimento. Não conseguindo realizar o trabalho da quebra das gorduras do queijo o duodeno remete este ao intestino delgado para a absorção de possíveis nutrientes.
O intestino delgado, por sua vez, reconhece o queijo como um lixo orgânico extraindo deste apenas a gordura que é enviada ao fígado para suprir a corrente linfática. Ao cair na circulação linfática, a gordura do queijo é reconhecida pelo sistema imunológico como um material estranho, ou seja, uma ameaça ao organismo. Então, os linfócitos T entram em ação para verificar se existe alguma ameaça. Ao infiltrar-se na gordura plástica para fazer inspeção, as células T ficam grudadas, sem conseguir se libertar, e terminam morrendo presa à viscosidade, contribuindo para o enfraquecimento do sistema imunológico.
Há pessoas que dispõem de um sistema imunológico forte a ponto de proteger o organismo acumulando a gordura plástica do queijo na pele, em alguma parte do corpo, formando tumores de gorduras localizadas que recebem a denominação de “lipomas”. Uma vez atingindo os rins, a gordura plástica do queijo se calcifica formando cálculos renais. Caso atinja a vesícula biliar, gera cálculos biliares. Os queijos fortes e velhos são mais prejudiciais à saúde por provocarem acidez estomacal, azia, queimação e flatulência. E, por prenderem os intestinos, causam prisão de ventre e enxaqueca.
Enfim, o queijo de leite de vaca é um concentrado de bactérias e tem uma substância denominada “tiramina” que, além de causar enxaqueca ou fortes dores de cabeça, produz infecção urinária, ácido úrico, cálculos na vesícula e nos rins; também, assassina os linfócitos T, tornando o sistema imunológico debilitado e o organismo predisposto a câncer linfático e de cólon, além de outras doenças degenerativas.
Segundo pesquisa do doutor J.H.Kellogg, um grama de queijo novo, recém-fabricado, contém 140 mil bactérias. Um queijo de 25 dias de fabricado tem 1,2 milhões de bactérias por grama. Um queijo de 45 dias de fabricado chega a ter mais de 2 milhões de bactérias por grama. Por outro lado, as indústrias utilizam coalho de estômago de porco na produção de queijos.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Qual democracia ? Uma enorme estrumeira . . . isso sim !
Segundo um dos muitos veículos de (des)informação escrita da nossa praça , existe um ministro que para ir para este novo governo , acaba por perder 34 mil euros por mês ! ! ! Mas afinal o que é que esta "gente" faz para merecer tais salários ? Não perdem tempo a trabalhar . . . de certeza absoluta !
Sendo eu um abstencionista convicto , ou quem sabe , até . . . um anarquista , não tenho a mínima responsabilidade por este estado de coisas , ao contrário de muito boa gente , que continua legitimando este sistema político . . .
Continuem a cumprir a vossa "obrigação" , a exercer os vossos direitos , continuem pois a votar "neles" , mas agora calem-se até às próximas eleições ! Não se queixem . . .
Eu continuarei , com toda a legitimidade , a minha "guerra" contra esta "escumalha" , e a lutar por uma sociedade mais justa , e limpa de todo este esterco que se vai amontoando nesta estrumeira cada vez maior , que é esta democracia (?) . . .
Sendo eu um abstencionista convicto , ou quem sabe , até . . . um anarquista , não tenho a mínima responsabilidade por este estado de coisas , ao contrário de muito boa gente , que continua legitimando este sistema político . . .
Continuem a cumprir a vossa "obrigação" , a exercer os vossos direitos , continuem pois a votar "neles" , mas agora calem-se até às próximas eleições ! Não se queixem . . .
Eu continuarei , com toda a legitimidade , a minha "guerra" contra esta "escumalha" , e a lutar por uma sociedade mais justa , e limpa de todo este esterco que se vai amontoando nesta estrumeira cada vez maior , que é esta democracia (?) . . .
Carta aberta ao novo primeiro-ministro - ACABOU O RECREIO!
"Ora aqui vai um importante contributo, para que o novo 1º Ministro não nos venha a fazer de parvos, dizendo que não sabe em que mais cortar. A saber:
. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados.
. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode
. Acabar com os milhares de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e têm funcionários e administradores com 2º ou 3º emprego.
. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euros mês e que não servem para nada, antes acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc
. Redução drástica das Juntas de Freguesia.
. Acabar com o pagamento de 200 ¤ por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 ¤ nas Juntas de Freguesia
. Acabar com o Financiamento aos Partidos. Que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem para conseguirem verbas para as suas actividades
. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País.
. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e família. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.
. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos às escolas, ir ao mercado a compras, etc. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis...
. Acabar com os "subsídios" de habitação e deslocação a deputados eleitos por circulos fora de Lisboa... que sempre residiram na Capital e nunca tiveram qualquer habitação nos circulos eleitorais a que concorreram!
. Controlar os altos quadros "colocados" na Função Pública (pagos por nós...) que quase nunca estão no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total:
HÁ QUADROS QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO OS DA COISA PÚBLICA...
. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...
. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos e outros, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.
. Acabar com as várias reformas, acumuladas, por pessoa, de entre o pessoal do Estado e de entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.
. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP, com os juros devidos!
. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e quejandos, onde quer que estejam e recuperar essas quantias para os cofres do Estado.
: Acabar com as reformas nas forças armadas aos 50 anos e com 30 anos de descontos enquanto o cidadão português desconta durante 40 e mais anos para a Seg. Social;
E por aí fora... Recuperaremos depressa a nossa posição, sobretudo a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado .
. Quem pode explicar porque é que o Presidente da Assembleia da República tem, ao seu dispor, dois automóveis de serviço? Deve ser um para a "pasta" e outro para a "lancheira"!...
Envie-a, pelo menos, a 12 pessoas. Se souber o e-mail de membros do governo, deputados, "chefes" de partidos, autarcas e outros, mande-lhes também este mail para não alegarem desconhecimento!
. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados.
. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode
. Acabar com os milhares de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e têm funcionários e administradores com 2º ou 3º emprego.
. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euros mês e que não servem para nada, antes acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc
. Redução drástica das Juntas de Freguesia.
. Acabar com o pagamento de 200 ¤ por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 ¤ nas Juntas de Freguesia
. Acabar com o Financiamento aos Partidos. Que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem para conseguirem verbas para as suas actividades
. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País.
. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e família. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.
. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos às escolas, ir ao mercado a compras, etc. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis...
. Acabar com os "subsídios" de habitação e deslocação a deputados eleitos por circulos fora de Lisboa... que sempre residiram na Capital e nunca tiveram qualquer habitação nos circulos eleitorais a que concorreram!
. Controlar os altos quadros "colocados" na Função Pública (pagos por nós...) que quase nunca estão no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total:
HÁ QUADROS QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO OS DA COISA PÚBLICA...
. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...
. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos e outros, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.
. Acabar com as várias reformas, acumuladas, por pessoa, de entre o pessoal do Estado e de entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.
. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP, com os juros devidos!
. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e quejandos, onde quer que estejam e recuperar essas quantias para os cofres do Estado.
: Acabar com as reformas nas forças armadas aos 50 anos e com 30 anos de descontos enquanto o cidadão português desconta durante 40 e mais anos para a Seg. Social;
E por aí fora... Recuperaremos depressa a nossa posição, sobretudo a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado .
. Quem pode explicar porque é que o Presidente da Assembleia da República tem, ao seu dispor, dois automóveis de serviço? Deve ser um para a "pasta" e outro para a "lancheira"!...
Envie-a, pelo menos, a 12 pessoas. Se souber o e-mail de membros do governo, deputados, "chefes" de partidos, autarcas e outros, mande-lhes também este mail para não alegarem desconhecimento!
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Todo Homem deveria ler...
"É melhor você ter uma mulher engraçada do que linda, que sempre te acompanha nas festas, adora uma cerveja, gosta de futebol, prefere andar de chinelo e vestidinho, ou então calça jeans desbotada e camiseta básica, faz academia quando dá, come carne, é simpática, não liga pra grana, só quer uma vida tranqüila e saudável, é desencanada e adora dar risada.
Do que ter uma mulher perfeitinha, que não curte nada, se veste feito um manequim de vitrine, nunca toma porre e só sabe contar até quinze, que é até onde chega a sequência de bíceps e tríceps.
Legal mesmo é mulher de verdade. E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa.
Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira. Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas e daí?
Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução. Mas ainda não criaram um remédio pra FUTILIDADE!!"
"E não se esqueça...Mulher bonita demais e melancia grande, ninguém come sozinho!!"
Do que ter uma mulher perfeitinha, que não curte nada, se veste feito um manequim de vitrine, nunca toma porre e só sabe contar até quinze, que é até onde chega a sequência de bíceps e tríceps.
Legal mesmo é mulher de verdade. E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa.
Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira. Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas e daí?
Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução. Mas ainda não criaram um remédio pra FUTILIDADE!!"
"E não se esqueça...Mulher bonita demais e melancia grande, ninguém come sozinho!!"
terça-feira, 28 de junho de 2011
Cómo afrontar el cáncer de forma holística
El Dr. Alberto Martí Boch trabajó muchos años con niños como oncólogo pediátrico hasta que dados los escasos resultados que obtenía con los tratamientos convencionales y, sobre todo, viendo día a día el enorme sufrimiento que con ellos les causaba abandonó definitivamente su práctica.
Hoy, veinte años después y tras formarse ampliamente en disciplinas que no se enseñan en las facultades de Medicina, aborda el cáncer de una forma holística teniendo en cuenta ante todo el principio hipocrático de “Lo primero, no hacer daño”.
Tratamiento que tiene en cuenta los aspectos psicológico y emocional además del físico, ámbito éste en el que desintoxicar, resolver posibles carencias vitamínicas, minerales, ortomoleculares, enzimáticas y hormonales potenciando así el sistema inmune y equilibrar el organismo bioenergéticamente son pasos siempre útiles y necesarios.
La verdad es que los seres humanos afrontamos desde hace unas décadas las llamadas “enfermedades” como una auténtica guerra que hay que librar contra sus “responsables”, agresores externos –bacterias, virus, hongos, parásitos, priones…- a los que hay que combatir. Incluso en el ámbito del cáncer porque también los tumores se ven como algo patógeno, como la causa del descontrol de un grupo de células anárquicas que amenazan con extenderse por el resto del organismo hasta ocasionar su destrucción –reminiscencia de quienes aún defienden que hay que mantener el control social a toda costa y no permitir la anarquía. ¿Y a dónde nos ha llevado esta visión de la “falta de salud”? A no saber curar prácticamente ninguna de las llamadas “enfermedades”. Quizás porque en realidad ni existan ni haya “enemigos que combatir”. Por otra parte, aún si fuera así, si éstos existieran, la táctica de agredir nuestro propio organismo con el absurdo argumento de que así lo ayudamos es sencillamente estúpido.
Pues bien, entre quienes así lo piensan hoy está el doctor Alberto Martí Bosch quien tras compartir durante algún tiempo la filosofía dominante entre la clase médica llegó un día a la conclusión de que lo mejor que puede hacerse ante cualquier proceso patológico es ayudar al organismo a que afronte por sí mismo el problema potenciando su sistema inmune y llevándolo a un estado de equilibrio y armonía idóneos mediante una desintoxicación profunda y una adecuada nutrición. Aunque no renuncie, cuando haga realmente falta, a combatir los tumores que crecen y ponen en peligro la vida -por impedir por ejemplo en un momento dado el correcto funcionamiento de un órgano- pero con tácticas más inteligentes y menos agresivas.
Su ponencia, brillante y que nadie debería perderse, la dictó durante el III Congreso Internacional sobre Tratamientos Complementarios y Alternativos en Cáncer que se celebró en su día en Madrid (España) bajo el patrocinio de la WORLD ASSOCIATION FOR CANCER RESEARCH (WACR) y la revista española Discovery DSALUD.
MEDNEWS es un servicio de información sobre salud gratuito
que no tiene carácter comercial y no admite publicidad.
--
Marisol Couto Pinhal
Especialista em Nutrição Ortomolecular
Naturóloga/Homeopata/Acupunctora
http://www.apmi.com.pt/
www.biotop.pt/cursos_dados/dadoscursos4.html
"O valor do Ser humano não é medido segundo aquilo que tem, e sim segundo aquilo que ele é."
“ Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor…Lembre-se!: se escolher o mundo, ficará sem o amor, mas, se escolher o amor, com ele conquistará o mundo! “
(Albert Einstein – Físico alemão, 1879-1955)
"Nunca se ache demais, pois tudo o que é demais sobra, tudo o que sobra é resto e tudo o que é resto vai para o lixo." (Autor desconhecido)
"Não venci todas as vezes que lutei, mas perdi todas as vezes que deixei de lutar" (desconheço o autor)
"Toda a Verdade passa por três fases. Primeiro, é ridicularizada. Segundo, é violentamente atacada. Terceiro, é aceite como evidente" - Schopenhauer
Hoy, veinte años después y tras formarse ampliamente en disciplinas que no se enseñan en las facultades de Medicina, aborda el cáncer de una forma holística teniendo en cuenta ante todo el principio hipocrático de “Lo primero, no hacer daño”.
Tratamiento que tiene en cuenta los aspectos psicológico y emocional además del físico, ámbito éste en el que desintoxicar, resolver posibles carencias vitamínicas, minerales, ortomoleculares, enzimáticas y hormonales potenciando así el sistema inmune y equilibrar el organismo bioenergéticamente son pasos siempre útiles y necesarios.
La verdad es que los seres humanos afrontamos desde hace unas décadas las llamadas “enfermedades” como una auténtica guerra que hay que librar contra sus “responsables”, agresores externos –bacterias, virus, hongos, parásitos, priones…- a los que hay que combatir. Incluso en el ámbito del cáncer porque también los tumores se ven como algo patógeno, como la causa del descontrol de un grupo de células anárquicas que amenazan con extenderse por el resto del organismo hasta ocasionar su destrucción –reminiscencia de quienes aún defienden que hay que mantener el control social a toda costa y no permitir la anarquía. ¿Y a dónde nos ha llevado esta visión de la “falta de salud”? A no saber curar prácticamente ninguna de las llamadas “enfermedades”. Quizás porque en realidad ni existan ni haya “enemigos que combatir”. Por otra parte, aún si fuera así, si éstos existieran, la táctica de agredir nuestro propio organismo con el absurdo argumento de que así lo ayudamos es sencillamente estúpido.
Pues bien, entre quienes así lo piensan hoy está el doctor Alberto Martí Bosch quien tras compartir durante algún tiempo la filosofía dominante entre la clase médica llegó un día a la conclusión de que lo mejor que puede hacerse ante cualquier proceso patológico es ayudar al organismo a que afronte por sí mismo el problema potenciando su sistema inmune y llevándolo a un estado de equilibrio y armonía idóneos mediante una desintoxicación profunda y una adecuada nutrición. Aunque no renuncie, cuando haga realmente falta, a combatir los tumores que crecen y ponen en peligro la vida -por impedir por ejemplo en un momento dado el correcto funcionamiento de un órgano- pero con tácticas más inteligentes y menos agresivas.
Su ponencia, brillante y que nadie debería perderse, la dictó durante el III Congreso Internacional sobre Tratamientos Complementarios y Alternativos en Cáncer que se celebró en su día en Madrid (España) bajo el patrocinio de la WORLD ASSOCIATION FOR CANCER RESEARCH (WACR) y la revista española Discovery DSALUD.
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Marisol Couto Pinhal
Especialista em Nutrição Ortomolecular
Naturóloga/Homeopata/Acupunctora
http://www.apmi.com.pt/
www.biotop.pt/cursos_dados/dadoscursos4.html
"O valor do Ser humano não é medido segundo aquilo que tem, e sim segundo aquilo que ele é."
“ Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor…Lembre-se!: se escolher o mundo, ficará sem o amor, mas, se escolher o amor, com ele conquistará o mundo! “
(Albert Einstein – Físico alemão, 1879-1955)
"Nunca se ache demais, pois tudo o que é demais sobra, tudo o que sobra é resto e tudo o que é resto vai para o lixo." (Autor desconhecido)
"Não venci todas as vezes que lutei, mas perdi todas as vezes que deixei de lutar" (desconheço o autor)
"Toda a Verdade passa por três fases. Primeiro, é ridicularizada. Segundo, é violentamente atacada. Terceiro, é aceite como evidente" - Schopenhauer
Tremoços - Diabetes - Colesterol
O tremoço é uma leguminosa da mesma família da ervilha e da fava e bastante rico nutricionalmente: possui três vezes mais proteínas e duas vezes mais fósforo do que o leite de vaca, uma quantidade elevada de cálcio, vitaminas E e do complexo B, fósforo, potássio, ácidos gordos insaturados (ómega 3 e 6), ferro e fibras. Em regra, a composição nutricional é a seguinte: 36 a 52% de proteína, 5 a 20% de gordura, 30 a 40% de fibra alimentar.
No que diz respeito à gordura, a sua composição é, na sua grande maioria, ácido oleico e linoleico (gordura presente no azeite), constituindo 86% da gordura total. Acresce que o tremoço possui três vezes mais fibra do que a aveia e o trigo e, dessa fibra, a sua grande maioria tem a capacidade de reter o colesterol LDL no intestino e facilitar a sua eliminação nas fezes. O teor em amido também é reduzido, o que explica o papel deste alimento no controlo do índice glicémico (teor de açúcar no sangue) e consequentemente, na redução da incidência da obesidade na população; também é um alimento indicado para quem sofre de problemas ósseos e reduz o apetite. Além disso, as suas propriedades emolientes, diuréticas e cicatrizantes favorecem a renovação das células.
Todavia, desde há cerca de três mil anos atrás, o tremoço tem igualmente outras aplicações: a farinha de tremoço é utilizada na produção de bolachas, pão, biscoitos, massas; alimentação para animais não-humanos; indústria farmacêutica; melhoramento dos solos (é denominado "adubo verde" pois evita a utilização de adubos convencionais e prepara os solos em particular para o cultivo do milho, melão e trigo), etc.
Em 2005, a produção mundial de tremoço foi de 1,2 milhões de toneladas (FAO, 2005), das quais Portugal produziu onze toneladas. O maior produtor mundial de tremoço, que se pode cultivar desde o fim do Outono até ao início de Verão, é a Austrália com cerca de 82% do total, seguida do Chile (6%), Federação Russa (3%), a Polónia (2%) e França (2%).
O grão seco é tóxico - contém a substância alcalóide lupanina que lhe confere um sabor amargo. Só depois de cozido e demolhado em água salgada se torna comestível e um aperitivo bastante apreciado no nosso país especialmente no Verão em cafés e esplanadas típicos, geralmente acompanhados por cerveja e apelidado "marisco dos pobres". Os tremoços têm, em média, 1/6 das calorias, por peso em relação a outros aperitivos como amendoins ou batatas fritas. O único senão é o sal que lhe é acrescentado, mas isso pode ser corrigido lavando bem os tremoços ou demolhando-os.
São comumente consumidos como aperitivos também na América Latina e outros países da Bacia do Mediterrâneo para além de Portugal, onde em 2009 se realizou a VI Feira do Tremoço em Cadima, freguesia pertencente a Cantanhede. Desde 1980 existe a International Lupin Association, fundada no Peru e dedicada a representar o interesse biológico e agrícola desta leguminosa.
Para os vegetarianos, o tremoço apresenta-se como mais uma leguminosa de opção, aumentado o leque de escolha dos fornecedores de proteína de alto valor biológico na dieta humana.
Em casa podem preparar-se da seguinte forma: comprar os "feijões" de tremoço secos (em mercearias tradicionais, como por exemplo na Casa Chinesa situada na Baixa da cidade do Porto) e colocá-los de molho em água de um dia para o outro. Depois fervem-se numa nova água durante vinte minutos. Arrefecendo, colocam-se num alguidar em água limpa que deve ser mudada duas a três vezes por dia durante cinco ou mais dias. Quando já não estiverem amargos podem ser conservados durante bastante tempo (no frigorífico) em água temperada com sal regularmente renovada e, opcionalmente, adicionando-lhes alho e/ou ervas aromáticas tais como orégãos ou louro.
Os tremoços, também conhecidos como "o marisco dos pobres", são um aperitivo muito apreciado. No entanto, muitas vezes, levantam-se dúvidas sobre as suas propriedades nutricionais; será que se pode incluir este aperitivo num regime dietético?
Vejamos...
Factores positivos:
Têm um baixo valor calórico;
São ricos em fibra;
Entretêm os mais gulosos no intervalo das refeições;
Valores nutricionais por 100 grs de tremoço cozido:
- 90 calorias
- 3,6 grs de hidratos de carbono;
- 13,4 grs de proteínas
- 2,4 grs de gordura
Factores negativos:
Se não forem bem demolhados, podem provocar algum desconforto digestivo devido ao sal e eventuais aditivos que possam levar.
Se gostar de "petiscar" entre as refeições, os tremoços são, pois, um bom substituto do pão com manteiga, presunto, entre outros. Ao fazê-lo, estará a reduzir o consumo de calorias ao mesmo tempo que aumenta a ingestão de fibras. Em termos de nutrição, as propriedades deste aperitivo tem mais de positivo do que de negativo, contrariamente ao que muitas vezes se pensa...
No que diz respeito à gordura, a sua composição é, na sua grande maioria, ácido oleico e linoleico (gordura presente no azeite), constituindo 86% da gordura total. Acresce que o tremoço possui três vezes mais fibra do que a aveia e o trigo e, dessa fibra, a sua grande maioria tem a capacidade de reter o colesterol LDL no intestino e facilitar a sua eliminação nas fezes. O teor em amido também é reduzido, o que explica o papel deste alimento no controlo do índice glicémico (teor de açúcar no sangue) e consequentemente, na redução da incidência da obesidade na população; também é um alimento indicado para quem sofre de problemas ósseos e reduz o apetite. Além disso, as suas propriedades emolientes, diuréticas e cicatrizantes favorecem a renovação das células.
Todavia, desde há cerca de três mil anos atrás, o tremoço tem igualmente outras aplicações: a farinha de tremoço é utilizada na produção de bolachas, pão, biscoitos, massas; alimentação para animais não-humanos; indústria farmacêutica; melhoramento dos solos (é denominado "adubo verde" pois evita a utilização de adubos convencionais e prepara os solos em particular para o cultivo do milho, melão e trigo), etc.
Em 2005, a produção mundial de tremoço foi de 1,2 milhões de toneladas (FAO, 2005), das quais Portugal produziu onze toneladas. O maior produtor mundial de tremoço, que se pode cultivar desde o fim do Outono até ao início de Verão, é a Austrália com cerca de 82% do total, seguida do Chile (6%), Federação Russa (3%), a Polónia (2%) e França (2%).
O grão seco é tóxico - contém a substância alcalóide lupanina que lhe confere um sabor amargo. Só depois de cozido e demolhado em água salgada se torna comestível e um aperitivo bastante apreciado no nosso país especialmente no Verão em cafés e esplanadas típicos, geralmente acompanhados por cerveja e apelidado "marisco dos pobres". Os tremoços têm, em média, 1/6 das calorias, por peso em relação a outros aperitivos como amendoins ou batatas fritas. O único senão é o sal que lhe é acrescentado, mas isso pode ser corrigido lavando bem os tremoços ou demolhando-os.
São comumente consumidos como aperitivos também na América Latina e outros países da Bacia do Mediterrâneo para além de Portugal, onde em 2009 se realizou a VI Feira do Tremoço em Cadima, freguesia pertencente a Cantanhede. Desde 1980 existe a International Lupin Association, fundada no Peru e dedicada a representar o interesse biológico e agrícola desta leguminosa.
Para os vegetarianos, o tremoço apresenta-se como mais uma leguminosa de opção, aumentado o leque de escolha dos fornecedores de proteína de alto valor biológico na dieta humana.
Em casa podem preparar-se da seguinte forma: comprar os "feijões" de tremoço secos (em mercearias tradicionais, como por exemplo na Casa Chinesa situada na Baixa da cidade do Porto) e colocá-los de molho em água de um dia para o outro. Depois fervem-se numa nova água durante vinte minutos. Arrefecendo, colocam-se num alguidar em água limpa que deve ser mudada duas a três vezes por dia durante cinco ou mais dias. Quando já não estiverem amargos podem ser conservados durante bastante tempo (no frigorífico) em água temperada com sal regularmente renovada e, opcionalmente, adicionando-lhes alho e/ou ervas aromáticas tais como orégãos ou louro.
Os tremoços, também conhecidos como "o marisco dos pobres", são um aperitivo muito apreciado. No entanto, muitas vezes, levantam-se dúvidas sobre as suas propriedades nutricionais; será que se pode incluir este aperitivo num regime dietético?
Vejamos...
Factores positivos:
Têm um baixo valor calórico;
São ricos em fibra;
Entretêm os mais gulosos no intervalo das refeições;
Valores nutricionais por 100 grs de tremoço cozido:
- 90 calorias
- 3,6 grs de hidratos de carbono;
- 13,4 grs de proteínas
- 2,4 grs de gordura
Factores negativos:
Se não forem bem demolhados, podem provocar algum desconforto digestivo devido ao sal e eventuais aditivos que possam levar.
Se gostar de "petiscar" entre as refeições, os tremoços são, pois, um bom substituto do pão com manteiga, presunto, entre outros. Ao fazê-lo, estará a reduzir o consumo de calorias ao mesmo tempo que aumenta a ingestão de fibras. Em termos de nutrição, as propriedades deste aperitivo tem mais de positivo do que de negativo, contrariamente ao que muitas vezes se pensa...
quarta-feira, 22 de junho de 2011
"Reavivar memórias" - O nosso Presidente
Quem ouvir Cavaco Silva e não o conhecer bem, ficará a pensar que está perante
alguém que nada teve a ver com a situação catastrófica em que se encontra
este país.
Quem o ouvir e não o conhecer bem, ficará a pensar que está perante alguém
que pode efectivamente ser a solução para um caminho diferente daquele até
aqui seguido.
Só que... Este senhor,... ou sofre de amnésia, ou tem como adquirido que nós
portugueses temos todos a memória curta, eu diria mesmo, muito curta.
Vejamos, então qual o contributo de Cavaco Silva para que as coisas estejam
como estão e não de outra maneira:
Cavaco Silva foi ministro das finanças entre 1980 e 1981 no governo da AD.
Foi primeiro-ministro de Portugal entre 1985 e 1995 (10 anos!!!).
Cavaco Silva foi só a pessoa que mais tempo esteve na liderança do governo
neste país desde o 25 de Abril.
É presidente da República desde 2005 até hoje (5 anos)
Por este histórico, logo se depreende que este senhor nada teve a ver com o
estado actual do país.
Mas vejamos quais foram as marcas deixadas por Cavaco Silva nestes anos
todos de andanças pelo poder:
Cavaco Silva enquanto primeiro-ministro alterou drasticamente as práticas na
economia, nomeadamente reduzindo o intervencionismo do Estado, atribuindo um
papel mais relevante à iniciativa privada e aos
mecanismos de mercado.
Foi Cavaco Silva quem desferiu o primeiro ataque sobre o
ensino"tendencialmente gratuíto".
Foi Cavaco Silva o pai do famoso MONSTRO com a criação de milhares de "jobs"
para os "boys" do PPD/PSD e amigos. Além de ter inserido outros milhares de
"boys" a recibos verdes no aparelho do Estado,
Foi no "consulado Cavaquista" que começou a destruição do aparelho produtivo
português. Em troca dos subsídios diários vindos da então CEE, começou a
aniquilar as Pescas, a Agricultura e alguns sectores da Indústria. Ou seja:
começou exactamente com Cavaco Silva a aniquilação dos nossos recursos e
capacidades.
Durante o "consulado Cavaquista", entravam em Portugal muitos milhões de
euros diariamente como fundos estruturais da CEE. Pode-se afirmar que foram
os tempos das "vacas gordas" em Portugal. Como foram aplicados esses fundos?
O que se investiu na saúde? E na educação? E na formação profissional?
Que reforma se fez na agricultura? O que foi feito para o desenvolvimento
industrial?
A situação actual do país responde a tudo isto! NADA!
Mas então como foi gasto o dinheiro?
Simplesmente desbaratado sem rigor nem fiscalização pela incompetência do
governo de Cavaco Silva.
Tal como eu, qualquer habitante do Vale do Ave, minimamente atento, sabe
como muitos milhões vindos da CEE foram "surripiados" com a conivência do
governo "Cavaquista".
Basta lembrar que na época, o concelho de Felgueiras era o local em Portugal
com mais Ferraris por metro quadrado.
Quando acabaram os subsídios da CEE, onde estava a modernização e o
investimento das empresas? Nos carros topo de gama, nas casas de praia em
Esposende, Ofir, etc. Etc.
Quanto às empresas... Essas faliram quase todas. Os trabalhadores ? as vítimas
habituais destas malabarices patronais - foram para o desemprego, os
"chico-espertos" que desviaram o dinheiro continuaram
por aí como se nada se tivesse passado.
Quem foi o responsável? Obviamente, Cavaco Silva e os seus ministros!
Quanto à formação profissional... Talvez ainda possamos perguntar a Torres
Couto como se fartou de ganhar dinheiro durante o governo Cavaquista, porque
é que teve que ir a tribunal justificar o desaparecimento de milhões de
contos de subsídios para formação profissional. Talvez lhe possamos
perguntar: como, porquê e para quê, Cavaco Silva lhe "ofereceu" esse
dinheiro.
Foi também o primeiro-ministro Cavaco Silva que em 1989 recusou conceder ao
capitão de Abril, Salgueiro Maia, quando este já se encontrava bastante
doente, uma pensão por "Serviços excepcionais e relevantes prestados ao
país", isto depois do conselho Consultivo da Procuradoria Geral da República
ter aprovado o parecer por unanimidade.
Mas foi o mesmo primeiro-ministro Cavaco Silva que em 1992, assinou os pedidos
de reforma de 2 inspectores da polícia fascista PIDE/DGS, António Augusto
Bernardo, último e derradeiro chefe da polícia
política em Cabo Verde, e Óscar Cardoso, um dos agentes que se barricaram
na sede António Maria Cardoso e dispararam sobre a multidão que festejava a
liberdade.
Curiosamente, Cavaco Silva, premiou os assassinos fascistas com a mesma
reforma que havia negado ao capitão de Abril Salgueiro Maia, ou seja: por
"serviços excepcionais ou relevantes prestados ao país".
Como tenho memória, lembro-me também que Cavaco Silva e o seu "amigo" e
ministro Dias Loureiro foram os responsáveis por um dos episódios mais
repressivos da democracia portuguesa. Quando um movimento de cidadãos,
formado de forma espontânea, se juntou na Ponte 25 de Abril, num "buzinão"
de bloqueio, em protesto pelo aumento incomportável das portagens. Dias
Loureiro (esse mesmo do BPN e que está agora muito confortavelmente em Cabo
Verde), com a concordância do chefe, Cavaco Silva, ordenou uma
despropositada e desproporcional carga policial contra os manifestantes.
Nessa carga policial "irracional", foi disparado um tiro contra um jovem,
que acabou por ficar tetraplégico.
Era assim nos tempos do "consulado Cavaquista", resolvia-se tudo com a
repressão
policial. Foi assim na ponte, foi assim com os mineiros da Marinha Grande,
foi assim com os estudantes nas galerias do
Parlamento...
Foi ainda no reinado do primeiro-ministro Cavaco Silva, que o governo vetou
a candidatura deJosé Saramago a um prémio literário europeu por considerar
que o seu romance "O Evangelho segundo Jesus Cristo" era um ataque ao
património religioso nacional.
Este veto levou José Saramago a abandonar o país para se instalar em
Lanzarote,
na Espanha, onde viveu até morrer. Considerou Saramago, que não poderia
viver num país com censura.
Cavaco Silva foi o Presidente da República nos últimos 5 anos. Sendo ele o
dono da famosa frase: "nunca tenho dúvidas e raramente me engano", como é
que deixou Portugal chegar até à situação em que se
encontra?
Mais! Diz a sabedoria popular: "diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és."
Bem... Alguns dos ministros, amigos, apoiantes e financiadores das suas
campanhas eleitorais não abonam nada a seu favor. Embora, na minha opinião,
esta gente reflecte exactamente a essência do
Cavaquismo.
Oliveira e Costa - Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do governo
Cavaquista entre 1985 e 1991. Ex presidente do famoso BPN.
A história deste fulano já é mais conhecida que os tremoços, nem vale a
pena escrever mais nada.
Dias Loureiro - Ministro dos governos Cavaquistas. Assuntos Parlamentares
entre1987 e 1991, Administração Interna entre1991 e 1995.
Associado aos crimes financeiros do BPN, com ligações ainda não clarificadas
ao traficante de armas libanês, Abdul Rahman El-Assir, de quem é grande
amigo.
Foi conselheiro de estado por nomeação directa de Cavaco Silva, função que
ocupou com a "bênção" de Cavaco, até já não ser possível manter-se no lugar
devido às pressões políticas e judiciais.
Encontra-se actualmente, muito confortavelmente a viver em Cabo Verde.
Ferreira do Amaral - Ministro dos governos Cavaquistas. Comércio e Turismo,
entre 1985 e 1990, Obras Públicas, Transportes e Comunicações entre 1990 e
1995. Foi nesta condição (ministro das obras públicas do governo Cavaquista)
que assinou os contratos de construção da Ponte Vasco da Gama com a
Lusoponte, e a concessão (super-vantajosa para a Lusoponte) de 40 anos sobre
as portagens das duas pontes de Lisboa.
Ferreira do Amaral é actualmente presidente do conselho de administração da
Lusoponte. (Apenas por mera coincidência...)
Duarte Lima - Lider da bancada do PPD/PSD durante o Cavaquismo.
Envolvido em transacções monetárias "estranhas" no caso Lúcio Tomé Feteira";
então e o Isaltino que depositava o dinheiro na "conta de um sobrinho"
taxista na Suiça?;
Alguém que ainda tem memória
alguém que nada teve a ver com a situação catastrófica em que se encontra
este país.
Quem o ouvir e não o conhecer bem, ficará a pensar que está perante alguém
que pode efectivamente ser a solução para um caminho diferente daquele até
aqui seguido.
Só que... Este senhor,... ou sofre de amnésia, ou tem como adquirido que nós
portugueses temos todos a memória curta, eu diria mesmo, muito curta.
Vejamos, então qual o contributo de Cavaco Silva para que as coisas estejam
como estão e não de outra maneira:
Cavaco Silva foi ministro das finanças entre 1980 e 1981 no governo da AD.
Foi primeiro-ministro de Portugal entre 1985 e 1995 (10 anos!!!).
Cavaco Silva foi só a pessoa que mais tempo esteve na liderança do governo
neste país desde o 25 de Abril.
É presidente da República desde 2005 até hoje (5 anos)
Por este histórico, logo se depreende que este senhor nada teve a ver com o
estado actual do país.
Mas vejamos quais foram as marcas deixadas por Cavaco Silva nestes anos
todos de andanças pelo poder:
Cavaco Silva enquanto primeiro-ministro alterou drasticamente as práticas na
economia, nomeadamente reduzindo o intervencionismo do Estado, atribuindo um
papel mais relevante à iniciativa privada e aos
mecanismos de mercado.
Foi Cavaco Silva quem desferiu o primeiro ataque sobre o
ensino"tendencialmente gratuíto".
Foi Cavaco Silva o pai do famoso MONSTRO com a criação de milhares de "jobs"
para os "boys" do PPD/PSD e amigos. Além de ter inserido outros milhares de
"boys" a recibos verdes no aparelho do Estado,
Foi no "consulado Cavaquista" que começou a destruição do aparelho produtivo
português. Em troca dos subsídios diários vindos da então CEE, começou a
aniquilar as Pescas, a Agricultura e alguns sectores da Indústria. Ou seja:
começou exactamente com Cavaco Silva a aniquilação dos nossos recursos e
capacidades.
Durante o "consulado Cavaquista", entravam em Portugal muitos milhões de
euros diariamente como fundos estruturais da CEE. Pode-se afirmar que foram
os tempos das "vacas gordas" em Portugal. Como foram aplicados esses fundos?
O que se investiu na saúde? E na educação? E na formação profissional?
Que reforma se fez na agricultura? O que foi feito para o desenvolvimento
industrial?
A situação actual do país responde a tudo isto! NADA!
Mas então como foi gasto o dinheiro?
Simplesmente desbaratado sem rigor nem fiscalização pela incompetência do
governo de Cavaco Silva.
Tal como eu, qualquer habitante do Vale do Ave, minimamente atento, sabe
como muitos milhões vindos da CEE foram "surripiados" com a conivência do
governo "Cavaquista".
Basta lembrar que na época, o concelho de Felgueiras era o local em Portugal
com mais Ferraris por metro quadrado.
Quando acabaram os subsídios da CEE, onde estava a modernização e o
investimento das empresas? Nos carros topo de gama, nas casas de praia em
Esposende, Ofir, etc. Etc.
Quanto às empresas... Essas faliram quase todas. Os trabalhadores ? as vítimas
habituais destas malabarices patronais - foram para o desemprego, os
"chico-espertos" que desviaram o dinheiro continuaram
por aí como se nada se tivesse passado.
Quem foi o responsável? Obviamente, Cavaco Silva e os seus ministros!
Quanto à formação profissional... Talvez ainda possamos perguntar a Torres
Couto como se fartou de ganhar dinheiro durante o governo Cavaquista, porque
é que teve que ir a tribunal justificar o desaparecimento de milhões de
contos de subsídios para formação profissional. Talvez lhe possamos
perguntar: como, porquê e para quê, Cavaco Silva lhe "ofereceu" esse
dinheiro.
Foi também o primeiro-ministro Cavaco Silva que em 1989 recusou conceder ao
capitão de Abril, Salgueiro Maia, quando este já se encontrava bastante
doente, uma pensão por "Serviços excepcionais e relevantes prestados ao
país", isto depois do conselho Consultivo da Procuradoria Geral da República
ter aprovado o parecer por unanimidade.
Mas foi o mesmo primeiro-ministro Cavaco Silva que em 1992, assinou os pedidos
de reforma de 2 inspectores da polícia fascista PIDE/DGS, António Augusto
Bernardo, último e derradeiro chefe da polícia
política em Cabo Verde, e Óscar Cardoso, um dos agentes que se barricaram
na sede António Maria Cardoso e dispararam sobre a multidão que festejava a
liberdade.
Curiosamente, Cavaco Silva, premiou os assassinos fascistas com a mesma
reforma que havia negado ao capitão de Abril Salgueiro Maia, ou seja: por
"serviços excepcionais ou relevantes prestados ao país".
Como tenho memória, lembro-me também que Cavaco Silva e o seu "amigo" e
ministro Dias Loureiro foram os responsáveis por um dos episódios mais
repressivos da democracia portuguesa. Quando um movimento de cidadãos,
formado de forma espontânea, se juntou na Ponte 25 de Abril, num "buzinão"
de bloqueio, em protesto pelo aumento incomportável das portagens. Dias
Loureiro (esse mesmo do BPN e que está agora muito confortavelmente em Cabo
Verde), com a concordância do chefe, Cavaco Silva, ordenou uma
despropositada e desproporcional carga policial contra os manifestantes.
Nessa carga policial "irracional", foi disparado um tiro contra um jovem,
que acabou por ficar tetraplégico.
Era assim nos tempos do "consulado Cavaquista", resolvia-se tudo com a
repressão
policial. Foi assim na ponte, foi assim com os mineiros da Marinha Grande,
foi assim com os estudantes nas galerias do
Parlamento...
Foi ainda no reinado do primeiro-ministro Cavaco Silva, que o governo vetou
a candidatura deJosé Saramago a um prémio literário europeu por considerar
que o seu romance "O Evangelho segundo Jesus Cristo" era um ataque ao
património religioso nacional.
Este veto levou José Saramago a abandonar o país para se instalar em
Lanzarote,
na Espanha, onde viveu até morrer. Considerou Saramago, que não poderia
viver num país com censura.
Cavaco Silva foi o Presidente da República nos últimos 5 anos. Sendo ele o
dono da famosa frase: "nunca tenho dúvidas e raramente me engano", como é
que deixou Portugal chegar até à situação em que se
encontra?
Mais! Diz a sabedoria popular: "diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és."
Bem... Alguns dos ministros, amigos, apoiantes e financiadores das suas
campanhas eleitorais não abonam nada a seu favor. Embora, na minha opinião,
esta gente reflecte exactamente a essência do
Cavaquismo.
Oliveira e Costa - Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do governo
Cavaquista entre 1985 e 1991. Ex presidente do famoso BPN.
A história deste fulano já é mais conhecida que os tremoços, nem vale a
pena escrever mais nada.
Dias Loureiro - Ministro dos governos Cavaquistas. Assuntos Parlamentares
entre1987 e 1991, Administração Interna entre1991 e 1995.
Associado aos crimes financeiros do BPN, com ligações ainda não clarificadas
ao traficante de armas libanês, Abdul Rahman El-Assir, de quem é grande
amigo.
Foi conselheiro de estado por nomeação directa de Cavaco Silva, função que
ocupou com a "bênção" de Cavaco, até já não ser possível manter-se no lugar
devido às pressões políticas e judiciais.
Encontra-se actualmente, muito confortavelmente a viver em Cabo Verde.
Ferreira do Amaral - Ministro dos governos Cavaquistas. Comércio e Turismo,
entre 1985 e 1990, Obras Públicas, Transportes e Comunicações entre 1990 e
1995. Foi nesta condição (ministro das obras públicas do governo Cavaquista)
que assinou os contratos de construção da Ponte Vasco da Gama com a
Lusoponte, e a concessão (super-vantajosa para a Lusoponte) de 40 anos sobre
as portagens das duas pontes de Lisboa.
Ferreira do Amaral é actualmente presidente do conselho de administração da
Lusoponte. (Apenas por mera coincidência...)
Duarte Lima - Lider da bancada do PPD/PSD durante o Cavaquismo.
Envolvido em transacções monetárias "estranhas" no caso Lúcio Tomé Feteira";
então e o Isaltino que depositava o dinheiro na "conta de um sobrinho"
taxista na Suiça?;
Alguém que ainda tem memória
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Salvem as mulheres . . .
"O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana.
Tenho apenas um exemplar em casa,que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem as Mulheres!'
Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:
Habitat
Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.
Alimentação correta
Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo' no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.
Flores
Também fazem parte de seu cardápio - mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.
Respeite a natureza
Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.
Não tolha a sua vaidade
É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.
Cérebro feminino não é um mito
Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.
Não faça sombra sobre ela
Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.
Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.
É, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay.
Só tem mulher quem pode!"
Luiz Fernando Veríssimo
Tenho apenas um exemplar em casa,que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem as Mulheres!'
Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:
Habitat
Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.
Alimentação correta
Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo' no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.
Flores
Também fazem parte de seu cardápio - mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.
Respeite a natureza
Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.
Não tolha a sua vaidade
É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.
Cérebro feminino não é um mito
Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.
Não faça sombra sobre ela
Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.
Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.
É, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay.
Só tem mulher quem pode!"
Luiz Fernando Veríssimo
quinta-feira, 16 de junho de 2011
O valor da amizade . . .
Se quiserem saber o número de amigos que têm , experimentem perder a saúde , o emprego , o carro , ou mesmo . . . o telemóvel ! ! !
Há uns tempos atrás , perdi o telemóvel e como não tinha cópia alguma dos contactos dos meus "amigos" ( estava lá tudo , no cartão ! ) fiquei um pouco (bastante . . . ) stressado ! Então e agora , os meus amigos ? Mas logo , logo me acalmei ; pediria uma segunda via do cartão , ficaria com o mesmo número e depois seria só esperar que os meus amigos me "ligassem" , para eu recuperar , automaticamente , os respectivos números . . .
Fácil , não é ?
Passados cerca de dois meses , não vos vou dizer os que recuperei , pois é algo que me entristece bastante ! Penso que nas vésperas do Natal , terei a hipótese de recuperar uma grande parte deles , mas não passará de hipótese , pois . . . não os irei guardar !
Afinal , é tão fácil descobrir o valor da amizade ! Basta que percamos o telemóvel . . .
Os amigos não se compram ou conquistam . . . aceitam-se !
Aquele abraço para os meus amigos ! Eles lá sabem quem são , e . . . porque o são !
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Adoradores do Sistema
Não importa se adoptam ideais de Esquerda ou Direita , servem o mesmo amo , o Sistema . Elas poderão querer influenciar o Sistema aqui e ali , para melhor servir os seus propósitos , mas nunca falam em acabar com ele e mudar a mentalidade que está por detrás deste . São como os Católicos e os Protestantes , que adoram a mesma divindade , " Deus " , de formas ligeiramente diferentes , empregando rituais algo diferentes .
Tal como os Católicos e os Protestantes discutem sobre como adorar o mesmo Deus , também a Esquerda e a Direita discutem sobre como adorar o mesmo Sistema .
Os Católicos e os Protestantes podem lutar entre si , mas se os Judeus e os Muçulmanos começarem a atacar a Cristandade , unem esforços no combate a este inimigo comum . É isso que acontece com a Esquerda e a Direita , quando alguém alheio a esse ideais surge a desafiar o Sistema que tanto adoram . Os da Esquerda argumentarão que as pessoas deverão pagar menos impostos , ao passo que os da Direita argumentarão que se deverá pagar mais . Mas e se surgir alguém a sugerir que não deveriam cobrar impostos ? Ambos concordam que devem ser cobrados impostos . A cobrança de impostos é a base do Sistema - e a maior fatia vai directa para os bancos . A cobrança dos impostos nunca é questionada . Esquerda e Direita poderão discutir se as taxas de juro sobem ou descem , mas ambos concordam em cobrá-las .
A lista de exemplos é interminável . . .
sábado, 4 de junho de 2011
Falsa Democracia . . .
Se a minha condição é estar sempre em desacordo ou em guerra com o mundo , pois que seja ! O importante é que esteja em paz com a minha consciência . . .
Nunca , enquanto ser inteligente e pensante que sou , agirei contra a minha consciência , que é a minha única voz de comando !
Não preciso que gostem de mim ou que me aceitem , nada disso faz parte das minhas cogitações ou preocupações ; basta que me ignorem , pois eu tudo farei para não sair do meu cantinho e não invadir o vosso espaço !
Há já bastante tempo que estou a aprender a "esquivar-me" de tudo aquilo e de todos aqueles que me "fazem mal" , e que de uma maneira ou outra , tentam poluir o meu espaço !
Enquanto não vislumbrar nesta sociedade , sinais de que há interesse em melhorar este estado de coisas , tudo farei para preservar este meu cantinho , manter a minha "invisibilidade" e a reservar-me o direito de consumir apenas aquilo que a minha consciência me ditar . . .
. . . e como estou em "guerra aberta" contra este sistema político , que é esta falsa democracia , é evidente que no próximo domingo , dia 5 de Junho , a minha única preocupação vai ser o resultado da abstenção ! Se aumentar , ficarei um pouco mais satisfeito e confiante de que um dia , as coisas poderão mudar ; de contrário , a minha desilusão e desencanto serão maiores ainda . . .
Todos os outros resultados me são indiferentes ! ! !
Nunca , enquanto ser inteligente e pensante que sou , agirei contra a minha consciência , que é a minha única voz de comando !
Não preciso que gostem de mim ou que me aceitem , nada disso faz parte das minhas cogitações ou preocupações ; basta que me ignorem , pois eu tudo farei para não sair do meu cantinho e não invadir o vosso espaço !
Há já bastante tempo que estou a aprender a "esquivar-me" de tudo aquilo e de todos aqueles que me "fazem mal" , e que de uma maneira ou outra , tentam poluir o meu espaço !
Enquanto não vislumbrar nesta sociedade , sinais de que há interesse em melhorar este estado de coisas , tudo farei para preservar este meu cantinho , manter a minha "invisibilidade" e a reservar-me o direito de consumir apenas aquilo que a minha consciência me ditar . . .
. . . e como estou em "guerra aberta" contra este sistema político , que é esta falsa democracia , é evidente que no próximo domingo , dia 5 de Junho , a minha única preocupação vai ser o resultado da abstenção ! Se aumentar , ficarei um pouco mais satisfeito e confiante de que um dia , as coisas poderão mudar ; de contrário , a minha desilusão e desencanto serão maiores ainda . . .
Todos os outros resultados me são indiferentes ! ! !
terça-feira, 31 de maio de 2011
A saúde mental dos portugueses . Transcrição do artigo do médico psiquiatra Pedro Afonso, publicado no Público, 2010-06-21
Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas
esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.
Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo
epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da
Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No
último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença
psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas
perturbações durante a vida.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com
impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência,
urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das
crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens
infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos
dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos
os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na
escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos
terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade
de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural
que assim seja, dado que a actual sociedade os inebria de direitos,
criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze
anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100
casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo
das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres
humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas
sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém
maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa,
deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos
ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de
alimentos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez
mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família.
Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença
prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e
produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de
três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a
casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma
mãe marejada de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão
cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três
anos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de
desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho
presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela
falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição
da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual,
tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar
que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês,
enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à
actividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e
complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de
escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando
já há muito foram dizimados pela praga da miséria.
Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com
responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos
números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de
pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um
mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de
um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência
neuronal colectiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.
E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o
estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se
há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma
inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente.
Pedro Afonso
Médico psiquiatra
esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.
Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo
epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da
Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No
último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença
psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas
perturbações durante a vida.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com
impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência,
urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das
crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens
infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos
dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos
os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na
escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos
terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade
de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural
que assim seja, dado que a actual sociedade os inebria de direitos,
criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze
anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100
casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo
das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres
humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas
sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém
maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa,
deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos
ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de
alimentos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez
mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família.
Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença
prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e
produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de
três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a
casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma
mãe marejada de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão
cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três
anos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de
desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho
presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela
falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição
da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual,
tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar
que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês,
enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à
actividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e
complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de
escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando
já há muito foram dizimados pela praga da miséria.
Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com
responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos
números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de
pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um
mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de
um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência
neuronal colectiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.
E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o
estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se
há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma
inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente.
Pedro Afonso
Médico psiquiatra
sábado, 28 de maio de 2011
VOCÊ É INSUBSTITUÍVEL
Na sala de reunião de uma multinacional o director nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível"!
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.
De repente um braço se levanta e o director se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E Beethoven?
- Como? - o encara o director confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio…
O funcionário fala então:
- Ouvi essa história esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. Então, pergunto: quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Etc.?…
O rapaz fez uma pausa e continuou:
- Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que são sim, insubstituíveis. Que cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direccionado para alguma coisa. Não estaria na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus 'erros ou deficiências'?
Nova pausa e prosseguiu:
- Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO , se PICASSO ERA INSTÁVEL , CAYMMI PREGUIÇOSO , KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO… O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Mas cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projecto.
Divagando o assunto, o rapaz continuava.
- Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de ‘técnico de futebol’, que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria PERDIDO todos esses talentos.
Olhou a sua a volta e reparou que o Director, olhava para baixo pensativo. O volto a dizer nesses termos:
- Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam rectos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados… Apenas peças… E nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões que 'foi para outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:…NINGUÉM…Pois nosso Zaca é insubstituível.” – concluiu, o rapaz e o silêncio foi total.
Conclusão:
PORTANTO NUNCA ESQUEÇA: VOCÊ É UM TALENTO ÚNICO! COM TODA CERTEZA NINGUÉM TE SUBSTITUIRÁ!
"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."
"NO MUNDO SEMPRE EXISTIRÃO PESSOAS QUE VÃO TE AMAR PELO QUE VOCÊ É… E OUTRAS… QUE VÃO TE ODIAR PELO MESMO MOTIVO… ACOSTUME-SE A ISSO… COM MUITA PAZ DE ESPÍRITO…"
É bom para reflectir e se valorizar!
VOCÊ É INSUBSTITUÍVEL!!!!!
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível"!
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.
De repente um braço se levanta e o director se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E Beethoven?
- Como? - o encara o director confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio…
O funcionário fala então:
- Ouvi essa história esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. Então, pergunto: quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Etc.?…
O rapaz fez uma pausa e continuou:
- Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que são sim, insubstituíveis. Que cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direccionado para alguma coisa. Não estaria na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus 'erros ou deficiências'?
Nova pausa e prosseguiu:
- Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO , se PICASSO ERA INSTÁVEL , CAYMMI PREGUIÇOSO , KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO… O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Mas cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projecto.
Divagando o assunto, o rapaz continuava.
- Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de ‘técnico de futebol’, que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria PERDIDO todos esses talentos.
Olhou a sua a volta e reparou que o Director, olhava para baixo pensativo. O volto a dizer nesses termos:
- Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam rectos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados… Apenas peças… E nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões que 'foi para outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:…NINGUÉM…Pois nosso Zaca é insubstituível.” – concluiu, o rapaz e o silêncio foi total.
Conclusão:
PORTANTO NUNCA ESQUEÇA: VOCÊ É UM TALENTO ÚNICO! COM TODA CERTEZA NINGUÉM TE SUBSTITUIRÁ!
"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."
"NO MUNDO SEMPRE EXISTIRÃO PESSOAS QUE VÃO TE AMAR PELO QUE VOCÊ É… E OUTRAS… QUE VÃO TE ODIAR PELO MESMO MOTIVO… ACOSTUME-SE A ISSO… COM MUITA PAZ DE ESPÍRITO…"
É bom para reflectir e se valorizar!
VOCÊ É INSUBSTITUÍVEL!!!!!
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Restaurar Portugal é a Solução! José JPeralta
I
PARADOXOS, NA TEORIA E NA PRÁTICA
Ouça Tagore: “ Se choras por teres perdido o sol, as lágrimas não te deixarão ver as estrelas”, nem o alvorecer do novo amanhecer, digo eu.
1. As Raízes/Causas da Crise e suas Soluções Conjunturais
Os países, como as pessoas, podem passar por momentos de crise, para os quais não se vislumbra caminho de solução. Sem encontrar-lhe as causas, não temos saída. A solução sempre existe.
A desilusão e o pessimismo são os piores caminhos e os piores conselheiros. Precisamos saber manter a calma e a serenidade, para sabermos reagir com probidade.
Muitas das crises são tramadas por pessoas que querem tirar proveito da situação, do caos. São os pescadores de águas turvas.
Os próprios artífices da crise que abalou a nação, por algum estratagema, apresentam-se como os novos salvadores da pátria. É muita insensatez e falta de pudor. Há sempre abutres ou sanguessugas, especulando, por perto, buscando vantagens.
Estamos numa grande crise política, educacional, cívica e até demográfica, para piorar a situação. A crise econômica é decorrência e consequência.
Estamos numa grande crise da democracia. Esta vai se transformando apenas num nome de fantasia. Subverteram o nome democracia. Democracia para muitos é apenas um nome de fachada, um nome de fantasia! Na prática, a teoria é outra. Democracia e Tirania vão se dando as mãos (?!), numa simbiose adulterina.
Mas não desista nunca. Toda a crise se soubermos enfrentá-la com determinação, competência e solidariamente, para superá-la, ela pode dar a partida a um novo rejuvenescer a uma nova primavera . Busque as causas da crise e colabore para saná-las. Acerte no alvo: tire as causas do caminho, e o novo rumo surgirá.
Do caos pode nascer nova luz. Esta não é a primeira e nem será a última crise que abala o país. Crises fazem parte do percurso mas precisamos saber debelá-las.
Mas não nos esqueçamos que há crises sem remédio. Levam ao fim trágico dos mais fortes impérios. Cautela, pois!
Na insegurança, articulada e levada ao povo, por forças mascaradas de vítimas, alguns convencem a nação da própria competência (que só mostraram, em atos de traição aos interesses nacionais). Se o povo acreditar... está entregue às mãos do inimigo. Cai outra vez na mesma armadilha... Os falsários se misturam na multidão de gente de bem.
2. Do Inverno à Primavera
Os entreguistas, causa da crise, não podem continuar a gerir a nação. A crise a que levaram o país não tem perdão. Os causadores desta crise têm nome e identidade. Respondam pelo que fazem!
Não nos escondamos nem toleremos falcatruas com os argumentos de que a crise é mundial. Cada um responda pelo mal que faz à própria nação...
O povo tende a condoer-se com quem chora, ainda que sejam lágrimas de crocodilo. As “aves de rapina” vestem-se de passarinhos, para destes se aproximarem e levá-los à ruína. Isto é mais que uma alegoria, para quem sabe ler os fatos.
Reclame se quiser, mas não faça da reclamação o seu maior refrão. Tome iniciativas positivas, atue com confiança e faça a sua parte.
Trabalhe com dedicação e fervor.
“Se você chora porque perdeu o sol, as lágrimas não te deixarão ver as estrelas”.
Vá à luta pela vida. Você pode. Você é capaz. Você deve.
Muitos farão o mesmo. E Nova Primavera irá desabrochar para todos. O Inverno não é eterno.
Deus proteja Portugal! Ele sempre o protegeu!
Que os portugueses não esqueçam nunca de sua responsabilidade diante da humanidade.
Portugal é uma questão de interesse a todo o mundo. Mas interessa sobretudo a toda a Lusofonia Mundial: Interessa ao Brasil, a Angola, a Moçambique, a Cabo Verde, a S. Tomé e Príncipe, Guiné Bissau e Timor Leste. Interessa aos muitos milhões de lusodescendentes que vivem nos quatro cantos do mundo.
Os portugueses tem uma responsabilidade da dimensão do mundo!
Por altos e baixos Portugal marcha firme para um futuro melhor!
3. Plano de Metas e Prioridades
A crise ética e política é global. O Ocidente está em crise; a Europa está em crise. Os países estão em crise.
Está em crise a sustentabilidade e a credibilidade.
Está em crise toda a produtividade econômica nacional e até a taxa de natalidade.
Está em crise a educação da sociedade, abalada em suas bases.
Cada povo precisa acordar e resolver os problemas locais, em termos sistêmicos e conjunturais. Cada um saiba pôr em ordem a sua casa, custe o que custar.
Precisamos legar, às gerações futuras, um país consolidado e regenerado, diferente desse que hoje vemos aí, sem as crises nele implantadas, de 35 anos para cá.
Os gestores da nação têm de caminhar com o povo e nunca contra o povo.
Precisamos unir a nação, em torno de seus símbolos e nunca separar irmão de irmão, exceto os de mentalidade predatória e antissocial...
O País precisa ser repensado, em todas as suas estruturas humanas, econômicas e sociais, que 35 anos de desgoverno comprometeram.
Restaurar Portugal é o refrão.
Precisamos definir um Plano de Metas e de Prioridades.
Mas isto só pode ser pensado, elaborado, dirigido e executado por pessoas de plena credibilidade, com garantias de respeitabilidade e segurança.
4. Uma Canção de Protesto
É sucesso nacional, uma canção de protesto, (Geração à Rasca) que pode fazer o papel dos entreguistas, se toda a gente não souber os reais culpados por uma crise real que vai se acumulando e agravando, há mais de 35 anos. A crise atual é cria de pessoas oportunistas, aquarteladas no poder. Este vai revelando sua inconsistência e suas contradições insustentáveis.
Não basta reclamar. É preciso vencer a inércia e estudar mais. É preciso trabalhar mais... Só o trabalho traz prosperidade e bem-estar.
Mas a Canção referida pode também servir de mote, para o grande despertar nacional.
O país é mais rico e animado quando se debatem, abertamente, ideias diferentes, que se respeitam mutuamente.
O que é intolerável é a manha dos traidores, traiçoeiros e tiranos, onde não há espaço para diálogo, só há para o monólogo manhoso.
II
NOVAS LIDERANÇAS, NOVA ESTRATÉGIA
5. Eleger Gente com Credibilidade e Ousadia
À nação, hoje, o que mais importa é encontrar e eleger pessoas que sejam capazes de encontrar soluções firmes, seguras e duradouras; que busquem a equidade da distribuição de salários e benefícios; que busquem abrir campos de trabalho para todos, para garantir a produtividade; que resolvam os grandes desafios que abalam a nação. Certamente, sem se descuidar da educação de qualidade e justiça equitativa e de outros problemas conjunturais já apontados.
O país precisa eleger gente competente, honesta, ousada e capaz. Os predadores da nação precisam ser afastados do poder que mancharam. Já provaram que não servem. É preciso saber trocá-los por outros melhores, sem mais aventuras insustentáveis e arriscadas. Para isto se convocam as eleições. Eleição é golpe? Ou é a força da Democracia, pela alternância do poder?
O compadrio que vem marcando os últimos governos e os gastos perdulários, puseram a nação à deriva.
Os que estão no poder deixaram clara sua incapacidade de gerenciar os bens da nação. Alguns querem apenas usufruir as benesses do poder corruptor.
A nação precisa chamar pessoas capazes e competentes para implantar soluções duradouras, corrigindo as distorções da máquina administrativa. Pessoas que não temam sujar as mãos, para limpar a honra da nação, sem covardia e sem omissões.
6. Tarefas que Esperam Estrategistas
Precisamos de gente que tenha coragem e ousadia para fazer o que precisa ser feito:
- Reduzir ao mínimo necessário os deputados da Assembleia da República e das Câmaras Municipais.
- Acabar com todas as mordomias perdulárias e salários extorsivos e absurdos que são grandes sangrias da nação, em nível nacional, na AR, e a nível local, nas Câmaras Municipais e nas, ditas, Empresas Públicas.
- Na Assembleia da República deveríamos ter apenas 80 deputados para o país e mais 20 deputados para os portugueses sediados em outros países da Europa e fora da Europa. Teríamos um total de 100. Nada mais. O número atual de deputados é de 230 deputados é uma extorsão a ser corrigida, já, até por necessidade de economia.
Em todo o território Nacional o povo vem sendo extorquido, em sua capacidade de produzir e de se manter, para alimentar parasitas e sanguessugas improdutivos.
Logicamente temos honrosas exceções. Por toda a parte, ao lado dos aproveitadores há outros, dedicados e competentes que, com esforços ingentes, levantam a bandeira da nação. Alguns querem rasgá-la.
Lembre-se: o trabalho, a dedicação, a generosidade e a responsabilidade social são a chave da regeneração nacional, com bem-estar de todos.
7. Apagão de Lideranças
No país sempre tivemos gente séria, competente e dedicada à sua pátria. Mas essa gente de escol não está pela rua fazendo arruaça e manipulando o povo na praça. Se vai às ruas e praças é para esclarecer e motivar.
Mas onde está essa gente? A conjuntura a esconde?! Faltam-nos lideranças preparadas?! Há um efetivo vácuo? Um apagão de lideranças políticas e sociais.
Os gestores do bem público de alta qualidade vão rareando, com altos prejuízos para a nação. A Educação prepara cidadãos ou prepara acomodados?!
A educação, falha em civismo, dos últimos 30 anos, deixou o país com poucas opções. Isto é muito ruim.
Competência, diversidade, cooperação e respeito mútuo são condições essenciais ao espírito humanista e democrático.
Esta é a pior herança que o vintecinquismo legou à posteridade. Sem consciência cidadã não há cidadania, nem governança digna e capaz.
A Nação precisa ter, em todos os campos, lideranças bem preparadas, conscientes, competentes e honradas.
8. A Gênese da Crise e a Nova Primavera
O povo precisa conhecer à gênese da crise atual. Saber que a crise financeira tem origem numa crise educacional, cultural, política e ética. É uma crise conjuntural, fruto de graves desmandos, às vezes/talvez intencionais.
A solução autêntica também precisa ser conjuntural. Sem resolver as causas, as soluções são fantasias. Soluções superficiais, para satisfazer a plebe, sem resolver, não levam a nada.
Precisamos de soluções e não de remendões.
O país vai pagando uma conta muito alta. Tem de ser para resolver e não para alegrar a plateia com fantasias. Queremos soluções para valer.
É hora de mudar para melhor, superando a mesmice oportunista, que não respeita os altos interesses de toda a nação.
As contradições explícitas do 25 de Abril, com a crise a que nos conduziu, provam-nos que é um movimento superado e insustentável. Ele mesmo se desqualificou. Todos os governos têm o seu ponto de exaustão.
A dialética da História diz-nos que está na hora de buscar novos caminhos, com gente mais capaz e responsável; gente amante de seu país. Que venha para servi-lo e não para explorá-lo.
Mudar é preciso: Mudar para melhor!
Mudar é lei da Democracia.
Sejam usadas as redes de relacionamento para esclarecer a nação. Cada um faça a sua parte. Sem fantasias e sem manipulações.
Esgotado o 25 de Abril, tenhamos coragem de pôr o ponto final. Preparemo-nos para uma nova fase de nossa História, sem discriminações e sem complexos reunindo tudo o que o país tem de melhor, acautelando-se dos oportunistas de sempre. Queremos a competência, a dignidade, a coragem e a lusitanidade no PODER.
8. Autoestima e a Nova Primavera
As pessoas com menos de 50 anos, cuja inteligência, civismo e sentimentos nacionais são obra do vintecinquismo, precisam reforçar os precários conhecimentos que têm de seu país que neles semearam, na escola e nos meios de comunicação de massa. Precisa recuperar a autoestima perdida e o sentido de pátria adulterado. Estudem, estudem muito.
Estudem pelo saber e não apenas pelo diploma. Diploma sem o saber não vale nada.
Hoje, nas livrarias, já há boa bibliografia para ajudar corrigir eventuais desvios no ensino da História recente e da História passada de Portugal.
A Nação precisa superar certos desvios e equívocos da herança que alguns governos recentes impuseram ao povo, tais como a tentativa de diluir a identidade de Portugal na Europa, ferindo a soberania nacional. Esta é uma questão complexa de que não podemos nos esquivar.
Um upgrade de sua cultura geral e humanística, ampliará e consolidará a sua visão de mundo, da vida e de seu país. Faça isso. O seu país lhe agradece antecipadamente.
Alimente sua mente com boas leituras e supere a monotonia da vida e a mesmice estéril. Pense grande. Conheça seu país real.
Você pode ajudar a consolidar a Nova Primavera do seu País.
Seja a sua pátria o seu maior galardão de que sempre se possa orgulhar, faça algo por seu país, sempre! Um dos pilares da Portugalidade solidária, sem fronteiras. Esta é a índole de nossa nação.
III
COMPETÊNCIA E SENSATEZ NO PODER?
10. Soluções sem mais Trapaças
O grande abalo global, dos últimos 50 anos, vai atingindo de cheio os países da Europa e toda a humanidade.
Não é mais possível esconder a crise. É preciso encontrar quem seja capaz de encontrar soluções exequíveis e urgentes. O povo precisa saber, quais são as causas e quem são os responsáveis pela crise, sem nada lhe ocultar, sem trapacear e sem embromação. Precisa saber os pontos nevrálgicos mais atingidos e fragilizados que requerem mais atenção.
O ponto de mutação, em Portugal, que chegou a situação atual, deu-se no 25 de Abril de 1974, com a queda do chamado “Governo Salazar”.
Muitas Revoluções impõem-se, como salvação da Pátria, e evoluem para novas opressões. Em altos e baixos, assim caminha a humanidade.
O problema é sistêmico. Cada um é responsável pelos próprios desatinos. E deve ser exaltado nos próprios méritos.
A “Revolução de 25 de Abril”, foi um movimento esperado, para pôr fim a alguns desmandos dos Governos precedentes. No entanto, nem sempre foi leal a seus compromissos.
Quando um governo chega ao ápice de suas contradições e começa a perder credibilidade, é hora de mudar.
Os heróis do 25 de Abril que, efetivamente, lutaram pelo bem de seu país, tenham os seus méritos reconhecidos e sejam exaltados. Os traidores sejam julgados pelo mal que fizeram à nação, com toda a serenidade e com toda a justiça sem frouxidão.
11. Os Traiçoeiros passam de Governo em Governo
Com os novos “donos do poder”, vieram outros desmandos e mais desgovernos, com muita corrupção e traições reais. Abalou-se a esperança que o povo neles depositou, até chegar ao estado atual de degradação da política nacional.
No poder, as pessoas mantêm o discurso, mas invertem a prática. O poder contamina e solapa as melhores intenções. Os traiçoeiros passam ilesos, de um governo para outro, sempre sorridentes, sempre matreiros.
No entanto, o grande pilar da Democracia é a transparência. Em tempos de trapaça e promessas vãs, esta é a primeira coluna que se esboroa.
Portugal está hoje numa crise equivalente à crise de 1928. Quem virá agora, para libertar o país de tantos desmandos.
Portugal está na maior crise dos últimos oitenta anos. Pense nisto e reaja.
Portugal está enfrentando um novo ultimatum. Quem será capaz de propor soluções exequíveis e de convencer a nação? Quem tem credibilidade, sabedoria e estratégia para saber conduzir o país e dominar a corrupção e os escandalosos e ousados ataques “legais”, mas ilegítimos, aos cofres públicos e ao bolso do povo?
12. Poder de Regeneração
Uma certeza nos é garantida: A nação é maior do que a crise.
A questão é “encontrar” o caminho da solução. É saber separar o trigo da cizânia.
Para coibir os abusos, implantou-se a alternância do poder. Mas nem sempre o eleitor acerta, teleguiado por maciço marketing fraudulento e prestidigitador: fez as pessoas verem o que interessa ao político, ainda que não seja verdade. Escondem o que mais interessa à nação.
Na contramão do que nos dizem, somos uma nação e um povo abençoados por Deus e bonito por natureza. Será que essa gente é cega?!
Portugal não é um país pequenino não! Isto é o que repetem as raposas, para justificarem a rapina e a sua própria incompetência. As nações não se medem só por seu tamanho geográfico, mas pela mente, pela dedicação e pela qualidade de seu povo.
Use o retrovisor e observe a história. Veja de que este povo foi e é capaz, quando é consciente, preparado e motivado. Veja o que os portugueses fazem hoje, nos quatro cantos do mundo.
13. Promover as Pessoas Certas
Hoje falta-nos colocar as pessoas certas para governar o país;
- Pessoas que levem nossa bandeira, pelos caminhos da cultura e da prosperidade;
- Pessoas que saibam ajudar a conduzir a nação para o seu natural e grande destino;
- Pessoas de esperança que, para além do caos reinante, se preparem para o alvorecer de um novo amanhecer.
Em Portugal falta dar espaço a pessoas sábias, preparadas, honestas e audaciosas, experientes e leais, com coragem e estratégias adequadas ao momento.
As raposas estão em campo, ousadas e assanhadas.
Se o povo não fizer uma grande mobilização de caça às “raposas”, elas poderão fazer maior estrago ao país. Quem mais entende desta questão é o povo esclarecido.
14. Competência em Ação
Precisamos de pessoas honestas, generosas e sem torpe ganância; que não se queiram enriquecer e aos seus comparsas, com os bens da nação, com salários e benefícios indecentes e incompatíveis.
Não podemos continuar a entregar à raposa a guarda do galinheiro, como diz a sabedoria popular.
Precisamos saber ver muito além de onde alcança o nosso olhar. Precisamos pensar muito além da próxima refeição; precisamos plantar para nós e para as próximas gerações.
Precisamos plantar couves para as próximas refeições e grandes árvores para as próximas gerações, como nossos antepassados e nos ensinaram.
Precisamos ter estratégias a curto, médio e a longo prazo.
Precisamos saber superar nosso olhar imediatista, consumista e complacente.
Precisamos recuperar a sensatez, com uma visão holística da situação, sem miopia e sem mediocridade.
Precisamos exigir educação séria e cultura respeitável, que hoje estão sendo sucateados, no sórdido processo de dominação, embora proclamem o contrário, contra todas as evidências.
Precisamos de pessoas no poder que saibam e tenham competência, coragem e estratégia adequada, para estancar as sangrias econômicas e sociais que debilitam este país heróico e único na história, em seus feitos superiores às forças humanas.
Precisamos de pessoas que criem estímulos para reequilibrar o índice de natalidade e garantir o equilíbrio demográfico da nação.
Precisamos levar ao Poder da República pessoas que saibam aliar a Utopia sensata ao saber, à sabedoria e a uma prática construtiva e transformadora, capaz de engrandecer a nação em todos os sentidos.
PARADOXOS, NA TEORIA E NA PRÁTICA
Ouça Tagore: “ Se choras por teres perdido o sol, as lágrimas não te deixarão ver as estrelas”, nem o alvorecer do novo amanhecer, digo eu.
1. As Raízes/Causas da Crise e suas Soluções Conjunturais
Os países, como as pessoas, podem passar por momentos de crise, para os quais não se vislumbra caminho de solução. Sem encontrar-lhe as causas, não temos saída. A solução sempre existe.
A desilusão e o pessimismo são os piores caminhos e os piores conselheiros. Precisamos saber manter a calma e a serenidade, para sabermos reagir com probidade.
Muitas das crises são tramadas por pessoas que querem tirar proveito da situação, do caos. São os pescadores de águas turvas.
Os próprios artífices da crise que abalou a nação, por algum estratagema, apresentam-se como os novos salvadores da pátria. É muita insensatez e falta de pudor. Há sempre abutres ou sanguessugas, especulando, por perto, buscando vantagens.
Estamos numa grande crise política, educacional, cívica e até demográfica, para piorar a situação. A crise econômica é decorrência e consequência.
Estamos numa grande crise da democracia. Esta vai se transformando apenas num nome de fantasia. Subverteram o nome democracia. Democracia para muitos é apenas um nome de fachada, um nome de fantasia! Na prática, a teoria é outra. Democracia e Tirania vão se dando as mãos (?!), numa simbiose adulterina.
Mas não desista nunca. Toda a crise se soubermos enfrentá-la com determinação, competência e solidariamente, para superá-la, ela pode dar a partida a um novo rejuvenescer a uma nova primavera . Busque as causas da crise e colabore para saná-las. Acerte no alvo: tire as causas do caminho, e o novo rumo surgirá.
Do caos pode nascer nova luz. Esta não é a primeira e nem será a última crise que abala o país. Crises fazem parte do percurso mas precisamos saber debelá-las.
Mas não nos esqueçamos que há crises sem remédio. Levam ao fim trágico dos mais fortes impérios. Cautela, pois!
Na insegurança, articulada e levada ao povo, por forças mascaradas de vítimas, alguns convencem a nação da própria competência (que só mostraram, em atos de traição aos interesses nacionais). Se o povo acreditar... está entregue às mãos do inimigo. Cai outra vez na mesma armadilha... Os falsários se misturam na multidão de gente de bem.
2. Do Inverno à Primavera
Os entreguistas, causa da crise, não podem continuar a gerir a nação. A crise a que levaram o país não tem perdão. Os causadores desta crise têm nome e identidade. Respondam pelo que fazem!
Não nos escondamos nem toleremos falcatruas com os argumentos de que a crise é mundial. Cada um responda pelo mal que faz à própria nação...
O povo tende a condoer-se com quem chora, ainda que sejam lágrimas de crocodilo. As “aves de rapina” vestem-se de passarinhos, para destes se aproximarem e levá-los à ruína. Isto é mais que uma alegoria, para quem sabe ler os fatos.
Reclame se quiser, mas não faça da reclamação o seu maior refrão. Tome iniciativas positivas, atue com confiança e faça a sua parte.
Trabalhe com dedicação e fervor.
“Se você chora porque perdeu o sol, as lágrimas não te deixarão ver as estrelas”.
Vá à luta pela vida. Você pode. Você é capaz. Você deve.
Muitos farão o mesmo. E Nova Primavera irá desabrochar para todos. O Inverno não é eterno.
Deus proteja Portugal! Ele sempre o protegeu!
Que os portugueses não esqueçam nunca de sua responsabilidade diante da humanidade.
Portugal é uma questão de interesse a todo o mundo. Mas interessa sobretudo a toda a Lusofonia Mundial: Interessa ao Brasil, a Angola, a Moçambique, a Cabo Verde, a S. Tomé e Príncipe, Guiné Bissau e Timor Leste. Interessa aos muitos milhões de lusodescendentes que vivem nos quatro cantos do mundo.
Os portugueses tem uma responsabilidade da dimensão do mundo!
Por altos e baixos Portugal marcha firme para um futuro melhor!
3. Plano de Metas e Prioridades
A crise ética e política é global. O Ocidente está em crise; a Europa está em crise. Os países estão em crise.
Está em crise a sustentabilidade e a credibilidade.
Está em crise toda a produtividade econômica nacional e até a taxa de natalidade.
Está em crise a educação da sociedade, abalada em suas bases.
Cada povo precisa acordar e resolver os problemas locais, em termos sistêmicos e conjunturais. Cada um saiba pôr em ordem a sua casa, custe o que custar.
Precisamos legar, às gerações futuras, um país consolidado e regenerado, diferente desse que hoje vemos aí, sem as crises nele implantadas, de 35 anos para cá.
Os gestores da nação têm de caminhar com o povo e nunca contra o povo.
Precisamos unir a nação, em torno de seus símbolos e nunca separar irmão de irmão, exceto os de mentalidade predatória e antissocial...
O País precisa ser repensado, em todas as suas estruturas humanas, econômicas e sociais, que 35 anos de desgoverno comprometeram.
Restaurar Portugal é o refrão.
Precisamos definir um Plano de Metas e de Prioridades.
Mas isto só pode ser pensado, elaborado, dirigido e executado por pessoas de plena credibilidade, com garantias de respeitabilidade e segurança.
4. Uma Canção de Protesto
É sucesso nacional, uma canção de protesto, (Geração à Rasca) que pode fazer o papel dos entreguistas, se toda a gente não souber os reais culpados por uma crise real que vai se acumulando e agravando, há mais de 35 anos. A crise atual é cria de pessoas oportunistas, aquarteladas no poder. Este vai revelando sua inconsistência e suas contradições insustentáveis.
Não basta reclamar. É preciso vencer a inércia e estudar mais. É preciso trabalhar mais... Só o trabalho traz prosperidade e bem-estar.
Mas a Canção referida pode também servir de mote, para o grande despertar nacional.
O país é mais rico e animado quando se debatem, abertamente, ideias diferentes, que se respeitam mutuamente.
O que é intolerável é a manha dos traidores, traiçoeiros e tiranos, onde não há espaço para diálogo, só há para o monólogo manhoso.
II
NOVAS LIDERANÇAS, NOVA ESTRATÉGIA
5. Eleger Gente com Credibilidade e Ousadia
À nação, hoje, o que mais importa é encontrar e eleger pessoas que sejam capazes de encontrar soluções firmes, seguras e duradouras; que busquem a equidade da distribuição de salários e benefícios; que busquem abrir campos de trabalho para todos, para garantir a produtividade; que resolvam os grandes desafios que abalam a nação. Certamente, sem se descuidar da educação de qualidade e justiça equitativa e de outros problemas conjunturais já apontados.
O país precisa eleger gente competente, honesta, ousada e capaz. Os predadores da nação precisam ser afastados do poder que mancharam. Já provaram que não servem. É preciso saber trocá-los por outros melhores, sem mais aventuras insustentáveis e arriscadas. Para isto se convocam as eleições. Eleição é golpe? Ou é a força da Democracia, pela alternância do poder?
O compadrio que vem marcando os últimos governos e os gastos perdulários, puseram a nação à deriva.
Os que estão no poder deixaram clara sua incapacidade de gerenciar os bens da nação. Alguns querem apenas usufruir as benesses do poder corruptor.
A nação precisa chamar pessoas capazes e competentes para implantar soluções duradouras, corrigindo as distorções da máquina administrativa. Pessoas que não temam sujar as mãos, para limpar a honra da nação, sem covardia e sem omissões.
6. Tarefas que Esperam Estrategistas
Precisamos de gente que tenha coragem e ousadia para fazer o que precisa ser feito:
- Reduzir ao mínimo necessário os deputados da Assembleia da República e das Câmaras Municipais.
- Acabar com todas as mordomias perdulárias e salários extorsivos e absurdos que são grandes sangrias da nação, em nível nacional, na AR, e a nível local, nas Câmaras Municipais e nas, ditas, Empresas Públicas.
- Na Assembleia da República deveríamos ter apenas 80 deputados para o país e mais 20 deputados para os portugueses sediados em outros países da Europa e fora da Europa. Teríamos um total de 100. Nada mais. O número atual de deputados é de 230 deputados é uma extorsão a ser corrigida, já, até por necessidade de economia.
Em todo o território Nacional o povo vem sendo extorquido, em sua capacidade de produzir e de se manter, para alimentar parasitas e sanguessugas improdutivos.
Logicamente temos honrosas exceções. Por toda a parte, ao lado dos aproveitadores há outros, dedicados e competentes que, com esforços ingentes, levantam a bandeira da nação. Alguns querem rasgá-la.
Lembre-se: o trabalho, a dedicação, a generosidade e a responsabilidade social são a chave da regeneração nacional, com bem-estar de todos.
7. Apagão de Lideranças
No país sempre tivemos gente séria, competente e dedicada à sua pátria. Mas essa gente de escol não está pela rua fazendo arruaça e manipulando o povo na praça. Se vai às ruas e praças é para esclarecer e motivar.
Mas onde está essa gente? A conjuntura a esconde?! Faltam-nos lideranças preparadas?! Há um efetivo vácuo? Um apagão de lideranças políticas e sociais.
Os gestores do bem público de alta qualidade vão rareando, com altos prejuízos para a nação. A Educação prepara cidadãos ou prepara acomodados?!
A educação, falha em civismo, dos últimos 30 anos, deixou o país com poucas opções. Isto é muito ruim.
Competência, diversidade, cooperação e respeito mútuo são condições essenciais ao espírito humanista e democrático.
Esta é a pior herança que o vintecinquismo legou à posteridade. Sem consciência cidadã não há cidadania, nem governança digna e capaz.
A Nação precisa ter, em todos os campos, lideranças bem preparadas, conscientes, competentes e honradas.
8. A Gênese da Crise e a Nova Primavera
O povo precisa conhecer à gênese da crise atual. Saber que a crise financeira tem origem numa crise educacional, cultural, política e ética. É uma crise conjuntural, fruto de graves desmandos, às vezes/talvez intencionais.
A solução autêntica também precisa ser conjuntural. Sem resolver as causas, as soluções são fantasias. Soluções superficiais, para satisfazer a plebe, sem resolver, não levam a nada.
Precisamos de soluções e não de remendões.
O país vai pagando uma conta muito alta. Tem de ser para resolver e não para alegrar a plateia com fantasias. Queremos soluções para valer.
É hora de mudar para melhor, superando a mesmice oportunista, que não respeita os altos interesses de toda a nação.
As contradições explícitas do 25 de Abril, com a crise a que nos conduziu, provam-nos que é um movimento superado e insustentável. Ele mesmo se desqualificou. Todos os governos têm o seu ponto de exaustão.
A dialética da História diz-nos que está na hora de buscar novos caminhos, com gente mais capaz e responsável; gente amante de seu país. Que venha para servi-lo e não para explorá-lo.
Mudar é preciso: Mudar para melhor!
Mudar é lei da Democracia.
Sejam usadas as redes de relacionamento para esclarecer a nação. Cada um faça a sua parte. Sem fantasias e sem manipulações.
Esgotado o 25 de Abril, tenhamos coragem de pôr o ponto final. Preparemo-nos para uma nova fase de nossa História, sem discriminações e sem complexos reunindo tudo o que o país tem de melhor, acautelando-se dos oportunistas de sempre. Queremos a competência, a dignidade, a coragem e a lusitanidade no PODER.
8. Autoestima e a Nova Primavera
As pessoas com menos de 50 anos, cuja inteligência, civismo e sentimentos nacionais são obra do vintecinquismo, precisam reforçar os precários conhecimentos que têm de seu país que neles semearam, na escola e nos meios de comunicação de massa. Precisa recuperar a autoestima perdida e o sentido de pátria adulterado. Estudem, estudem muito.
Estudem pelo saber e não apenas pelo diploma. Diploma sem o saber não vale nada.
Hoje, nas livrarias, já há boa bibliografia para ajudar corrigir eventuais desvios no ensino da História recente e da História passada de Portugal.
A Nação precisa superar certos desvios e equívocos da herança que alguns governos recentes impuseram ao povo, tais como a tentativa de diluir a identidade de Portugal na Europa, ferindo a soberania nacional. Esta é uma questão complexa de que não podemos nos esquivar.
Um upgrade de sua cultura geral e humanística, ampliará e consolidará a sua visão de mundo, da vida e de seu país. Faça isso. O seu país lhe agradece antecipadamente.
Alimente sua mente com boas leituras e supere a monotonia da vida e a mesmice estéril. Pense grande. Conheça seu país real.
Você pode ajudar a consolidar a Nova Primavera do seu País.
Seja a sua pátria o seu maior galardão de que sempre se possa orgulhar, faça algo por seu país, sempre! Um dos pilares da Portugalidade solidária, sem fronteiras. Esta é a índole de nossa nação.
III
COMPETÊNCIA E SENSATEZ NO PODER?
10. Soluções sem mais Trapaças
O grande abalo global, dos últimos 50 anos, vai atingindo de cheio os países da Europa e toda a humanidade.
Não é mais possível esconder a crise. É preciso encontrar quem seja capaz de encontrar soluções exequíveis e urgentes. O povo precisa saber, quais são as causas e quem são os responsáveis pela crise, sem nada lhe ocultar, sem trapacear e sem embromação. Precisa saber os pontos nevrálgicos mais atingidos e fragilizados que requerem mais atenção.
O ponto de mutação, em Portugal, que chegou a situação atual, deu-se no 25 de Abril de 1974, com a queda do chamado “Governo Salazar”.
Muitas Revoluções impõem-se, como salvação da Pátria, e evoluem para novas opressões. Em altos e baixos, assim caminha a humanidade.
O problema é sistêmico. Cada um é responsável pelos próprios desatinos. E deve ser exaltado nos próprios méritos.
A “Revolução de 25 de Abril”, foi um movimento esperado, para pôr fim a alguns desmandos dos Governos precedentes. No entanto, nem sempre foi leal a seus compromissos.
Quando um governo chega ao ápice de suas contradições e começa a perder credibilidade, é hora de mudar.
Os heróis do 25 de Abril que, efetivamente, lutaram pelo bem de seu país, tenham os seus méritos reconhecidos e sejam exaltados. Os traidores sejam julgados pelo mal que fizeram à nação, com toda a serenidade e com toda a justiça sem frouxidão.
11. Os Traiçoeiros passam de Governo em Governo
Com os novos “donos do poder”, vieram outros desmandos e mais desgovernos, com muita corrupção e traições reais. Abalou-se a esperança que o povo neles depositou, até chegar ao estado atual de degradação da política nacional.
No poder, as pessoas mantêm o discurso, mas invertem a prática. O poder contamina e solapa as melhores intenções. Os traiçoeiros passam ilesos, de um governo para outro, sempre sorridentes, sempre matreiros.
No entanto, o grande pilar da Democracia é a transparência. Em tempos de trapaça e promessas vãs, esta é a primeira coluna que se esboroa.
Portugal está hoje numa crise equivalente à crise de 1928. Quem virá agora, para libertar o país de tantos desmandos.
Portugal está na maior crise dos últimos oitenta anos. Pense nisto e reaja.
Portugal está enfrentando um novo ultimatum. Quem será capaz de propor soluções exequíveis e de convencer a nação? Quem tem credibilidade, sabedoria e estratégia para saber conduzir o país e dominar a corrupção e os escandalosos e ousados ataques “legais”, mas ilegítimos, aos cofres públicos e ao bolso do povo?
12. Poder de Regeneração
Uma certeza nos é garantida: A nação é maior do que a crise.
A questão é “encontrar” o caminho da solução. É saber separar o trigo da cizânia.
Para coibir os abusos, implantou-se a alternância do poder. Mas nem sempre o eleitor acerta, teleguiado por maciço marketing fraudulento e prestidigitador: fez as pessoas verem o que interessa ao político, ainda que não seja verdade. Escondem o que mais interessa à nação.
Na contramão do que nos dizem, somos uma nação e um povo abençoados por Deus e bonito por natureza. Será que essa gente é cega?!
Portugal não é um país pequenino não! Isto é o que repetem as raposas, para justificarem a rapina e a sua própria incompetência. As nações não se medem só por seu tamanho geográfico, mas pela mente, pela dedicação e pela qualidade de seu povo.
Use o retrovisor e observe a história. Veja de que este povo foi e é capaz, quando é consciente, preparado e motivado. Veja o que os portugueses fazem hoje, nos quatro cantos do mundo.
13. Promover as Pessoas Certas
Hoje falta-nos colocar as pessoas certas para governar o país;
- Pessoas que levem nossa bandeira, pelos caminhos da cultura e da prosperidade;
- Pessoas que saibam ajudar a conduzir a nação para o seu natural e grande destino;
- Pessoas de esperança que, para além do caos reinante, se preparem para o alvorecer de um novo amanhecer.
Em Portugal falta dar espaço a pessoas sábias, preparadas, honestas e audaciosas, experientes e leais, com coragem e estratégias adequadas ao momento.
As raposas estão em campo, ousadas e assanhadas.
Se o povo não fizer uma grande mobilização de caça às “raposas”, elas poderão fazer maior estrago ao país. Quem mais entende desta questão é o povo esclarecido.
14. Competência em Ação
Precisamos de pessoas honestas, generosas e sem torpe ganância; que não se queiram enriquecer e aos seus comparsas, com os bens da nação, com salários e benefícios indecentes e incompatíveis.
Não podemos continuar a entregar à raposa a guarda do galinheiro, como diz a sabedoria popular.
Precisamos saber ver muito além de onde alcança o nosso olhar. Precisamos pensar muito além da próxima refeição; precisamos plantar para nós e para as próximas gerações.
Precisamos plantar couves para as próximas refeições e grandes árvores para as próximas gerações, como nossos antepassados e nos ensinaram.
Precisamos ter estratégias a curto, médio e a longo prazo.
Precisamos saber superar nosso olhar imediatista, consumista e complacente.
Precisamos recuperar a sensatez, com uma visão holística da situação, sem miopia e sem mediocridade.
Precisamos exigir educação séria e cultura respeitável, que hoje estão sendo sucateados, no sórdido processo de dominação, embora proclamem o contrário, contra todas as evidências.
Precisamos de pessoas no poder que saibam e tenham competência, coragem e estratégia adequada, para estancar as sangrias econômicas e sociais que debilitam este país heróico e único na história, em seus feitos superiores às forças humanas.
Precisamos de pessoas que criem estímulos para reequilibrar o índice de natalidade e garantir o equilíbrio demográfico da nação.
Precisamos levar ao Poder da República pessoas que saibam aliar a Utopia sensata ao saber, à sabedoria e a uma prática construtiva e transformadora, capaz de engrandecer a nação em todos os sentidos.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Votar , ou . . . não votar !
Claro que votar numa qualquer destas "hipóteses" que me é apresentada , está fora de questão . . .
Então , o que fazer ? Votar em branco , anular o voto , ou . . . abster-me ?
Os defensores de qualquer destas opções em concreto , "apresentam" as suas razões justificativas da dita "opção" . . .
Em Abril , vibrei !
Votei , acreditei ;
Voltei a votar , voltei a acreditar ;
Votei novamente e quis continuar a acreditar . . .
Agora já não acredito mais ! O meu voto nunca valeu nada , não vale nada , e . . . nunca valerá nada !
Sou um louco , fui condenado à morte , e agora estes senhores querem obrigar-me a escolher entre a cadeira eléctrica , a injecção letal , a forca , o pelotão de fuzilamento , ou . . . a tacita de cicuta ! ! !
É evidente que não tenho qualquer preferência , e por isso não escolho . . .
Peço desculpa se mais uma vez vos desiludo , mas . . . escolham vocês , pois eu teria escolhido morrer de morte natural . . .
. . . e já agora , enviem-me o "aviso" da multa pecuniária para o "Purgatório" , pois é para lá que irei ! Lá , escolherei se me candidato a um lugar no Céu , no Inferno , ou quem sabe , me absterei novamente . . .
Abril é só um dos doze meses , em que desde os bancos da escola , me ensinaram a acreditar . . .
Então , o que fazer ? Votar em branco , anular o voto , ou . . . abster-me ?
Os defensores de qualquer destas opções em concreto , "apresentam" as suas razões justificativas da dita "opção" . . .
Em Abril , vibrei !
Votei , acreditei ;
Voltei a votar , voltei a acreditar ;
Votei novamente e quis continuar a acreditar . . .
Agora já não acredito mais ! O meu voto nunca valeu nada , não vale nada , e . . . nunca valerá nada !
Sou um louco , fui condenado à morte , e agora estes senhores querem obrigar-me a escolher entre a cadeira eléctrica , a injecção letal , a forca , o pelotão de fuzilamento , ou . . . a tacita de cicuta ! ! !
É evidente que não tenho qualquer preferência , e por isso não escolho . . .
Peço desculpa se mais uma vez vos desiludo , mas . . . escolham vocês , pois eu teria escolhido morrer de morte natural . . .
. . . e já agora , enviem-me o "aviso" da multa pecuniária para o "Purgatório" , pois é para lá que irei ! Lá , escolherei se me candidato a um lugar no Céu , no Inferno , ou quem sabe , me absterei novamente . . .
Abril é só um dos doze meses , em que desde os bancos da escola , me ensinaram a acreditar . . .
Dominique Strauss Kahn foi eliminado por ameaçar a elite financeira mundial
Dominique Strauss Kahn foi vítima de uma conspiração construída ao mais alto nível por se ter tornado uma ameaça crescente aos grandes grupos financeiros mundiais. As suas recentes declarações como a necessidade de regular os mercados e as taxas de transacções financeiras, assim como uma distribuição mais equitativa da riqueza, assustaram os que manipulam, especulam e mandam na economia mundial.
Não vale a pena pronunciar-nos sobre a culpa ou inocência pelo crime sexual de que Dominique Strauss Kahn é acusado, os media já o lincharam. De qualquer maneira este caso criminal parece demasiado bem orquestrado para ser verdadeiro, as incongruências são muitas e é difícil acreditar nesta história.
O que interessa aqui salientar é: quem beneficia com a saída de cena de Strauss Kahn?
Convém lembrar que quando em 2007 ele foi designado para ser o patrão do FMI, foi eleito pelo o grupo do clube Bilderberg, do qual faz parte. Na altura, ele não representava qualquer "perigo" para as elites económicas e financeiras mundiais com as quais partilhava as mesmas ideias.
Em 2008, surge a crise financeira mundial e com ela, passados alguns meses, as vozes criticas quanto à culpa da banca mundial e à ao papel permissivo e até colaborante do governo norte-americano. Pouco a pouco, o director do FMI começou a demarcar-se da política seguida pelos seus antecessores e do domínio que os Estados Unidos sempre tiveram no seio da organização.
Ainda no início deste mês, passou despercebido nos media o discurso de Dominique Strauss Kahn. Ele estava agora bem longe do que sempre foi a orientação do FMI. Progressivamente o FMI estava a abandonar parte das suas grandes linhas de orientação: o controlo dos capitais e a flexibilização do emprego. A liberalização das finanças, dos capitais e dos mercados era cada vez mais, aos olhos de Strauss Kahn, a responsável pela proliferação da crise "made in America".
O patrão do FMI mostrava agora nos seus discursos uma via mais "suave" de "ajuda" financeira aos países que dela necessitavam, permitia um desemprego menor e um consumo sustentado, e que portanto não seria necessário recorrer às privatizações desenfreadas que só atrasavam a retoma económica. Claro que os banqueiros mundiais não viam com bons olhos esta mudança, achavam que esta tudo bem como sempre tinha estado, a saber: que a política seguida até então pelo FMI tinha tido os resultados esperados, isto é os lucros dos grandes grupos financeiros estavam garantidos.
Esta reviravolta era bem-vinda para economistas progressistas como Joseph Stiglitz que num recente discurso no Brooklings Institution, poderá ter dado a sentença de morte ao elogiar o trabalho do seu amigo Dominique Strauss Kahn. Nessa reunião Strauss Kahn concluiu dizendo: "Afinal, o emprego e a justiça são as bases da estabilidade e da prosperidade económica, de uma política de estabilidade e da paz. Isto são as bases do mandato do FMI. Esta é a base do nosso programa".
Era impensável o poder financeiro mundial aceitarum tal discurso, o FMI não podia transformar-se numa organização distribuidora de riqueza. Dominique Strauss Kahn tinha-se tornado num problema.
Recentemente tinha declarado: "Ainda só fizemos metade do caminho. temos que reforçar o controlo dos mercados pelos Estados, as políticas globais devem produzir uma melhor distribuição dos rendimentos, os bancos centrais devem limitar a expansão demasiado rápida dos créditos e dos preços imobiliários Progressivamente deve existir um regresso dos mercados ao estado".
A semana passada, Dominique Strauss Kahn, na George Washington University, foi mais longe nas suas declarações: "A mundialização conseguiu muitos resultados...mas ela também um lado sombrio: o fosso cavado entre os ricos e os pobres. Parece evidente que temos que criar uma nova forma de mundialização para impedir que a "mão invisível" dos mercados se torne num "punho invisível"".
Dominique Strauss Kahn assinou aqui a sua sentença de morte, pisou a alinha vermelha, por isso foi armadilhado e esmagado.
Não vale a pena pronunciar-nos sobre a culpa ou inocência pelo crime sexual de que Dominique Strauss Kahn é acusado, os media já o lincharam. De qualquer maneira este caso criminal parece demasiado bem orquestrado para ser verdadeiro, as incongruências são muitas e é difícil acreditar nesta história.
O que interessa aqui salientar é: quem beneficia com a saída de cena de Strauss Kahn?
Convém lembrar que quando em 2007 ele foi designado para ser o patrão do FMI, foi eleito pelo o grupo do clube Bilderberg, do qual faz parte. Na altura, ele não representava qualquer "perigo" para as elites económicas e financeiras mundiais com as quais partilhava as mesmas ideias.
Em 2008, surge a crise financeira mundial e com ela, passados alguns meses, as vozes criticas quanto à culpa da banca mundial e à ao papel permissivo e até colaborante do governo norte-americano. Pouco a pouco, o director do FMI começou a demarcar-se da política seguida pelos seus antecessores e do domínio que os Estados Unidos sempre tiveram no seio da organização.
Ainda no início deste mês, passou despercebido nos media o discurso de Dominique Strauss Kahn. Ele estava agora bem longe do que sempre foi a orientação do FMI. Progressivamente o FMI estava a abandonar parte das suas grandes linhas de orientação: o controlo dos capitais e a flexibilização do emprego. A liberalização das finanças, dos capitais e dos mercados era cada vez mais, aos olhos de Strauss Kahn, a responsável pela proliferação da crise "made in America".
O patrão do FMI mostrava agora nos seus discursos uma via mais "suave" de "ajuda" financeira aos países que dela necessitavam, permitia um desemprego menor e um consumo sustentado, e que portanto não seria necessário recorrer às privatizações desenfreadas que só atrasavam a retoma económica. Claro que os banqueiros mundiais não viam com bons olhos esta mudança, achavam que esta tudo bem como sempre tinha estado, a saber: que a política seguida até então pelo FMI tinha tido os resultados esperados, isto é os lucros dos grandes grupos financeiros estavam garantidos.
Esta reviravolta era bem-vinda para economistas progressistas como Joseph Stiglitz que num recente discurso no Brooklings Institution, poderá ter dado a sentença de morte ao elogiar o trabalho do seu amigo Dominique Strauss Kahn. Nessa reunião Strauss Kahn concluiu dizendo: "Afinal, o emprego e a justiça são as bases da estabilidade e da prosperidade económica, de uma política de estabilidade e da paz. Isto são as bases do mandato do FMI. Esta é a base do nosso programa".
Era impensável o poder financeiro mundial aceitarum tal discurso, o FMI não podia transformar-se numa organização distribuidora de riqueza. Dominique Strauss Kahn tinha-se tornado num problema.
Recentemente tinha declarado: "Ainda só fizemos metade do caminho. temos que reforçar o controlo dos mercados pelos Estados, as políticas globais devem produzir uma melhor distribuição dos rendimentos, os bancos centrais devem limitar a expansão demasiado rápida dos créditos e dos preços imobiliários Progressivamente deve existir um regresso dos mercados ao estado".
A semana passada, Dominique Strauss Kahn, na George Washington University, foi mais longe nas suas declarações: "A mundialização conseguiu muitos resultados...mas ela também um lado sombrio: o fosso cavado entre os ricos e os pobres. Parece evidente que temos que criar uma nova forma de mundialização para impedir que a "mão invisível" dos mercados se torne num "punho invisível"".
Dominique Strauss Kahn assinou aqui a sua sentença de morte, pisou a alinha vermelha, por isso foi armadilhado e esmagado.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Pai , tô com fome ! ! !
Ricardinho não agüentou o cheiro bom do pão e falou:
- Pai, tô com fome!!!
O pai, Agenor , sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em
busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais
um pouco de paciência...
- Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!!!
Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o
filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente..
Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:
- Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome,
não tenho nenhum tostão, pois sai cedo para buscar um emprego e nada
encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu
possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu
estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor
precisar!!!
Amaro , o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e
sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o
filho...
Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede
que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de
comida do famoso PF (Prato Feito) - arroz, feijão, bife e ovo...
Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua...
Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o
lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um
punhado de fubá..
Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada...
A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse
um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais
para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e
necessidades...
Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:
- Ô Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim... Olha o meu amigo está até
chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato?!?!
Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e
que agradecia a Deus por ter esse prazer...
Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois
conversariam sobre trabalho...
Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua
fome já estava nas costas...
Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria,
onde havia um pequeno escritório...
Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde
então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo
de
pequenos 'biscates aqui e acolá', mas que há 2 meses não recebia nada...
Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e
penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos
15 dias...
Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca
para o dia seguinte seu início no trabalho...
Ao chegar em casa com toda aquela 'fartura', Agenor é um novo homem sentia
esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso...
Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de
dias melhores...
No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso
para iniciar seu novo trabalho...
Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia
porque estava ajudando...
Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele
chamava-o para ajudar aquela pessoa...
E, ele não se enganou - durante um ano, Agenor foi o mais dedicado
trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso
com seus deveres...
Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu
vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que
ele fazia questão que Agenor fosse estudar...
Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras
letras e a emoção da primeira carta...
Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula...
Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros , advogado, abrindo seu
escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro...
Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica
impressionado em ver o 'antigo funcionário' tão elegante em seu primeiro
terno...
Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela
que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados
que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos
desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes
de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço...
Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é
administrado pelo seu filho , o agora nutricionista Ricardo Baptista...
Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor
impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um....
Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma
hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido...
Ricardinho , o filho mandou gravar na frente da 'Casa do Caminho', que seu
pai fundou com tanto carinho:
'Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e
você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso
não tem preço. Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma. E, que te
sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!'
(História verídica)
Se achar que vale a pena, repasse esta mensagem, pois nunca é tarde demais
para começar e sempre é cedo para parar!!! *
*Embora não possamos voltar atrás e fazer tudo de novo, qualquer um pode
começar agora a criar um novo objetivo!!!*
*" Comece fazendo o necessário, depois o que é possível, e muito em breve
estará fazendo o impossível."
São Francisco de Assis*
- Pai, tô com fome!!!
O pai, Agenor , sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em
busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais
um pouco de paciência...
- Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!!!
Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o
filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente..
Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:
- Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome,
não tenho nenhum tostão, pois sai cedo para buscar um emprego e nada
encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu
possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu
estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor
precisar!!!
Amaro , o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e
sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o
filho...
Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede
que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de
comida do famoso PF (Prato Feito) - arroz, feijão, bife e ovo...
Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua...
Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o
lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um
punhado de fubá..
Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada...
A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse
um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais
para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e
necessidades...
Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:
- Ô Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim... Olha o meu amigo está até
chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato?!?!
Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e
que agradecia a Deus por ter esse prazer...
Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois
conversariam sobre trabalho...
Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua
fome já estava nas costas...
Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria,
onde havia um pequeno escritório...
Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde
então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo
de
pequenos 'biscates aqui e acolá', mas que há 2 meses não recebia nada...
Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e
penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos
15 dias...
Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca
para o dia seguinte seu início no trabalho...
Ao chegar em casa com toda aquela 'fartura', Agenor é um novo homem sentia
esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso...
Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de
dias melhores...
No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso
para iniciar seu novo trabalho...
Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia
porque estava ajudando...
Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele
chamava-o para ajudar aquela pessoa...
E, ele não se enganou - durante um ano, Agenor foi o mais dedicado
trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso
com seus deveres...
Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu
vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que
ele fazia questão que Agenor fosse estudar...
Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras
letras e a emoção da primeira carta...
Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula...
Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros , advogado, abrindo seu
escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro...
Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica
impressionado em ver o 'antigo funcionário' tão elegante em seu primeiro
terno...
Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela
que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados
que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos
desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes
de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço...
Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é
administrado pelo seu filho , o agora nutricionista Ricardo Baptista...
Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor
impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um....
Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma
hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido...
Ricardinho , o filho mandou gravar na frente da 'Casa do Caminho', que seu
pai fundou com tanto carinho:
'Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e
você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso
não tem preço. Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma. E, que te
sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!'
(História verídica)
Se achar que vale a pena, repasse esta mensagem, pois nunca é tarde demais
para começar e sempre é cedo para parar!!! *
*Embora não possamos voltar atrás e fazer tudo de novo, qualquer um pode
começar agora a criar um novo objetivo!!!*
*" Comece fazendo o necessário, depois o que é possível, e muito em breve
estará fazendo o impossível."
São Francisco de Assis*
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