Afinal o nosso sistema de ensino ainda cria jovens inteligentes...
Professor:
O que devo fazer para repartir 11 batatas por 7 pessoas?
Aluno:
Puré de batata, senhor professor
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O professor ao ensinar os verbos:
- Se és tu a cantar, dizes: "eu canto". Ora bem, se é o teu irmão que canta, como é que dizes?
- Cala a boca, Alberto
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- "Stora", alguém pode ser castigado por uma coisa que não fez?
- Não.
- Fixe. É que eu não fiz os trabalhos de casa.
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- Manuel , diga o presente do indicativo do verbo caminhar.
- Eu caminho... tu caminhas... ele caminha...
- Mais depressa!
- Nós corremos, vós correis, eles correm!
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Professor:
Chovia, que tempo é?
Aluno:
É tempo muito mau, senhor professor.
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Professor:
De onde vem a electricidade?
Aluno:
Do Jardim Zoológico!
Professor:
Do Jardim Zoológico?
Aluno:
Pois! O meu pai, quando falta a luz em casa, diz sempre: "Aqueles camelos...".
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Professor:
Quantos corações temos nós?
Aluno:
Dois, senhor professor.
Professor:
Dois!?
Aluno:
Sim, o meu e o seu!
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Dois alunos chegam tarde à escola e justificam-se:
- 1º Aluno:
Acordei tarde, senhor professor! Sonhei que fui à Polinésia e demorou muito a viagem.
- 2º Aluno:
E eu fui esperá-lo ao aeroporto!
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Professor:
Pode dizer-me o nome de cinco coisas que contenham leite?
Aluno:
Sim, senhor professor:
Um queijo e quatro vacas.
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Um aluno de Direito a fazer um exame oral:
O que é uma fraude?
Responde o aluno:
É o que o Sr. Professor está a fazer.
O professor muito indignado:
Ora essa, explique-se...
Diz o aluno:
Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar!
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Professora: Maria, aponta no mapa onde fica a América do Norte.
Maria: Aqui está.
Professora: Correcto. Agora turma, quem descobriu a América?
Turma: A Maria.
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Professora: João, menciona uma coisa importante que exista hoje e que não havia há 10 anos atrás.
João: Eu!
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Professora: Francisco, porque é que andas sempre tão sujo?
Francisco: Bem, estou muito mais perto do chão do que a Sr.ª. Professora.
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Professora: Agora, Simão, diz-me sinceramente, rezas antes de cada refeição?
Simão: Não professora, não preciso. A minha mãe é uma boa cozinheira.
______________________________
Professora: Artur, a tua composição "O Meu Cão" é exactamente igual ao do teu irmão. Copiaste-a?
Simão: Não. O cão é que é o mesmo.
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Professora: Bruno, que nome se dá a uma pessoa que continua a falar, mesmo quando os outros não estão interessados?
Bruno: Professora.
domingo, 16 de novembro de 2014
Pleonasmos...
Quase todos os portugueses sofrem de pleonasmite, uma doença congénita para a qual não se conhecem nem vacinas nem antibióticos.Não tem cura, mas também não mata. Mas, quando não é controlada, chateia (e bastante) quem convive com o paciente.
O sintoma desta doença é a verbalização de pleonasmos (ou redundâncias) que, com o objectivo de reforçar uma ideia, acabam por lhe conferir um sentido quase sempre patético.
Definição confusa? Aqui vão quatro exemplos óbvios: “Subir para cima”, “descer para baixo”, “entrar para dentro” e “sair para fora”.
Já se reconhece como paciente de pleonasmite? Ou ainda está em fase de negação? Olhe que há muita gente que leva uma vida a pleonasmar sem se aperceber que pleonasma a toda a hora.
Vai dizer-me que nunca “recordou o passado”? Ou que nunca está atento aos “pequenos detalhes”? E que nunca partiu uma laranja em“metades iguais”? Ou que nunca deu os “sentidos pêsames” à“viúva do falecido”?
Atenção que o que estou a dizer não é apenas a minha “opinião pessoal”. Baseio-me em “factos reais” para lhe dar este “aviso prévio” de que esta “doença má” atinge “todos sem excepção”.
O contágio da pleonasmite ocorre em qualquer lado. Na rua, há lojas que o aliciam com “ofertas gratuitas”. E agências de viagens que anunciam férias em “cidades do mundo”. No local de trabalho, o seu chefe pede-lhe um “acabamento final” naquele projecto. Tudo para evitar “surpresas inesperadas” por parte do cliente. E quando tem uma discussão mais acesa com a sua cara-metade, diga lá que às vezes não tem vontade de “gritar alto”: “Cala a boca!”?
O que vale é que depois fazem as pazes e vão ao cinema ver aquele filme que “estreia pela primeira vez” em Portugal.
E se pensa que por estar fechado em casa ficará a salvo da pleonasmite, tenho más notícias para si. Porque a televisão é, de“certeza absoluta”, a “principal protagonista” da propagação deste vírus.
Logo à noite, experimente ligar o telejornal e “verá com os seus próprios olhos” a pleonasmite em directo no pequeno ecrã. Um jornalista vai dizer que a floresta “arde em chamas”. Um treinador de futebol queixar-se-á dos “elos de ligação” entre a defesa e o ataque. Um “governante” dirá que gere bem o “erário público”. Um ministro anunciará o reforço das “relações bilaterais entre dois países”. E um qualquer “político da nação” vai pedir um “consenso geral” para sairmos juntos desta crise.
E por falar em crise! Quer apostar que a próxima manifestação vai juntar uma “multidão de pessoas”?
Ao contrário de outras doenças, a pleonasmite não causa “dores desconfortáveis” nem “hemorragias de sangue”. E por isso podemos “viver a vida” com um “sorriso nos lábios”. Porque alguéma pleonasmar, está nas suas sete quintas. Ou, em termos mais técnicos, no seu “habitat natural”.
Mas como lhe disse no início, o descontrolo da pleonasmite pode ser chato para os que o rodeiam e nocivo para a sua reputação. Os outros podem vê-lo como um redundante que só diz banalidades. Por isso, tente cortar aqui e ali um e outro pleonasmo. Vai ver que não custa nada. E “já agora” siga o meu conselho: não “adie para depois” e comece ainda hoje a “encarar de frente” a pleonasmite!
Ou então esqueça este texto. Porque afinal de contas eu posso estar só “maluco da cabeça”.
sábado, 15 de novembro de 2014
Esta sim, é a verdadeira sopa de tomate!
Recrie uma honesta mas bem rica sopa de tomate alentejana.
Comece por picar uma cebola e leve a alourar. Enquanto isso, corte 4 tomates maduros, junte 1 folha de louro e 1 dente de alho ao refogado, e de seguida, o tomate.
Tempere com sal e deixe refogar mais um pouco.
Entretanto, corte 2 batatas em pedaços, acrescente ao tacho, e regue com água.
Tape e deixe cozer durante 15 minutos.
Passado esse tempo, deite 2 ovos na sopa, e volte a tapar, para que fiquem bem escalfados.
Por fim, corte fatias de pão alentejano e faça uma cama para receber esta saborosa sopa de tomate.
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Nascimento da lua cheia
O australiano Mark Gee capturou em vídeo a imagem da lua pairando sobre o miradouro do Monte Victoria, em Wellington (Nova Zelândia).
- "Para capturar o vídeo foi necessário colocar-me a cerca de 2,1 quilômetros de distância, do outro lado da cidade ", disse Gee. Segundo o autor, o vídeo está como foi filmado, sem que tenha havido qualquer manipulação.
Tem a duração de três minutos, que são muito especiais.
http://player.vimeo.com/video/58385453?autoplay=1
«Tira a minha mulher da equação ou vou-te aos cornos.»
Anos depois de se clamar contra a asfixia democrática, parece que finalmente temos dados para a caracterizar — através de um caso prático protagonizado por António Albuquerque, marido da Miss Swaps.
O citado cavalheiro anda por aí a amedrontar jornalistas para que não incomodem a sua dama. E fá-lo num estilo que lembra os coronéis do sertão: «Tira a minha mulher da equação ou vou-te aos cornos.» Foi esta forma delicada que o marido da Miss Swaps encontrou para que um jornalista entendesse que ele não havia apreciado o seu trabalho. Ainda não convencido de que o seu interlocutor pudesse ter captado a mensagem, António Albuquerque reforça o convite, através de um novo SMS, para que o azougado jornalista arrepie caminho: «Agora fiquei preocupado… estás avisado, se metes a minha mulher ao barulho nesta história… vais parar a um hospital.» E para que não subsistam dúvidas do muito que certamente aprendeu com o malogrado Dr. Relvas, assegura ao jornalista (que teve o desplante de escrever um artigo de opinião sobre os efeitos nos bolsos dos contribuintes da resolução do BES) que tem reunidas as provas para o submeter à Inquisição: «A tua memória é muito fraca… queres que te envie um dossier com as tuas notícias a começar pelaPerella. Sim, tu tens um dossier».
Enquanto os recalcitrantes são tratados à paulada nos bastidores, a Miss Swaps aparece na televisão a dizer-nos serenamente que there is no alternative.
O citado cavalheiro anda por aí a amedrontar jornalistas para que não incomodem a sua dama. E fá-lo num estilo que lembra os coronéis do sertão: «Tira a minha mulher da equação ou vou-te aos cornos.» Foi esta forma delicada que o marido da Miss Swaps encontrou para que um jornalista entendesse que ele não havia apreciado o seu trabalho. Ainda não convencido de que o seu interlocutor pudesse ter captado a mensagem, António Albuquerque reforça o convite, através de um novo SMS, para que o azougado jornalista arrepie caminho: «Agora fiquei preocupado… estás avisado, se metes a minha mulher ao barulho nesta história… vais parar a um hospital.» E para que não subsistam dúvidas do muito que certamente aprendeu com o malogrado Dr. Relvas, assegura ao jornalista (que teve o desplante de escrever um artigo de opinião sobre os efeitos nos bolsos dos contribuintes da resolução do BES) que tem reunidas as provas para o submeter à Inquisição: «A tua memória é muito fraca… queres que te envie um dossier com as tuas notícias a começar pelaPerella. Sim, tu tens um dossier».
Enquanto os recalcitrantes são tratados à paulada nos bastidores, a Miss Swaps aparece na televisão a dizer-nos serenamente que there is no alternative.
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
TRAGÉDIA ANUNCIADA
A liderança Kaiowá Marinalva Manoel, de apenas 27 anos, foi brutalmente assassinada na madrugada de sábado, 01 de novembro. Seu corpo foi encontrado às margens da rodovia BR-163, nas imediações de Dourados, Mato Grosso do Sul, com 35 facadas.
Há cerca de 15 dias, Marinalva compôs comitiva que esteve em Brasília em defesa dos direitos territoriais dos Guarani-Kaiowá. Naquela ocasião, ela e outras lideranças indígenas denunciaram diversos casos de violência contra suas comunidades, praticados por fazendeiros da região. Informaram, ainda, em reuniões no Congresso Nacional, no STF e no Ministério da Justiça, que esse quadro tem se agravado, diante dos retrocessos aos direitos constitucionais dos povos indígenas nas esferas legislativa, executiva e judiciária.
Toda nossa solidariedade à dor do povo Guarani-Kaiowá. Sua luta é nossa luta. Demarcação JÁ!
Leia mais: http://migre.me/mGLF8
#EquipeChicoAlencar
“A fome mata mais que o vírus do Ébola, mas não é considerado um problema significante. Simplesmente porque as pessoas ricas não podem morrer à fome”.
A fome mata cerca de 50.000 pessoas por dia, morre uma pessoa a cada 6 segundos com falta de alimento. Matando, em cada ano, mais pessoas do que a sida, a malária e a tuberculose juntas.
Existem atualmente 1,02 mil milhões de pessoas subnutridas no Mundo, o que significa que uma por cada seis não tem alimentação suficiente para ser saudável e manter uma vida activa.

O relatório da FAO (Food and Agriculture Organization) mostra que o número de vítimas cresce, mas que a agricultura mundial poderia alimentar normalmente, com uma dieta de 2,2 mil calorias por dia, 12 biliões de pessoas. Então, uma criança que morre de fome hoje é assassinada.
Fome não pode ser considerada uma causa de morte natural. É massacre criminoso, organizado. O número de mortes no mundo, por ano, corresponde a 1% da população do planeta.
Isso significa que no ano passado 70 milhões de pessoas morreram. Desses 70 milhões, 18,2 milhões morreram de fome ou de suas consequências imediatas. A fome é de longe a causa de mortalidade mais importante e o mundo transborda de riquezas!
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
PAULO COELHO: SOBRE O CORPO DE UMA MULHER

Simplesmente genial este texto. Vem lembrar às mulheres que vivem obcecadas com a balança de que para nós, homens, o peso é irrelevante. A beleza é muito mais do que isso. Ora lê só…
“Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.
Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra… está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros – é uma questão de proporções, não de medidas.
As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas… . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.
Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras.
A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.
As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas… Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.
É essa a lei da natureza… que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.
Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.

As jovens são lindas… mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda… cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo.
Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos ‘em formol’ nem em spa… viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.
Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!”
A beleza é tudo isto.
Paulo Coelho
sábado, 8 de novembro de 2014
Semear e Plantar com a Lua
Semear e Trabalhar com a Lua é considerar as plantas como organismos vivos, e não como objetos inanimados.
Na produção de alimentos, a influência da lua sobre as plantas é conhecida pelos agricultores desde a antiguidade. É milenar o conhecimento que os chineses detêm, por exemplo, sobre o corte do bambu e madeira: a ser realizado entre lua minguante e a nova, quando o teor de seiva e humidade dentro dos troncos é menor. Usando este conhecimento é possível trabalhar com o ritmo da Natureza e usá-lo em beneficio da plantas.
A lua passa por quatro fases: minguante, nova, crescente e cheia. Cada fase dura sete dias.
Lua crescente
Fase em que a seiva é atraída para cima, para as folhas, favorecendo o crescimento da parte superior da planta.
Periodo favorável ao plantio de cereais, frutas e flores e colheita de verduras.
Boa época para se fazer enxertos e preparar o solo com compostos e cobertura vegetal (mulch).
Lua cheia
Colher plantas medicinais e frutos — os frutos estão mais suculentos devido a maior quantidade de seiva encontrada nos frutos. Plantio desaconselhado.
Lua minguante
Nesta fase a força da seiva diminui, indo para a parte inferior da planta.
Iniciar o plantio de plantas de raízes, como a beterraba, cenoura, cebola, batata… Colher as raízes e vagens pois a planta encontra-se com menos seiva o que facilita a cozedura, para colher milho, abóbora e outros para armazenamento porque resiste mais ao ataque de caruncho.
Boa época para podar.
Colher as sementes uns dias antes da Lua Nova.
Lua nova
Nesta fase a seiva atinge o seu pico máximo de retrocesso.As plantas têm baixa resistência às pragas. Plantio desaconselhado.
Do que precede tiramos as regras seguintes: que entre a lua minguante e a nova deve ser plantado tudo o que dá “abaixo do solo” (raízes, tubérculos, rizomas e bulbos comestíveis) e, que entre a lua crescente e a cheia, deve-se plantar tudo o que dá “acima do solo” (folhas, flores e frutos comestíveis).
A lua biodinâmica
Também a relação entre a lua e as constelações determina o que deveremos fazer no campo (e também em casa!).
Existe uma relação entre a posição em que a lua se encontra nas constelações e os órgãos das plantas que se encontram em maior actividade.
Se a lua se encontrar numa constelação do elemento fogo (carneiro, leão, sagitário) estamos num dia de fruto e por isso é o fruto da planta que está mais potencializado. É por isso altura para trabalhar as culturas que nos darão o fruto – as courgetes, os tomates, as abóboras,… É também nestes dias que deveremos fazer as podas para que possamos ter frutos vigorosos.
Se a lua se encontrar numa constelação do elemento terra (touro, virgem, capricórnio) estamos num dia raiz e por isso são as raízes que estão mais activas. Nestes dias devemos semear, transplantar e cuidar de vegetais de raiz ou tubérculos.
Se a lua se encontrar numa constelação do elemento água (caranguejo, escorpião, peixes) o dia é chamado de folha e por isso são os vegetais de folha a quem devemos dar particular atenção – couves, alface, salsa,…. Para a colheita deste tipo de vegetais é preferível, no entanto, escolher dias de fogo ou ar para que eles se conservem melhor.
Se a lua se encontrar numa constelação do elemento ar (gémeos, balança, escorpião) deveremos tratar das plantas das quais estamos interessados em obter as flores como por exemplo a couve-flor, os bróculos e as flores em particular.
Há calendários que podem ser consultados online e que nos dizem em que tipo de dia estamos. http://www.the-gardeners-calendar.co.uk/
Sabe mais sobre o nosso percurso de aprendizagem de Introdução à Permacultura.

Blogue Ser Sustentável
Written by José Cordeiro
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
terça-feira, 28 de outubro de 2014
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
MALFADADO, O CONTESTATÁRIO: FORMAÇÃO EM ALIMENTAÇÃO VIVA
MALFADADO, O CONTESTATÁRIO: FORMAÇÃO EM ALIMENTAÇÃO VIVA: Hein? Alimentação o quê??? Pois é, na senda daquilo que tenho vindo a descobrir sobre alimentação, esta é mesmo a formação que eu estava a p...
MALFADADO, O CONTESTATÁRIO: DESIGUALDADE - BLOG ACTION DAY
MALFADADO, O CONTESTATÁRIO: DESIGUALDADE - BLOG ACTION DAY: Ora bem, mais um ano, mais uma participação no Blog Action Day. Todos os anos, no dia 16 de Outubro cá vem um tema universal. E como estamos...
MALFADADO, O CONTESTATÁRIO: EVO MORALES
MALFADADO, O CONTESTATÁRIO: EVO MORALES: Partilho aqui um link de uma notícia em inglês sobre Evo Morales . Não haverá sistemas políticos nem lideres de repúblicas perfeitos, mas es...
domingo, 19 de outubro de 2014
Interessante . . .
O vidro demora um milhão de anos para se decompor, o que significa que nunca se desgasta e pode ser reciclado um número infinito de vezes!
O ouro é o único metal que não enferruja, mesmo estando enterrado no solo por milhares de anos.
A língua é o único músculo do corpo que está ligado apenas a uma
extremidade.
Se parar de ficar com sede, precisa beber mais água. Quando o corpo humano está desidratado, o mecanismo de sede é desligado.
Em cada ano, dois milhões de fumadores param de fumar ou morrem de doenças relacionadas com o tabaco.
Zero é o único algarismo que não pode ser representado por algarismos romanos.
Pipas foram utilizadas na Guerra Civil Americana para entregar cartas e jornais.
A canção, Auld Lang Syne, é cantada à meia-noite, em quase todos os países de língua Inglesa para celebrar o novo ano. Em Portugal,no Brasil, França, Espanha, Grécia, Polônia e Alemanha, é uma canção de despedida. (Adeus amor eu vou partir…)
Beber água depois de comer reduz 61 por cento do ácido na boca.
O óleo de amendoim é usado para cozinhar em submarinos, porque não deita fumo a menos que seja aquecido acima de 450 F ou 232 C.
O barulho que ouvimos quando colocamos uma concha junto ao nosso ouvido não é o oceano, mas sim o som do sangue correndo nas veias da orelha.
Nove em cada 10 seres vivos vivem no oceano.
A banana não se pode reproduzir por si só. Ela só pode ser reproduzida pela mão do homem.
Aeroportos em altitudes mais elevadas requerem uma pista mais longa, devido à menor densidade do ar.
A Universidade do Alaska abrange quatro fusos horários.
O dente é a única parte do corpo humano que não se pode curar ou regenerar.
Na Grécia antiga, atirar uma maçã a uma mulher era uma proposta de casamento. Pegá-la significava aceitar
Warner Communications pagou 28.000 mil dólares para os direitos de autoria da canção Parabéns a Você.
As pessoas inteligentes têm mais zinco e cobre no seu cabelo.
A cauda de um cometa aponta sempre para longe do sol.
A vacina contra a gripe suína em 1976 causou mais mortes e doenças do que a doença pretendia evitar.
A cafeína aumenta o poder da aspirina e outros analgésicos, é por isso que é encontrada em alguns medicamentos.
A saudação militar é um gesto que evoluiu desde os tempos medievais, quando os cavaleiros de armadura levantavam suas máscaras para revelar sua identidade.
Se estiver no fundo de um poço ou de baixo de uma chaminé alta e olhar para cima, verá as estrelas, mesmo estando no meio do dia.
Quando uma pessoa morre, a audição é o último sentido a desaparecer. O primeiro sentido perdido é a visão.
Nos tempos antigos estranhos apertavam as mãos para mostrar que estavam desarmados.
Morangos são os únicos frutos cujas sementes crescem na parte exterior.
Abacates têm calorias mais altas do que qualquer outra fruta: 167 calorias para cada cem gramas.
A Lua afasta-se da Terra cerca de dois centímetros por ano.
A Terra fica 100 toneladas mais pesada a cada dia devido à queda de poeira espacial.
Devido à gravidade da Terra é impossível as montanhas serem mais altas do que 15 mil metros.
Mickey Mouse é conhecido como "Topolino", na Itália...
Soldados em formação não podem marchar quando atravessam pontes, porque poderiam criar vibração suficiente para derrubar a ponte.
Tudo pesa um por cento menos no equador.
Para cada kg adicional de carga num voo espacial, 530 kg adicionais de combustível são necessários para descolagem.
A letra J não aparece em qualquer lugar da tabela periódica dos elementos.
REGRESSO
Regresso às fragas de onde me roubaram.
Ah! minha serra, minha dura infância!
Como os rijos carvalhos me acenaram,
Mal eu surgi, cansado, na distância!
Cantava cada fonte à sua porta:
O poeta voltou!
Atrás ia ficando a terra morta
Dos versos que o desterro esfarelou.
Depois o céu abriu-se num sorriso,
E eu deitei-me no colo dos penedos
A contar aventuras e segredos
Aos deuses do meu velho paraíso.
*Miguel Torga
FUKUOKA: o agricultor que deixava a terra em paz
Fonte da matéria:
http://www.brasil247.com/pt/247/revista_oasis/110110/Fukuoka-O-agricultor-que-deixava-a-terra-em-paz.htm
Seu nome era Masanobu Fukuoka e seu método de agricultura natural é cada vez mais valorizado ao redor do mundo. Ele criou um sistema de cultivo que reproduz e respeita os processos naturais da terra
Quando abordamos a momentosa questão da relação entre o homem e o mundo natural, não fazer nada ou interferir minimamente torna-se uma ideia radical. Especialmente para uma civilização como a nossa, obcecada em saltar de uma complexidade para outra na prática, ao mesmo tempo em que, teoricamente, idealiza a simplicidade.
Masanobu Fukuoka (1913 –2008) foi um agricultor, biólogo e filósofo japonês, autor das obras "A revolução de uma palha" e "O sendeiro natural do cultivo", nas quais apresenta suas propostas para um método de agricultura que é hoje mundialmente conhecido como "agricultura natural" ou "método Fukuoka". Esse sistema de cultivo, cujos resultados costumam ser surpreendentemente bons, é baseado justamente num ideal de simplicidade.
No Japão, Fukuoka criou uma fazenda a partir de seus próprios conhecimentos e descobertas. Essa fazenda ficou célebre em todo o mundo por causa dos seus altos resultados agrícolas tanto em termos de produção e da alta qualidade dos vegetais ali cultivados quanto de preservação da qualidade do solo. Estes são os dois pontos que costumam ser destacados quando se fala da fazenda de Fukuoka:
1. Era mais produtiva por metro quadrado do que todas as plantações agro-industriais do mundo, incluídas as que empregam as mais modernas tecnologias.
2. Não empregava nenhum tipo de maquinário, nem pesticidas, nem adubos químicos. Nessa fazenda também não se arava a terra.
Fukuoka conseguiu tudo isso empregando técnicas pioneiras dentro do espírito da permacultura (sistema de design para a criação de ambientes humanos sustentáveis e produtivos em equilíbrio e harmonia com a natureza). A mais célebre das técnicas de Fukuoka é a das "nendo dango", bolas de argila com sementes em seu interior.
Fukuoka participou de numerosos projectos de permacultura que alcançaram grande êxito ao redor do mundo. Por causa deles esse sábio japonês conquistou a fama de ser capaz de reverdecer campos áridos e até mesmo zonas desérticas. Ele entendia seu trabalho não apenas como um labor de cura da Terra, mas também de cultivo da alma.
Projecto Fukuoka
O sistema de cultivo de Fukuoka foi por ele baptizado de "agricultura natural". Embora muitas das suas práticas sejam específicas para o Japão, a ideia geral que rege o seu método foi aplicada com êxito em muitos lugares ao redor do mundo. Seu sistema se enquadra dentro do âmbito da permacultura, cuja essência é reproduzir as condições naturais tão fielmente quanto possível, de modo que o solo se enriqueça progressivamente e a qualidade dos alimentos cultivados aumente sem o acréscimo de nenhum esforço ulterior.
Princípios do método
Não arar: deste modo são preservados e mantidos a estrutura e a composição do solo com suas características óptimas de humidade e de micronutrientes.
Não usar adubos ou fertilizantes: mediante a interacção dos diferentes elementos botânicos, animais e minerais do solo, a fertilidade do terreno de cultivo se regenera como em qualquer sistema não domesticado.
Não eliminar ervas daninhas nem usar herbicidas: estes destroem os nutrientes e os microrganismos do solo, e unicamente se justificam em certos casos de monoculturas. Fukuoka propõe uma interacção de plantas que enriquece e controla a biodiversidade de um solo.
Não usar pesticidas: eles também matam a riqueza natural do solo. A presença de insectos pode ser equilibrada numa plantação.
Não podar: deixar que as plantas sigam o seu curso natural.
Todos estes princípios de trabalho à primeira vista bastante radicais são baseados na antiquíssima filosofia oriental do não fazer (wu-wei, em chinês) ou, mais exactamente, não interferir. Fukuoka alcançou um alto grau de compreensão dos micro-sistemas do solo, que lhe permitiu idealizar um sistema que libera do trabalho e dos esforços não necessários empregados na agricultura convencional moderna.
Seu método se baseia em dar e receber da terra de forma natural, em vez de sugar os seus recursos até o seu total esgotamento.
Bolas de argila (nendo dango)
Para melhorar a produção com a menor intervenção possível, Fukuoka idealizou entre outras coisas um sistema que permite substituir tanto o arado quanto os espantalhos.
Uma criação importante é o das bolinhas de barro: colocar sementes dentro de bolinhas de barro de 2 a 3 centímetros de diâmetro que serão espalhadas na superfície do campo agrícola. No interior das bolinhas, as sementes permanecerão protegidas das intempéries e dos animais. Com as primeiras chuvas intensas, as bolinhas serão desfeitas e as sementes começarão a brotar.
Misturadas às sementes das plantas que se deseja cultivar são incluídas sementes de outras plantas (principalmente do trevo branco). Estas últimas germinarão mais rapidamente e suas plantas criarão uma capa fina que protegerá o solo da luz solar, impedindo a germinação de ervas daninhas, mas não a dos cereais que se deseja cultivar.
Em vez de arar ou eliminar as ervas do campo agrícola, o método Fukuoka recomenda que ele seja recoberta com os restos das plantas cultivadas na colheita anterior, de forma que seja criada uma compostagem natural, capaz de conservar a humidade e os nutrientes e de impedir a proliferação de ervas não desejadas.
Detalhes interessantes
As bolas de argila podem conter uma porção de adubo natural (esterco ou outros).
Uma porção de pimenta caiena acrescentada às bolotas de barro ajuda a espantar animais que poderiam comer as sementes.
Nessas bolotas podem também ser incluídas várias combinações, segundo seja o cultivo de cereais, hortaliças, frutas, zonas de bosques, etc., de modo que possam ter muito mais usos que o da produção de alimentos agrícolas (reflorestamento, renovação de áreas verdes, regeneração de solos desgastados, etc.)
Sistema de trabalho
O sistema Fukuoka se baseia em respeitar e inclusive potencializar os ciclos naturais, de maneira que estes assegurem uma melhor qualidade de crescimento das plantas. Mediante intervenções simples, executadas no momento adequado, é possível obter-se uma considerável redução do tempo de trabalho. Essas intervenções são baseadas na interacção da biosfera com o solo. Por exemplo: no outono semeia-se arroz, recoberto com uma espessa camada de palha de arroz. O centeio ou a cevada e o trevo brotam imediatamente, mas as sementes do arroz permanecem latentes até a chegada da primavera. O centeio e a cevada são ceifados em maior e permanecem espalhados sobre o terreno para que sequem durante uma semana a dez dias.
Depois disso, são triados e ensacados para armazenamento. Toda a palha é espalhada sem trituração sobre os campos, como para formar um acolchoado. Os campos permanecem inundados durante um curto período de tempo durante as chuvas das monções de junho para debilitar o trevo e as ervas daninhas, e dessa forma proporcionar ao arroz a oportunidade de brotar através da capa vegetal que cobre o solo.
A filosofia de vida de Fukuoka
"Se não tivesse criado para mim uma filosofia de vida, já estaria morto há muitos anos", costumava afirmar Fukuoka. "Uma única coisa é absolutamente verdadeira: Tudo é uno. Também descobri que nada existe neste mundo. Tentei penetrar cada vez mais nos detalhes do NADA mais profundo".
Vídeo:
Picadas de insectos
Casca de banana
Utilizar a casca da banana como remédio natural contra as picadas de mosquitos é uma alternativa sustentável de aproveitamento em totalidade da fruta. Assim, o resíduo pode substituir com bastante eficiência as pomadas e cremes específicos, basta esfregar a parte interna da casca na área atingida pelos insectos – em alguns minutos, a picada vai desinchar, diminuindo, também, o incómodo. Além disso, a casca de banana é eficiente para estancar sangramentos e ajudar na cicatrização de feridas.
Manjericão
Engana-se quem pensa que a erva aromática tem apenas importância na cozinha, pois o óleo extraído do manjericão alivia a alergia causada no local das picadas de insectos. Para preparar o remédio natural, basta amassar as folhas até extrair o líquido de cor escura que elas reservam. Isso porque a substância aromática contém cânfora e timol, duas propriedades utilizadas para aliviar a coceira.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
É esta raça que ainda vai salvar o País.
A RAÇA DO ALENTEJANOComo é um alentejano?
É, assim, a modos que atravessado.
nem é bem branco, nem preto, nem castanho, nem amarelo, nem vermelho....
E também não é bem judeu, nem bem cigano.
Como é que hei-de explicar?
É uma mistura disto tudo com uma pinga de azeite e uma côdea de pão.
Dos amarelos, herdámos a filosofia oriental, a paciência de chinês e aquela paz interior do tipo "não há nada que me chateie";
dos pretos, o gosto pela savana, por não fazer nada e pelos prazeres da vida;
dos judeus, o humor cáustico e refinado e as anedotas curtas e autobiográficas;
dos árabes, a pele curtida pelo sol do deserto e esse jeito especial de nos escarrancharmos nos camelos;
dos ciganos, a esperteza de enganar os outros, convencendo-os de que são eles que nos estão a enganar a nós;
dos brancos, o olhar intelectual de carneiro mal morto;
e dos vermelhos, essa grande maluqueira de sermos todos iguais.
O alentejano, como se vê, mais do que uma raça pura, é uma raça apurada.
Ou melhor, uma caldeirada feita com os melhores ingredientes de cada uma das raças.
Não é fácil fazer um alentejano.
Por isso, há tão poucos.
É certo que os judeus são o povo eleito de Deus.
Mas os alentejanos têm uma enorme vantagem sobre os judeus:
nunca foram eleitos por ninguém, o que é o melhor certificado da sua qualidade.
Conhecem, por acaso, alguém que preste que já tenha sido eleito para alguma coisa?
Até o próprio Milton Friedman reconhece isso quando afirma que
«as qualidades necessárias para ser eleito são quase sempre o contrário das que se exigem para bem governar».
E já imaginaram o que seria o mundo governado por um alentejano?
Era um descanso...
My Way Andre Rieu on his violin in New York
MY WAY
O violinista, maestro e compositor holandês ANDRE RIEU e sua maravilhosa orquestra, renderam tributo a FRANK SINATRA executando a canção MY WAY.
O som de seu violino Stradivarius emocionou todos os 5.500 espectadores presentes no Radio City Music Hall de New York.
Merecida homenagem!
As cifras negras de Portugal (e já passaram 40 anos após o 25 de Abril)
Vale a pena meditar nestes números
Pobres em Portugal: 3 milhões de pessoas.
Desempregados: 1.300.000 indivíduos.
População activa em Portugal: 5.587.300 indivíduos.
População Prisional: 12.681 reclusos.
Emigrantes Portugueses (até à 3.ª geração): 31,2 milhões pelo mundo fora.
Crianças portuguesas com fome assinalados nas escolas: 12 mil.
Portugueses com fome: 300 mil.
Idosos na solidão: 23 mil idosos a viverem sozinhos ou na solidão (Censo da GNR).
Portugueses sem Médico de família: 700 mil pessoas.
Pessoas sem-abrigo: 3.500.
Pessoas sem água canalizada ou esgotos ao domicílio: 700 mil.
Preços Combustíveis: dos mais altos da Europa e do mundo, Gasolina €1,53, Gasóleo € 1,39
Remunerações dos conselhos de administração das 20 empresas portuguesas cotadas na Bolsa quintuplicaram entre 2000 e 2012. Paralelamente, os gestores das empresas portuguesas ganham, em média, cerca de 30 vezes mais do que os trabalhadores das empresas que administram.
As 100 maiores fortunas de Portugal valem 32 mil milhões de euros, o que corresponde a 20% da riqueza total nacional.
PIB Portugal em 2012: 165 mil milhões de euros (contração de 3,2% em relação a 2011)
Crescimento do PIB de 2000 a 2012: (segundo estudos do FMI) o PIB de Portugal cresceu apenas 1,97%.
25,4% (3.7 milhões) dos habitantes em Portugal vivem com menos de 414 euros por mês, ou sejam são os considerados oficialmente (!) como pobres.
41% dos portugueses vivem em privação material, (dificuldade, por exemplo, em pagar as rendas sem atraso, manter a casa aquecida ou fazer uma refeição de carne ou de peixe pelo menos de dois em dois dias).
14,5% por cento dos portugueses vivem em casas sobrelotadas.
População portuguesa abaixo do índice de pobreza: 20% - 2 milhões de pobres, sendo que 1/3 são reformados, 22% são trabalhadores remunerados e 21,2% são trabalhadores por conta própria.
5% da população portuguesa (530 mil pessoas) sofre sérias perturbações no acesso a alimentos.
Défice do Estado Português em 2012: 6,4% do PIB, ou seja 10,6 mil milhões de euros.
25% das crianças portuguesas que entram na escola (375 mil) vêm de famílias onde a pobreza é extrema.
Orçamento da Assembleia da República para 2013: 65 milhões 18 mil 783 euros.
Subsídios aos Partidos Políticos: 64 milhões 195 mil 300 €. (mais 56% do que em 2012)
Orçamento da Presidência da República Portuguesa para 2013: 16 milhões 272 mil 380 € (-0,84% do que em 2012). O Orçamento da Presidência da República portuguesa continua a ser assim superior em dobro ao da Casa Real espanholaque, em 2012, dispôs de um total de 8.264 mil euros, implicando uma redução de 2% relativamente ao ano anterior
Dívida Pública Portuguesa: Dívida total (fim de Março de 2013) : 199.676.349.188€ (123,6% do PIB). Em 1974 eram de 10 mil milhões, correspondendo a 20% do PIB, ou seja, em 39 anos a dívida foi multiplicada por 20 vezes mais.
Juros anuais da dívida pública portuguesa: Segundo o INE, em 2010, os juros da Divida Pública atingiram 6.849 milhões no final de 2012.
Reservas de Ouro do Banco de Portugal: 382.509,58 kg. Em 1974 eram de 865.936, ou seja, em 39 anos desapareceram 483.426,42 kg de ouro o que dá uma média de 13.428,5 kg por ano.
Dívida externa Portuguesa em Fevereiro de 2013: 734,3 mil milhões de Euros (cada Português deve € 69.300,00 ao estrangeiro).
Em 2012, cada cidadão pagou só de juros da dívida pública 754 euros o que, no conjunto, equivale a 4,4 por cento do PIB
Défice da balança comercial portuguesa de transações em Fevereiro de 2013:2.23 mil milhões de Euros.
Beneficiários do Rendimento Social de Inserção: 274.937 pessoas.
Salários dos principais gestores públicos em 2010: Presidente da TAP (Fernando Pinto) € 624.422,21 (igual a 55,7 anos de salário médio anual de cada português), o Presidente da CGD (Faria de Oliveira) recebeu € 560.012,80 (igual a 50 anos de salário médio anual de cada português) e o seu Vice-Presidente (Francisco Bandeira) recebeu € 558.891,00, Salário anual do Governador do Banco de Portugal 243 mil Euros, Salário anual do presidente da Anacom 234 mil Euros.
Despesa total do Estado com reformas de ex-políticos e ex-governantes em 2010: 280 milhões de euros, passando a serem secretos, portanto desconhecidos os números reais desde então, por ordem do Governo e da Assembleia da República.
Toxicodependentes: 50 mil toxicodependentes em tratamento.
Criminalidade em 2012: 385.927 crimes, 22.270 crimes violentos e graves, 419 sequestros, 149 homicídios, raptos e roubos.
Portadores de HIV: 41.035
Prostitutas e pessoas ligadas ao sexo: mais de 30.000.
Eletricidade 61% mais cara que a média da OCDE. Média da OCDE = 0,12 KVW, Portugal = € 0,16 KVW, Grécia = € 0,10 KVW, Espanha = € 0,14 KVW.
Petróleo Doméstico mais caro da Europa: Tonelada métrica em Portugal = € 386,00; Média da OCDE = € 333,00.
Gasolina com carga fiscal mais elevada da Europa, com 64% de impostos.
Gás natural mais caro da Europa = € 713,00; Média OCDE = € 580,00 Kcal; Grécia = € 333,00 Kcal.
Analfabetismo em Portugal, o mais elevado de toda a Europa: 7,5%.
[Dados do INE e do BdP relativos a 2012/2013]
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
O que poucos podem ver.
Em busca das estrelas e montanhas, o suisso, Cristian Mulhsuser, subiu, entre Agosto e Outubro de 2012, três vezes a montanha mais famosa da Suissa, a Matterhorn, para fazer este BELO filme de 4,15 minutos.
Ficou a dormir algumas noites a 2.700 metros de altura e com uma temperatura de menos de 12 graus centígrados.
A essa altura, sem contaminação de luz, só céus deslumbrantes.
Música é de Roberto Cacciapaglia.
http://player.vimeo.com/video/53018096?portrait=0&badge=0&color=ff9933
the Peak from Christian Mülhauser on Vimeo.
O túmulo mais visitado em Utah - USA
Este é o túmulo mais visitado em Utah - USA. Tudo por causa do texto gravado na lápide . Mr. Russell J. Larsen, de Logan, Utah, morreu sem saber que ganharia o concurso do túmulo mais visitado. Na lápide estão inscritas as 5 regras para o homem ter uma vida feliz.
Traduzindo:
1. É importante ter uma mulher que ajude em casa, saiba cozinhar, limpe a casa e tenha um emprego;
2. É importante ter uma mulher que te faça rir;
3. É importante ter uma mulher em quem possas confiar. E que não minta;
4. É importante ter uma mulher que seja boa na cama e que goste de estar contigo.
5. É muito, mas muito importante, que estas quatro mulheres nunca se conheçam, para não acabares como Mr. Russell Larsen.
Sexo depois de uma cirurgia . . .
Um recente artigo no jornal Correio da Manhã informava que uma mulher, Ana Martinho, pôs um processo ao Hospital S. José, alegando que logo após ter sido submetido a uma operação cirúrgica naquele hospital, o seu marido tinha perdido por completo o interesse pelo sexo... ... ....
Um representante do hospital respondeu-lhe somente isto:
“Estimada senhora Ana Martinho: o seu marido foi admitido em Oftalmologia e tudo o que lhe fizemos foi corrigir a miopia.”
O PSD vai ter um Canal próprio de TV
A equipa técnica, que está ainda em debate, deverá incluir:
Director Financeiro: Oliveira e Costa
Provedor de Ética: Miguel Relvas
Para além dos normais Telejornais, conduzidos por Manuela Moura Guedes, a programação deverá incluir, no prime-time, uma série de “talk shows”:
Segunda: “CSI Oeiras”, com Isaltino de Morais
Terça: “Portugal dos Pequeninos”, com Marques Mendes
Quarta: “Moda e Elegância”, com Carlos Abreu Amorim
Quinta: “Macho Latino”, com Paulo Portas e Pedro Mota Soares
Sexta: “Ética nos Negócios”, com Dias Loureiro
Ao Sábado e ao Domingo, haverá dois Concursos de Cultura:
“De onde sopra o Vento?”, com Marcelo Rebelo de Sousa, e
“Quem matou a Velha?”, com Duarte Lima.
As manhãs da semana, serão abrilhantadas com um programa de Culinária:
“Os meus Aventais”, com Luís Montenegro.
Para assegurar a total independência do canal, estão ainda pensados diversos debates de membros do Governo, com os principais líderes da oposição: Manuela Ferreira Leite, José Pacheco Pereira e Rui Rio.
Quinzenalmente, Alberto João Jardim animará um debate de Alcoólicos Anónimos.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
domingo, 12 de outubro de 2014
Reflexão - Vírus Ébola
A economia política do ébola, por Leigh Phillips.
Se as pessoas infetadas pelo virus do ébola fossem brancas, o problema já estaria resolvido.
Quando em 2009 ocorreu um acidente num laboratório de investigação alemão, os canadianos acudiram prontamente com uma vacina contra o ébola. Por que motivo não se fez o mesmo em relação à África ocidental? O ébola é um problema que não está a ser resolvido porque há poucas hipóteses de fazer dinheiro com a sua cura. É uma doença que não dá lucro.
Cerca de 3.400 pessoas morreram desde que o ébola foi identificado pela primeira vez em 1976. As grandes farmacêuticas sabem que o mercado para combater o ébola é pequeno e os custos para desenvolver o tratamento ainda são enormes. Por isso, há muita gente a dizer para não dedicarmos tanta atenção a esta doença que mata muito menos do que, por exemplo, a malária (300 mil desde o início deste surto do ébola) ou a tuberculose (600 mil).
O National Institute of Allergy and Infectious Diseases desenvolveu uma vacina contra o ébola mas nunca conseguiu financiamento para o lançar no mercado. As grandes farmacêuticas foram, como sempre, forretas, porque sabem que teriam que investir muito para um produto que só é aplicado de 30 em 30 ou de 40 em 40 anos quando há surtos e não morre muita gente nesses surtos e, por isso, as grandes farmacêuticas não iriam ganhar muito com o produto. “Isto é a bancarrota moral do capitalismo perante a ausência de uma base ética e social”, disse, a propósito, John Ashton, presidente da Faculdade de Saúde Pública do Reino Unido.
A grande indústria farmacêutica não está disposta a investir centenas de milhões de dólares num produto que poucas pessoas vão tomar meia dúzia de vezes. Preferem investir em produtos altamente lucrativos destinados a serem tomados para tratar doenças crónicas como diabetes, asma e cancro e que obrigam os pacientes a consumi-los diariamente até ao fim das suas vidas.
Entretanto, já há, pelo menos, 5 empresas, a faturar à grande neste ambiente de pânico generalizado.
Outra começou a trabalhar a contra-relógio para produzir uma droga que possa ainda vir a ser testada durante este período de alarmismo. Tudo com o apoio da Bill and Melinda Gates Foundation, segundo o insuspeitíssimo Wall Street Journal.
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Os dez Mandamentos alentejanos. Povo inteligente e diligente!
1 - Viva para descansar.
2 - Ame a sua cama, ela é o seu templo.
3 - Se vir alguém descansando, ajude-a.
4 - Descanse de dia para poder dormir à noite.
5 - O trabalho é sagrado, não toque nele.
6 - Nunca faça amanhã, o que você pode fazer depois de amanhã.
7 - Trabalhe o menos possível; o que tiver para ser feito, deixe que outra pessoa faça.
8 - Calma, nunca ninguém morreu por descansar, mas você pode se machucar trabalhando...
9 - Quando sentir desejo de trabalhar, sente-se e espere o desejo passar.
10 - Não se esqueça, trabalho é saúde. Deixe o seu para os doentes.
Finalmente, lembre-se do ditado:
'Quem trabalha muito, erra muito; quem trabalha pouco, erra pouco;
quem não trabalha não erra, e quem não erra é promovido.'
PASSEIO de UM ALENTEJANO
CALMA ... suas Malucas !!!
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
sábado, 27 de setembro de 2014
UM PASSEIO PELA BAIXA DE COIMBRA.
Há quem conheça bem, há quem não conheça, e há quem pense que conhecia!
Esta é a nossa Coimbra. Confirmem e vejam se é diferente daquela que vocês conhecem.
http://alfredo-moreirinhas.blogspot.pt
A minha pátria é uma cegada por BAPTISTA-BASTOS
Dois ministros, Paula Teixeira da Cruz e Nuno Crato, pediram publicamente desculpas pelas aleivosias que têm cometido. Milhões de portugueses sofreram o que numa sociedade organizada seria entendido como crime. Nada lhes vai acontecer além da punição "democrática" de ser votados fora. Mas há, em toda esta farsa preparada no Conselho de Ministros, algo de repugnante por muito pouco genuíno. As experiências que estes e outros consideráveis têm feito, na estrutura orgânica portuguesa, liquidando tudo o que vêem pela frente, em nome de uma "renovação" que mais não é senão a obediência a regras obsoletas e abstrusas de alteração política, económica, social e cultural, conduziram Portugal a um deserto de tudo, e os portugueses à mais atroz das misérias.
Há anos, numa declaração que deixou perplexos aqueles que ainda pensam por si, o dr. Passos Coelho, acabado de tomar posse como primeiro-ministro, pediu-nos desculpa em nome de quem? De José Sócrates, vejam a bizarria, pelas malfeitorias por este praticadas! Iniciava-se, daquela forma, o modo neossurrealista de governar, tão do gosto de Juncker e de Merkel.. O pessoal ficou muito comovido, sem relacionar os elos ideológicos que o texto de Passos possuía com o violento discurso de Cavaco contra Sócrates.
O que ocorre no nosso país é de tal gravidade que sobressalta, por exemplo, Adriano Moreira, cujas advertências constantes deveriam merecer toda a atenção do Governo; e Mário Soares, em textos que lembram o finis patriae e o dobre a finados a uma glória moribunda.
Enquanto os membros do Governo se divertem com estas tropelias de garotos, no PS o insulto fervilha, sem que da penosa balbúrdia surja uma ideia, uma, sequer!, de redenção e de grandeza. Os "debates" havidos entre Seguro e Costa estão pautados por uma notória procura de poder pessoal. Claro que ninguém acredita, nem eu, que sou crédulo por vacina, que o PS vai sair desta triste e fétida contenda um partido novo, pleno de genica, e revolucionário de punho cerrado e erguido. O que está em causa é a natureza de um sistema, manifestamente a desfazer-se, e que determinará, certamente, um conflito generalizado, como, aliás, o Papa Francisco assinalou. Tudo se encaminha para a catástrofe, e as semelhanças entre os antecedentes da tragédia de 1939 e os acontecimentos actuais são de molde a percebermos a magnitude do que está em jogo.
O Governo brinca connosco, o PS e os seus paladinos parece que nos não tomam a sério, o conceito de democracia foi substituído por aventuras momentâneas e pérfidas, as televisões enchem-se de chalaceiros ignaros, convertendo Portugal numa cegada brejeira mas cabisbaixa. E nós? Nós assistimos a tudo isto de braços cruzados.
Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico
terça-feira, 23 de setembro de 2014
A "escola" da Assunção Esteves... DESAFIO A TRADUZIR PARA A LÍNGUA DE CAMÕES
Confesso o meu "inconseguimento" a interpretar isto...
A "escola" da Assunção Esteves...
Há gente que devia estar proibida de escrever e falar…
Texto retirado de um despacho de Assunção Esteves, quando da sua passagem pelo Tribunal Constitucional:
"Nenhum critério densificador do significado gradativo de tal diminuição quantitativa de dotação e da sua relação causal como início do procedimento de requalificação no concreto e específico orgão ou serviço resulta de previsão legal, o que abre caminho evidente à imotivação..."
Desafia-se qualquer um a traduzir isto.
O mesmo desafio estende-se à frase por ela proferida em recente entrevista:
“…Houve um inconseguimento do soft power sagrado da Europa”
Há gente que devia estar proibida de escrever e falar…
Texto retirado de um despacho de Assunção Esteves, quando da sua passagem pelo Tribunal Constitucional:
"Nenhum critério densificador do significado gradativo de tal diminuição quantitativa de dotação e da sua relação causal como início do procedimento de requalificação no concreto e específico orgão ou serviço resulta de previsão legal, o que abre caminho evidente à imotivação..."
Desafia-se qualquer um a traduzir isto.
O mesmo desafio estende-se à frase por ela proferida em recente entrevista:
“…Houve um inconseguimento do soft power sagrado da Europa”
terça-feira, 16 de setembro de 2014
O DIREITO HUMANO e SAGRADO de CONTESTAR, RESISTIR, AFRONTAR e de DIZER BASTA a GOVERNOS CORRUPTOS e DESONESTOS...
Por Carlos Amaral
Sinceramente, fico cada vez mais boquiaberto com tanta lamúria nos painéis que faço parte, por toda a internet, com tanta insegurança, com tanto medo, com tanta cópia e partilha asséptica e não-activa, com tanto resmungo de mau humor que nada faz para além de articular que tudo está mal e que irá vir o pior... Enfim, estou cansado de tanta inércia e acefalismo. De facto, não fui talhado para calar-me perante a evidência de que a maioria dos seres humanos tornaram-se autómatos até na sua capacidade de cidadania e de reivindicar um mundo melhor e mais justo!
Caros amigos, leitores e subscritores – como é óbvio, nem sempre pegar em armas para enfrentar o Estado ou os governos produz resultados positivos para os manifestantes. Realmente eu sou contra toda a forma de violência, mesmo quando ela aparenta ser necessária. Acredito, pois, noutras formas de protesto. Por conseguinte, muitas vezes, é mais vantajoso encontrar formas alternativas de protesto, como os ‘empates’ liderados pelo famoso sindicalista acreano Chico Mendes, assassinado em 1988, ou os protestos pacíficos do líder indiano Mahatma Gandhi, que conduziu a sagrada Índia na luta pela independência da Inglaterra. De facto, essas pessoas buscaram métodos para contestar a lei ou o poder estabelecido, causando grandes revoluções sem usar a violência ou disparar um único tiro. Este tipo de manifestação, conhecida como desobediência civil, foi difundida pelo ensaísta norte-americano Henry David Thoreau, que pregou uma forma de oposição política não violenta ao Estado, sem repliques ou agressões. A ideia era e, continua a ser bastante simples, mas eficaz: ao invés de criar tumultos em protestos, propõe que a população deva encontrar formas alternativas de demonstrar a insatisfação, com base no descumprimento da legislação. Esse princípio serviu de inspiração para sucessivas gerações de rebeldes, como a organização ambiental Greenpeace e, até mesmo, para o movimento hippie. Assim, a desobediência civil nada mais é do que um método pacífico de resistência, como fazer piquetes não agressivos nas portas de fábricas, de instalações governamentais, ou não pagar ou recolher determinados tributos considerados injustos – para lesar economicamente o Estado. Foi justamente isso o que fez o próprio Thoreau, na época da guerra contra o México, quando deixou de pagar impostos ao governo norte-americano, pois esse dinheiro era destinado ao aparelhamento do exército nos mais diversos conflitos havidos. Para os homens e mulheres de curta memória, aqui deixo a lembrança que, na prática, isto chegou a ser aplicado na tentativa de derrubar regimes políticos considerados abusivos ou no combate às leis discriminatórias: nos Estados Unidos da América, negros de todo o país foram às ruas para protestar contra a segregação racial, que inclusive tinha amparo legal, seguindo o pastor Martin Luther King. Também, na América do Norte, na década de 1970, muitos grupos contrários à Guerra do Vietname, como o movimento hippie, basearam-se nos princípios de Thoreau para protestar contra o conflicto na Ásia: inúmeros foram os cidadãos que foram às ruas para queimar publicamente as cartas de convocação do exército. No mesmo período, o ex-boxeador Muhamed Ali atirou o seu cinturão de campeão dos pesos pesados no Rio Mississipi, tornando-se um ícone do pacifismo daquela época!
É facto histórico que o principal ícone da desobediência civil sendo aplicada à prática é, sem dúvida, o líder indiano Mahatma Gandhi, que tentou emancipar a Índia e o Paquistão da Inglaterra para melhorar as condições sociais do povo sem que, para isso, fosse necessário pegar em armas ou usar a violência. Ele criou o princípio da doutrina do “satyagraha”, ou a força da verdade, que pregava formas de protesto sem respingues agressivas ou agressões – o que resultava em prisões de manifestantes e muitas surras, já que a força policial britânica não se continha. Essas manifestações fundamentadas na não-violência foram as formas encontradas por Gandhi para protestar contra o domínio britânico. O império britânico tremeu e, por fim, sucumbiu perante tanta UNIÃO e, a independência político-administrativa, foi dada!
De facto concluí há muito tempo, que a desobediência civil, pacífica, mas constante, é necessária e vital para uma sociedade justa. Alego, como todos os que antes de mim defenderam este princípio, que a democracia não é a última melhoria possível dos modos de governo, que um passo adiante em direcção ao reconhecimento e à organização dos direitos do homem é, sim, possível. Por fim, e lembrando, que Estado nenhum será iluminado e livre enquanto não reconhecer o indivíduo como poder maior e independente que a ele (Estado) deu origem. Neste conceito, acredito que, se um governo prende injustamente, os homens justos devem não a ele estar presos. Portanto, um dos pontos capitais deste texto, e que mais destaco, é a necessidade de “não prestarmo-nos ao mal que condenamos”; e parto do princípio de que o homem não precisa fazer tudo que é-lhe possível numa vida, mas precisa fazer sempre algo para melhorá-la. E, se precisa fazer algo, deve ser sempre algo para o BEM!
Em suma, e para terminar, podemos dizer, em termos gerais, que centenas de pessoas estão prontas para criticar alguém que não se move para melhorar as coisas, mas, apenas poucos realmente se movem. Eu sou uma delas, e creio que, comigo, haverá milhões!
E, por último, sabem que mais? Deviam, para cumprir o desiderato de serviço público, partilhar até à exaustão este artigo. Por que não? Chega de preguiça mental e dedal!!!
Sinceramente, fico cada vez mais boquiaberto com tanta lamúria nos painéis que faço parte, por toda a internet, com tanta insegurança, com tanto medo, com tanta cópia e partilha asséptica e não-activa, com tanto resmungo de mau humor que nada faz para além de articular que tudo está mal e que irá vir o pior... Enfim, estou cansado de tanta inércia e acefalismo. De facto, não fui talhado para calar-me perante a evidência de que a maioria dos seres humanos tornaram-se autómatos até na sua capacidade de cidadania e de reivindicar um mundo melhor e mais justo!
Caros amigos, leitores e subscritores – como é óbvio, nem sempre pegar em armas para enfrentar o Estado ou os governos produz resultados positivos para os manifestantes. Realmente eu sou contra toda a forma de violência, mesmo quando ela aparenta ser necessária. Acredito, pois, noutras formas de protesto. Por conseguinte, muitas vezes, é mais vantajoso encontrar formas alternativas de protesto, como os ‘empates’ liderados pelo famoso sindicalista acreano Chico Mendes, assassinado em 1988, ou os protestos pacíficos do líder indiano Mahatma Gandhi, que conduziu a sagrada Índia na luta pela independência da Inglaterra. De facto, essas pessoas buscaram métodos para contestar a lei ou o poder estabelecido, causando grandes revoluções sem usar a violência ou disparar um único tiro. Este tipo de manifestação, conhecida como desobediência civil, foi difundida pelo ensaísta norte-americano Henry David Thoreau, que pregou uma forma de oposição política não violenta ao Estado, sem repliques ou agressões. A ideia era e, continua a ser bastante simples, mas eficaz: ao invés de criar tumultos em protestos, propõe que a população deva encontrar formas alternativas de demonstrar a insatisfação, com base no descumprimento da legislação. Esse princípio serviu de inspiração para sucessivas gerações de rebeldes, como a organização ambiental Greenpeace e, até mesmo, para o movimento hippie. Assim, a desobediência civil nada mais é do que um método pacífico de resistência, como fazer piquetes não agressivos nas portas de fábricas, de instalações governamentais, ou não pagar ou recolher determinados tributos considerados injustos – para lesar economicamente o Estado. Foi justamente isso o que fez o próprio Thoreau, na época da guerra contra o México, quando deixou de pagar impostos ao governo norte-americano, pois esse dinheiro era destinado ao aparelhamento do exército nos mais diversos conflitos havidos. Para os homens e mulheres de curta memória, aqui deixo a lembrança que, na prática, isto chegou a ser aplicado na tentativa de derrubar regimes políticos considerados abusivos ou no combate às leis discriminatórias: nos Estados Unidos da América, negros de todo o país foram às ruas para protestar contra a segregação racial, que inclusive tinha amparo legal, seguindo o pastor Martin Luther King. Também, na América do Norte, na década de 1970, muitos grupos contrários à Guerra do Vietname, como o movimento hippie, basearam-se nos princípios de Thoreau para protestar contra o conflicto na Ásia: inúmeros foram os cidadãos que foram às ruas para queimar publicamente as cartas de convocação do exército. No mesmo período, o ex-boxeador Muhamed Ali atirou o seu cinturão de campeão dos pesos pesados no Rio Mississipi, tornando-se um ícone do pacifismo daquela época!
É facto histórico que o principal ícone da desobediência civil sendo aplicada à prática é, sem dúvida, o líder indiano Mahatma Gandhi, que tentou emancipar a Índia e o Paquistão da Inglaterra para melhorar as condições sociais do povo sem que, para isso, fosse necessário pegar em armas ou usar a violência. Ele criou o princípio da doutrina do “satyagraha”, ou a força da verdade, que pregava formas de protesto sem respingues agressivas ou agressões – o que resultava em prisões de manifestantes e muitas surras, já que a força policial britânica não se continha. Essas manifestações fundamentadas na não-violência foram as formas encontradas por Gandhi para protestar contra o domínio britânico. O império britânico tremeu e, por fim, sucumbiu perante tanta UNIÃO e, a independência político-administrativa, foi dada!
De facto concluí há muito tempo, que a desobediência civil, pacífica, mas constante, é necessária e vital para uma sociedade justa. Alego, como todos os que antes de mim defenderam este princípio, que a democracia não é a última melhoria possível dos modos de governo, que um passo adiante em direcção ao reconhecimento e à organização dos direitos do homem é, sim, possível. Por fim, e lembrando, que Estado nenhum será iluminado e livre enquanto não reconhecer o indivíduo como poder maior e independente que a ele (Estado) deu origem. Neste conceito, acredito que, se um governo prende injustamente, os homens justos devem não a ele estar presos. Portanto, um dos pontos capitais deste texto, e que mais destaco, é a necessidade de “não prestarmo-nos ao mal que condenamos”; e parto do princípio de que o homem não precisa fazer tudo que é-lhe possível numa vida, mas precisa fazer sempre algo para melhorá-la. E, se precisa fazer algo, deve ser sempre algo para o BEM!
Em suma, e para terminar, podemos dizer, em termos gerais, que centenas de pessoas estão prontas para criticar alguém que não se move para melhorar as coisas, mas, apenas poucos realmente se movem. Eu sou uma delas, e creio que, comigo, haverá milhões!
E, por último, sabem que mais? Deviam, para cumprir o desiderato de serviço público, partilhar até à exaustão este artigo. Por que não? Chega de preguiça mental e dedal!!!
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Depoimento de Vandana Shiva O tempo e o modo - [RTP 2012]
Um depoimento vital e indispensável duma Senhora incrível, com uma cultura vasta, uma inteligência brilhante e uma simplicidade desarmante!
"Vandana Shiva alia a física quântica ao ativismo social para resistir pacificamente a um sistema que considera ter colonizado a terra, a vida e o espírito. Conta-nos como começou a defender a floresta, as sementes e os modos de vida e produção locais contra o controlo e o registo de patentes feitos pelas multinacionais.
A análise de Shiva vai mais além: remete-nos para as profundas implicações que o sistema capitalista patriarcal tem na construção de um mundo desigual, com consequências dramáticas, como a fome ou as alterações climáticas, que, para Shiva, são sintomas de implosão de uma civilização que falha material e espiritualmente. A nossa civilização, para sobreviver, terá de rever o seu modelo de compreensão e de interação com o mundo, tendo como exemplo o conhecimento holístico das civilizações chinesa e indiana, que, para Shiva, sobreviveram à História essencialmente porque diferem do Ocidente na relação que estabeleceram com a natureza."
sábado, 13 de setembro de 2014
Alisa Sadikova, um génio
Alisa Sadikova, jovem russa, um verdadeiro anjo dos céus, emanando os sons tranquilos do paraíso.
Extremamente comovente.
http://www.chonday.com/Videos/harprusialg2
Extremamente comovente.
http://www.chonday.com/Videos/harprusialg2
VINTE VALORES PARA ESTA PROFESSORA . . . e que faça escola ! ! !
Uma professora de grande dignidade, coragem e naturalmente coerente.
Chama as coisas pelos nomes. Não percam esta entrevista pois o assunto directa ou indirectamente toca-nos.
http://www.youtube.com/watch?v=YjGm0XBj0wc
domingo, 7 de setembro de 2014
16/06/2014 Cientistas pedem a suspensão dos transgênicos em todo o mundo
* fonte da matéria:
http://www.ihu.unisinos.br/noticias/532297-cientistas-pedem-a-suspensao-dos-transgenicos-em-todo-o-mundo
Carta aberta de cientistas de todo o mundo a todos os governos sobre os organismos geneticamente modificados (OGM).
– Os cientistas estão extremamente preocupados com os perigos que os transgênicos representam para a biodiversidade, a segurança alimentar, a saúde humana e animal, e, portanto, exigem uma moratória imediata sobre este tipo de cultivo em conformidade com o princípio da precaução.

Fonte: http://bit.ly/1ko1zyt
– Eles se opõem aos cultivos transgênicos que intensificam o monopólio corporativo, exacerbam as desigualdades e impedem a mudança para uma agricultura sustentável que garanta a segurança alimentar e a saúde em todo o mundo.
– Eles fazem um apelo à proibição de qualquer tipo de patentes de formas de vida e processos vivos que ameaçam a segurança alimentar e violam os direitos humanos básicos e a dignidade.
– Eles querem apoio maior à pesquisa e ao desenvolvimento de uma agricultura não corporativa, sustentável, que possa beneficiar as famílias de agricultores em todo o mundo.
A carta aberta está publicada no sítio Ecocosas, 07-06-2014. A tradução é de André Langer.
A carta é assinada por 815 cientistas de 82 países
http://www.ihu.unisinos.br/noticias/532297-cientistas-pedem-a-suspensao-dos-transgenicos-em-todo-o-mundo
Carta aberta de cientistas de todo o mundo a todos os governos sobre os organismos geneticamente modificados (OGM).
– Os cientistas estão extremamente preocupados com os perigos que os transgênicos representam para a biodiversidade, a segurança alimentar, a saúde humana e animal, e, portanto, exigem uma moratória imediata sobre este tipo de cultivo em conformidade com o princípio da precaução.

Fonte: http://bit.ly/1ko1zyt
– Eles se opõem aos cultivos transgênicos que intensificam o monopólio corporativo, exacerbam as desigualdades e impedem a mudança para uma agricultura sustentável que garanta a segurança alimentar e a saúde em todo o mundo.
– Eles fazem um apelo à proibição de qualquer tipo de patentes de formas de vida e processos vivos que ameaçam a segurança alimentar e violam os direitos humanos básicos e a dignidade.
– Eles querem apoio maior à pesquisa e ao desenvolvimento de uma agricultura não corporativa, sustentável, que possa beneficiar as famílias de agricultores em todo o mundo.
A carta aberta está publicada no sítio Ecocosas, 07-06-2014. A tradução é de André Langer.
A carta é assinada por 815 cientistas de 82 países
Tarte de Tatin
Esta é uma das sobremesas mais simples de fazer. Sem natas, sem leite condensado, sem ovos...
É simplesmente deliciosa!
A história creio que todos a conhecem...Esta tarte foi criada por acidente pelas duas irmãs Tatin, que dirigiam o seu próprio Hotel, o Hotel Tatin.
Uma delas estava a fazer uma "normal" tarte de maçã, mas estava com muito trabalho nesse dia.
Levou então as maçãs a caramelizar com açúcar e manteiga, mas com o trabalho esqueceu-se dela ao lume. Para tentar salvar o "desastre", cubriu a frigideira onde estavam as maçãs com a massa e colocou assim directamente no forno.
Resolveu servir a tarte na mesma aos hóspedes do hotel, simplesmente virando a tarte para um prato de servir. Ao que parece foi um sucesso e manteve-se no menu do Hotel.
Não sei se esta história será a verdadeira.. mas tem a sua piada!
Ingredientes:
6 a 8 maçãs
1 placa de massa folhada
100gr de manteiga
100gr de açúcar
Preparação:
Descasque as maçãs e corte-as em quartos. Coloque o açúcar e a manteiga partida em pedacinhos numa frigideira, que possa ir ao lume e ao forno, e por cima desta coloque os quartos da maçã com a parte concava voltada para baixo.
Leve ao lume até as maçãs estarem caramelizadas.
Cubra depois a frigideira com a massa folhada, fazendo um furo a meio para libertar o vapor à medida que a massa coze.
Leve a forno quente 200ºC até a massa estar dourada.
Desenforme depois de morna virando a frigideira para um prato de servir.
Sirva simples, com natas batidas ou com 1 bola de gelado de Baunilha!
Bom Apetite!
É simplesmente deliciosa!
A história creio que todos a conhecem...Esta tarte foi criada por acidente pelas duas irmãs Tatin, que dirigiam o seu próprio Hotel, o Hotel Tatin.
Uma delas estava a fazer uma "normal" tarte de maçã, mas estava com muito trabalho nesse dia.
Levou então as maçãs a caramelizar com açúcar e manteiga, mas com o trabalho esqueceu-se dela ao lume. Para tentar salvar o "desastre", cubriu a frigideira onde estavam as maçãs com a massa e colocou assim directamente no forno.
Resolveu servir a tarte na mesma aos hóspedes do hotel, simplesmente virando a tarte para um prato de servir. Ao que parece foi um sucesso e manteve-se no menu do Hotel.
Não sei se esta história será a verdadeira.. mas tem a sua piada!
Ingredientes:
6 a 8 maçãs
1 placa de massa folhada
100gr de manteiga
100gr de açúcar
Preparação:
Descasque as maçãs e corte-as em quartos. Coloque o açúcar e a manteiga partida em pedacinhos numa frigideira, que possa ir ao lume e ao forno, e por cima desta coloque os quartos da maçã com a parte concava voltada para baixo.
Leve ao lume até as maçãs estarem caramelizadas.
Cubra depois a frigideira com a massa folhada, fazendo um furo a meio para libertar o vapor à medida que a massa coze.
Leve a forno quente 200ºC até a massa estar dourada.
Desenforme depois de morna virando a frigideira para um prato de servir.
Sirva simples, com natas batidas ou com 1 bola de gelado de Baunilha!
Bom Apetite!
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
A Máfia Médica" é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Trata-se provavelmente da denuncia, publicada, mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma, a nível mundial, o complot formado pelo Sistema Sanitário e pela Industria Farmacêutica.
O livro expõe, por um lado, a errónea concepção da saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo dos negócios
Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema. A seguir, uma bela entrevista à autora, realizada por Laura Jimeno Muñoz para Discovery Salud:
MEDICINA SIGNIFICA NEGÓCIO
A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de Medicina em 1967, numa época em que -como ela mesma confessa – estava convencida de que a Medicina era extraordinária e, de que antes do final do séc. XX se teria o necessário para curar qualquer enfermidade. Só que essa primeira ilusão foi-se apagando até extinguir-se.
- Porquê essa decepção?
Porque comecei a ver muitas coisas que me fizeram reflectir. Por exemplo, que nem todas as pessoas respondiam aos maravilhosos tratamentos da medicina oficial.
Para além disso, naquela época entrei em contacto com várias terapias suaves – ou seja, praticantes de terapias não agressivas (em francês Médecine Douce) – que não tiveram problema algum em me abrir as suas consultas e em deixar-me ver o que faziam. Rapidamente concluí que as medicinas não agressivas são mais eficazes, mais baratas e, ainda por cima, têm menores efeitos secundários.
- E suponho que começou a perguntar-se por que é que na Faculdade ninguém lhe havia falado dessas terapias alternativas não agressivas?
Assim foi. Logo a minha mente foi mais além e comecei a questionar-me como era possível que se chamassem charlatães a pessoas a quem eu própria tinha visto curar e porque eram perseguidas como se fossem bruxos ou delinquentes. Por outro lado, como médico tinha participado em muitos congressos internacionais -em alguns como ponente – e dei-me conta de que todas as apresentações e depoimentos que aparecem em tais eventos estão controladas e requerem, obrigatoriamente, ser primeiro aceites pelo comité científico organizador do congresso.
- E quem designa esse comité científico?
Pois geralmente quem financia o evento: a indústria farmacêutica. Sim, hoje são as multinacionais quem decide, até o que se ensina aos futuros médicos nas faculdades e o que se publica e expõe nos congressos de medicina! O controlo é absoluto.
- E isso foi clarificador para si...?
E muito! Dar-me conta do controlo e da manipulação a que estão sujeitos os médicos – e os futuros médicos, ou sejam os estudantes – fez-me entender claramente que a Medicina é, antes de tudo, um negócio. A Medicina está hoje controlada pelos seguros -públicos ou privados, o que dá na mesma, porque enquanto alguém tem um seguro perde o controlo sobre o tipo de medicina a que acede. Já não pode escolher. E há mais, os seguros determinam inclusivamente o preço de cada tratamento e as terapias que se vão praticar. Esse olharmos para trás das companhias de seguros ou da segurança social... encontramos o mesmo.
- O poder económico?
Exacto, é o dinheiro quem controla totalmente a Medicina. E a única coisa que de verdade interessa a quem maneja este negócio é ganhar dinheiro. E como ganhar mais? Claro, tornando as pessoas doentes.... porque as pessoas sãs, não geram ingressos. A estratégia consiste em suma, em ter enfermos crónicos que tenham que consumir o tipo de produtos paliativos, ou seja, para tratar só sintomas, medicamentos para aliviar a dor, baixar a febre, diminuir a inflamação. Mas, nunca fármacos que possam resolver uma doença. Isso não é rentável, não interessa. A medicina actual está concebida para que a gente permaneça enferma o maior tempo possível e compre fármacos; se possível, toda a vida.
UM SISTEMA DE ENFERMIDADE
- Deduzo que essa é a razão pela qual no seu livro se refere ao sistema sanitário como “sistema de enfermidade”
Efectivamente. O chamado sistema sanitário é na realidade um sistema de enfermidade. Pratica-se uma medicina da enfermidade e não da saúde. Uma medicina que só reconhece a existência do corpo físico e não tem em conta nem o espírito, nem a mente, nem as emoções. E que para além disso, trata apenas o sintoma e não a causa do problema. Trata-se de um sistema que mantém o paciente na ignorância e na dependência, e a quem se estimula para que consuma fármacos de todo o tipo.
- Supõe-se que o sistema sanitário está ao serviço das pessoas!
Está ao serviço de quem dele tira proveito: a indústria farmacêutica. De uma forma oficial – puramente ilusória – o sistema está ao serviço do paciente, mas oficiosamente, na realidade, o sistema está às ordens da indústria que é quem move os fios e mantém o sistema de enfermidade em seu próprio benefício. Em suma, trata-se de uma autêntica máfia médica, de um sistema que cria enfermidades e mata por dinheiro e por poder.
- E que papel desempenha o médico nessa máfia?
O médico é – muitas vezes de uma forma inconsciente, é verdade – a correia de transmissão da grande indústria. Durante os 5 a 10 anos que passa na Faculdade de Medicina o sistema encarrega-se de lhe inculcar uns determinados conhecimentos e de lhe fechar os olhos para outras possibilidades. Posteriormente, nos hospitais e congressos médicos, é-lhe reforçada a ideia de que a função do médico é curar e salvar vidas, de que a enfermidade e a morte são fracassos que deve evitar a todo o custo e de que o ensinamento recebido é o único válido. E mais, ensina-se-lhes que o médico não deve implicar-se emocionalmente e que é um «deus» da saúde. Daí resulta que exista caça às bruxas entre os próprios profissionais da medicina. A medicina oficial, a científica, não pode permitir que existam outras formas de curar que não sejam servis ao sistema.
- O sistema, de facto, pretende fazer crer que a única medicina válida é a chamada medicina científica, a que você aprendeu e que renegou. Precisamente no mesmo número da revista em que vai aparecer a sua entrevista, publicamos um artigo a respeito.
A medicina científica está enormemente limitada porque se baseia na física materialista de Newton: tal efeito obedece a tal causa. E, assim, tal sintoma precede a tal enfermidade e requer tal tratamento. Trata-se de uma medicina que ademais só reconhece o que se vê, se toca, ou se mede e nega toda a conexão entre as emoções, o pensamento, a consciência e o estado de saúde do físico. E quando a importunamos com algum problema desse tipo cola a etiqueta de enfermidade psicossomática ao paciente e envia-o para casa, receitando-lhe comprimidos para os nervos.
- É dizer, que no que lhe toca, a medicina convencional só se ocupa em fazer desaparecer os sintomas.
Salvo no que se refere a cirurgia, os antibióticos e algumas poucas coisas mais, como os modernos meios de diagnóstico, sim. Dá a impressão de curar mas não cura. Simplesmente elimina a manifestação do problema no corpo físico mas este, cedo ou tarde, ressurge.
-Pensa que, dão melhor resultado as chamadas medicinas suaves ou não agressivas
São uma melhor opção porque tratam o paciente de uma forma holística e ajudam-no a curar... mas tão pouco curam. Olhe, qualquer das chamadas medicinas alternativas constituem uma boa ajuda mas apenas isso: complementos! Porque o verdadeiro médico é o próprio. Quando está consciente da sua soberania sobre a saúde, deixa de necessitar de terapeutas. O enfermo é o único que pode curar-se. Nada pode fazê-lo em seu lugar. A autocura é a única medicina que cura. A questão é que o sistema trabalha para que esqueçamos a nossa condição de seres soberanos e nos convertamos em seres submissos e dependentes. Nas nossas mãos está pois, romper essa escravidão.
-E, na sua opinião, por que é que as autoridades políticas, médicas, mediáticas e económicas o permitem? Porque os governos não acabam com este sistema de enfermidade, que por outro lado, é caríssimo?
Acerca disso, tenho três hipóteses. A primeira é que talvez não saibam que tudo isto se passa... mas é difícil de aceitar porque a informação está ao seu alcance há muitos anos e nos últimos vinte anos foram já várias as publicações que denunciaram a corrupção do sistema e a conspiração existente. A segunda hipótese é que não podem acabar com ele... mas também resulta como difícil de acreditar porque os governos têm poder.
- E a terceira, suponho, é que não querem acabar com o sistema.
Pois o certo é que, eliminadas as outras duas hipóteses, essa parece a mais plausível. E se um Governo se nega a acabar com um sistema que arruína e mata os seus cidadãos é porque faz parte dele, porque faz parte da máfia.
A MAFIA MÉDICA
-Quem, na sua opinião, integra a “máfia médica”?
Em diferentes escalas e com distintas implicações, com certeza, a industria farmacêutica, as autoridades políticas, os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias seguradoras, as Agencias dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) - o Ministério da Saúde da ONU- e, com certeza, o governo mundial na sombra do dinheiro.
- Entendemos que para si, a Organização Mundial da Saúde é “a máfia das máfias”?
Assim é. Essa organização está completamente controlada pelo dinheiro. A OMS é a organização que estabelece, em nome da saúde, a “política de enfermidade” em todos os países. Todo o mundo tem que obedecer cegamente às directrizes da OMS. Não há escapatória. De facto, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata, nada pode escapar ao seu controle.
- Em que consiste essa declaração?
Trata-se de uma declaração que dá à OMS os meios para estabelecer os critérios e normas internacionais da prática médica. Assim, foi retirada aos países a sua soberania em matéria de saúde para transferi-la para um governo mundial não eleito, cujo “ministério da saúde” é a OMS. Desde então, “direito à saúde” significa “direito à medicação”. Foi assim que, impuseram as vacinas e os medicamentos, a toda a população do globo.
- Uma acção que não se questiona
Claro, porque, “quem vai ousar duvidar das boas intenções da Organização Mundial de Saúde?” Com certeza, há que perguntar quem controla, por sua vez essa organização através da ONU? O poder económico
- Crê que, nem sequer as organizações humanitárias escapam a esse controlo?
Com certeza que não. As organizações humanitárias também dependem da ONU, ou seja, do dinheiro das subvenções. E portanto, as suas actividades estão igualmente controladas. Organizações como Médicos Sem Fronteiras acreditam que servem altruisticamente as pessoas, mas na realidade servem ao dinheiro.
- Uma máfia sumamente poderosa!
Omnipotente, diria eu. Eliminou toda a competência. Hoje em dia, “orientam-se “ os investigadores. Os dissidentes são encarcerados, manietados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos “alternativos” intitulam-nos de loucos, retiram-lhes a licença, ou encarceram-nos, também. Os produtos alternativos rentáveis caíram igualmente nas mãos das multinacionais graças às normativas da OMS e às patentes da Organização Mundial do Comércio. As autoridades e os seus meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem, entre a população, o medo da enfermidade, da velhice e da morte. De facto, a obsessão por viver mais ou, simplesmente, por sobreviver, fez prosperar inclusivamente o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões humanos. E em muitas clínicas de fertilização, na realidade “fabricam-se” uma multitude de embriões, que logo se armazenam para serem utilizados em cosmética, em tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem contar com o que se irradiam os alimentos, se modificam os genes, a água está contaminada, o ar envenenado. E mais, as crianças recebem, absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a escola. E assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai, o Viagra; a mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as pessoas continuam adoecendo e morrendo da mesma forma.
AS AUTORIDADES MENTEM
- O que explica do sistema sanitário imperante é uma realidade que cada vez mais gente começa a conhecer, mas surpreenderam-nos alguns das suas afirmações a respeito do que define como ´”as três grandes mentiras das autoridades políticas e sanitárias”.
Pois reitero-o: as autoridades mentem quando dizem que as vacinas nos protegem, mentem quando dizem que a sida é contagiosa e mentem quando dizem que o câncer é um mistério.
- Bem, falaremos disso ainda que, já lhe adianto, na revista não compartilhamos alguns dos seus pontos de vista. Se lhe parece bem, podemos começar por falar das vacinas. Na nossa opinião, a sua afirmação de que nenhuma vacina é útil, não se sustém.
Uma coisa com que concordamos, é que algumas são ineficazes e outras inúteis; às vezes, até perigosas.
Pois eu mantenho todas as minhas afirmações. A única imunidade autêntica é a natural e essa desenvolve-a 90% da população, antes dos 15 anos. E mais, as vacinas artificiais curto-circuitam por completo o desenvolvimento das primeiras defesas do organismo. E que as vacinas têm riscos, é algo muito evidente; apesar de se ocultar.
Por exemplo, uma vacina pode provocar a mesma enfermidade para que se destina. Porque não se adverte? Também se oculta que a pessoa vacinada pode transmitir a enfermidade ainda que não esteja enferma. Assim mesmo, não se diz que a vacina pode sensibilizar a pessoa perante a enfermidade. Ainda que o mais grave seja que se oculte a inutilidade, constatada, de certas vacinas.
- A quais se refere?
Às das enfermidades como a tuberculose e o tétano, vacinas que não conferem nenhuma imunidade; a rubéola, de que 90% das mulheres estão protegidas de modo natural; a difteria, que durante as maiores epidemias só alcançava a 7% das crianças apesar disso, hoje, vacina todos; a gripe, a hepatite B, cujos vírus se fazem rapidamente resistentes aos anti-corpos das vacinas.
- E até que ponto podem ser também perigosas?
As inumeráveis complicações que causam as vacinas – desde transtornos menores até à morte – estão suficientemente documentadas; por exemplo, a morte súbita do lactante. Por isso há já numerosos protestos de especialistas na matéria e são inúmeras as demandas judiciais que foram interpostas contra os fabricantes. Por outra parte, quando se examinam as consequências dos programas de vacinações massivas extraem-se conclusões esclarecedoras.
- Agradeceria que mencionasse algumas
Olhe, em primeiro lugar as vacinas são caras e constituem para o Estado um gasto de mil milhões de euros ao ano. Portanto, o único benefício evidente e seguro das vacinas... é o que obtém a industria. Além disso, a vacinação estimula o sistema imunitário, mas repetida a vacinação o sistema esgota-se. Portanto, a vacina repetida pode fazer, por exemplo, estalar a “sida silenciosa” e garantir um “mercado da enfermidade”, perpetuamente florescente. Mais dados: a vacinação incita à dependência médica e reforça a crença de que o nosso sistema imune é ineficaz. Ainda o mais horrível é que a vacinação facilita os genocídios selectivos pois permite liquidar pessoas de certa raça, de certo grupo, de certa região... Serve como experimentação para testar novos produtos sobre um amplo mostruário da população e uma arma biológica potentíssima ao serviço da guerra biológica porque permite interferir no património genético hereditário de quem se queira.
- Bom, é evidente que há muitas coisas das quais se pode fazer um bom ou mau uso mas isso depende da vontade e intenção de quem as utiliza. Bem, falemos se lhe parece, da segunda grande mentira das autoridades: você afirma que a Sida não é contagiosa. Perdoe-me, mas assim como o resto das suas afirmações nos pareceram pensadas e razoáveis, neste âmbito não temos visto que argumente essa afirmação.
Eu afirmo que a teoria de que o único causador da sida é o VIH o Vírus da Imunodeficiência Adquirida é falsa. Essa é a grande mentira. A verdade é que ter o VIH não implica necessariamente desenvolver sida. Porque a sida não é senão uma etiqueta que se “coloca” num estado de saúde a que dão lugar numerosas patologias quando o sistema imunitário está em baixo. E nego que ter sida equivalha a morte segura. Mas, claro, essa verdade não interessa. As autoridades impõem-nos à força a ideia de que a Sida é una enfermidade causada por um só vírus apesar de o próprio Luc Montagnier, do Instituto Pasteur, co-descobridor oficial do VIH enm1983, ter reconhecido já em 1990, que o VIH não é suficiente por si só para causar a sida. Outra evidência é o facto de que há numerosos casos de sida, sem vírus VIH e numerosos casos de vírus VIH, sem sida (seropositivos). Por outro lado, ainda não se conseguiu demonstrar que o vírus VIH cause a sida, e a demonstração é uma regra científica elementar para estabelecer uma relação causa-efeito, entre dois factores. O que se sabe, sem dúvida, é que o VIH é um retrovirus inofensivo que só se activa quando o sistema imunitário está debilitado.
- Você afirma no seu livro que o VIH foi criado artificialmente num laboratório
Sim. Investigações de eminentes médicos indicam que o VIH foi criado enquanto se faziam ensaios de vacinação contra a hepatite B em grupos de homossexuais. E tudo indica que o continente africano foi contaminado do mesmo modo durante campanhas de vacinação contra a varíola. Claro que outros investigadores vão mais longe ainda e afirmam que o vírus da sida foi cultivado como arma biológica e depois deliberadamente propagado mediante a vacinação de grupos de população que se queriam exterminar.
- Também observamos que ataca duramente a utilização do AZT para tratar a sida
Já no Congresso sobre SIDA celebrado em Copenhague em Maio de 1992 os superviventes da sida afirmaram que a solução então proposta pela medicina científica para combater o VIH, o AZT, era absolutamente ineficaz. Hoje isso está fora de qualquer dúvida. Pois bem, eu afirmo que se pode sobreviver à sida... mas não ao AZT. Este medicamento é mais mortal que a sida. O simples senso comum permite entender que não é com fármacos imuno-depressores que se reforça o sistema imunitário. Olhe, a sida converteu-se noutro grande negócio. Por isso, promociona-se amplamente combatê-lo, porque ele dá muito dinheiro à industria farmacêutica. É tão simples quanto isto.
- Falemos da “terceira grande mentira” das autoridades: a de que o câncer é um mistério
O chamado câncer, ou seja, a massiva proliferação anómala de células, é algo tão habitual que todos o padecemos varias vezes ao longo da nossa vida. Só que quando isso sucede, o sistema imunitário actua e destrói as células cancerígenas. O problema surge quando o nosso sistema imunitário está débil e não pode eliminá-las. Então o conjunto de células cancerosas acaba crescendo e formando um tumor.
- E é nesse momento quando se entra na engrenagem do “sistema de enfermidade”
Assim é. Porque quando se descobre um tumor se oferece de imediato ao paciente, com o pretexto de ajudá-lo, que escolha entre estas três possibilidades ou “formas de tortura”: amputá-lo (cirurgia), queimá-lo (radioterapia) ou envenena-lo (quimioterapia). Escondendo-se-lhe, que existem remédios alternativos eficazes, inócuos e baratos. E depois de quatro décadas de “luta intensiva”contra o câncer, qual é a situação nos próprios países industrializados? Que a taxa de mortalidade, por câncer, aumentou. Esse simples facto põe em evidência o fracasso da sua prevenção e do seu tratamento. Desperdiçaram-se milhares de milhões de euros e tanto o número de doentes, como o de mortos, contínua crescendo. Hoje sabemos a quem beneficia esta situação. Como sabemos quem a criou e quem a sustem. No caso da guerra, todos sabemos que esta beneficia sobretudo aos fabricantes e traficantes de armas. Bom, pois em medicina quem se beneficia são os fabricantes e traficantes do “armamento contra o câncer” ou seja, quem está detrás da quimioterapia, da radioterapia, da cirurgia e de toda a industria hospitalar.
A MAFIA, UMA NECESSIDADE EVOLUTIVA
- No entanto, apesar de tudo, mantém que a máfia médica é uma necessidade evolutiva da humanidade. Que quer dizer com essa afirmação?
Verá, pense num peixe comodamente instalado no seu aquário. Enquanto tem agua e comida, tudo está bem mas se lhe começa a faltar o alimento e o nível da agua desce perigosamente o peixe decidirá saltar para fora do aquário buscando uma forma de se salvar. Bom, pois eu entendo que a máfia médica nos pode empurrar a dar esse salto individualmente. Isso, se houver muita gente que prefira morrer a saltar.
- Mas para dar esse salto é preciso um nível de consciência determinado
Sim. E eu creio que se está elevando muito e muito rapidamente. A informação que antes se ocultava agora é pública: que a medicina mata pessoas, que os medicamentos nos envenenam, etc. Ademais, o médico alemão Ryke Geerd Hamer demonstrou que todas as enfermidades são psicossomáticas e as medicinas não agressivas ganham popularidade. A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de naipes quando 5% da população perder a sua confiança nela. Basta que essa percentagem da população mundial seja consciente e conectado com a sua própria divindade. Então decidirá escapar à escravatura a que tem sido submetida pela máfia e o sistema actual derrubará. Tão simples como isto.
- E em que ponto crê que estamos?
Não sei quantificá-lo, mas penso que provavelmente em menos de 5 anos todo o mundo se dará conta de que quando vai ao médico vai a um especialista da enfermidade e não a um especialista da saúde. Deixar de lado a chamada “medicina científica” e a segurança que oferece, para ir a um terapeuta é já um passo importante. Também o é perder o respeito e a obediência cega ao médico. O grande passo é dizer não à autoridade exterior e dizer sim à nossa autoridade interior.
- E o que é que nos impede de romper com a autoridade exterior?
O medo. Temos medo de não chamar o médico. Mas é o medo, por si próprio, quem nos pode enfermar e matar. Nós morremos de medo. Esquecermo-nos que a natureza humana é divina, o que quer dizer, concebida para nos comportarmos como deuses. E desde quando os deuses têm medo? Cada vez que nos comportamos de maneira diferente da de um deus pomo-nos enfermos. Essa é a realidade.
- E o que podem fazer os meios de comunicação para contribuir para a elevação da consciência nesta matéria?
Informar sem tentar convencer. Dizer o que sabeis e deixar às pessoas fazer o que queiram com a informação. Porque intentar convencê-las será impor outra verdade e de novo estaríamos noutra guerra. Necessita-se apenas dar referencia. Basta dizer as coisas. Logo, as pessoas as escutarão, se ressoarem nelas. E, se o seu medo for maior do que o seu amor por si mesmos, dirão: “Isso é impossível”. Se pelo contrário têm aberto o coração, escutarão e questionarão as suas convicções. É então, nesse momento, quando quiserem saber mais, que se lhes poderá dar mais informação.
Laura Jimeno Muñoz
Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema. A seguir, uma bela entrevista à autora, realizada por Laura Jimeno Muñoz para Discovery Salud:
MEDICINA SIGNIFICA NEGÓCIO
A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de Medicina em 1967, numa época em que -como ela mesma confessa – estava convencida de que a Medicina era extraordinária e, de que antes do final do séc. XX se teria o necessário para curar qualquer enfermidade. Só que essa primeira ilusão foi-se apagando até extinguir-se.
- Porquê essa decepção?
Porque comecei a ver muitas coisas que me fizeram reflectir. Por exemplo, que nem todas as pessoas respondiam aos maravilhosos tratamentos da medicina oficial.
Para além disso, naquela época entrei em contacto com várias terapias suaves – ou seja, praticantes de terapias não agressivas (em francês Médecine Douce) – que não tiveram problema algum em me abrir as suas consultas e em deixar-me ver o que faziam. Rapidamente concluí que as medicinas não agressivas são mais eficazes, mais baratas e, ainda por cima, têm menores efeitos secundários.
- E suponho que começou a perguntar-se por que é que na Faculdade ninguém lhe havia falado dessas terapias alternativas não agressivas?
Assim foi. Logo a minha mente foi mais além e comecei a questionar-me como era possível que se chamassem charlatães a pessoas a quem eu própria tinha visto curar e porque eram perseguidas como se fossem bruxos ou delinquentes. Por outro lado, como médico tinha participado em muitos congressos internacionais -em alguns como ponente – e dei-me conta de que todas as apresentações e depoimentos que aparecem em tais eventos estão controladas e requerem, obrigatoriamente, ser primeiro aceites pelo comité científico organizador do congresso.
- E quem designa esse comité científico?
Pois geralmente quem financia o evento: a indústria farmacêutica. Sim, hoje são as multinacionais quem decide, até o que se ensina aos futuros médicos nas faculdades e o que se publica e expõe nos congressos de medicina! O controlo é absoluto.
- E isso foi clarificador para si...?
E muito! Dar-me conta do controlo e da manipulação a que estão sujeitos os médicos – e os futuros médicos, ou sejam os estudantes – fez-me entender claramente que a Medicina é, antes de tudo, um negócio. A Medicina está hoje controlada pelos seguros -públicos ou privados, o que dá na mesma, porque enquanto alguém tem um seguro perde o controlo sobre o tipo de medicina a que acede. Já não pode escolher. E há mais, os seguros determinam inclusivamente o preço de cada tratamento e as terapias que se vão praticar. Esse olharmos para trás das companhias de seguros ou da segurança social... encontramos o mesmo.
- O poder económico?
Exacto, é o dinheiro quem controla totalmente a Medicina. E a única coisa que de verdade interessa a quem maneja este negócio é ganhar dinheiro. E como ganhar mais? Claro, tornando as pessoas doentes.... porque as pessoas sãs, não geram ingressos. A estratégia consiste em suma, em ter enfermos crónicos que tenham que consumir o tipo de produtos paliativos, ou seja, para tratar só sintomas, medicamentos para aliviar a dor, baixar a febre, diminuir a inflamação. Mas, nunca fármacos que possam resolver uma doença. Isso não é rentável, não interessa. A medicina actual está concebida para que a gente permaneça enferma o maior tempo possível e compre fármacos; se possível, toda a vida.
UM SISTEMA DE ENFERMIDADE
- Deduzo que essa é a razão pela qual no seu livro se refere ao sistema sanitário como “sistema de enfermidade”
Efectivamente. O chamado sistema sanitário é na realidade um sistema de enfermidade. Pratica-se uma medicina da enfermidade e não da saúde. Uma medicina que só reconhece a existência do corpo físico e não tem em conta nem o espírito, nem a mente, nem as emoções. E que para além disso, trata apenas o sintoma e não a causa do problema. Trata-se de um sistema que mantém o paciente na ignorância e na dependência, e a quem se estimula para que consuma fármacos de todo o tipo.
- Supõe-se que o sistema sanitário está ao serviço das pessoas!
Está ao serviço de quem dele tira proveito: a indústria farmacêutica. De uma forma oficial – puramente ilusória – o sistema está ao serviço do paciente, mas oficiosamente, na realidade, o sistema está às ordens da indústria que é quem move os fios e mantém o sistema de enfermidade em seu próprio benefício. Em suma, trata-se de uma autêntica máfia médica, de um sistema que cria enfermidades e mata por dinheiro e por poder.
- E que papel desempenha o médico nessa máfia?
O médico é – muitas vezes de uma forma inconsciente, é verdade – a correia de transmissão da grande indústria. Durante os 5 a 10 anos que passa na Faculdade de Medicina o sistema encarrega-se de lhe inculcar uns determinados conhecimentos e de lhe fechar os olhos para outras possibilidades. Posteriormente, nos hospitais e congressos médicos, é-lhe reforçada a ideia de que a função do médico é curar e salvar vidas, de que a enfermidade e a morte são fracassos que deve evitar a todo o custo e de que o ensinamento recebido é o único válido. E mais, ensina-se-lhes que o médico não deve implicar-se emocionalmente e que é um «deus» da saúde. Daí resulta que exista caça às bruxas entre os próprios profissionais da medicina. A medicina oficial, a científica, não pode permitir que existam outras formas de curar que não sejam servis ao sistema.
- O sistema, de facto, pretende fazer crer que a única medicina válida é a chamada medicina científica, a que você aprendeu e que renegou. Precisamente no mesmo número da revista em que vai aparecer a sua entrevista, publicamos um artigo a respeito.
A medicina científica está enormemente limitada porque se baseia na física materialista de Newton: tal efeito obedece a tal causa. E, assim, tal sintoma precede a tal enfermidade e requer tal tratamento. Trata-se de uma medicina que ademais só reconhece o que se vê, se toca, ou se mede e nega toda a conexão entre as emoções, o pensamento, a consciência e o estado de saúde do físico. E quando a importunamos com algum problema desse tipo cola a etiqueta de enfermidade psicossomática ao paciente e envia-o para casa, receitando-lhe comprimidos para os nervos.
- É dizer, que no que lhe toca, a medicina convencional só se ocupa em fazer desaparecer os sintomas.
Salvo no que se refere a cirurgia, os antibióticos e algumas poucas coisas mais, como os modernos meios de diagnóstico, sim. Dá a impressão de curar mas não cura. Simplesmente elimina a manifestação do problema no corpo físico mas este, cedo ou tarde, ressurge.
-Pensa que, dão melhor resultado as chamadas medicinas suaves ou não agressivas
São uma melhor opção porque tratam o paciente de uma forma holística e ajudam-no a curar... mas tão pouco curam. Olhe, qualquer das chamadas medicinas alternativas constituem uma boa ajuda mas apenas isso: complementos! Porque o verdadeiro médico é o próprio. Quando está consciente da sua soberania sobre a saúde, deixa de necessitar de terapeutas. O enfermo é o único que pode curar-se. Nada pode fazê-lo em seu lugar. A autocura é a única medicina que cura. A questão é que o sistema trabalha para que esqueçamos a nossa condição de seres soberanos e nos convertamos em seres submissos e dependentes. Nas nossas mãos está pois, romper essa escravidão.
-E, na sua opinião, por que é que as autoridades políticas, médicas, mediáticas e económicas o permitem? Porque os governos não acabam com este sistema de enfermidade, que por outro lado, é caríssimo?
Acerca disso, tenho três hipóteses. A primeira é que talvez não saibam que tudo isto se passa... mas é difícil de aceitar porque a informação está ao seu alcance há muitos anos e nos últimos vinte anos foram já várias as publicações que denunciaram a corrupção do sistema e a conspiração existente. A segunda hipótese é que não podem acabar com ele... mas também resulta como difícil de acreditar porque os governos têm poder.
- E a terceira, suponho, é que não querem acabar com o sistema.
Pois o certo é que, eliminadas as outras duas hipóteses, essa parece a mais plausível. E se um Governo se nega a acabar com um sistema que arruína e mata os seus cidadãos é porque faz parte dele, porque faz parte da máfia.
A MAFIA MÉDICA
-Quem, na sua opinião, integra a “máfia médica”?
Em diferentes escalas e com distintas implicações, com certeza, a industria farmacêutica, as autoridades políticas, os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias seguradoras, as Agencias dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) - o Ministério da Saúde da ONU- e, com certeza, o governo mundial na sombra do dinheiro.
- Entendemos que para si, a Organização Mundial da Saúde é “a máfia das máfias”?
Assim é. Essa organização está completamente controlada pelo dinheiro. A OMS é a organização que estabelece, em nome da saúde, a “política de enfermidade” em todos os países. Todo o mundo tem que obedecer cegamente às directrizes da OMS. Não há escapatória. De facto, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata, nada pode escapar ao seu controle.
- Em que consiste essa declaração?
Trata-se de uma declaração que dá à OMS os meios para estabelecer os critérios e normas internacionais da prática médica. Assim, foi retirada aos países a sua soberania em matéria de saúde para transferi-la para um governo mundial não eleito, cujo “ministério da saúde” é a OMS. Desde então, “direito à saúde” significa “direito à medicação”. Foi assim que, impuseram as vacinas e os medicamentos, a toda a população do globo.
- Uma acção que não se questiona
Claro, porque, “quem vai ousar duvidar das boas intenções da Organização Mundial de Saúde?” Com certeza, há que perguntar quem controla, por sua vez essa organização através da ONU? O poder económico
- Crê que, nem sequer as organizações humanitárias escapam a esse controlo?
Com certeza que não. As organizações humanitárias também dependem da ONU, ou seja, do dinheiro das subvenções. E portanto, as suas actividades estão igualmente controladas. Organizações como Médicos Sem Fronteiras acreditam que servem altruisticamente as pessoas, mas na realidade servem ao dinheiro.
- Uma máfia sumamente poderosa!
Omnipotente, diria eu. Eliminou toda a competência. Hoje em dia, “orientam-se “ os investigadores. Os dissidentes são encarcerados, manietados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos “alternativos” intitulam-nos de loucos, retiram-lhes a licença, ou encarceram-nos, também. Os produtos alternativos rentáveis caíram igualmente nas mãos das multinacionais graças às normativas da OMS e às patentes da Organização Mundial do Comércio. As autoridades e os seus meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem, entre a população, o medo da enfermidade, da velhice e da morte. De facto, a obsessão por viver mais ou, simplesmente, por sobreviver, fez prosperar inclusivamente o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões humanos. E em muitas clínicas de fertilização, na realidade “fabricam-se” uma multitude de embriões, que logo se armazenam para serem utilizados em cosmética, em tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem contar com o que se irradiam os alimentos, se modificam os genes, a água está contaminada, o ar envenenado. E mais, as crianças recebem, absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a escola. E assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai, o Viagra; a mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as pessoas continuam adoecendo e morrendo da mesma forma.
AS AUTORIDADES MENTEM
- O que explica do sistema sanitário imperante é uma realidade que cada vez mais gente começa a conhecer, mas surpreenderam-nos alguns das suas afirmações a respeito do que define como ´”as três grandes mentiras das autoridades políticas e sanitárias”.
Pois reitero-o: as autoridades mentem quando dizem que as vacinas nos protegem, mentem quando dizem que a sida é contagiosa e mentem quando dizem que o câncer é um mistério.
- Bem, falaremos disso ainda que, já lhe adianto, na revista não compartilhamos alguns dos seus pontos de vista. Se lhe parece bem, podemos começar por falar das vacinas. Na nossa opinião, a sua afirmação de que nenhuma vacina é útil, não se sustém.
Uma coisa com que concordamos, é que algumas são ineficazes e outras inúteis; às vezes, até perigosas.
Pois eu mantenho todas as minhas afirmações. A única imunidade autêntica é a natural e essa desenvolve-a 90% da população, antes dos 15 anos. E mais, as vacinas artificiais curto-circuitam por completo o desenvolvimento das primeiras defesas do organismo. E que as vacinas têm riscos, é algo muito evidente; apesar de se ocultar.
Por exemplo, uma vacina pode provocar a mesma enfermidade para que se destina. Porque não se adverte? Também se oculta que a pessoa vacinada pode transmitir a enfermidade ainda que não esteja enferma. Assim mesmo, não se diz que a vacina pode sensibilizar a pessoa perante a enfermidade. Ainda que o mais grave seja que se oculte a inutilidade, constatada, de certas vacinas.
- A quais se refere?
Às das enfermidades como a tuberculose e o tétano, vacinas que não conferem nenhuma imunidade; a rubéola, de que 90% das mulheres estão protegidas de modo natural; a difteria, que durante as maiores epidemias só alcançava a 7% das crianças apesar disso, hoje, vacina todos; a gripe, a hepatite B, cujos vírus se fazem rapidamente resistentes aos anti-corpos das vacinas.
- E até que ponto podem ser também perigosas?
As inumeráveis complicações que causam as vacinas – desde transtornos menores até à morte – estão suficientemente documentadas; por exemplo, a morte súbita do lactante. Por isso há já numerosos protestos de especialistas na matéria e são inúmeras as demandas judiciais que foram interpostas contra os fabricantes. Por outra parte, quando se examinam as consequências dos programas de vacinações massivas extraem-se conclusões esclarecedoras.
- Agradeceria que mencionasse algumas
Olhe, em primeiro lugar as vacinas são caras e constituem para o Estado um gasto de mil milhões de euros ao ano. Portanto, o único benefício evidente e seguro das vacinas... é o que obtém a industria. Além disso, a vacinação estimula o sistema imunitário, mas repetida a vacinação o sistema esgota-se. Portanto, a vacina repetida pode fazer, por exemplo, estalar a “sida silenciosa” e garantir um “mercado da enfermidade”, perpetuamente florescente. Mais dados: a vacinação incita à dependência médica e reforça a crença de que o nosso sistema imune é ineficaz. Ainda o mais horrível é que a vacinação facilita os genocídios selectivos pois permite liquidar pessoas de certa raça, de certo grupo, de certa região... Serve como experimentação para testar novos produtos sobre um amplo mostruário da população e uma arma biológica potentíssima ao serviço da guerra biológica porque permite interferir no património genético hereditário de quem se queira.
- Bom, é evidente que há muitas coisas das quais se pode fazer um bom ou mau uso mas isso depende da vontade e intenção de quem as utiliza. Bem, falemos se lhe parece, da segunda grande mentira das autoridades: você afirma que a Sida não é contagiosa. Perdoe-me, mas assim como o resto das suas afirmações nos pareceram pensadas e razoáveis, neste âmbito não temos visto que argumente essa afirmação.
Eu afirmo que a teoria de que o único causador da sida é o VIH o Vírus da Imunodeficiência Adquirida é falsa. Essa é a grande mentira. A verdade é que ter o VIH não implica necessariamente desenvolver sida. Porque a sida não é senão uma etiqueta que se “coloca” num estado de saúde a que dão lugar numerosas patologias quando o sistema imunitário está em baixo. E nego que ter sida equivalha a morte segura. Mas, claro, essa verdade não interessa. As autoridades impõem-nos à força a ideia de que a Sida é una enfermidade causada por um só vírus apesar de o próprio Luc Montagnier, do Instituto Pasteur, co-descobridor oficial do VIH enm1983, ter reconhecido já em 1990, que o VIH não é suficiente por si só para causar a sida. Outra evidência é o facto de que há numerosos casos de sida, sem vírus VIH e numerosos casos de vírus VIH, sem sida (seropositivos). Por outro lado, ainda não se conseguiu demonstrar que o vírus VIH cause a sida, e a demonstração é uma regra científica elementar para estabelecer uma relação causa-efeito, entre dois factores. O que se sabe, sem dúvida, é que o VIH é um retrovirus inofensivo que só se activa quando o sistema imunitário está debilitado.
- Você afirma no seu livro que o VIH foi criado artificialmente num laboratório
Sim. Investigações de eminentes médicos indicam que o VIH foi criado enquanto se faziam ensaios de vacinação contra a hepatite B em grupos de homossexuais. E tudo indica que o continente africano foi contaminado do mesmo modo durante campanhas de vacinação contra a varíola. Claro que outros investigadores vão mais longe ainda e afirmam que o vírus da sida foi cultivado como arma biológica e depois deliberadamente propagado mediante a vacinação de grupos de população que se queriam exterminar.
- Também observamos que ataca duramente a utilização do AZT para tratar a sida
Já no Congresso sobre SIDA celebrado em Copenhague em Maio de 1992 os superviventes da sida afirmaram que a solução então proposta pela medicina científica para combater o VIH, o AZT, era absolutamente ineficaz. Hoje isso está fora de qualquer dúvida. Pois bem, eu afirmo que se pode sobreviver à sida... mas não ao AZT. Este medicamento é mais mortal que a sida. O simples senso comum permite entender que não é com fármacos imuno-depressores que se reforça o sistema imunitário. Olhe, a sida converteu-se noutro grande negócio. Por isso, promociona-se amplamente combatê-lo, porque ele dá muito dinheiro à industria farmacêutica. É tão simples quanto isto.
- Falemos da “terceira grande mentira” das autoridades: a de que o câncer é um mistério
O chamado câncer, ou seja, a massiva proliferação anómala de células, é algo tão habitual que todos o padecemos varias vezes ao longo da nossa vida. Só que quando isso sucede, o sistema imunitário actua e destrói as células cancerígenas. O problema surge quando o nosso sistema imunitário está débil e não pode eliminá-las. Então o conjunto de células cancerosas acaba crescendo e formando um tumor.
- E é nesse momento quando se entra na engrenagem do “sistema de enfermidade”
Assim é. Porque quando se descobre um tumor se oferece de imediato ao paciente, com o pretexto de ajudá-lo, que escolha entre estas três possibilidades ou “formas de tortura”: amputá-lo (cirurgia), queimá-lo (radioterapia) ou envenena-lo (quimioterapia). Escondendo-se-lhe, que existem remédios alternativos eficazes, inócuos e baratos. E depois de quatro décadas de “luta intensiva”contra o câncer, qual é a situação nos próprios países industrializados? Que a taxa de mortalidade, por câncer, aumentou. Esse simples facto põe em evidência o fracasso da sua prevenção e do seu tratamento. Desperdiçaram-se milhares de milhões de euros e tanto o número de doentes, como o de mortos, contínua crescendo. Hoje sabemos a quem beneficia esta situação. Como sabemos quem a criou e quem a sustem. No caso da guerra, todos sabemos que esta beneficia sobretudo aos fabricantes e traficantes de armas. Bom, pois em medicina quem se beneficia são os fabricantes e traficantes do “armamento contra o câncer” ou seja, quem está detrás da quimioterapia, da radioterapia, da cirurgia e de toda a industria hospitalar.
A MAFIA, UMA NECESSIDADE EVOLUTIVA
- No entanto, apesar de tudo, mantém que a máfia médica é uma necessidade evolutiva da humanidade. Que quer dizer com essa afirmação?
Verá, pense num peixe comodamente instalado no seu aquário. Enquanto tem agua e comida, tudo está bem mas se lhe começa a faltar o alimento e o nível da agua desce perigosamente o peixe decidirá saltar para fora do aquário buscando uma forma de se salvar. Bom, pois eu entendo que a máfia médica nos pode empurrar a dar esse salto individualmente. Isso, se houver muita gente que prefira morrer a saltar.
- Mas para dar esse salto é preciso um nível de consciência determinado
Sim. E eu creio que se está elevando muito e muito rapidamente. A informação que antes se ocultava agora é pública: que a medicina mata pessoas, que os medicamentos nos envenenam, etc. Ademais, o médico alemão Ryke Geerd Hamer demonstrou que todas as enfermidades são psicossomáticas e as medicinas não agressivas ganham popularidade. A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de naipes quando 5% da população perder a sua confiança nela. Basta que essa percentagem da população mundial seja consciente e conectado com a sua própria divindade. Então decidirá escapar à escravatura a que tem sido submetida pela máfia e o sistema actual derrubará. Tão simples como isto.
- E em que ponto crê que estamos?
Não sei quantificá-lo, mas penso que provavelmente em menos de 5 anos todo o mundo se dará conta de que quando vai ao médico vai a um especialista da enfermidade e não a um especialista da saúde. Deixar de lado a chamada “medicina científica” e a segurança que oferece, para ir a um terapeuta é já um passo importante. Também o é perder o respeito e a obediência cega ao médico. O grande passo é dizer não à autoridade exterior e dizer sim à nossa autoridade interior.
- E o que é que nos impede de romper com a autoridade exterior?
O medo. Temos medo de não chamar o médico. Mas é o medo, por si próprio, quem nos pode enfermar e matar. Nós morremos de medo. Esquecermo-nos que a natureza humana é divina, o que quer dizer, concebida para nos comportarmos como deuses. E desde quando os deuses têm medo? Cada vez que nos comportamos de maneira diferente da de um deus pomo-nos enfermos. Essa é a realidade.
- E o que podem fazer os meios de comunicação para contribuir para a elevação da consciência nesta matéria?
Informar sem tentar convencer. Dizer o que sabeis e deixar às pessoas fazer o que queiram com a informação. Porque intentar convencê-las será impor outra verdade e de novo estaríamos noutra guerra. Necessita-se apenas dar referencia. Basta dizer as coisas. Logo, as pessoas as escutarão, se ressoarem nelas. E, se o seu medo for maior do que o seu amor por si mesmos, dirão: “Isso é impossível”. Se pelo contrário têm aberto o coração, escutarão e questionarão as suas convicções. É então, nesse momento, quando quiserem saber mais, que se lhes poderá dar mais informação.
Laura Jimeno Muñoz
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