domingo, 9 de fevereiro de 2014
7 — A palavra do Deputado faz fé, não carecendo por isso de comprovativos adicionais. Quando for invocado o motivo de doença, poderá, porém, ser exigido atestado médico caso a situação se prolongue por mais de uma semana.
Diário da República, 1.ª série — N.º 60 — 26 de Março de 2009 1897
Estatuto dos tecidos ou células (por exemplo, em quarentena,
adequadas para utilização, etc.);
Descrição e origem dos produtos, etapas de processamento
aplicadas, materiais e aditivos que entraram em
contacto com os tecidos e células e que influenciam a sua
qualidade e ou segurança;
Identificação da instalação que emite o rótulo final;
Identificação da aplicação em seres humanos que incluirá,
pelo menos:
Data de distribuição ou eliminação;
Identificação do clínico ou utilizador final/instalação.
B — Pelos serviços responsáveis pela aplicação de tecidos
e células em seres humanos:
a) Identificação do banco de tecidos e células ou unidades
de colheita fornecedoras;
b) Identificação do clínico ou utilizador final/instalação;
c) Tipo de tecidos e células;
d) Identificação do produto;
e) Identificação do receptor;
f) Data da aplicação.
ANEXO XI
Informação contida no sistema de codificação europeia
a) Identificação das dádivas:
Número único de identificação;
Identificação do banco de tecidos e células.
b) Identificação do produto:
Código do produto (nomenclatura básica);
Número do fraccionamento (se aplicável);
Data de validade.
Resolução da Assembleia da República n.º 21/2009
Aprova o regime de presenças e faltas ao Plenário
A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5
do artigo 166.º da Constituição, o seguinte:
1 — As presenças nas reuniões plenárias são verificadas
a partir do registo de início de sessão efectuado pessoalmente
por cada Deputado, no respectivo computador no
hemiciclo.
2 — Os serviços registam oficiosamente na base de
dados que faz a gestão das presenças, a partir dos elementos
de informação na sua posse, os Deputados que, por se
encontrarem em missão parlamentar, não comparecerem
à reunião.
3 — Aos Deputados que não se registem durante a
reunião ou não se encontrem em missão parlamentar é
marcada falta.
4 — Os procedimentos referidos nos números anteriores
reportam -se a cada reunião, podendo esta repartir -se por
vários períodos num só dia.
5 — Para efeitos da eventual aplicação de sanções,
apenas releva uma falta em cada dia, prevalecendo a
referente às reuniões plenárias, no dia em que estas tenham
lugar.
6 — Os Deputados têm o direito de apresentar justificação
para as faltas, nos termos estabelecidos no respectivo
Estatuto e no Regimento, observando as respectivas
exigências de fundamentação.
7 — A palavra do Deputado faz fé, não carecendo por
isso de comprovativos adicionais. Quando for invocado
o motivo de doença, poderá, porém, ser exigido atestado
médico caso a situação se prolongue por mais de uma
semana.
8 — Para efeitos do eventual exercício desse direito,
os serviços de apoio ao Plenário entregam pessoalmente
ao Deputado ou a elemento do seu gabinete que, para o
efeito, por ele tenha sido indicado, mediante protocolo,
o registo da falta ou faltas dadas, no 1.º dia de trabalho
parlamentar após a falta.
9 — O protocolo deve ser assinado pelo próprio ou pelo
elemento por ele indicado.
10 — A comunicação menciona expressamente o prazo
para apresentação da justificação e a ela irá junto impresso
para tal efeito.
11 — A justificação das faltas deve ser apresentada no
prazo de cinco dias a contar da notificação ou, no caso
de faltas continuadas, a partir da notificação da última
falta.
12 — Para efeitos de justificação de faltas, são contados
no prazo apenas os dias parlamentares.
13 — O cumprimento do prazo verifica -se pela data
de entrada da justificação no Gabinete do Presidente da
Assembleia da República.
14 — Esgotado o prazo, a justificação não é apreciada
e a falta é contada como injustificada.
15 — Os serviços de apoio ao Plenário comunicam ao
interessado, nos termos do disposto nos n.os 8 a 10 e no
prazo de três dias, a decisão da entidade competente para
julgar a justificação das faltas, no caso de ser negativa.
16 — Os serviços de apoio ao Plenário enviam ao Presidente
da Assembleia da República a lista de todas as
faltas julgadas injustificadas em cada mês, dentro dos três
primeiros dias úteis do 2.º mês subsequente.
17 — O Presidente da Assembleia manda notificar pessoalmente
cada um dos Deputados em falta, nos termos
atrás referidos.
18 — Decorridos oito dias após a recepção da notificação
pelo Deputado em falta, verificada pelo protocolo de
entrega da mesma, o processo é remetido ao Presidente da
Assembleia para decisão.
19 — O despacho do Presidente da Assembleia é remetido
aos serviços competentes para comunicação ao Deputado
e eventual seguimento do processo de sanções.
20 — Tratando -se de perda do mandato de Deputado,
o despacho do Presidente da Assembleia, com o processo
respeitante, é remetido à Comissão de Ética para
parecer.
21 — A falta a qualquer votação previamente agendada,
em Plenário, segue o regime das faltas às reuniões plenárias,
quanto à justificação e para os efeitos legais relativos
às sanções pecuniárias.
22 — Só recebem tratamento autónomo as faltas às
votações dos Deputados dados como presentes no registo
próprio da reunião plenária respectiva.
23 — É revogada a Resolução da Assembleia da República
n.º 77/2003, de 11 de Outubro.
Aprovada em 13 de Março de 2009.
O Presidente da Assembleia da República, Jaime
Gama.
Homem consegue fazer uma floresta crescer em pleno deserto. Entenda como
Yacouba Sawadogo aplicou uma técnica simples de tratamento do solo. Até um documentário já foi produzido sobre o assunto, e hoje milhares de pessoas querem aprender a fazer o mesmo
Por Daiana Geremias em 21/01/2014


Responda rápido: é uma boa ideia tentar plantar alguma coisa em um solo desértico? Pois é. A sua resposta é a mesma dada por quase todo mundo: lógico que não é uma boa ideia. A opinião é diferente, porém, para um homem chamado Yacouba Sawadogo que, indo contra a lógica mais fácil, conseguiu fazer o solo desértico ficar produtivo.
Sawadogo simplesmente desenvolveu uma nova forma de reflorestamento e reaproveitamento do solo no país africano de Burkina Faso, afinal ele já sabia que uma terra, para ser produtiva, precisa ser também bem tratada. A questão era descobrir um jeito de tratar da maneira certa um solo desértico que havia sofrido erosão graças ao alto índice populacional da região.
Na década de 80, cansado de ver suas plantações acabando por causa da terra “ruim”, Sawadogo decidiu colocar em prática um antigo ensinamento conhecido como “zai”, que consiste em fazer sequências de pequenos buracos no chão para preenchê-los com adubos e fezes de animais. Essas aberturas são capazes de reter a água da chuva e manter uma espécie de reserva. As sementes de árvores plantadas ali crescem normalmente.
Dicas
Fonte da imagem: Reprodução/MundogumpOs terrenos devem ser preparados durante a seca, o oposto do que se poderia imaginar seguindo um raciocínio lógico, e por isso Sawadogo chegou a ser ridicularizado pelos moradores vizinhos. O fato é que, depois de 20 anos, as terras de Sawadogo estavam produtivas e ele já tinha uma floresta de 30 hectares, com mais de 60 espécies de árvores.
Quando percebeu que suas estratégias estavam funcionando, o fazendeiro passou a organizar palestras em suas terras, para ensinar a técnica a outros interessados. A ideia foi tão incrível que o cineasta Mark Dodd resolveu criar um documentário e narrar a história do “Homem que parou o deserto”, contando como apenas ele salvou a vida de uma das regiões consideradas mais desérticas de todo o mundo.
Agora que a prática já é divulgada, Sawadogo tem recebido doações do mundo inteiro, para investir em suas pesquisas e em usos de técnicas como as de escoamento lento, que leva água de poço à terra.
Mais usos
Fonte da imagem: Reprodução/Connect4climateA pergunta que fica é: será que essa técnica não pode ser usada em outras regiões secas além da África? Aqui mesmo, no Brasil, enquanto você deixa a água do chuveiro correndo por alguns minutos até que o aquecimento a gás faça efeito, famílias inteiras no Nordeste vivem com baldes de água que conseguem nas visitas raras de caminhões-pipa. Essas mesmas famílias sofrem com a seca, com a morte de seus animais sem pasto, com a falta de trabalho e oportunidade.
A ideia de Sawadogo já é reconhecida como uma das mais eficazes de todos os tempos e poderia ser bastante útil em casos como os comuns – e esquecidos – aqui mesmo, em nosso país.
Chris Reji, do World Resources Institute, acredita que a ideia deve ser espalhada a milhões de fazendeiros em todo o mundo, para que cada vez mais árvores sejam plantadas, o que alteraria as condições do solo e, inclusive, ajudaria na adaptação às mudanças climáticas. E aí, o que você acha de ajudar a espalhar essa ideia?
Desde que Dodd produziu o filme sobre a história de Sawadogo, a atenção ao caso tem sido cada vez maior. Ele já deu palestras em vários eventos de agricultura e sustentabilidade. No primeiro vídeo abaixo, assista ao trailer do filme; no segundo, veja uma grande reportagem da MDC sobre a repercussão do documentário (ambos os vídeos estão em inglês, mas você pode ativar as legendas automáticas, nas configurações do YouTube):
sábado, 8 de fevereiro de 2014
O Porfírio do Cimbalino e a balança falante.
No ano 2000 editei um pequeno livro que recolhia textos de humor e sátira (ilustrado com desenhos publicados no Jornal de Notícias) a que dei o nome Cimbalino Curto, e o jornalista Viale Moutinho atribuiu-lhe três estrelas (numa escala de cinco) na recensão crítica que fez no jornal Diário de Notícias. Um dia o telefone tocou no meu ateliê. Do outro lado, alguém me dizia que falava de Lisboa... e eu a registar a força do seu sotaque tripeiro! - Olhe, eu moro em Lisboa e estou farto de procurar o seu livro Cimbalino Curto, mas não o encontro nas livrarias. Fui ao Diário de Notícias para me darem o seu contacto, mas também não sabiam quem você era. Tiveram que telefonar para a delegação do Porto, e só assim pude chegar à fala consigo. Sabe? É que eu sou o inventor do cimbalino!... E disse-o com tanta convicção e entusiasmo que, de imediato, lhe propus um encontro para que me contasse essa sua invenção. Combinamos dia e local, meti-me no comboio, encontramo-nos junto ao elevador da Bica e fomos almoçar bacalhau com grão.
Bom conversador, o meu leitor eventual chamava-se Porfírio. Rumou a Lisboa em 1959 para chefiar a FAEMA, residia em Oeiras, e nasceu no Porto (Freguesia de Santo Ildefonso) em 1928, tendo vivido a meninice e juventude numa "ilha" da rua de S. Victor. Em miúdo esteve, por um triz, para participar, como figurante, no filme de Manoel Oliveira, Aniki Bobó. Só não o fez porque adoeceu e quando se iniciaram as filmagens estava internado nas Goelas de Pau (Hospital Joaquim Urbano). A sua mãe, viúva, não queria vê-lo parado. Por isso, aos sete anos, ajudava-a a carregar canastras de pão para a Calçada de Monchique e, no Verão, ía para a praia da Foz vender copos de água com limão, de um regador forrado com heras. Carregou carvão e farinha, foi marçano, vendeu fruta aos trabalhadores que construíam o Coliseu do Porto, e aos domingos recebia gorjetas de viúvas por limpar jarras e floreiras no cemitério do Prado do Repouso.
Aos 14 anos era aprendiz de serralheiro na Metalúrgica Henrique F. dos Santos, no Largo do Corpo da Guarda. Entre os vários artigos fabricados nessa oficina contavam-se máquinas de café de saco, açucareiros, cafeteiras e leiteiras. Mas também se procedia a consertos e, nesse sentido, às segundas-feiras, o Porfírio dava uma volta pelos cafés da baixa portuense recolhendo as peças com necessidade de arranjo.
Dessas rondas profissionais recordava os cafés Java, Majestic, Águia D'Ouro, Palladium, Brasileira, Tivoli, Atneia, Arcádia, Sport, Central, Victoria, Astória e Brasil, e ainda a Confeitaria Palace, estabelecimento de gabarito, que existia ao fundo da rua 31 de Janeiro, na curva para Sá da Bandeira. No primeiro andar funcionava a redacção do jornal O Século. O Porfírio também arranjava fechaduras, e muitas vezes foi chamado a casas de prostituição onde, inexplicavelmente, as fechaduras avariavam muito!... Nessas andanças acabou por fazer amizade com muitas "mulheres da vida". Na década de 1950 Salazar proibiu a prostituição complicando a vida a muitas profissionais do sexo, e o Porfírio recorreu às amizades que fez com os proprietários dos cafés da baixa, conseguindo emprego para muitas delas. Uma das obras metalúrgicas que as suas mãos ajudaram a construir, e que recorda pela sua imponência, é um candeeiro de tecto que pode ser visto no hall do Teatro Rivoli. Um dia o Porfírio mudou de casa e de patrão. Instalou-se na rua de Santa Catarina, no número 630, e arranjou emprego no número 610, na oficina metalúrgica de Manuel Ferraz, pegada à Casa NunÁlvares. Em 1948 veio a "coqueluche" das lâmpadas fluorescentes e o Porfírio especializou-se na nova técnica de iluminação. Também fez holofotes para a Tobis, máquinas de cortar fiambre e de medir azeite, cadeiras de barbeiro e balanças. Entretanto o serviço militar interrompeu-lhe a profissão numa altura em que a guerra da Coreia obrigou o Estado Português a defender os territórios de Timor e Macau. O Porfírio só não foi mobilizado porque era considerado o amparo de família, por ser órfão de pai. Em 1950 a oficina mudou-se de Santa Catarina para a rua de Noeda (Campanhã), e uma nova especialização estava reservada ao Porfírio.
La Cimbali e o cimbalino
Em 1956 a boa fama profissional da oficina de Manuel Ferraz levou a que fosse escolhida para agente da marca La Cimbali, moderna máquina italiana de tirar cafés. Porfírio foi a Itália fazer uma especialização para poder reparar as novas máquinas, cuja primeira foi montada no Café Central, em Anadia. Seguiu-se a montagem de máquinas nos cafés Águia d'Ouro, Palladium, Âncora dOuro, Tropical, Brasileira e Confeitaria Lobito (Largo do Padrão) no Porto, e nos cafés Sport e Pátria, em Matosinhos. O Porfírio era conhecido em todos os cafés, e o seu passado profissional merecia confiança. Honesto, simpático, alegre e bom conversador, facilmente convenceu todos os industriais do ramo a deixarem montar uma das modernas máquinas nos seus estabelecimentos, à experiência. Um engenheiro italiano, de nome Campo Nuovo, acompanhava o Porfírio e informava os donos dos cafés que só se procederia à venda da máquina se se comprovasse a eficácia do novo modo de servir café à italiana, se o interesse dos clientes justificasse e se houvesse vontade de aquisição por parte do proprietário do estabelecimento. E foi a que começou o problema. Ninguém pedia café de máquina!... Passavam-se os dias e o café à italiana não tinha clientes. Aquilo parecia um fiasco e o italiano Campo Nuovo começou a desanimar e pensou regressar a Itália com as máquinas. Entendendo esse desânimo, e cheio de boa vontade em ajudar, o Porfírio percebeu a falta de informação que fazia o desconhecimento do produto pelos potenciais consumidores, e sugeriu ao italiano:
- Ó senhor engenheiro, porque é que o senhor não faz um cartaz a dizer assim: "Não peça café. Peça um cimbalino e veja a diferença". Campo Nuovo arregalou os olhosl De imediato viu que acabara de nascer um nome para o novo produto que era o café da máquina La Cimbali!
Aceitou a ideia, mandou tipografar cartazes com a frase sugerida pelo Porfírio, distribuiu-os pelos cafés... e algum tempo depois já pôde facturar as máquinas instaladas!
Os bons apreciadores de café aderiram ao "cimbalino" que se tornou num êxito e numa marca do Porto, e o Porfírio recebeu um prémio de 5.000 escudos pela ideia!
A balança falante
A Farmácia Estácio, pegada ao Teatro Sá da Bandeira, no Porto, era famosa por ter uma balança que falava! Recordo o momento mágico em que a minha mãe me levou a pesar-me nela. Subi para o prato, o ponteiro movimentou-se no mostrador apontando para o meu peso e, ao mesmo tempo, uma voz metálica saiu da balança, informando: "Vossa Excelência pesa vinte e quatro quilos e duzentos gramas"!... Estávamos na década de 1950 e a técnica de gravação sonora não tinha a sofisticação necessária para explicar o fenómeno! O Porfírio fazia a manutenção da balança falante, e explicou-me o seu funcionamento. A balança, colocada na entrada da farmácia, nunca mudava de lugar. Nem podia!... Estava presa ao chão por parafusos. E na cave, precisamente sob a balança, havia uma mesa sobre a qual se encontrava outro mostrador ligado por um veio ao tecto... ao prato da balança que estava na lojal Essa mesa era o posto de trabalho de uma funcionária que endereçava sobrescritos, empacotava comprimidos e rotulava xaropes, enquanto esperava que um cliente se fosse pesar. Quando tal sucedia, o mostrador da cave apontava o mesmo peso que o cliente comprovava visualmente, enquanto que acendia uma lâmpada vermelha, chamando a atenção da funcionária. Esta, tinha um microfone e um botão para o ligar, e dizia o peso que via no mostrador que tinha à sua frente, e que o cliente ouvia na saída do som por detrás do painel do ponteiro! Às vezes, momentaneamente, a balança "avariava"... mostrava o peso, mas não falava. Isso acontecia quando a funcionária da cave... ia fazer um xi-xi...
Bom conversador, o meu leitor eventual chamava-se Porfírio. Rumou a Lisboa em 1959 para chefiar a FAEMA, residia em Oeiras, e nasceu no Porto (Freguesia de Santo Ildefonso) em 1928, tendo vivido a meninice e juventude numa "ilha" da rua de S. Victor. Em miúdo esteve, por um triz, para participar, como figurante, no filme de Manoel Oliveira, Aniki Bobó. Só não o fez porque adoeceu e quando se iniciaram as filmagens estava internado nas Goelas de Pau (Hospital Joaquim Urbano). A sua mãe, viúva, não queria vê-lo parado. Por isso, aos sete anos, ajudava-a a carregar canastras de pão para a Calçada de Monchique e, no Verão, ía para a praia da Foz vender copos de água com limão, de um regador forrado com heras. Carregou carvão e farinha, foi marçano, vendeu fruta aos trabalhadores que construíam o Coliseu do Porto, e aos domingos recebia gorjetas de viúvas por limpar jarras e floreiras no cemitério do Prado do Repouso.Aos 14 anos era aprendiz de serralheiro na Metalúrgica Henrique F. dos Santos, no Largo do Corpo da Guarda. Entre os vários artigos fabricados nessa oficina contavam-se máquinas de café de saco, açucareiros, cafeteiras e leiteiras. Mas também se procedia a consertos e, nesse sentido, às segundas-feiras, o Porfírio dava uma volta pelos cafés da baixa portuense recolhendo as peças com necessidade de arranjo.
Dessas rondas profissionais recordava os cafés Java, Majestic, Águia D'Ouro, Palladium, Brasileira, Tivoli, Atneia, Arcádia, Sport, Central, Victoria, Astória e Brasil, e ainda a Confeitaria Palace, estabelecimento de gabarito, que existia ao fundo da rua 31 de Janeiro, na curva para Sá da Bandeira. No primeiro andar funcionava a redacção do jornal O Século. O Porfírio também arranjava fechaduras, e muitas vezes foi chamado a casas de prostituição onde, inexplicavelmente, as fechaduras avariavam muito!... Nessas andanças acabou por fazer amizade com muitas "mulheres da vida". Na década de 1950 Salazar proibiu a prostituição complicando a vida a muitas profissionais do sexo, e o Porfírio recorreu às amizades que fez com os proprietários dos cafés da baixa, conseguindo emprego para muitas delas. Uma das obras metalúrgicas que as suas mãos ajudaram a construir, e que recorda pela sua imponência, é um candeeiro de tecto que pode ser visto no hall do Teatro Rivoli. Um dia o Porfírio mudou de casa e de patrão. Instalou-se na rua de Santa Catarina, no número 630, e arranjou emprego no número 610, na oficina metalúrgica de Manuel Ferraz, pegada à Casa NunÁlvares. Em 1948 veio a "coqueluche" das lâmpadas fluorescentes e o Porfírio especializou-se na nova técnica de iluminação. Também fez holofotes para a Tobis, máquinas de cortar fiambre e de medir azeite, cadeiras de barbeiro e balanças. Entretanto o serviço militar interrompeu-lhe a profissão numa altura em que a guerra da Coreia obrigou o Estado Português a defender os territórios de Timor e Macau. O Porfírio só não foi mobilizado porque era considerado o amparo de família, por ser órfão de pai. Em 1950 a oficina mudou-se de Santa Catarina para a rua de Noeda (Campanhã), e uma nova especialização estava reservada ao Porfírio.
La Cimbali e o cimbalino
Em 1956 a boa fama profissional da oficina de Manuel Ferraz levou a que fosse escolhida para agente da marca La Cimbali, moderna máquina italiana de tirar cafés. Porfírio foi a Itália fazer uma especialização para poder reparar as novas máquinas, cuja primeira foi montada no Café Central, em Anadia. Seguiu-se a montagem de máquinas nos cafés Águia d'Ouro, Palladium, Âncora dOuro, Tropical, Brasileira e Confeitaria Lobito (Largo do Padrão) no Porto, e nos cafés Sport e Pátria, em Matosinhos. O Porfírio era conhecido em todos os cafés, e o seu passado profissional merecia confiança. Honesto, simpático, alegre e bom conversador, facilmente convenceu todos os industriais do ramo a deixarem montar uma das modernas máquinas nos seus estabelecimentos, à experiência. Um engenheiro italiano, de nome Campo Nuovo, acompanhava o Porfírio e informava os donos dos cafés que só se procederia à venda da máquina se se comprovasse a eficácia do novo modo de servir café à italiana, se o interesse dos clientes justificasse e se houvesse vontade de aquisição por parte do proprietário do estabelecimento. E foi a que começou o problema. Ninguém pedia café de máquina!... Passavam-se os dias e o café à italiana não tinha clientes. Aquilo parecia um fiasco e o italiano Campo Nuovo começou a desanimar e pensou regressar a Itália com as máquinas. Entendendo esse desânimo, e cheio de boa vontade em ajudar, o Porfírio percebeu a falta de informação que fazia o desconhecimento do produto pelos potenciais consumidores, e sugeriu ao italiano:
- Ó senhor engenheiro, porque é que o senhor não faz um cartaz a dizer assim: "Não peça café. Peça um cimbalino e veja a diferença". Campo Nuovo arregalou os olhosl De imediato viu que acabara de nascer um nome para o novo produto que era o café da máquina La Cimbali!
Aceitou a ideia, mandou tipografar cartazes com a frase sugerida pelo Porfírio, distribuiu-os pelos cafés... e algum tempo depois já pôde facturar as máquinas instaladas!
Os bons apreciadores de café aderiram ao "cimbalino" que se tornou num êxito e numa marca do Porto, e o Porfírio recebeu um prémio de 5.000 escudos pela ideia!
A balança falante
A Farmácia Estácio, pegada ao Teatro Sá da Bandeira, no Porto, era famosa por ter uma balança que falava! Recordo o momento mágico em que a minha mãe me levou a pesar-me nela. Subi para o prato, o ponteiro movimentou-se no mostrador apontando para o meu peso e, ao mesmo tempo, uma voz metálica saiu da balança, informando: "Vossa Excelência pesa vinte e quatro quilos e duzentos gramas"!... Estávamos na década de 1950 e a técnica de gravação sonora não tinha a sofisticação necessária para explicar o fenómeno! O Porfírio fazia a manutenção da balança falante, e explicou-me o seu funcionamento. A balança, colocada na entrada da farmácia, nunca mudava de lugar. Nem podia!... Estava presa ao chão por parafusos. E na cave, precisamente sob a balança, havia uma mesa sobre a qual se encontrava outro mostrador ligado por um veio ao tecto... ao prato da balança que estava na lojal Essa mesa era o posto de trabalho de uma funcionária que endereçava sobrescritos, empacotava comprimidos e rotulava xaropes, enquanto esperava que um cliente se fosse pesar. Quando tal sucedia, o mostrador da cave apontava o mesmo peso que o cliente comprovava visualmente, enquanto que acendia uma lâmpada vermelha, chamando a atenção da funcionária. Esta, tinha um microfone e um botão para o ligar, e dizia o peso que via no mostrador que tinha à sua frente, e que o cliente ouvia na saída do som por detrás do painel do ponteiro! Às vezes, momentaneamente, a balança "avariava"... mostrava o peso, mas não falava. Isso acontecia quando a funcionária da cave... ia fazer um xi-xi...
Para que a memória não se apague… Fez no passado dia 27 de Fevereiro, 60 anos! Acordo de Londres sobre as Dívidas Alemãs | Entre os países que perdoaram 50% da dívida alemã estão a Espanha, Grécia e Irlanda.
O Acordo de Londres de 1953 sobre a divida alemã foi assinado em 27 de Fevereiro, depois de duras negociações com representantes de 26 países, com especial relevância para os EUA, Holanda, Reino Unido e Suíça, onde estava concentrada a parte essencial da dívida. A dívida total foi avaliada em 32 biliões de marcos, repartindo-se em partes iguais em dívida originada antes e após a II Guerra. Os EUA começaram por propor o perdão da dívida contraída após a II Guerra. Mas, perante a recusa dos outros credores, chegou-se a um compromisso. Foi perdoada cerca de 50% (Entre os países que perdoaram a dívida estão a Espanha, Grécia e Irlanda) da dívida e feito o reescalonamento da dívida restante para um período de 30 anos. Para uma parte da dívida este período foi ainda mais alongado. E só em Outubro de 1990, dois dias depois da reunificação, o Governo emitiu obrigações para pagar a dívida contraída nos anos 1920. O acordo de pagamento visou, não o curto prazo, mas antes procurou assegurar o crescimento económico do devedor e a sua capacidade efectiva de pagamento. O acordo adoptou três princípios fundamentais: 1. Perdão/redução substancial da dívida; 2. Reescalonamento do prazo da dívida para um prazo longo; 3. Condicionamento das prestações à capacidade de pagamento do devedor.
O pagamento devido em cada ano não pode exceder a capacidade da economia. Em caso de dificuldades, foi prevista a possibilidade de suspensão e de renegociação dos pagamentos. O valor dos montantes afectos ao serviço da dívida não poderia ser superior a 5% do valor das exportações. As taxas de juro foram moderadas, variando entre 0 e 5 %. A grande preocupação foi gerar excedentes para possibilitar os pagamentos sem reduzir o consumo. Como ponto de partida, foi considerado inaceitável reduzir o consumo para pagar a dívida. O pagamento foi escalonado entre 1953 e 1983. Entre 1953 e 1958 foi concedida a situação de carência durante a qual só se pagaram juros. Outra característica especial do acordo de Londres de 1953, que não encontramos nos acordos de hoje, é que no acordo de Londres eram impostas também condições aos credores - e não só aos países endividados. Os países credores, obrigavam-se, na época, a garantir de forma duradoura, a capacidade negociadora e a fluidez económica da Alemanha. Uma parte fundamental deste acordo foi que o pagamento da dívida deveria ser feito somente com o superavit da balança comercial. 0 que, "trocando por miúdos", significava que a RFA só era obrigada a pagar o serviço da dívida quando conseguisse um saldo de dívisas através de um excedente na exportação, pelo que o Governo alemão não precisava de utilizar as suas reservas cambiais. EM CONTRAPARTIDA, os credores obrigavam-se também a permitir um superavit na balança comercial com a RFA - concedendo à Alemanha o direito de, segundo as suas necessidades, levantar barreiras unilaterais às importações que a prejudicassem. Hoje, pelo contrário, os países do Sul são obrigados a pagar o serviço da dívida sem que seja levado em conta o défice crónico das suas balanças comerciais Marcos Romão, jornalista e sociólogo. 27 de Fevereiro de 2013.
PIRÂMIDES DESCOBERTAS NA BÓSNIA - DATAM DE 12 MIL ANOS AC.
Inquietante Descobrimento Arqueológico :
Parece “inquietante”, porque se tivermos em conta que a primeira civilização humana sobre a Terra foi a Suméria, e estamos falando de 7.000 a.C., então quem construiu a “Pirâmide do Sol” na Bósnia, a mais antiga e maior encontrada até agora e data de 12000 anos? O que aconteceu nos 5000 anos de intervalo?
O Vale das Pirâmides da Bósnia representa o maior complexo de estruturas piramidais no mundo. Ele consiste na Pirâmide do Sol da Bósnia (220m), Pirâmide da Lua (190m), Pirâmide do Dragão (90m), Templo da Mãe Terra e Pirâmide do Amor. O complexo das pirâmides é similar aos do Peru, do México e da Bolívia.
As Pirâmides do Sol, Lua e Dragão formam triângulos equilaterais perfeitos com 2.170m de distância entre seus topos. Todas as pirâmides estão orientadas para o Norte cósmico.
A análise de amostras dos blocos rectangulares da pirâmide do Sol da Bósnia confirmaram que eles eram feitos pelo homem, como blocos de concreto de qualidade excepcional. O labirinto subterrâneo tem dezenas de quilómetros de comprimento e consiste de passagens, câmaras e lagos artificiais.
A pirâmide encontrada na Bósnia-Herzegovina é maior e mais perfeitamente orientada do que a Grande Pirâmide do Egipto. Situada perto da cidade de Visoko, não só é a primeira pirâmide descoberta da Europa, como o maior vale de pirâmides do mundo. O seu descobridor, o Dr. Semir Osmanagich, também descobriu as pirâmides da Ásia, África, América do Norte, e ilhas como as Maurício e Tahiti. Além da antiguidade, esta pirâmide recém descoberta, tem o maior complexo de túneis subterrâneos já descobertos.
Com uma altura de 190m, a Pirâmide da Lua é maior que a Pirâmide do Egipto (147m). Tem uma combinação de blocos de pedra arenítica, azulejos e capas de argila, utilizada em grandes quantidades. As fontes de matéria prima estão próximas. A argila é usada como aglutinante, por ser à prova de água, temperatura e som.
O desenho dos terraços é único para a ciência. Foi encontrado material orgânico que permitiu confirmar a idade, por meio de análises de radiocarbono realizadas no Instituto de Física de Silésia, em 2011, que confirmam a datação de 10,350 aC + / - 50 anos.
O Instituto de Materiais da Universidade de Zenica confirmou que as placas usadas possuem porosidade e dureza diferentes. As propriedades do concreto, incluindo extrema dureza (mais de 133 MPs) e baixa absorção de água (por volta de 1%), são, de acordo com as instituições cientificas na Bósnia, Itália e França, muito superiores ao concreto moderno. Sob a pirâmide existe um acúmulo de água, por haver conexão com os lagos subterrâneos da região.
A fundação começou os trabalhos na pirâmide da Lua, mais ou menos a 20 km ao norte de Sarajevo, em Julho de 2006. Num local mais ou menos na metade da altura, descobriu-se um terraço pavimentado, sendo que todos os blocos foram cimentados. Esculturas cerâmicas foram descobertas no labirinto subterrâneo com massa de mais de 9000 kg que as fazem as maiores descobertas até hoje no mundo antigo.
A Pirâmide do Sol tem mais de 220m, sendo portanto a mais alta do mundo. Tem uma geometria comum, com três lados conservados: norte, leste e oeste, e está coberta de blocos rectangulares. Os blocos que formam a pirâmide pesam entre 7 e 8 t, e há alguns com 23 toneladas.
Segundo o Instituto de Geodesia (2006) a parte norte adapta-se perfeitamente ao Norte Cósmico, com um erro de com um erro de 0 graus, 0 minutos e 12 segundos. As laterais são formatadas com 45 graus. Em 2007 geofísicos alemães confirmaram a existência de passagens internas a partir de radares. Uma equipe de físicos croatas detectou um feixe de energia vindo através do topo da Pirâmide do Sol. O raio do feixe é de 4,5 metros com frequência de 28 kHz. O feixe é continuo e sua força cresce conforme ele vai para cima e para longe da pirâmide. Este fenómeno contradiz as leis conhecidas da física e tecnologia. Parece que os construtores da pirâmide criaram uma máquina de movimento perpetuo muito tempo atrás e esta "máquina de energia" ainda está funcionando. Técnicos italianos localizaram em 2011 fenómenos de ultra-som provenientes da pirâmide.
No labirinto subterrâneo, em 2010, foram descobertas três câmaras e um pequeno lago azul. Triagem de energia mostrou que o nível de ionização é 43 vezes maior que a média de concentração do lado de fora o que torna as câmaras subterrâneas "salas de cura".
A sombra da Pirâmide do Sol cobre a Pirâmide da Lua nos meses de verão, antes do pôr do sol, mostrando uma clara relação astronómica entre elas. Esta pirâmide encontra-se coberta pela vegetação, tal como as pirâmides da China, México ou Guatemala. De acordo com estudos realizados, o solo tem aproximadamente 12000 anos.
A equipe de investigação italiana "SB Grupo de Investigacion", em colaboração com a Fundação "Parque Arqueológico: Pirâmide Bósnia do Sol" iniciou uma busca subterrânea com instrumentos de geo-radar "Ravne". Foi descoberta uma anomalia a 90 m da entrada, uma estrutura em forma de diamante com várias câmaras.
De acordo com o engenheiro Vinzenco de Gregório que realizou o exame de geo-radar com imagens em 3D, existem duas câmaras nos primeiros metros abaixo do solo do túnel, com possibilidade da estrutura ter mais 4 m.
Após a segunda Conferência Científica Internacional sobre as Pirâmides do Vale da Bósnia- ICBP 2011, em 9 de Setembro de 2011 em Visoko, Bósnia-Herzegovina, recebemos directamente da Fundação da Pirâmide do Sol, uma declaração oficial com as conclusões do Comité Científico, composto por vinte e sete investigadores e especialistas de onze países (Estados Unidos, Reino Unido, Itália, Áustria, Alemanha, Finlândia, Eslovénia, Croácia, Macedónia, Sérvia e Bósnia-Herzegovina).
Foram detectados e medidos inúmeros fenómenos energéticos (campos electro-magnéticos, ultra-sons, infra-sons) nas Pirâmides da Bósnia, assim como no labirinto subterrâneo.
O mais provável sendo que estes fenómenos tenham origem em alguma fonte artificial que deverá ser localizada e estudada. O trabalho arqueológico efectuado no labirinto "Ravne" proporcionou provas da sua origem artificial, devendo ser consideradas construções avançadas. Devido à datação destas pirâmides, sugere-se que a história seja reescrita. É necessária uma continuação das pesquisas no local para confirmar o conteúdo das passagens e câmaras internas.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
ANA , grávida da nova Lisboa OLHA A CABALA QUE ESTÁ MONTADA . VALE A PENA LER . . .
PUBLICADO NO JORNAL DE NOTÍCIAS
Falemos de coisas concretas e consumadas: o casamento da ANA uma historieta que tem tudo para sair muito cara.
Passo a explicar: a ANA geria os aeroportos com lucros fabulosos para o seu pai, Estado, que, entretanto falido, leiloou a filha ao melhor pretendente. Um francês de apelido Vinci, especialista em autoestradas e mais recentemente em aeroportos, pediu a nossa ANA em casamento. E o Estado entregou-a pela melhor maquia (três mil milhões de euros), tornando lícita a exploração deste monopólio a partir de uma base fabulosa: 47% de margem de exploração (EBITDA).*
*O Governo rejubilou com o encaixe... Mas vejamos a coisa mais em pormenor.
O grupo francês Vinci tem 37% da Lusoponte, uma PPP (parceria público-privada) e assente numa especialidade nacional: o monopólio (mais um) das travessias sobre o Tejo. Ora é por aqui que percebo por que consegue a Vinci pagar muito mais do que os concorrentes à ANA. As estimativas indicam que a mudança do aeroporto da Portela para Alcochete venha a gerar um tráfego de 50 mil veículos e camiões diários entre Lisboa e a nova cidade aeroportuária. É fazer as contas, como diria o outro...
Mas isto só será lucro quando houver um novo aeroporto. Sabemos que a construção de Alcochete depende da saturação da Portela. Para o fazer, a Vinci tem a faca e o queijo na mão. Para começar pode, por exemplo, abrir as portas à Ryanair. No dia em que isso acontecer, a low-cost irlandesa deixa de fazer do Porto a principal porta de entrada, gerando um desequilíbrio turístico ainda mais acentuado a favor da capital. A Ryanair não vai manter 37 destinos em direcção ao Porto se puder aterrar também em Lisboa.
Portanto, num primeiro momento os franceses podem apostar em baixar as taxas para as low-cost e os incautos aplaudirão. Todavia, a prazo, gerarão a necessidade de um novo aeroporto através do aumento de passageiros. Quando isso acontecer, a Vinci (certamente com os seus amigos da Mota-Engil) monta um apetecível sindicato de construção (a sua especialidade) e financiamento (com bancos parceiros). A obra do século em Portugal. Bingo! O Estado português será certamente chamado a dar avais e a negociar com a União Europeia fundos estruturais para a nova cidade aeroportuária de Alcochete. Bingo! A Portela ficará livre para os interesses imobiliários ligados ao Bloco Central que sempre existiram para o local. Bingo! Mas isto não fica por aqui porque não se pode mudar um aeroporto para 50 quilómetros de distância da capital sem se levar o comboio até lá. Portanto, é preciso fazer-se uma ponte ferroviária para ligar Alcochete ao centro de Lisboa.
E já agora, com tanto trânsito, outra para carros (ou em alternativa uma ponte apenas, rodoferroviária). Surge portanto e finalmente a prevista ponte Chelas-Barreiro (por onde, já agora, pode passar também o futuro TGV Lisboa-Madrid). Bingo! E, já agora: quem detém o monopólio e know-how das travessias do Tejo? Exactamente, a Lusoponte (Mota-Engil e Vinci). Que concorrerá à nova obra.
Mas, mesmo que não ganhe, diz o contrato com o Estado, terá de ser indemnizada pela perda de receitas na Vasco da Gama e 25 de Abril por força da existência de uma nova ponte. Bingo! Um destes dias acordaremos, portanto, perante o facto consumado: o imperativo da
construção do novo grande aeroporto de Lisboa, em Alcochete, a indispensável terceira travessia sobre o Tejo, e a concentração de
fundos europeus e financiamento neste colossal investimento na capital. O resto do país nada tem a ver com isto porque a decisão não é política, é privada, é o mercado...
E far-se-á. Sem marcha-atrás porque o contrato agora assinado já o previa e todos gostamos muito de receber três mil milhões pela ANA, certo?
O casamento resultará nisto: se correr bem, os franceses e grupos envolvidos ganham. Correndo mal, pagamos nós.
Se ainda estivermos em Portugal, claro.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Ditos Populares
1 - O cigarro adverte:
"o governo faz mal à saúde!"
2 - Não roube,
“o governo detesta concorrência.”
3 - Errar é humano.
“Culpar outra pessoa é política.”
4 - Autarcas portugueses
"São os mais católicos do mundo. Não assinam nada sem levar um terço.
5 - Se bem que…
"o salário mínimo deveria chamar-se gorjeta máxima".
6 - Feliz foi Ali-Babá que:
"não viveu em Portugal e só conheceu 40 ladrões!!!..."
7 - Não deixe de assistir
"ao horário político na TV:
Talvez seja a única oportunidade de ver políticos portugueses em "cadeia
nacional".
8 – O maior castigo
"para quem não se interessa por política é que será governado pelos que se
interessam."
9 - Os políticos
"são como as fraldas... Devem ser trocados com frequência, e sempre pelo
mesmo motivo... (Eça de Queirós)
10 - Os líderes
"das últimas três décadas ou sucedem a si próprios ou então criam clones
dos seus tiques."
11 - Os partidos
" tomaram conta do Estado e puseram o Estado ao seu serviço."
12 - A frase do dia é de Alberto João Jardim:
- O que penso sobre o aborto?!...
- Considero-o um péssimo Primeiro-ministro e está a governar muito mal o
País.
13 - Notícia de última hora!!!
- “Fiscais da ASAE, (brigada de inspecção da higiene alimentar), acabam de
encerrar a Assembleia da República.“
Motivo: Comiam todos no mesmo tacho!
14 – Bom para Portugal!!!!!
"Sou totalmente a favor do casamento gay entre os políticos.
Tudo que possa contribuir para que eles não se reproduzam é bom para o
país..."
15 - Candidatos:
"Antigamente os cartazes nas ruas, com rostos de criminosos, ofereciam
recompensas;
hoje em dia, pedem votos".
16 - País desenvolvido:
"não é onde o pobre tem carro, é onde os políticos usam transporte
público".
17 - Austeridade é quando
"o Estado nos tira dinheiro para pagar as suas contas até deixarmos de ter
dinheiro para pagar as nossas".
"o governo faz mal à saúde!"
2 - Não roube,
“o governo detesta concorrência.”
3 - Errar é humano.
“Culpar outra pessoa é política.”
4 - Autarcas portugueses
"São os mais católicos do mundo. Não assinam nada sem levar um terço.
5 - Se bem que…
"o salário mínimo deveria chamar-se gorjeta máxima".
6 - Feliz foi Ali-Babá que:
"não viveu em Portugal e só conheceu 40 ladrões!!!..."
7 - Não deixe de assistir
"ao horário político na TV:
Talvez seja a única oportunidade de ver políticos portugueses em "cadeia
nacional".
8 – O maior castigo
"para quem não se interessa por política é que será governado pelos que se
interessam."
9 - Os políticos
"são como as fraldas... Devem ser trocados com frequência, e sempre pelo
mesmo motivo... (Eça de Queirós)
10 - Os líderes
"das últimas três décadas ou sucedem a si próprios ou então criam clones
dos seus tiques."
11 - Os partidos
" tomaram conta do Estado e puseram o Estado ao seu serviço."
12 - A frase do dia é de Alberto João Jardim:
- O que penso sobre o aborto?!...
- Considero-o um péssimo Primeiro-ministro e está a governar muito mal o
País.
13 - Notícia de última hora!!!
- “Fiscais da ASAE, (brigada de inspecção da higiene alimentar), acabam de
encerrar a Assembleia da República.“
Motivo: Comiam todos no mesmo tacho!
14 – Bom para Portugal!!!!!
"Sou totalmente a favor do casamento gay entre os políticos.
Tudo que possa contribuir para que eles não se reproduzam é bom para o
país..."
15 - Candidatos:
"Antigamente os cartazes nas ruas, com rostos de criminosos, ofereciam
recompensas;
hoje em dia, pedem votos".
16 - País desenvolvido:
"não é onde o pobre tem carro, é onde os políticos usam transporte
público".
17 - Austeridade é quando
"o Estado nos tira dinheiro para pagar as suas contas até deixarmos de ter
dinheiro para pagar as nossas".
Frases impagáveis do Barão de Itararé
Criador do jornal “A Manha”, o Barão ridicularizava ricos, classe média e pobres. Não perdoava ninguém, sobretudo políticos, donos de jornal e intelectuais.
Ele não era barão, é claro. Mas deu-se o título de nobre e nobre se tornou. O primeiro nobre do humor no Brasil. Debochava de tudo e de todos e costumava dizer que, “quando pobre come frango, um dos dois está doente”. Ele é um dos inventores do contra-politicamente correto.
Há muito que o gaúcho Apparício Fernando de Brinkerhoff Torelly, o Barão de Itararé (1895-1971) merecia uma biografia mais detida. Em 2003, o filósofo Leandro Konder lançou “Barão de Itararé — O Humorista da Democracia” (Brasiliense, 72 páginas). O texto de Konder é muito bom, mas, como é uma biografia reduzida, não dá conta inteiramente do personagem, uma espécie de Karl Kraus menos filosófico mas igualmente cáustico.
Quatro anos depois, o jornalista Mouzar Benedito lançou o opúsculo “Barão de Itararé — Herói de Três Séculos (Expressão Popular, 104 páginas). É ótimo, como o livrinho de Konder, mas lacunar. No final, há uma coletânea das melhores máximas do humorista, que dizia:
“O uísque é uma cachaça metida a besta”.
O que se leva desta vida é a vida que a gente leva.
A criança diz o que faz, o velho diz o que fez e o idiota o que vai fazer.
Os homens nascem iguais, mas no dia seguinte já são diferentes.
Dizes-me com quem andas e eu te direi se vou contigo.
A forca é o mais desagradável dos instrumentos de corda.
Sábio é o homem que chega a ter consciência da sua ignorância.
Não é triste mudar de ideias, triste é não ter ideias para mudar.
Mantenha a cabeça fria, se quiser ideias frescas.
O tambor faz muito barulho, mas é vazio por dentro.
Genro é um homem casado com uma mulher cuja mãe se mete em tudo.
Neurastenia é doença de gente rica. Pobre neurasténico é malcriado.
De onde menos se espera, daí é que não sai nada.
Quem empresta, adeus.
Pobre, quando mete a mão no bolso, só tira os cinco dedos.
O banco é uma instituição que empresta dinheiro à gente se a gente apresentar provas suficientes de que não precisa de dinheiro.
Tudo seria fácil se não fossem as dificuldades.
A televisão é a maior maravilha da ciência a serviço da imbecilidade humana.
Este mundo é redondo, mas está ficando muito chato.
Precisa-se de uma boa dactilógrafa. Se for boa mesmo, não precisa ser dactilógrafa.
O fígado faz muito mal à bebida.
O casamento é uma tragédia em dois actos: um civil e um religioso.
A alma humana, como os bolsos da batina de padre, tem mistérios insondáveis.
Eu Cavo, Tu Cavas, Ele Cava, Nós Cavamos, Vós Cavais, Eles Cavam. Não é bonito, nem rima, mas é profundo…
Tudo é relativo: o tempo que dura um minuto depende de que lado da porta do banheiro você está.
Nunca desista do seu sonho. Se acabou numa padaria, procure em outra!
Devo tanto que, se eu chamar alguém de “meu bem”, o banco toma!
Viva cada dia como se fosse o último. Um dia você acerta…
Tempo é dinheiro. Paguemos, portanto, as nossas dívidas com o tempo.
As duas cobras que estão no anel do médico significam que o médico cobra duas vezes, isto é, se cura,
cobra, e se mata, cobra.
O voto deve ser rigorosamente secreto. Só assim, afinal, o eleitor não terá vergonha de votar no seu candidato.
Em todas as famílias há sempre um imbecil. É horrível, portanto, a situação do filho único.
Negociata é um bom negócio para o qual não fomos convidados.
Quem não muda de caminho é trem.
A moral dos políticos é como elevador: sobe e desce. Mas em geral enguiça por falta de energia, ou então não funciona definitivamente, deixando desesperados os infelizes que confiam nele.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Esta senhora, Ruth Moreira, diz o que muitos brasileiros gostariam de dizer. Ela expressou aquilo que todos os brasileiros decentes sentem...
Carta de uma senhora de 84 anos ao "Estadão", nesse final de semana...
Estou com vergonha do Brasil. Vergonha do governo, com esse impatriótico,
antidemocrático e antirrepublicano projeto de poder.
Vergonha do Congresso rampeiro que temos, das Câmaras que dão com uma mão
para nos surrupiar com a outra, políticos vendidos a quem dá mais.
Pensar no bem do País é ser trouxa.
Vergonha do dilapidar de nossas grandes empresas estatais, Petrobrás,
Eletrobrás e outras, patrimônio de todos os brasileiros, que agora estão a
serviço de uma causa só, o poder. Vergonha de juízes vendidos. Vergonha de
mensalões, mensalinhos, mensaleiros. Vergonha de termos quase 40 ministros e
outro tanto de partidos a mamar nas tetas da viúva, enquanto brasileiros
morrem em enchentes, perdendo casa e familiares por desídia de políticos, se
não desonestos, então, incompetentes para o cargo. Vergonha de ver a
presidente de um país pobre ir mostrar na Europa uma riqueza que não temos
(onde está a guerrilheira? era tudo fantasia?).
Vergonha da violência que impera e de ver uma turista estuprada durante
seis horas por delinquentes fichados e à solta fazendo barbaridades,
envergonhando-nos perante o mundo. Vergonha por pagarmos tantos impostos e
nada recebermos em troca - nem estradas, nem portos, nem saúde, nem
segurança, nem escolas que ensinem para valer, nem creches para atender a
população que forçosamente tem de ir à luta.
Vergonha de todos esses desmandos que nos trouxeram de volta a famigerada inflação.
Agora pergunto: onde estão os homens de bem deste país?
Onde está a Maçonaria? OAB? CNBB? LYONS? Onde estão os que querem lutar por um Brasil melhor?
Porque os congressistas, ao inves de instituirem Pena de Morte para assassinos e estrupadores, lhes concedem Bolsa Presidiario?
Enquanto isso, grande parte do povo brasileiro, trabalha honestamente, pra ganhar menos do que aqueles que mataram e estruparam.
Isso, somente estimula a marginalidade!
Estou com muita vergonha do Brasil!
Por que tantos estão calados? Tenho 84 anos e escrevo à espera de um despertar que não se concretiza.
Até quando isso vai continuar? Até quando veremos essas nulidades que aí estão sendo eleitas e reeleitas?
Estou com muita vergonha do Brasil.
RUTH MOREIRA
http://../undefined/compose?to=ruthmoreira@uol.com.br
Estou com vergonha do Brasil. Vergonha do governo, com esse impatriótico,
antidemocrático e antirrepublicano projeto de poder.
Vergonha do Congresso rampeiro que temos, das Câmaras que dão com uma mão
para nos surrupiar com a outra, políticos vendidos a quem dá mais.
Pensar no bem do País é ser trouxa.
Vergonha do dilapidar de nossas grandes empresas estatais, Petrobrás,
Eletrobrás e outras, patrimônio de todos os brasileiros, que agora estão a
serviço de uma causa só, o poder. Vergonha de juízes vendidos. Vergonha de
mensalões, mensalinhos, mensaleiros. Vergonha de termos quase 40 ministros e
outro tanto de partidos a mamar nas tetas da viúva, enquanto brasileiros
morrem em enchentes, perdendo casa e familiares por desídia de políticos, se
não desonestos, então, incompetentes para o cargo. Vergonha de ver a
presidente de um país pobre ir mostrar na Europa uma riqueza que não temos
(onde está a guerrilheira? era tudo fantasia?).
Vergonha da violência que impera e de ver uma turista estuprada durante
seis horas por delinquentes fichados e à solta fazendo barbaridades,
envergonhando-nos perante o mundo. Vergonha por pagarmos tantos impostos e
nada recebermos em troca - nem estradas, nem portos, nem saúde, nem
segurança, nem escolas que ensinem para valer, nem creches para atender a
população que forçosamente tem de ir à luta.
Vergonha de todos esses desmandos que nos trouxeram de volta a famigerada inflação.
Agora pergunto: onde estão os homens de bem deste país?
Onde está a Maçonaria? OAB? CNBB? LYONS? Onde estão os que querem lutar por um Brasil melhor?
Porque os congressistas, ao inves de instituirem Pena de Morte para assassinos e estrupadores, lhes concedem Bolsa Presidiario?
Enquanto isso, grande parte do povo brasileiro, trabalha honestamente, pra ganhar menos do que aqueles que mataram e estruparam.
Isso, somente estimula a marginalidade!
Estou com muita vergonha do Brasil!
Por que tantos estão calados? Tenho 84 anos e escrevo à espera de um despertar que não se concretiza.
Até quando isso vai continuar? Até quando veremos essas nulidades que aí estão sendo eleitas e reeleitas?
Estou com muita vergonha do Brasil.
RUTH MOREIRA
http://../undefined/compose?to=ruthmoreira@uol.com.br
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Os 4 superpoderes do cogumelo
Conheça os benefícios do poderoso cogumelo
Por Débora Lublinski
Conheça os 4 poderes do shiitake e do shimeji
Poder número 1: activa o botão da saciedade e diminui a fome
Dependendo da receita, um prato à base de shiitake ou shimeji pode ser considerado para lá de light. O alimento soma apenas 35 calorias, em média, para uma porção generosa de 100 gramas, 1 xícara e meia de chá - um valor menor que a metade da mesma quantidade de kani, por exemplo, que já é considerado pouco calórico. "Sem falar que o sabor intenso dele aciona uma espécie de centro de recompensa do nosso sistema nervoso. Ativado, esse centro manda uma mensagem de saciedade ao cérebro", explica Vanderlí Marchiori, nutricionista de São Paulo. Mas atenção: para conservar o baixo valor calórico do cogumelo não vale banhá-lo na manteiga (troque-a por uma colher de chá de margarina light) nem regar o risoto com uma lata de creme de leite.
Poder número 2: garante tanta proteína quanto a da carne vermelha (e engorda menos!)
Ele contém vitaminas, fibras e minerais, mas é o alto teor proteico o carro-chefe nutricional do cogumelo. Dá para dizer que quatro colheres de sopa de shiitake equivalem a um bife de carne vermelha pequeno. Tanto o shiitake como o shimeji contêm uma composição privilegiada de aminoácidos essenciais, aqueles nutrientes fundamentais para o metabolismo funcionar a pleno vapor e que o nosso corpo não sintetiza sozinho. Outra grande vantagem dele sobre a carne está na baixa quantidade de gorduras. Enquanto 100 gramas de contrafilé têm cerca de 13 gramas de lipídios, a mesma quantidade de cogumelo não ultrapassa um grama de gordura. Aí, não importa se você é fã da proteína para ganhar músculos ou se quer emagrecer comendo menos carboidrato, o ponto vai para o cogumelo.
Poder número 3: recruta o exército de defesa do organismo e previne a gripe e o câncer
Estimular o sistema imunológico está entre os principais benefícios terapêuticos dos cogumelos shimeji e shiitake e, só por isso, já podem ser considerados alimentos mais do que funcionais. Essa missão fica a cargo de uma substância chamada lentinan. "Segundo estudos da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, o lentinan seria capaz de estimular o funcionamento dos macrófagos, células responsáveis pela produção da interleucina, outra substância relacionada ao combate da gripe e de outras infecções, até mesmo as causadas por doenças crônicas como hepatite e Aids, além de prevenir o aparecimento de tumores cancerígenos", constata Jocelem Mastrodi Salgado, professora titular de nutrição da Escola Superior de Agricultora Luiz Queiroz (ESALQ/USP), em Piracicaba, interior de São Paulo.
Poder número 4: afina o seu sangue e afasta o mau colesterol
Ao lado de uma lista que inclui a cevada, o farelo de arroz, a alga marinha e o chá verde, os pesquisadores apontam o shitake e o shimeji como alimentos capazes de proteger o organismo contra doenças ligadas ao coração. Entre elas, o colesterol alto, a hipertensão, o enfarte e o diabetes. São duas as substâncias responsáveis pela tarefa: a eritadenine, que diminui a agregação de gordura no sangue (e que, em excesso, entope as artérias) e as betaglucanas, fibras que ajudam no controle do mau colesterol. Não é à toa que os chineses chamam os cogumelos de tônico da longevidade e os utilizam, há muitos anos, secos ou na forma de extratos como medicamentos para tratar o corpo e viver cada vez melhor.
Por Débora Lublinski
Conheça os 4 poderes do shiitake e do shimeji
Poder número 1: activa o botão da saciedade e diminui a fome
Dependendo da receita, um prato à base de shiitake ou shimeji pode ser considerado para lá de light. O alimento soma apenas 35 calorias, em média, para uma porção generosa de 100 gramas, 1 xícara e meia de chá - um valor menor que a metade da mesma quantidade de kani, por exemplo, que já é considerado pouco calórico. "Sem falar que o sabor intenso dele aciona uma espécie de centro de recompensa do nosso sistema nervoso. Ativado, esse centro manda uma mensagem de saciedade ao cérebro", explica Vanderlí Marchiori, nutricionista de São Paulo. Mas atenção: para conservar o baixo valor calórico do cogumelo não vale banhá-lo na manteiga (troque-a por uma colher de chá de margarina light) nem regar o risoto com uma lata de creme de leite.
Poder número 2: garante tanta proteína quanto a da carne vermelha (e engorda menos!)
Ele contém vitaminas, fibras e minerais, mas é o alto teor proteico o carro-chefe nutricional do cogumelo. Dá para dizer que quatro colheres de sopa de shiitake equivalem a um bife de carne vermelha pequeno. Tanto o shiitake como o shimeji contêm uma composição privilegiada de aminoácidos essenciais, aqueles nutrientes fundamentais para o metabolismo funcionar a pleno vapor e que o nosso corpo não sintetiza sozinho. Outra grande vantagem dele sobre a carne está na baixa quantidade de gorduras. Enquanto 100 gramas de contrafilé têm cerca de 13 gramas de lipídios, a mesma quantidade de cogumelo não ultrapassa um grama de gordura. Aí, não importa se você é fã da proteína para ganhar músculos ou se quer emagrecer comendo menos carboidrato, o ponto vai para o cogumelo.
Poder número 3: recruta o exército de defesa do organismo e previne a gripe e o câncer
Estimular o sistema imunológico está entre os principais benefícios terapêuticos dos cogumelos shimeji e shiitake e, só por isso, já podem ser considerados alimentos mais do que funcionais. Essa missão fica a cargo de uma substância chamada lentinan. "Segundo estudos da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, o lentinan seria capaz de estimular o funcionamento dos macrófagos, células responsáveis pela produção da interleucina, outra substância relacionada ao combate da gripe e de outras infecções, até mesmo as causadas por doenças crônicas como hepatite e Aids, além de prevenir o aparecimento de tumores cancerígenos", constata Jocelem Mastrodi Salgado, professora titular de nutrição da Escola Superior de Agricultora Luiz Queiroz (ESALQ/USP), em Piracicaba, interior de São Paulo.
Poder número 4: afina o seu sangue e afasta o mau colesterol
Ao lado de uma lista que inclui a cevada, o farelo de arroz, a alga marinha e o chá verde, os pesquisadores apontam o shitake e o shimeji como alimentos capazes de proteger o organismo contra doenças ligadas ao coração. Entre elas, o colesterol alto, a hipertensão, o enfarte e o diabetes. São duas as substâncias responsáveis pela tarefa: a eritadenine, que diminui a agregação de gordura no sangue (e que, em excesso, entope as artérias) e as betaglucanas, fibras que ajudam no controle do mau colesterol. Não é à toa que os chineses chamam os cogumelos de tônico da longevidade e os utilizam, há muitos anos, secos ou na forma de extratos como medicamentos para tratar o corpo e viver cada vez melhor.
O alentejano e o muçulmano
Um muçulmano durante o período do Ramadão senta-se junto a um alentejano no voo Lisboa - Funchal.
Quando o avião descola começam a servir as bebidas aos passageiros.
O alentejano pede um tinto de Borba (reserva).
A hospedeira depois de servir o vinho pergunta ao muçulmano se quer beber alguma coisa.
Responde este com ar ofendido:
- Prefiro ser raptado e violado selvaticamente por uma dezena de putas da Babilónia antes que uma gota de álcool toque os meus lábios.
O alentejano engasgando-se, devolve rapidamente o copo de tinto à hospedeira e diz:
- Eu também prefiro. Não sabia que se podia escolher!
Quando o avião descola começam a servir as bebidas aos passageiros.
O alentejano pede um tinto de Borba (reserva).
A hospedeira depois de servir o vinho pergunta ao muçulmano se quer beber alguma coisa.
Responde este com ar ofendido:
- Prefiro ser raptado e violado selvaticamente por uma dezena de putas da Babilónia antes que uma gota de álcool toque os meus lábios.
O alentejano engasgando-se, devolve rapidamente o copo de tinto à hospedeira e diz:
- Eu também prefiro. Não sabia que se podia escolher!
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Um pungente plano . . . Augusto Canetas
Caro Dux , venho na propriedade racional do pensamento admirável , carpir o teu desmesurado , surreal , exemplar plano , ou seja , exuberante praxe da desgraça na areia do ódio , ou do óbito ? Desculpa , talvez esteja amnésico .
Caríssimo , quantos anos tens ? Em que dia nasceste ? Mataste um gato preto por ventura ? Dizem os antigos , que quem mata um gato preto tem sete vidas tolhidas ! - há casos de seis - Lamentável azar , má sorte a tua ! Façanhas da vida ! Pois , quando a cabeça não tem juízo , a consciência padece !
Vou-te contar uma pequena história : - Quando terminei a minha instrução primária – quarta classe – o meu sonho era estudar , e , pensando em segurar essa quimera , fiz admissão aos liceus . Não , nem me interessa saber se isto te diz alguma coisa , como por exemplo , uma regra três simples . Mas , moral da narrativa ; quando cheguei a casa com a ombreira aprovada , levei um enxerto de porrada do meu pai , com um cinto , por me ter demorado algum tempo ! Sabes , um daqueles à lavrador , à moda antiga com fivela e tudo ! Aí confessei-me ; vou alistar-me nos fuzileiros – 1966 – e vou para a guerra colonial , e aos vinte anos estava no Leste - pântano 24 meses - de Angola . Sabes porquê ? Admito a tua inteligência , calculo o teu agnosticismo .
Portanto não deixes que a tua consciência viva permanentemente agoniada . . . eu no teu lugar , porque azar qualquer um tem , aos familiares e amigos daqueles , daqueles que tu sabes muito bem . . . rogava desculpas , implorava arrependimento , expunha a narrativa . . . prometia que não voltava a fazer outra , e que foi uma coisa precipitada . Porque também sofres . Com certeza que se o fizeres , serás perdoado e voltarás a ser livre novamente . Já agora , suplica o apelo a todos os Duxs como tu , que sejam tolerantes daqui para a frente , vai por mim e seremos amigos . . .
Também te afianço , se não estimares este abraço , cá se fazem cá se pagam , e a terra será hostil ao teu eterno descanso .
Caríssimo , quantos anos tens ? Em que dia nasceste ? Mataste um gato preto por ventura ? Dizem os antigos , que quem mata um gato preto tem sete vidas tolhidas ! - há casos de seis - Lamentável azar , má sorte a tua ! Façanhas da vida ! Pois , quando a cabeça não tem juízo , a consciência padece !
Vou-te contar uma pequena história : - Quando terminei a minha instrução primária – quarta classe – o meu sonho era estudar , e , pensando em segurar essa quimera , fiz admissão aos liceus . Não , nem me interessa saber se isto te diz alguma coisa , como por exemplo , uma regra três simples . Mas , moral da narrativa ; quando cheguei a casa com a ombreira aprovada , levei um enxerto de porrada do meu pai , com um cinto , por me ter demorado algum tempo ! Sabes , um daqueles à lavrador , à moda antiga com fivela e tudo ! Aí confessei-me ; vou alistar-me nos fuzileiros – 1966 – e vou para a guerra colonial , e aos vinte anos estava no Leste - pântano 24 meses - de Angola . Sabes porquê ? Admito a tua inteligência , calculo o teu agnosticismo .
Portanto não deixes que a tua consciência viva permanentemente agoniada . . . eu no teu lugar , porque azar qualquer um tem , aos familiares e amigos daqueles , daqueles que tu sabes muito bem . . . rogava desculpas , implorava arrependimento , expunha a narrativa . . . prometia que não voltava a fazer outra , e que foi uma coisa precipitada . Porque também sofres . Com certeza que se o fizeres , serás perdoado e voltarás a ser livre novamente . Já agora , suplica o apelo a todos os Duxs como tu , que sejam tolerantes daqui para a frente , vai por mim e seremos amigos . . .
Também te afianço , se não estimares este abraço , cá se fazem cá se pagam , e a terra será hostil ao teu eterno descanso .
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Music For Montserrat was a concert held on September 15, 1997 at the Royal Albert Hall. Musicians came together to raise funds for the Caribbean island of Montserrat after a major volcanic eruption earlier that year had left the island devastated. The concert starred musicians such as Phil Collins, Ray Cooper, Carl Perkins, Jimmy Buffett, Mark Knopfler, Sting, Elton John, Eric Clapton, Paul McCartney, Midge Ure, Arrow and many more, all of whom had once recorded at the island's famous AIR Studios. The concert was arranged and produced by George Martin, with proceeds from the show evening, DVD and CD, used for immediate relief and also helping fund the building of a new cultural center in Montserrat. On completion in 2006, George Martin gifted the centre to the islanders. For Carl Perkins this was his last major live performance as he died just over four months later on January 19, 1998
O dia em que acabou a crise !
Concha Caballero é licenciada em filosofia e letras, é professora de línguas e literatura. Entre 1993 e 2008 ocupou um lugar no parlamento da Andaluzia.
Deputada autonómica entre 1994 e 2008 foi uma das deputadas chave na aprovação da Reforma do Estatuto Autonómico da Andaluzia a que imprimiu um caracter mais social e humano do que, no principio, os grupos maioritários do parlamento pretendiam.
Actualmente colabora em diferentes meios de comunicação. Escreve sobre actualidade politica. Em 2009 publicou o livro “Sevilha cidade das palavras”.
“O dia em que acabou a crise!
Quando terminar a recessão teremos perdido 30 anos de direitos e salários…
Um dia no ano 2014 vamos acordar e vão anunciar-nos que a crise terminou. Correrão rios de tinta escrita com as nossas dores, celebrarão o fim do pesadelo, vão fazer-nos crer que o perigo passou embora nos advirtam que continua a haver sintomas de debilidade e que é necessário ser muito prudente para evitar recaídas. Conseguirão que respiremos aliviados, que celebremos o acontecimento, que dispamos a actitude critica contra os poderes e prometerão que, pouco a pouco, a tranquilidade voltará à nossas vidas.
Um dia no ano 2014, a crise terminará oficialmente e ficaremos com cara de tolos agradecidos, darão por boas as politicas de ajuste e voltarão a dar corda ao carrocel da economia. Obviamente a crise ecológica, a crise da distribuição desigual, a crise da impossibilidade de crescimento infinito permanecerá intacta mas essa ameaça nunca foi publicada nem difundida e os que de verdade dominam o mundo terão posto um ponto final a esta crise fraudulenta (metade realidade, metade ficção), cuja origem é difícil de decifrar mas cujos objectivos foram claros e contundentes:
Fazer-nos retroceder 30 anos em direitos e em salários
Um dia no ano 2014, quando os salários tiverem descido a níveis terceiro-mundistas; quando o trabalho for tão barato que deixe de ser o factor determinante do produto; quando tiverem ajoelhado todas as profissões para que os seus saberes caibam numa folha de pagamento miserável; quando tiverem amestrado a juventude na arte de trabalhar quase de graça; quando dispuserem de uma reserva de uns milhões de pessoas desempregadas dispostas a ser polivalentes, descartáveis e maliáveis para fugir ao inferno do desespero, ENTÃO A CRISE TERÁ TERMINADO.
Um dia do ano 2014, quando os alunos chegarem às aulas e se tenha conseguido expulsar do sistema educativo 30% dos estudantes sem deixar rastro visível da façanha; quando a saúde se compre e não se ofereça; quando o estado da nossa saúde se pareça com o da nossa conta bancária; quando nos cobrarem por cada serviço, por cada direito, por cada benefício; quando as pensões forem tardias e raquíticas; quando nos convençam que necessitamos de seguros privados para garantir as nossas vidas, ENTÃO TERÁ ACABADO A CRISE.
Um dia do ano 2014, quando tiverem conseguido nivelar por baixo todos e toda a estrutura social (excepto a cúpula posta cuidadosamente a salvo em cada sector), pisemos os charcos da escassez ou sintamos o respirar do medo nas nossas costas; quando nos tivermos cansado de nos confrontarmos uns aos outros e se tenhas destruído todas as pontes de solidariedade. ENTÃO ANUCIARÃO QUE A CRISE TERMINOU.
Nunca em tão pouco tempo se conseguiu tanto. Somente cinco anos bastaram para reduzir a cinzas direitos que demoraram séculos a ser conquistados e a estenderem-se. Uma devastação tão brutal da paisagem social só se tinha conseguido na Europa através da guerra.
Ainda que, pensando bem, também neste caso foi o inimigo que ditou as regras, a duração dos combates, a estratégia a seguir e as condições do armistício.
Por isso, não só me preocupa quando sairemos da crise, mas como sairemos dela. O seu grande triunfo será não só fazer-nos mais pobres e desiguais, mas também mais cobardes e resignados já que sem estes últimos ingredientes o terreno que tão facilmente ganharam entraria novamente em disputa.
Neste momento puseram o relógio da história a andar para trás e ganharam 30 anos para os seus interesses. Agora faltam os últimos retoques ao novo marco social: um pouco mais de privatizações por aqui, um pouco menos de gasto público por ali e “voila”: A sua obra estará concluída.
Quando o calendário marque um qualquer dia do ano 2014, mas as nossas vidas tiverem retrocedido até finais dos anos setenta, decretarão o fim da crise e escutaremos na rádio as condições da nossa rendição.”
Concha Caballero
Deputada autonómica entre 1994 e 2008 foi uma das deputadas chave na aprovação da Reforma do Estatuto Autonómico da Andaluzia a que imprimiu um caracter mais social e humano do que, no principio, os grupos maioritários do parlamento pretendiam.
Actualmente colabora em diferentes meios de comunicação. Escreve sobre actualidade politica. Em 2009 publicou o livro “Sevilha cidade das palavras”.
“O dia em que acabou a crise!
Quando terminar a recessão teremos perdido 30 anos de direitos e salários…
Um dia no ano 2014 vamos acordar e vão anunciar-nos que a crise terminou. Correrão rios de tinta escrita com as nossas dores, celebrarão o fim do pesadelo, vão fazer-nos crer que o perigo passou embora nos advirtam que continua a haver sintomas de debilidade e que é necessário ser muito prudente para evitar recaídas. Conseguirão que respiremos aliviados, que celebremos o acontecimento, que dispamos a actitude critica contra os poderes e prometerão que, pouco a pouco, a tranquilidade voltará à nossas vidas.
Um dia no ano 2014, a crise terminará oficialmente e ficaremos com cara de tolos agradecidos, darão por boas as politicas de ajuste e voltarão a dar corda ao carrocel da economia. Obviamente a crise ecológica, a crise da distribuição desigual, a crise da impossibilidade de crescimento infinito permanecerá intacta mas essa ameaça nunca foi publicada nem difundida e os que de verdade dominam o mundo terão posto um ponto final a esta crise fraudulenta (metade realidade, metade ficção), cuja origem é difícil de decifrar mas cujos objectivos foram claros e contundentes:
Fazer-nos retroceder 30 anos em direitos e em salários
Um dia no ano 2014, quando os salários tiverem descido a níveis terceiro-mundistas; quando o trabalho for tão barato que deixe de ser o factor determinante do produto; quando tiverem ajoelhado todas as profissões para que os seus saberes caibam numa folha de pagamento miserável; quando tiverem amestrado a juventude na arte de trabalhar quase de graça; quando dispuserem de uma reserva de uns milhões de pessoas desempregadas dispostas a ser polivalentes, descartáveis e maliáveis para fugir ao inferno do desespero, ENTÃO A CRISE TERÁ TERMINADO.
Um dia do ano 2014, quando os alunos chegarem às aulas e se tenha conseguido expulsar do sistema educativo 30% dos estudantes sem deixar rastro visível da façanha; quando a saúde se compre e não se ofereça; quando o estado da nossa saúde se pareça com o da nossa conta bancária; quando nos cobrarem por cada serviço, por cada direito, por cada benefício; quando as pensões forem tardias e raquíticas; quando nos convençam que necessitamos de seguros privados para garantir as nossas vidas, ENTÃO TERÁ ACABADO A CRISE.
Um dia do ano 2014, quando tiverem conseguido nivelar por baixo todos e toda a estrutura social (excepto a cúpula posta cuidadosamente a salvo em cada sector), pisemos os charcos da escassez ou sintamos o respirar do medo nas nossas costas; quando nos tivermos cansado de nos confrontarmos uns aos outros e se tenhas destruído todas as pontes de solidariedade. ENTÃO ANUCIARÃO QUE A CRISE TERMINOU.
Nunca em tão pouco tempo se conseguiu tanto. Somente cinco anos bastaram para reduzir a cinzas direitos que demoraram séculos a ser conquistados e a estenderem-se. Uma devastação tão brutal da paisagem social só se tinha conseguido na Europa através da guerra.
Ainda que, pensando bem, também neste caso foi o inimigo que ditou as regras, a duração dos combates, a estratégia a seguir e as condições do armistício.
Por isso, não só me preocupa quando sairemos da crise, mas como sairemos dela. O seu grande triunfo será não só fazer-nos mais pobres e desiguais, mas também mais cobardes e resignados já que sem estes últimos ingredientes o terreno que tão facilmente ganharam entraria novamente em disputa.
Neste momento puseram o relógio da história a andar para trás e ganharam 30 anos para os seus interesses. Agora faltam os últimos retoques ao novo marco social: um pouco mais de privatizações por aqui, um pouco menos de gasto público por ali e “voila”: A sua obra estará concluída.
Quando o calendário marque um qualquer dia do ano 2014, mas as nossas vidas tiverem retrocedido até finais dos anos setenta, decretarão o fim da crise e escutaremos na rádio as condições da nossa rendição.”
Concha Caballero
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Prevenção natural da gripe
O Dr. Vinay Goyal, urgentista reconhecido mundialmente, director de um departamento de medicina nuclear, tiroídica e cardíaca pede para você
divulgar a mensagem abaixo para o maior número de pessoas possível, a fim de contribuir para minimizar o número de casos da Gripe A, causada pelo vírus H1N1.
"As únicas vias de acesso para o vírus da gripe são as narinas, a boca e a garganta. Em relação a esta epidemia tão vastamente propagada, apesar de todas as precauções, é praticamente impossível não estar em contacto com portadores do vírus que a promove. Contudo, alerto para o seguinte: o problema real não é tanto o contacto com o vírus, mas a sua proliferação. Enquanto estamos em boa saúde e não apresentamos sintomas de infecção da gripe A (H1N1), há precauções a serem tomadas para evitar a proliferação do vírus, o agravamento dos sintomas e o desenvolvimento das infecções secundárias. Infelizmente, estas precauções, relativamente simples, não são divulgadas suficientemente
na maior parte das comunicações oficiais.
(porque será? Por ser barato demais e não haver lucros ?).
Eis algumas precauções:
1. Como mencionado na maior parte das publicidades, lave as mãos frequentemente.
2. Evite, na medida do possível, tocar no rosto com as mãos.
3. Duas vezes por dia, sobretudo quando esteve em contacto com outras pessoas, ou quando chegar em casa, faça gargarejos com água morna contendo sal de cozinha.
Decorrem normalmente 2 a 3 dias entre o momento em que a garganta e as narinas são infectadas e o aparecimento dos sintomas. Os gargarejos feitos regularmente podem prevenir a proliferação do vírus. De certa maneira, os gargarejos com água salgada têm o mesmo efeito, numa pessoa em estado saudável, que a vacina sobre uma pessoa infectada.
Não devemos subestimar este método preventivo simples, barato e eficaz. Os vírus não suportam a água morna contendo sais.
4. Ao menos uma vez por dia, à noite, por exemplo, limpe as narinas com a água morna e sal. Assoe o nariz com vigor, e, em seguida, com um cotonete para ouvidos (ou um pouco de algodão) mergulhado numa solução
de água morna com sal, passe nas duas narinas. Este é um outro método eficaz para diminuir a propagação do vírus.
O uso de potes nasais para limpeza das narinas, contendo água morna e sal de cozinha, é um excelente método para retirar as impurezas que albergam os vírus e bactérias; trata-se de um costume milenar, da Índia.
5. Reforce o seu sistema imune comendo alimentos ricos em vitamina C.
Se a vitamina C for tomada sob a forma de pastilhas ou comprimidos,
assegure-se de que contem Zinco, a fim de acelerar a absorção da vit.C.
6. Beba tanto quanto possível bebidas quentes (chás, café, infusões etc.).
As bebidas quentes limpam os vírus que podem se encontrar depositados na garganta e em seguida depositam-nos no estômago onde não podem
sobreviver, devido o pH local ser ácido, o que evita a sua proliferação."
Amigo (a): Será uma grande contribuição se você fizer chegar esta mensagem ao maior número de pessoas possível. Você prestará um serviço de grande utilidade pública, ajudando no combate desta gripe que já dizimou tantas pessoas.
divulgar a mensagem abaixo para o maior número de pessoas possível, a fim de contribuir para minimizar o número de casos da Gripe A, causada pelo vírus H1N1.
"As únicas vias de acesso para o vírus da gripe são as narinas, a boca e a garganta. Em relação a esta epidemia tão vastamente propagada, apesar de todas as precauções, é praticamente impossível não estar em contacto com portadores do vírus que a promove. Contudo, alerto para o seguinte: o problema real não é tanto o contacto com o vírus, mas a sua proliferação. Enquanto estamos em boa saúde e não apresentamos sintomas de infecção da gripe A (H1N1), há precauções a serem tomadas para evitar a proliferação do vírus, o agravamento dos sintomas e o desenvolvimento das infecções secundárias. Infelizmente, estas precauções, relativamente simples, não são divulgadas suficientemente
na maior parte das comunicações oficiais.
(porque será? Por ser barato demais e não haver lucros ?).
Eis algumas precauções:
1. Como mencionado na maior parte das publicidades, lave as mãos frequentemente.
2. Evite, na medida do possível, tocar no rosto com as mãos.
3. Duas vezes por dia, sobretudo quando esteve em contacto com outras pessoas, ou quando chegar em casa, faça gargarejos com água morna contendo sal de cozinha.
Decorrem normalmente 2 a 3 dias entre o momento em que a garganta e as narinas são infectadas e o aparecimento dos sintomas. Os gargarejos feitos regularmente podem prevenir a proliferação do vírus. De certa maneira, os gargarejos com água salgada têm o mesmo efeito, numa pessoa em estado saudável, que a vacina sobre uma pessoa infectada.
Não devemos subestimar este método preventivo simples, barato e eficaz. Os vírus não suportam a água morna contendo sais.
4. Ao menos uma vez por dia, à noite, por exemplo, limpe as narinas com a água morna e sal. Assoe o nariz com vigor, e, em seguida, com um cotonete para ouvidos (ou um pouco de algodão) mergulhado numa solução
de água morna com sal, passe nas duas narinas. Este é um outro método eficaz para diminuir a propagação do vírus.
O uso de potes nasais para limpeza das narinas, contendo água morna e sal de cozinha, é um excelente método para retirar as impurezas que albergam os vírus e bactérias; trata-se de um costume milenar, da Índia.
5. Reforce o seu sistema imune comendo alimentos ricos em vitamina C.
Se a vitamina C for tomada sob a forma de pastilhas ou comprimidos,
assegure-se de que contem Zinco, a fim de acelerar a absorção da vit.C.
6. Beba tanto quanto possível bebidas quentes (chás, café, infusões etc.).
As bebidas quentes limpam os vírus que podem se encontrar depositados na garganta e em seguida depositam-nos no estômago onde não podem
sobreviver, devido o pH local ser ácido, o que evita a sua proliferação."
Amigo (a): Será uma grande contribuição se você fizer chegar esta mensagem ao maior número de pessoas possível. Você prestará um serviço de grande utilidade pública, ajudando no combate desta gripe que já dizimou tantas pessoas.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
10 razões para beber água com limão pela manhã

Em vez de começar o dia com uma xícara de café, por que não substituí-la com uma bebida morna de água com limão? Abaixo estão os motivos para considerar essa mudança de hábito:
Estimula o sistema imunológico: Limões são ricos em vitamina C, o que é óptimo para combater resfriados. Eles são ricos em potássio, que estimula o funcionamento do cérebro e dos nervos. Potássio também ajuda a controlar a pressão arterial.
Equilíbra o pH do corpo: Beber água de limão todos os dias contribui para reduzir a acidez total do seu corpo. O limão é um dos alimentos mais alcalinos que existe. Sim, limão tem ácido cítrico, mas não cria a acidez no corpo uma vez metabolizado.
Ajuda com a perda de peso: Limões são ricos em fibras de pectina, que ajuda a combater aos ataques de fome. Também foi mostrado que as pessoas que mantêm uma dieta mais alcalina perdem peso mais rápido.
Ajuda na digestão: O suco de limão ajuda a expulsar materiais indesejados. Ele estimula o fígado a produzir bile que é um ácido que é necessário para a digestão. Digestão eficiente reduz a azia e a prisão de ventre.
É um diurético: Limões contribuem para a eliminação de líquidos pelo corpo, o que ajuda a purificar. As toxinas são, portanto, liberadas em uma taxa mais rápida, o que ajuda a manter o trato urinário saudável.
Limpa a pele: A vitamina C ajuda a diminuir as rugas e manchas. A água com limão elimina toxinas do sangue, que ajuda a manter a pele mais clara. Ela pode inclusive ser aplicada directamente sobre as cicatrizes para ajudar a reduzir a sua aparência.
Refresca a respiração: Não só isso, mas pode ajudar a aliviar a dor de dente e gengivite. Mas cuidado, o ácido cítrico pode corroer o esmalte do dente, por isso você deve monitorar isso.
Alivia problemas respiratórios: água morna com limão ajuda a se livrar de infecções pulmonares e deter aquelas tosses incómodas. Acredita-se ser útil também para as pessoas com asma e alergias.
Mantém você zen: A vitamina C é uma das primeiras coisas consumidas quando você submete sua mente e seu corpo ao estresse. Como mencionado anteriormente, os limões são repletos de vitamina C.
Ajuda a largar o vício do café: Depois de tomar um copo de água quente de limão, a maioria das pessoas sente menos necessidade de tomar o café.
Por que tem que ser água morna e não fria? Água fria proporciona um fator de choque ou stress para o corpo. É preciso energia para o seu corpo para processar água fria.
A receita é muito simples - um copo de água morna (não quente) com o suco de metade de um limão.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
domingo, 26 de janeiro de 2014
Cristiano Ronaldo, condecorado por Cavaco Silva, como Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, por “serviços relevantes a Portugal”. (in “media” 21 Janeiro 2014)
Cristiano Ronaldo, português, considerado o melhor jogador do mundo de futebol, foi condecorado pelo Presidente da República (PR) de Portugal.
É opinião unânime que Ronaldo é um modelo de jogador de futebol, bom profissional, dá a conhecer Portugal, para além de ganhar uns pornográficos 180 mil contos (sim, daqueles contos antes do euro) por mês, fora outras comissões.
Dá gosto vê-lo jogar (para quem gosta de futebol) e pronto: faz o que gosta, tem boa vida, ganha um ordenado escandaloso, é um exemplo de dedicação e profissionalismo.
O suficiente para ser, quiçá, condecorado pela Federação Portuguesa de Futebol, mas não, foi o PR de Portugal que o condecorou, tornando-o “Grande-Oficial da ordem do Infante D. Henrique”.
Confesso que me senti incomodado, pois a justificação foi por “serviços relevantes a Portugal”.
Não sei porquê, lembrei-me de outros Ronaldos que ficaram no baú do esquecimento do PR.
Lembrei-me do povo português que tem vivido esmagado em impostos, para que a classe política viva à grande e à francesa, com o dinheiro do povo.
Lembrei-me do povo português que se vai matando e emigrando, desesperados, enquanto gente sem escrúpulos ocupa os mais altos cargos da Nação, alguns presos, outros sob suspeita, a maioria impunes.
Lembrei-me do povo português que deixa de estudar, de ir ao médico, de comer, para que meia dúzia de gaiatos se pavoneiem em carros de luxo topo de gama, alemães, claro!
Lembrei-me do povo português que está desempregado ou com ordenados de miséria, enquanto a classe política vai delapidando o pouco que sobra de Portugal, nas PPP’s, nas rendas da EDP, no BPN, Estaleiros Navais e tantos outros.
Lembrei-me da Rita que, aos 25 anos de idade viu o marido falecer de cancro, ficou com dois bebés para criar, está na iminência de ficar sem emprego, enquanto os filhos órfãos, recebem cerca de 38,5 € cada um, pelo facto de terem ficado órfãos. O Sr. Presidente da República enganou-se mais uma vez, pois esqueceu-se de condecorar colectivamente o povo português pela paciência, pachorra, tolerância em demasia com a incompetência, falta de vergonha, de moral, de honestidade das nossas elites políticas que nos desgraçam.
O Sr. Presidente da República fez mais do mesmo, foi previsível, quando o povo lhe pedia um sinal de esperança.
O meu Ronaldo, Sr. Presidente, é a Rita e, as muitas “Ritas” deste país que, ainda se chama… Portugal!
José Lucas
Óbidos (Portugal), 21 de Janeiro 2014
O Silêncio
Quando a ternura
parece já do seu ofício fatigada,
e o sono, a mais incerta barca,
inda demora,
quando azuis irrompem
os teus olhos
e procuram
nos meus navegação segura,
é que eu te falo das palavras
desamparadas e desertas,
pelo silêncio fascinadas
Eugénio de Andrade
parece já do seu ofício fatigada,
e o sono, a mais incerta barca,
inda demora,
quando azuis irrompem
os teus olhos
e procuram
nos meus navegação segura,
é que eu te falo das palavras
desamparadas e desertas,
pelo silêncio fascinadas
Eugénio de Andrade
Influência da Lua na Agricultura
Sabia que além do sol existe outro astro que exerce influência sobre o planeta terra?
Esse astro é a lua. Ela recebe a luz do sol e reflecte sobre a terra emitindo energia, força de gravidade, a qual actua sobre as plantas animais, água e terra.
Fases da Lua
A lua passa por quatro fases: minguante, nova, crescente e cheia. Cada fase dura sete dias.
Lua minguante
Nesta fase é pouca a influência da lua sobre a terra. É provável que esta força seja insignificante.A energia ou força contida na terra tende a descer. Daí pensam no que os mais velhos dizem “nesta fase da lua as coisas que crescem da terra para fora minguam, e as coisas que crescem de fora para dentro vigora (raízes)”.
Na prática observando o comportamento das hortaliças, concluiu-se que nessa fase plantam-se raízes; rabanetes, beterraba, cenoura, inhame, batata, cebola de cabeça (bulbos) e outras. Isto porque a planta ao germinar, primeira força o enraizamento, demora mais a nascer, retarda um pouco o crescimento, porte menor, raízes mais desenvolvidas.
Quanto à seiva, a planta absorve menos quantidade de seiva no caule, nas folhas e nos ramos. Fase boa para tirar bambus, madeiras para construção e cabos para ferramentas, etc.
OBS: A durabilidade é maior, resiste mais ao ataque de pragas. Bom para fazer desbrota (porque a planta está menos concentrada de seiva, cicatriza mais rápidos os ferimentos e dificulta a penetração de parasitas). Faz-se a poda caso queira retardar a brotação (lembrando que podas repetitivas nessa fase da lua podem levar a planta ao enfraquecimento, e até mesmo interromper o seu ciclo de vida).
O que acontecerá se plantarmos raízes na lua forte? No caso das hortaliças, a planta vegeta muito chegando algumas a não produzirem raízes.
OBS: Em todas as fases sempre é bom você pegar o auge da lua (dois ou três dias após ter começado a fase); com excepção da minguante, que você poderá pegar a partir do quinto dia da cheia, isto porque está minguando, mas não descartando a possibilidade dela exercer pequena influência sobre a planta.
A batata – doce e a mandioca têm duas opções para o plantio:
1. Plantar na minguante as ramas da batata ou a maniva da mandioca no mesmo dia que forem colhidas.
2. Colher a ramas ou as manivas dois ou um dia antes da nova, deixar murchar a sombra e plantar a partir do segundo dia da nova.
Quando colocamos as ramas ou as manivas para murchar, elas perdem reservas (seivas) e ao plantar na lua nova elas tendem a forçar tanto o broto quanto a raiz (lei de sobrevivência).
Lua nova
Nesta fase, ela começa exercer influência sobre a Terra, a seiva (sangue da planta) manifesta-se em maior quantidade no caule, em direcção aos ramos. Nesta fase, planta-se mais couve - comum, almeirão, cebolinha, espinafre, plantas medicinais e outras.
OBS: Planta-se mais para o aproveitamento de folhas; excepto as verduras folhosas que aglomeram as folhas (o mesmo que formar cabeça) repolho, chicória, alface, couve –chinesa e outras.
Bom também para o plantio de árvores cujo objectivo é produção de madeira.
LUA CRESCENTE
Fase em que a lua exerce influência muito boa sobre as plantas, nessa fase a seiva está presente em maior quantidade no caule, nos ramos e nas folhas.
Fase boa para plantar tomate, pimentão, jiló, quiabo, berinjela, feijão – vagem, pepino, abóbora, milho, arroz, feijão e outras, sejam frutíferas, legumes ou cereais.
Bom para se fazer enxerto, poda (para brotação rápida).
OBS: O tomate plantado nesta fase lunar produz mais, as pencas ficam mais próximas, com mais frutos; já na minguante, produz pouco; na lua nova, alonga-se a haste e as pencas distanciam mais uma das outras; na cheia, vegeta mais, menos frutos por penca com maior probabilidade de ataque de pragas.
Lua Cheia
Fase em que a influência sobre a terra chega ao ponto máximo, mas só nos primeiros dias, porque depois de sofrer efeito da minguante. No início desta fase planta-se: repolho, couve-flor, alface e outras. Além das hortaliças esta fase é óptima para o plantio de flores.
É importante frisar que nesta fase a seiva se concentra na copa da planta (ramos e folhas).
Você Sabia
« Para seguir a fase lunar deve partir desde o semeio ou plantio porque são nos primeiros dias de vida da planta que a Lua exerce maior influência.
« Para colher frutos, a melhor fase é a lua cheia. Os frutos estão mais suculentos devido a maior quantidade de seiva encontrada nos frutos. Já para as raízes e vagens, na minguante pois,,,,, a planta encontra-se com menos seiva facilitando o cozimento, segundo afirma a engenheira agrónoma e pesquisadora Ana Primavesi – Edição Guia Rural Abril.
« Para colher milho, arroz, abóbora e outros para armazenamento, são melhor colher na minguante porque resiste mais ao ataque de caruncho, gorgulho, etc.
« Melhores fases para plantar banana: na nova e crescente. Na minguante, leva muito tempo para produzir e produzir cachos pequenos.
« Alguns agricultores plantam feijão , milho, ou mesmo frutíferas na minguante para evitar ataque de brocas, lagartas, etc. Muitos usam este método mesmo sabendo de uma possível queda de produção.
« Se fizermos semeio de uma determinada cultura em uma fase lunar, o plantio deverá obedecer a mesma fase. Caso contrário, sofrerá influência das duas fases. Tendo a fase inicial como dominante.
O plantio por estaca deve ser efectuado na lua nova cujo objectivo é a produção de caule e folha, já para produção de frutas, o mais indicado é na lua crescente. Seguindo os mesmos requisitos do item anterior.
« Os insectos se manifestam mais na lua fortes.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Vladimir Gusev, Russian painter, was born in 1957. The first teacher of drawing and painting in Vladimir was his father, the artist Sergey Gusev. He studied at the State Institute of Art Moscow. VISurikova, graduating in 1981.Trabaja in the Department of Painting. It is a creative artist, working successfully genre paintings, landscapes, still lifes and portraits. His landscape works are always interesting in composition and color space. Make an optimistic perception of nature that lets you make a sharp poetic expression. His paintings give a feeling of lightness and ease of perception. His works are in private collections in the Soviet Union, Japan, France, Italy, Yugoslavia, Germany, UK, Poland and Finland. Musica : Brian Crain
CENTO E VINTE E DUAS PÁGINAS PARA ISTO ?
E perguntavam todos para que é que servia a Comissão Europeia !
Euro sobrevalorizado, derrocada financeira dos países do Sul, políticas económicas desastrosas, etc., não fazem com que os comissários europeus percam o sentido das prioridades. A prova? O último projecto da Comissão:
Normalizar o conteúdo das bacias dos WC na União.
Após 3 anos de investigação (não estou a inventar nada) a Comissão encontrou A SOLUÇÃO e acaba de a expor num relatório de 122 páginas: Devem ser 5 litros para evacuação das retretes e de 1 litro para os urinóis.
CENTO E VINTE E DUAS PÁGINAS PARA ISTO?
Percebemos a vossa indignação. Mas... CALMA! O relatório trata doutras matérias, que vão desde contabilizar o número de WC na União e locais de "alívio" por país da União. Ficámos assim a saber que os franceses são os europeus que mais partilham as retretes (0,65 WC/ habitante), enquanto os alemães e espanhóis são os mais individualistas neste aspecto (0,94 e 1,04). Fascinante!
Não dá para acreditar, se pensarmos que funcionários que recebem mais de Eur. 10.000,00 por mês (dos nossos impostos) se ocupam mais dos problemas das retretes do que do desemprego na Europa... São os mesmos que se reúnem há anos para definir o calibre das bananas...
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
For the love of the wolf
"In the end we will conserve only what we love and respect.We will love and respect only what we understand.
We will understand only what we are taught
or allowed to experience."
The video is taken From the movie Living with Wolves (Discovery) and the song is Sacred Spirit Yeha Noha
Not intention to infringe copyrights just a way for send a message of love and respect .
domingo, 19 de janeiro de 2014
Arroz de Marisco

O arroz de marisco é um prato tradicional da cozinha portuguesa, típico das zonas costeiras. Como o próprio nome indica, trata-se de um prato feito à base de vários tipos de marisco, nomeadamente amêijoas, camarão, berbigão, mexilhão, lagosta e sapateira. Há pequenas variações regionais da receita, marcadas sobretudo pelas diferentes combinações do marisco utilizado. Ingredientes: 500 grs de mexilhão 400 grs de arroz 500 grs de amêijoas 500 grs de camarão 4 bocas de sapateira 4 colheres de sopa de azeite 1 cebolas médias picadas 50 grs de margarina 2 dentes de alho picados 1 molhinho de coentros picante q.b. sal 1 dl de vinho branco Confecção: Limpe e lave os mariscos. Coza-os e descasque--os, aproveitando a água de todos eles, e deixando alguns camarões inteiros para decoração. Com as cascas e cabeças do camarão faça um bom caldo. Refogue os alhos picados e as cebolas no azeite e margarina, sem deixar queimar. Junte o caldo, e o vinho deixe levantar fervura e, junte o arroz (4 chávenas de caldo para 1 de arroz) deixe cozer por 12 minutos, junte os mariscos e os coentros picados, rectifique os temperos e deixe ao lume por mais 3 minutos. Retire o tacho do lume e decore com alguns camarões inteiros. Sirva de imediato.
COMO SE MATA UM DEPUTADO J.Notícias- Paulo Ferreira- 18/01/2014
A emoção quase lacrimejante com que uma dúzia de deputados do PSD levantou, anteontem, a mão no Parlamento para dizer que, sendo favorável à coadoção por casais do mesmo sexo, teve que votar a favor de um tonto referendo porque a isso foi obrigada pela liderança da bancada, é das coisas mais desprezíveis que me recordo de assistir na Assembleia da República.
Há quem veja neste gesto algo de nobre: não consigo perceber porquê. Num tema que envolve, antes de tudo e acima de tudo, a consciência de cada um e uma revisitação aos valores de cada um, num tema destes não pode haver condescendência. Só pode haver decência. Coerência. Aquiescência com aquilo que queremos e gostamos de ser. Não pode haver subserviência.
Os dedos erguidos carregaram, figurativamente, no gatilho de uma pistola. Cada estalido foi um estalo na democracia. Cada tiro acertou direitinho no alvo de que pretendia escapar: na cara de cada um de nós e no coração de cada um dos deputados. As lágrimas de crocodilo pretendiam esconder o haraquíri a que se submeteu cada deputado que optou por jogar este vergonhoso jogo. Ao invés, mostrou-o em toda a sua plenitude. Foi uma coisa infantil. Muito infantil. Que apenas 11% dos portugueses confiem nos deputados e 9% nos partidos parece, a esta luz, um verdadeiro milagre. Porque uns e outros continuam a brincar à roleta russa, imaginando que não há balas no revólver. Há.
Oiço vozes que tecem elogios grandiloquentes a Teresa Leal Coelho. Não as percebo, francamente. A deputada do PSD saiu do hemiciclo na altura de votar a realização do referendo, e a seguir demitiu-se do cargo de vice-presidente da bancada parlamentar. O truque não basta para merecer aplausos. A única coisa que, em bom rigor, lhe resta é decidir se quer continuar a integrar uma bancada que faz politiquice da mais rasteira com valores civilizacionais dos mais elevados. Quer? Fica. Não quer? Sai. Ela e todos os outros que ergueram piedosamente o dedo e rabiscaram conscientemente declarações de voto, procurando aliviar a consciência, assim como quem toma um ben-u-ron para aliviar uma dor de cabeça.
O expediente de última hora usado pelo PSD, colocando na frente da batalha, tipo carne para canhão, um jovem da JSD com naturais dificuldades para defender o indefensável, mereceu, ontem, o comentário do primeiro-ministro. "Não vejo nenhum inconveniente [na realização do referendo]. Da mesma maneira que durante estes três anos a Constituição não ficou suspensa porque vivemos numa situação de emergência, assim a democracia não pode ficar suspensa porque as pessoas entendem que há outras matérias para discutir".
Faltava esta pequena peça para se fechar o puzzle onde se vê Passos Coelho a segredar qualquer coisa ao deputado "jota". O que será?
Excelente trabalho do meu amigo Nelson Costa , o qual , acho que deve ser partilhado e divulgado até à exaustão , para despertar algumas consciências , a ver se ainda vamos a tempo de "alguma coisa" . . .

*Publico estes estudos nesta pagina porque penso que é do interesse da concelho, a preservação das nossas praias. Como tem havido muitos comentários mas pouca informação, decidi pesquisar alguns estudos que tratassem esta questão. E a verdade é que apesar da proveniência distinta destes estudos (um deles inclusive do ministério do ambiente), parecem concordar em que a erosão repentina da nossa costa durante o seculo passado tem pouco a ver com a subida media das aguas do mar e mais a ver com falta de areia nas praias. A subida do nivel das aguas do mar é real, mas não foram os 20cm de aumento neste ultimo século que causou a erosão repentina que temos estado a assistir nas ultimas decadas. Mas não vos aborreço com as minhas palavras e passo a transcrever dos autores:
"Estudo de Avaliação da Situação Ambiental e Proposta de Medidas de Salvaguarda para a Faixa Costeira Portuguesa"
(...)
"Estimativas recentes (Andrade, 1990; Ferreira et al, 1990) sobre a percentagem de recuo da linha de costa directamente atribuível à actual elevação do nível do mar revelam valores relativamente modestos. Assim, essa elevação poderia justificar, no máximo 15 a 30% do recuo verificado da linha de costa em litorais arenosos. Pode afirmar-se, portanto, que na maior parte do litoral português, a actual elevação do nível do mar é uma causa directa menor no que se refere ao recuo da linha de costa."
(...)
"A diminuição do fornecimento de sedimentos ao litoral está, na maior parte, directa ou indirectamente relacionada com as actividades antrópicas. À medida que a capacidade tecnológica do homem para intervir no ambiente em que vive vai aumentando, vai diminuindo, simultaneamente, a quantidade de areias que, por via fluvial, alimentam a deriva litoral. Assim, constata-se que a diminuição do fornecimento sedimentar ao litoral tem atingido amplitude exponencialmente crescente ao longo deste século."
(...)
"Um dos elementos inibitórios do transporte fluvial de areias mais relevante é constituído pelos aproveitamentos hidroeléctricos e hidroagrícolas, isto é, pelas barragens."
"(...)os desenvolvimentos portuários, bem como o progressivo aumento do calado dos navios, vieram aumentar as exigências no que se refere à estabilidade dos canais denavegação e à sua profundidade. Consequentemente, as obras de dragagem para abertura, manutenção ou aprofundamento desses canais têm vindo, progressivamente, a atingir maior amplitude."
(...)
"Há que reconhecer que os molhes e quebra-mares dos portos são imprescindíveis para o desenvolvimento económico e social do país (mas) como é evidente, tais estruturas perturbam profundamente a dinâmica intrínseca do litoral, entre outras razões porque: a) modificam, as condições locais da deriva litoral, induzindo fenómenos de difracção, refracção e reflexão da agitação marítima totalmente estranhos ao funcionamento natural do sistema; b) frequentemente, divergem para o largo as correntes de deriva litoral, o que tem como consequência a deposição de areias a profundidades em que dificilmente são remobilizadas, o que se traduz numa diminuição da deriva litoral nesse troço costeiro; c) interrompem, quase por completo, a deriva litoral (pelo menos até colmatação completa do molhe), o que tem consequências profundamente nefastas para o litoral a jusante dos molhes"
http://w3.ualg.pt/~jdias/JAD/ebooks/Ambicost/4_Ambicost_Causas%20Er.pdf
Estudo Sintético de Diagnóstico da Geomorfologia e da Dinâmica Sedimentar dos Troços Costeiros entre Espinho e Nazare
" Com efeito, este molhe (do porto de aveiro) veio interromper a deriva litoral, evitando que as areias nela envolvidas continuassem a assorear a barra. No entanto, como se referirá nos pontos seguintes, esta interrupção da deriva litoral provocou forte deficiência sedimentar a sul, de onde resultou assinalável recuo da linha de costa. Assim, pode afirmar-se que os graves problemas de erosão costeira na costa sul adjacente à barra de Aveiro se iniciaram quando o molhe norte foi prolongado para o mar.(...)É indubitável que os molhes do porto de Aveiro tiveram notáveis consequências positivas na operacionalidade da barra e, mesmo, no corpo lagunar. Todavia, no litoral adjacente, os impactes nem sempre foram positivos, sendo até, a Sul, extraordinariamente negativos."http://w3.ualg.pt/.../JAD/ebooks/EsaminAveiro/9_CAveiro.pdf
Caracterização dos principais factores condicionantes do balanço sedimentar e da evolução da linha de costa entre Aveiro e o Cabo Mondego
"Concluiu-se que o recuo existente, ainda que sendo promovido pela acção dos temporais, deriva sobretudo da carência no fornecimento de sedimentos pelas fontes originais, a qual é, em grande parte, consequência de acções antrópicas (acções humanas). Daqui resulta que a saturação da deriva litoral, por forma a equilibrar o balanço sedimentar, seja actualmente feita a custa da erosão das praias e das dunas. " http://dspace.hidrografico.pt/jspui/handle/123456789/2082
este do Ministerio do Ambiente...
Gestão de Resíduos e Valorização do Dominio Hídrico:
(pag15)"Causas da Degradação de zonas costeiras com erosão da faixa litoral - Redução significativa do contributo de fontes aluvionares em resultado da construção de aproveitamentos hidráulicos, da realização de dragagens, quer para recolha de inertes quer nas áreas portuárias, e da construção de obras portuárias que interrompem o trânsito sedimentar litoral."
http://www.apambiente.pt/_zdata/planos/PGRH4/RB%5CParte%202%5C7.Diagnostico%5C7.3_Diagnostico%5Crh4_
http://w3.ualg.pt/~jdias/JAD/ebooks/Ambicost/4_Ambicost_Causas%20Er.pdf
w3.ualg.pt
sábado, 18 de janeiro de 2014
Donos Angolanos de Portugal
Foi ontem apresentado em Lisboa o livro Os Donos Angolanos de Portugal, uma obra que denuncia a crescente influência dos investimentos angolanos em Portugal, encabeçados por Isabel dos Santos (filha primogénita de JES), Manuel Vicente (vice-presidente da República e ex-director da Sonangol) e pelo general Vieira Dias ?Kopelipa? (ministro de Estado e chefe da Casa Militar do presidente da República).
O livro, da autoria de três dirigentes da formação política Bloco de Esquerda, retrata a teia de interesses e parcerias entre as elites político-empresariais angolanas e portuguesas, numa altura em que a tensão entre os dois países se intensifica. O capital angolano investido em Portugal aumentou 35 vezes na última década e, no seu conjunto, os angolanos são os investidores estrangeiros com maior peso na Bolsa de Valores de Lisboa. Interesses angolanos detêm agora posições significativas no sector bancário, nas telecomunicações, na energia e na comunicação social em Portugal.
A acumulação de capital em Angola, resultado de uma década de elevados preços do petróleo e da institucionalização da corrupção, liderada pelo presidente da República, coincidiu com a crise económica em Portugal.
A fragilidade da economia portuguesa, assim como a predisposição da sua classe política e económica para fechar os olhos à proveniência dos capitais angolanos, completaram um quadro em que os interesses das principais figuras angolanas encontraram em Portugal portas abertas para o branqueamento de capitais e para a internacionalização de investimentos obtidos de forma ilícita.
De acordo com Jorge Costa, um dos autores do livro, ?Portugal está a transformar-se, fruto da promiscuidade política entre o regime angolano e quase todos os partidos portugueses, numa placa giratória para a aplicação de capitais, que, pela sua origem, teriam muita dificuldade em ser aplicados noutros países europeus?.
Isabel dos Santos, a primeira mulher bilionária africana, cuja fortuna foi acumulada através de decretos presidenciais, é o exemplo máximo do crescente poder angolano sobre a economia portuguesa. A filha de José Eduardo dos Santos é uma das maiores accionistas em empresas portuguesas, com participações na banca (BPI, BIC), nas telecomunicações (ZON) e na energia (Amorim Energia).
Numa sala cheia da livraria FNAC, no centro de Lisboa, o jornalista e director-adjunto do semanário português Expresso, Nicolau Santos, apresentador do livro, indicou que, para além dos investidores angolanos, ninguém com capital disponível teria interesse em investir na comunicação social em Portugal, sector com pouca ou nenhuma rentabilidade. O interesse angolano neste sector destina-se unicamente a influenciar a cobertura noticiosa sobre Angola.
António Mosquito, um dos investidores angolanos com forte presença em Portugal, adquiriu recentemente uma participação na Controlinveste, grupo de media que integra importantes órgãos de comunicação social em Portugal, incluindo a estação radiofónica TSF e os jornais Diário de Notícias e Jornal de Notícias, entre outros.
De acordo com o jornalista, que afirma desconhecer casos de censura directa, existe agora, nos meios de comunicação portugueses que têm participações angolanas, grande hesitação em publicar notícias negativas sobre Angola. ?As oito mil empresas portuguesas em Angola e os 150 mil portugueses que agora trabalham em Angola exercem de igual forma pressão para que não haja cobertura noticiosa negativa sobre Angola, de modo a não prejudicar os seus interesses?, acrescentou Nicolau Santos.
As alianças entre as elites político-empresariais angolanas e portuguesas resultam, segundo Jorge Costa, em ?prejuízo para o povo angolano, que vê drenadas do seu país riquezas que poderiam ser usadas em seu benefício, bem como para o povo português, que vê serem entregues ao capital angolano interesses estratégicos de Portugal?.
O livro, que pretende constituir um levantamento exaustivo desta teia de alianças, inclui a listagem de todos os governantes portugueses, desde 1974, com ligações empresariais a Angola, revelando casos de muitos ex-ministros com protagonismo nestes grupos económicos.
Os Donos de Portugal, de autoria de Jorge Costa, Francisco Louçã e João Teixeira Lopes, é uma edição da Bertrand Editora.
Alguns dos gráficos reproduzidos no livro Os Donos Angolanos de Portugal, ilustrando as participações cruzadas de interesses económicos angolanos e portugueses:



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