domingo, 17 de janeiro de 2016
O Portugal de Miguel Torga
Miguel Torga é o nome literário de Adolfo Correia da Rocha. Tirou o curso de Medicina, publicou mais de 50 obras e chegou a ser apontado ao Nobel da Literatura.
Miguel Torga conhecia Portugal de norte a sul, amava a natureza das suas terras, tinha absoluta devoção à pátria, sofria e desiludia-se com os portugueses que viviam agarrados às glórias do passado.
O documentário ”Miguel Torga, o meu Portugal” conduz-nos numa viagem pelo país e pela identidade portuguesa a partir dos textos do escritor, sobretudo da produção em prosa que integra a coletânea “Portugal”, de 1950.
O próprio Torga é o narrador exclusivo do documentário, a sua voz é aqui substituída pela do actor Sinde Filipe, enquanto a recriação “visual” é assegurada pelo também actor José Pinto .
Esta viagem é enquadrada por diversos depoimentos, com destaque para Eduardo Lourenço e António Barreto. Embora de diferentes gerações, estes relevantes investigadores sociais e pensadores portugueses privaram com Miguel Torga, de quem foram amigos, pelo que disponibilizam uma análise exclusiva e privilegiada do pensamento e da visão peculiar de Torga sobre a realidade portuguesa.
Temas: Português, Literatura
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
"Tumbalalaika" é uma canção popular judaico-russa de amor cantada em yiddish, cujo nome pode ser traduzido como "o som da balalaica". A sua letra é composta por uma série de enigmas e respectivas soluções, intercalados pelo refrão "tumbala- tumbala- tumbalalaica, tumbalalaica - toque balalaica, tumbalalaica - e seja feliz".
Tem sido divulgada em várias línguas por diversos artistas e a versão que irão ouvir foi interpretada na Sinagoga Judaico-Portuguesa de Amesterdão, Holanda, que é iluminada apenas por velas - foi construída há várias centenas de anos e nunca a electrificaram.
O arco, assentos e tudo o mais foram feitos à mão, por construtores de barcos.
Inexplicavelmente, durante a 2ª. Guerra Mundial os nazis nunca se interessaram por esta preciosidade... Encontra-se, pois, intacta e tal como foi construída.
Inexplicavelmente, durante a 2ª. Guerra Mundial os nazis nunca se interessaram por esta preciosidade... Encontra-se, pois, intacta e tal como foi construída.
A história do porquê das mulheres terem ÚTERO

Uma história medicinal que toda mulher deve ler para recuperar a sua essência, as suas raízes e o significado de sua existência.
Este conto conta uma história muito, muito antiga, que muitos já não se lembram, ou que muitos já não falam, antes de os humanos aparecerem com duas pernas no chão, onde todas as mulheres, antes de serem mulheres, eram árvores e, como tal, tinham raízes que as tornavam unas com a Mãe Terra, mãos largas e casacos feitos de troncos, com longos cabelos que se cobriam de folhas, frutos e aves que cantavam na Primavera.
Elas viviam nos mais belos recantos, nutriam-se de sol, água e vento e jamais estavam sozinhas, pois rodeavam-nas todas as criaturas da floresta terrestre, a mais mágica podes imaginar. Da mesma forma, as guardava e nutria a mais sábia de todas as árvores, que elas chamaram de “Árvore Avó,” uma árvore muito antiga que conhecia todos os segredos da vida e da morte, e sempre que qualquer árvore-mulher de qualquer parte do mundo ficava doente, comunicava com a Árvore Avó através de suas raízes para se curar.
As mulheres árvore tinham poderes mágicos, elas comunicavam sem usar palavras, moviam os elementos sem ter mãos e podiam sentir todos os seres da Natureza através de uma rede profunda que formavam com as suas raízes dentro da terra.
Um dia, muito tempo depois, chegaram à Terra os humanos de duas patas, algo aconteceu e começaram os tempos de guerra, morte e destruição, alguns diziam que por causa da ambição do reino, o poder e a riqueza. Foi uma época terrível, onde muitas mulheres árvores foram transformadas em madeira e queimadas como uma forma de gerar calor. Assim, para manter vivas as suas filhas, a Avó permitiu que as árvores se desenraizassem e tivessem pés para poderem correr e esconderem-se longe do perigo. As mulheres árvores deveriam assim aprender a andar e a sobreviver por conta própria, em troca tiveram de perder as suas raízes e a sua conexão com a Mãe Terra e a todos os seres vivos, o que lhes causou grande dor e tristeza, mas esta foi a única maneira de sobreviverem e preservarem a tradição das mulheres árvore.
Quem me contou esta história diz que passaram muitos séculos até que a guerra pelos reinos terminou, e nela muitas mulheres árvore morreram de tristeza, pois não suportaram a solidão e o desenraizamento, outras se esqueceram de quem eram e aprenderam a viver com os humanos de duas patas e perderam os seus poderes e habilidades mágicas. Mas havia um outro grupo de mulheres árvore que foram distribuídas pelo mundo e, apesar de se separarem, prometeram nunca deixarem de serem quem eram e de conservar na memória mais profunda de DNA tudo o que elas aprenderam com a Árvore Avó. Este grupo de mulheres árvore comprometeu-se a reencontrar-se em todas as vidas seguintes, mantendo muito bem guardado o segredo das suas origens e poderes.
A Avó, também desejando não se separar deste bosque de donzelas, e num acto de amor profundo pelas suas filhas, abençoou todas as mulheres com uma árvore no seu ventre e esta árvore transformou-se naquilo que é hoje o nosso útero. Assim, todas as mulheres podem recuperar o seu enraizamento com a Mãe Terra nutrindo-se com o seu amor, pois o útero é a âncora da sua verdadeira essência. A partir dele está a forma de recuperar a razão mais primordial de ser mulher. E o maravilhoso desta bênção da Árvore Avó é que tenhamos ou não útero físico, teremos sempre o útero energético que nunca nada nem ninguém nos poderá retirar.
Esta é uma história muito, muito antiga, e muitos dizem que neste momento a Avó Árvore está a chamar em alto e bom som pelas suas filhas. Tanto é que se abraçares a árvore mais antiga do bosque e encostares o teu ouvido ao seu trono, ela te contará os segredos das mulheres árvore, te encherá de todo o seu amor e te doará toda a sua medicina ancestral. E a partir daí nunca mais estarás desconectada da Avó Árvore. O teu útero recuperará as suas raízes e caminharás sempre ancorada à Terra. Fim.
Toda a mulher que hoje possa estar a sentir uma ferida ancestral e um vazio emocional profundo sem explicação, é sinónimo de que tomou consciência que perdeu a sua raiz ancestral à Mãe Terra e à Avó Árvore. A forma de recuperar a alegria, o sentido da existência e o amor de ser mulher requer um regresso ao enraizar do útero na Terra, e isso passa por tomar consciência de que somos mulheres árvore e que em cada momento há uma rede invisível abaixo dos nossos pés que nos conecta a um sem fim de memórias ancestrais. Quando uma mulher está a sangrar a partir do seu ventre, toma consciência desta perda ancestral que lhe traz tristeza, vazio e a sensação de que lhe falta algo. Quando um homem faz amor com uma mulher, pode sentir por segundos o êxtase de estar conectado em unidade com o todo.
Desde relembrar que desde os nossos pés crescem raízes invisíveis que nos conectam a uma grande rede, um grande corpo energético, que são todos os seres vivos da Terra, mas que deves activar essas raízes que te conectarão a todas as mulheres, homens, animais, insectos, vegetais, minerais e aos elementos. Pois o nosso útero está conectado a um útero ainda maior, o útero primordial, aquele que dá à luz desde o início dos tempos a tudo o que é conhecido e desconhecido. Enraizar o nosso útero também tem muita relação com o recuperar da consciência e sabedoria da Terra, de menstruarmos de forma consciente e respeitar a vida em todos os sentidos.
Todos os úteros físicos ou energéticos que permaneçam sem esta conexão à Mãe Terra está suspenso no vazio e a mulher que o carrega sentir-se-á seca e sem vida. Recuperar a consciência raiz do útero é regressar ao sentido primordial da vida.
Com amor a todas aquelas que ainda não encontraram o sentido da sua existência, pois como mulher cheguei a experimentar esse vazia durante muito tempo na vida. Quando eu eu enraizei pela primei vez o meu útero à Terra, eu senti-me viva e recordei muitas memórias de dor que as minhas ancestrais sentiram e que eu deveria transmutar. Percebi que há uma ferida ancestral que todas carregamos e para curá-la é importante que as mulheres se unam e recordemos todas as nossas histórias e lembremos a magia que nos habita. Só desta forma pode também Mãe Terra para curar as suas feridas e os homens podem acompanhar-nos e serem guardiões desta evolução.
Por Ximena Hernandez Noemi Avila
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
CALENDÁRIO DE PLANTAÇÕES PARA O ANO INTEIRO
A primavera é, por excelência, a estação do ano em que os jardins se encontram no seu máximo esplendor. Mas, para que isso suceda, é preciso ter semeado e plantado antes as espécies mais adequadas a essa estação. Para que saiba quais as variedades florais que deve semear em cada uma das diferentes épocas, elaborámos um guia mensal que também lhe indica as sementeiras que deve fazer na sua horta, nos seus canteiros ou nos seus vasos, para que se possa organizar de uma forma efetiva e eficiente.
Janeiro
O primeiro mês do ano está longe de ser aquele que mais trabalho exige no seu jardim. Nesta época, a grande maioria das plantas encontra-se em descanso vegetativo. Ainda assim, depois de desfazer a árvore de Natal e de arrumar todas as prendas que a sua família recebeu durante a quadra natalícia, pode semear petúnias, ervilhas de cheiro e gipsófilas, além de espécies anuais de verão, bienais, rosas e bolbos de vaso.
Esta é uma boa altura para o fazer. Se tem uma horta ou gosta de fazer experiências no seu quintal ou até mesmo num dos cantos da sua varanda, pode sempre semear agriões, alfaces, cebolas, coentros, espinafres e nabiças.
Fevereiro
O Carnaval aproxima-se a passos largos mas a máscara que vai usar este ano não pode ser a única coisa a ocupar a sua mente. Nesta altura do ano, deve ter as tesouras de poda sempre prontas para os trabalhos de poda. Tudo o que se encontre seco, deteriorado ou com mau aspeto deve ser removido. Esta é também a altura em que deve plantar coníferas, árvores de sombra de folha caduca e espécies de folha perene.
Esta é ainda uma boa época para semear coleos e ainda ervilhas de cheiro e gipsófilas, caso não o tenha feito em janeiro. Na horta, é tempo de avançar com a sementeira de abóboras, acelgas, agriões, aipos, alfaces, alho francês, beterrabas, cebolas, coentros, couve galega, couve de repolho, couve tronchuda, nabos, rabanetes, salsa e tomate.
Março
Com a primavera à porta, não espere demais para começar a preparar o espectáculo de cor que inundará o jardim nos próximos meses. Meta mãos à obra e semeie asteres, coleos, cravínias, crisântemos, estatice, gipsófilas, verbenas e zínias, além de ageratos, petúnias e cravos-túnicos. Na horta, este é um dos meses de maior actividade no que se refere a sementeiras e plantações.
Abóboras, acelgas, agriões, aipos, alfaces, alho francês, beldroegas, beringelas, beterrabas, cebolas, coentros, couve-bróculo, couve-de-bruxelas, couve galega, couve lombarda, espinafres, melancias, melões, nabiças, nabos, pepino, pimentos, rabanetes, salsa e tomate são as espécies que deve semear.
Abril
Enquanto vai pensando nos seus planos para a Páscoa, centre as suas atenções nos bolbos estivais, comece a adubar e a incrementar as regas à medida que a temperatura vai subindo. No que respeita a novas sementeiras, esta é uma boa altura para fazer as de artemisas e cosmos (ao sol), astilibes (à sombra), asteres, coleos, cravínias, crisântemos, estatice, gipsófilas e zínias.
Na horta, semeie abóboras, acelgas, agriões, aipos, alfaces, alho francês, beldroegas, beringelas, beterrabas e cenouras. Coentros, couve-bróculo, couve-de-bruxelas, couve-nabiça, espinafres, melancias, melões, nabiças, nabos, pepino, pimentos, rabanetes, salsa e tomate são outras das sementeiras que também pode (e deve) fazer ao longo deste mês.
Maio
Este é o mês em que se verifica uma profusão de flores nos jardins. Aproveite o bom tempo que se começa a fazer sentir e plante os bolbos e tubérculos que florescem já no verão ou no próximo outono, assim como begónias, dálias, asteres, coleos, cravínias, crisântemos, estatice, gipsófilas e zínias. Na horta, a lista de sementeiras não varia muito em relação aos meses anteriores.
Semeie abóboras, acelgas, agriões, aipos, alfaces, alho francês, beldroegas, beterrabas, cenouras, coentros, couve-bróculo, couve-de-bruxelas, couve-nabiça, espinafres, flor de mostarda, melancias, melões, nabiças, nabos, pepino, pimentos, rabanetes, salsa e tomate.
Junho
A sua mente já só pensa na praia, nas sardinhadas, nas festas dos santos populares e nos feriados mas, se quer mesmo ter um jardim bonito e florido, tem de arranjar tempo para calçar as luvas e enfiar as mãos na terra. Esta época é indicada para plantar vivazes, maciços à base de áster, rudbequias, heliantus e bolbosas como os gladíolos, begónias e agapantos.
É também uma boa altura para semear gipsófilas, goivos, miosótis e prímulas. Na horta, continua a ser tempo para semear abóboras, acelgas, agriões, alfaces, beldroegas, cenouras, coentros,
couve-bróculo, couve-de-bruxelas, couve-nabiça, espinafres, flor de mostarda, rabanetes e salsa.
couve-bróculo, couve-de-bruxelas, couve-nabiça, espinafres, flor de mostarda, rabanetes e salsa.
Julho
Nesta altura, só já pensa nas férias e nos mergulhos que irá dar ou na tal viagem que irá finalmente fazer. Este é, contudo, também o mês em que deve plantar as espécies com cores garridas que vão encher as suas jarras lá de casa no inverno. É tempo de plantar petúnias, salvas e cravos-túnicos, além de asteres, goivos, gipsófilas, prímulas e miosótis.
Na horta, se ainda não o fez, semeie acelgas, agriões, alfaces, beldroegas, beringelas, beterrabas, cenouras, coentros, couve-bróculo, couve-de-bruxelas, couve chinesa, couve galega, couve lombarda, couve nabiça, couve de repolho, couve tronchuda, espinafres, rabanetes e salsa.
Agosto
Enquanto aproveita para relaxar e conseguir o bronze que andou os últimos meses a ambicionar, o jardim continua a celebrar a grande festa do tempo quente que faz luzir uma panóplia de cores e cheiros sem fim. Se não estiver demasiado calor ou um tempo demasiado seco, transplante as bienais de primavera a partir das bandejas de sementeira e semeie amores-perfeitos, asteres, centaureas, goivos, linho de jardim, margaridas, prímulas, sálvias e verbenas, além de coníferas de floração primaveril, adquiridas em centros de jardinagem.
Na horta, além de acelgas, agriões, alfaces, cenouras, coentros, couve-bróculo e couve-de-bruxelas, semeie couve galega, couve lombarda, couve nabiça, couve de repolho, couve tronchuda, espinafres e salsa.
Setembro
Com o regresso às aulas e ao trabalho, o seu jardim passa a exigir novos cuidados. No que respeita a sementeiras e plantações, semeie bolbos de outono de floração primaveril, nomeadamente túlipas, narcisos, muscaris e crocos, além de amores-perfeitos, asteres, centaureas, goivos, linho de jardim, margaridas, prímulas, sálvias e verbenas. Na horta, a lista não se altera muito.
Agriões, alfaces, beldroegas, cebolas, cenouras, coentros, couve-bróculo e couve-de-bruxelas,
couve-flor, couve galega, couve lombarda, couve nabiça, couve de repolho, couve tronchuda, espinafres, nabiças, nabos, nabo greleiro, rabanetes, rábano e salsa são as sementeiras que deve fazer.
couve-flor, couve galega, couve lombarda, couve nabiça, couve de repolho, couve tronchuda, espinafres, nabiças, nabos, nabo greleiro, rabanetes, rábano e salsa são as sementeiras que deve fazer.
Outubro
As folhas que começam a cobrir os solos tendem a provocar mais danos do que benefícios. Além de ter de as limpar para proteger outras espécies, não pode também descurar as sementeiras e plantações típicas desta época, como é o caso de crocus, muscari, arbustos perenes, coníferas, sebes, amores-perfeitos, asteres, centaureas, goivos, linho de jardim, margaridas, prímulas, sálvias e verbenas.
Na horta, pode semear agriões, alfaces, alho francês, couve-flor, couve galega, couve lombarda, couve nabiça, couve de repolho, couve tronchuda, espinafres, flor de mostarda, nabiças, nabos, nabo greleiro, rabanetes, rábano e salsa.
Novembro
Com a chuva e o frio, chega novamente o tempo de proteger e limpar as espécies do seu jardim. Uma vez que toda a protecção é pouca para o período de frio que se avizinha, não adie esta tarefa para muito mais tarde. Se quer ter um jardim florido, vistoso e cheiroso na próxima primavera, aproveite ainda para semear arábides e alhelies, além de amores-perfeitos e ervilhas de cheiro. Na horta, é tempo de semear agriões, alfaces, cebolas, coentros, couve-flor, couve tronchuda, espinafres, nabiças, nabos, nabo greleiro, rabanetes, rábano e salsa.
Dezembro
Este é o mês em que o espírito natalício se apodera de si. E o stress provocado pelas compras de Natal e pelos preparativos da Consoada também! Sendo Dezembro um dos meses mais frios do ano, as flores e as plantas necessitam de cuidados especiais para fazerem face às baixas temperaturas.
No que respeita a sementeiras e plantações, as últimas semanas do ano devem ser aproveitadas para plantar amores-perfeitos e prímulas, mas também ervilhas de cheiro. Na horta, é tempo de semear agriões, alfaces, cebolas, coentros, nabiças e salsa.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
domingo, 3 de janeiro de 2016
CHICO BUARQUE Sonho Impossível
Sonhar
Mais um sonho impossível
Lutar
Quando é fácil ceder
Vencer
O inimigo invencível
Negar
Quando a regra é vender
Sofrer
A tortura implacável
Romper
A incabível prisão
Voar
Num limite improvável
Tocar
O inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar esse mundo
Cravar esse chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã, se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu delirar
E morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão
https://www.youtube.com/watch?v=aN_aAR2GgyU
Tarancón Soy Libre Soy Bueno
Soy Libre, Soy Bueno
Unos ojos estoy viendo,
Por esos ojos me muero.
Soy libre,Soy bueno
Y puedo querer.
Me han dicho que tiene dueño,
Y así, con dueño, los quiero.
Soy libre! Soy bueno!
Y puedo querer.
Quisiera cruzar el río
Sin que me sienta la arena.
Soy libre, Soy bueno
Y puedo querer.
Al Diablo ponerle grillos,
Y al amor unas cadenas.
Soy libre, Soy bueno
Y puedo querer.
https://www.youtube.com/watch?v=EwpIEvsE0FA
EL GUILLATÚN - VIOLETA PARRA
Millelche. está triste con el temporal
los trigos se acuestan en ese barrial,
los indios resuelven después de llorar
hablar con Isidro, con Dios y San Juan.
Camina la machi para el guillatún,
chamal y revoso, trailonco y kultrún,,
y hasta los enfermos de su machitún
aumentan las filas de ese guillatún.
La lluvia que cae y vuelve a caer
los indios la miran sin hallar qué hacer,
se arrancan el pelo, se rompen los pies,
porque las cosechas se van a perder.
Se juntan los indios en un corralón,
con los instrumentos rompió una canción,
la machi repite la palabra sol
y el eco del campo le sube la voz.
El rey de los cielos muy bien escuchó,
remonta los vientos para otra región,
deshizo las nubes después se acostó,
los indios la cubren con una oración.
Arriba está el cielo brillante de azul,
abajo la tribu al son del kultrún
le ofrece del trigo su primer almud
por boca de un ave llamado avestruz.
Se siente el perfume de carne y muday,
canelo, naranjo, corteza e'quillay
termina la fiesta con el aclarar,
guardaron el canto, el baile y el pan.
https://www.youtube.com/watch?v=I3fxk6BY84U
sábado, 2 de janeiro de 2016
THE WOLFE TONES - Sweet Carnlough Bay
When winter was brawling, o'er high hills and mountains
And dark were the clouds o'er the deep rolling sea,
I spied a wee lass as the daylight was dawning
She was asking the road to sweet Carnlough Bay
I said,"My wee lassie, I canna weel teIl ye
The number of miles or how far it might be
But if you'll consent I'll convoy you a wee bit
And I'll show you the road to sweet Carnlough Bay
You turn to the right and pass down by the churchyard
Cross over the river and down by the sea;
We'll call in Pat Hamill's and have a wee drop there
Just to help us along to sweet Carnlough Bay
Here's a health to Pat Hamill likewise the wee lassie
And to every laddie that's listening to me
And ne'er turn your back on a bonnie wee lassie
When she's asking the road to sweet Carnlough Bay
FOUR SEASONS - THE WOLFE TONES
Oh the Four Seasons come, and the Four Seasons go
In a cycle that spins our life away
The new year it is here and the old one has gone
For time it doesn't stop for any one
For 3 months of the year is the season of the spring
When all the birds begin to sing
Everything's bright and new, spring lambs, trees budding too
It's like unto ourselves when just a child
And the Four Seasons come …
Now the sun is on the sea and the wind is blowing free
The summertime is here in all its glory
In these months of gay life our cares are all unknown
It's like unto ourselves when we were young
And the Four Seasons come …
Soon the moon will hide its light from the heavens in the night
Too fast are (sic) these sunny days are fading
But there's beauty to be seen in these autumn leaves once green
And our lives, like these leaves, are decaying
And the Four Seasons …
Now stormy winds do blow with its (sic) frost and wind and snow
The harshness of wintertime is here
And at this late stage man reaches his old age
And the cycle meets its end where it began
And the Four Seasons …
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Um tributo a Ahmad Fouad Najm - Raja Chemayel
Um tributo a
Ahmad Fouad Najm
meu mestre, pai e ídolo.
Subjuguem todos os Regimes Árabes,
Subornem-nos e domestiquem-nos.
Enganem as massas árabes
abortem quaisquer direitos nacionais
suprimam todas as aspirações de liberdade
e depois chamem-lhe Paz
Invadam qualquer país não colaborante
ameacem qualquer país desafiador
abafem qualquer economia emergente
protejam qualquer sistema corrupto
e depois chamem-lhe Democracia
Enforquem os nossos líderes
Bombardeiem as nossas escolas
Treinem os nossos carcereiros e o aparelho secreto
Armem os nossos Ditadores, Reis e Princesas
Bombeiem o nosso petróleo
e depois chamem-lhe Liberdade.
e vendam-no de volta a nós próprios, como plástico
Roubem a nossa cultura
e vendam-na de volta, como desenvolvimento.
Falsifiquem a nossa Bíblia e as Escrituras
e vendam-nas de volta a nós próprios, como Israel.
Raja Chemayel
um anão, à beira de Ahmad Fouad Najm.
no oitavo dia do sétimo mês de 2008
sábado, 19 de dezembro de 2015
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Bolo Rei de Enchidos
Alegrem-se todos os que não são apreciadores do tradicional "Bolo Rei", pois este é uma excelente alternativa.
Ingredientes:
Ingredientes:
540 g de farinha de trigo T 65
100 ml de leite;
3 ovos + 1 gema;
50 ml de cerveja;
25 ml de água ardente;
100 g de manteiga;
50 ml de azeite;
raspa de 1 laranja;
8 g de sal marinho tradicional;
4 g de fermento seco de padeiro.
* Todos os ingredientes deverão estar à temperatura ambiente.
Recheio e Cobertura
Recheio e Cobertura
100 g de chouriço;
100 g de presunto;
100 de salpicão;
100 g de moira;
100 g de chouriço de cebola;
100 g de bacon;
50 g de chouriço de porco preto;
folhas de salva q.b.
ramos de alecrim q.b.
100 g de amêndoas com pele:
75 g de pinhões;
50 g de azeitonas pretas;
50 g de azeitonas verdes;
orégãos q.b.
flor de sal q.b.
leite para pincelar.
100 g de presunto;
100 de salpicão;
100 g de moira;
100 g de chouriço de cebola;
100 g de bacon;
50 g de chouriço de porco preto;
folhas de salva q.b.
ramos de alecrim q.b.
100 g de amêndoas com pele:
75 g de pinhões;
50 g de azeitonas pretas;
50 g de azeitonas verdes;
orégãos q.b.
flor de sal q.b.
leite para pincelar.
Preparação:
Preparar a esponja, dissolvendo o fermento no leite morno e juntando 100 g de farinha, misturar bem. Se optar por usar fermento fresco necessita de 20 g (1 cubo). Tapar com película aderente e deixar levedar cerca de 30 minutos, até que duplique de volume e esteja “borbulhante”.
Colocar a restante farinha peneirada num recipiente e abrir um buraco ao centro. Juntar a esponja, os ovos, a manteiga (amolecida) a raspa de laranja; a cerveja, a água ardente, o azeite e o sal. Amassar muito bem, inicialmente a massa é pegajosa, mas aos poucos vai-se tornando elástica e descolando das beiras do recipiente. Formar uma bola e deixar levedar em local aquecido (pode ser dentro do forno no programa para levedar, ou a 40.º). Quando tiver duplicado de volume (após cerca de 2 horas, mas pode precisar de mais tempo) voltar a amassar bem, agora ao esticar a massa deve ser possível ficar bem fina, sem romper. Voltar a deixar levedar até de duplique ou triplique de volume.
Montagem:
Verter a massa sobre uma bancada (ou sobre uma tábua de madeira), salpicada com um pouco de farinha e com as mãos estendê-la, esticando-a até obter um rectângulo.
Cortar o bacon, o presunto e todos os enchidos em pedaços pequenos, reservando alguns maiores para a decoração.
Saltear o bacon.
Picar as folhas de salva e de alecrim.
Espalhar sobre a massa o bacon , o presunto, os enchidos, as ervas aromáticas, os pinhões e as amêndoas.
Enrolar com se fosse uma torta.
Formar uma coroa, unindo bem as extremidades (meter uma dentro da outra e pressionar para que fiquem bem juntas).
Transferir para um tabuleiro enfarinhado.
Pincelar com leite.
Decorar com rodelas dos enchidos, tiras de presunto e de bacon, azeitonas, pinhões, amêndoas e ramos de alecrim.
Salpicar com orégãos e flor de sal.
Deixar levedar, num local aquecido (pode ser dentro do forno a 40.º) entre 30 a 45 minutos.
Cozer no forno, pré-aquecido a 200. º, coberto com papel de alumínio, durante 35 minutos. Retirar o papel de alumínio de cozer mais 10 minutos ou até que fique dourado.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
domingo, 6 de dezembro de 2015
Portugal , País de idiotas . . . mesmo !

Vivo num país , onde um pouco mais de metade dos cidadãos são uns idiotas chapados , cúmplices deste sistema político , viciado e corrupto , a que teimam em chamar . . . Democracia ! Cúmplices , sim , pois . . . eleições após eleições , vão , com o seu voto , legitimando esta democracia de treta . . . apresentando-se , de livre vontade (o que é espantoso !) , afim de escolherem os "carrascos" que nos irão chicotear a todos , o que é de uma injustiça a toda a prova . . . eu acho .
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
LIBERTEM DEUS !
Há dias, chocou-me a notícia segundo a qual um poeta palestiniano, preso há cerca de dois anos, foi condenado à morte por "insulto a Deus". Arrepiei-me com esta atitude. Não entendo que se mate em nome de Deus. Um poeta encerra em si a poesia do verdadeiro Deus. Sua graça? Ashraf Fayadh.
Hoje, li que um físico iraniano foi suspenso por ter "voz demasiado aguda", como se isso fosse sinónimo de feminilidade e, consequentemente, motivo para o retirar do ensino. Ao ler a história verifico que a comissão cultural o questionou sobre que "lugar ocupa Deus nas suas aulas"? A resposta, científica, deve ter-lhe saído de chofre, "a universidade paga-me para dar aulas e, como profissional da matéria, só falo de Física". E faz muito bem, pensei eu. Sua graça? Qasem Exirifard. Não foi condenado à morte, mas não pode ensinar e está revoltado.
No primeiro caso temos um poeta, no segundo um físico. Vítimas da "presença de um Deus". Mas que raio de Deus é este que mata poetas e expulsa cientistas? Só pode ser um Deus triste que foi aprisionado pelos homens. O mal dos homens foi terem agrilhoado Deus, impedindo-O de desfrutar a sua verdadeira essência, liberdade cheia de amor infinito.
Comecei a ouvir a falar de Deus desde muito cedo, às tantas ainda não devia saber balbuciar as palavras mais simples. Com o tempo comecei a construir uma ideia a Seu propósito em contraste com o que ia ouvindo. Era comum ouvir que Deus castigava. Sempre que fazia uma "asneira", e deviam ser muitas, massacravam o meu pequeno cérebro com várias frases em que a ameaça e o castigo de Deus eram uma constante. Sempre que acontecia algo a alguém, nomeadamente tragédias, ouvia, invariavelmente,: - "Foi castigo de Deus"! Eu, apesar de não compreender bem o mundo e os homens que me cercavam, comecei a duvidar dessa ideia tenebrosa. Na altura não se podia refilar ou argumentar contra os adultos, padre, professor ou as beatas de farto buço e lenço na cabeça, sempre a ameaçarem, por tudo e por nada, as pobres crianças. Agora, a uma distância muito razoável, consigo analisar o meu sorriso a propósito desses comportamentos, um sorriso cínico a bailar nos lábios de uma criança. Para mim, Deus teria um outro significado, não podia ser nada do que diziam. "Confundia-O" com o cheiro intenso a erva fresca das manhãs de maio, o calor avermelhado que acompanhava o anoitecer prolongado dos dias compridos, quando no cimento brincava com as minhas caricas a fingir de ciclistas da volta a Portugal, ou as noites explosivas de estrelas em que os riscos de Deus se faziam sentir de vez em quando, misturando-se com a suave brisa, a saber a algodão doce, que subia do rio conjuntamente com os sons insistentes das cigarras nas noites de verão. Para mim, isso deveria ser Deus, algo livre, doce, quente, suave e tranquilizador.
Nunca entendi por que razão O aprisionavam no sacrário. Diziam que Ele estava ali. Era a sua morada. Um dia, sabendo onde o sacristão colocava a chave, atrevi-me a libertá-Lo. Entrei sozinho no templo com dois objectivos, vê-Lo e libertá-Lo. No entanto, ao aproximar-me do altar, uma figura negra e monstruosa, onde conseguia ver apenas o cabeção branco, interpelou-me junto à porta da sacristia: - O que é que estás aqui a fazer? Surpreendido, disse: - Nada! - Nada? A sua voz, tonitroante, assustava qualquer um, até o diabo em pessoa. - Bem, vim ver o menino Jesus! - Tu? Vieste ver o menino Jesus? Desaparece daqui antes que leves uma bofetada. Xô! Fora daqui. Às arrecuas, batendo em tudo, inclusive escorreguei, ferindo um joelho já massacrado, consegui correr pelo templo e fugir. Depois, sentei-me nas escadas de granito, cujo calor conseguiu acalmar o frio que sentia e pensei: - Sacana do padre. Não deixou que libertasse Deus. Ele continua preso!
Pois. Se os homens deixassem de O aprisionar, o mundo seria muito mais feliz. Deus acabaria por se manifestar de forma livre como só uma criança consegue saber, poupando poetas, físicos e...
Hoje, li que um físico iraniano foi suspenso por ter "voz demasiado aguda", como se isso fosse sinónimo de feminilidade e, consequentemente, motivo para o retirar do ensino. Ao ler a história verifico que a comissão cultural o questionou sobre que "lugar ocupa Deus nas suas aulas"? A resposta, científica, deve ter-lhe saído de chofre, "a universidade paga-me para dar aulas e, como profissional da matéria, só falo de Física". E faz muito bem, pensei eu. Sua graça? Qasem Exirifard. Não foi condenado à morte, mas não pode ensinar e está revoltado.
No primeiro caso temos um poeta, no segundo um físico. Vítimas da "presença de um Deus". Mas que raio de Deus é este que mata poetas e expulsa cientistas? Só pode ser um Deus triste que foi aprisionado pelos homens. O mal dos homens foi terem agrilhoado Deus, impedindo-O de desfrutar a sua verdadeira essência, liberdade cheia de amor infinito.
Comecei a ouvir a falar de Deus desde muito cedo, às tantas ainda não devia saber balbuciar as palavras mais simples. Com o tempo comecei a construir uma ideia a Seu propósito em contraste com o que ia ouvindo. Era comum ouvir que Deus castigava. Sempre que fazia uma "asneira", e deviam ser muitas, massacravam o meu pequeno cérebro com várias frases em que a ameaça e o castigo de Deus eram uma constante. Sempre que acontecia algo a alguém, nomeadamente tragédias, ouvia, invariavelmente,: - "Foi castigo de Deus"! Eu, apesar de não compreender bem o mundo e os homens que me cercavam, comecei a duvidar dessa ideia tenebrosa. Na altura não se podia refilar ou argumentar contra os adultos, padre, professor ou as beatas de farto buço e lenço na cabeça, sempre a ameaçarem, por tudo e por nada, as pobres crianças. Agora, a uma distância muito razoável, consigo analisar o meu sorriso a propósito desses comportamentos, um sorriso cínico a bailar nos lábios de uma criança. Para mim, Deus teria um outro significado, não podia ser nada do que diziam. "Confundia-O" com o cheiro intenso a erva fresca das manhãs de maio, o calor avermelhado que acompanhava o anoitecer prolongado dos dias compridos, quando no cimento brincava com as minhas caricas a fingir de ciclistas da volta a Portugal, ou as noites explosivas de estrelas em que os riscos de Deus se faziam sentir de vez em quando, misturando-se com a suave brisa, a saber a algodão doce, que subia do rio conjuntamente com os sons insistentes das cigarras nas noites de verão. Para mim, isso deveria ser Deus, algo livre, doce, quente, suave e tranquilizador.
Nunca entendi por que razão O aprisionavam no sacrário. Diziam que Ele estava ali. Era a sua morada. Um dia, sabendo onde o sacristão colocava a chave, atrevi-me a libertá-Lo. Entrei sozinho no templo com dois objectivos, vê-Lo e libertá-Lo. No entanto, ao aproximar-me do altar, uma figura negra e monstruosa, onde conseguia ver apenas o cabeção branco, interpelou-me junto à porta da sacristia: - O que é que estás aqui a fazer? Surpreendido, disse: - Nada! - Nada? A sua voz, tonitroante, assustava qualquer um, até o diabo em pessoa. - Bem, vim ver o menino Jesus! - Tu? Vieste ver o menino Jesus? Desaparece daqui antes que leves uma bofetada. Xô! Fora daqui. Às arrecuas, batendo em tudo, inclusive escorreguei, ferindo um joelho já massacrado, consegui correr pelo templo e fugir. Depois, sentei-me nas escadas de granito, cujo calor conseguiu acalmar o frio que sentia e pensei: - Sacana do padre. Não deixou que libertasse Deus. Ele continua preso!
Pois. Se os homens deixassem de O aprisionar, o mundo seria muito mais feliz. Deus acabaria por se manifestar de forma livre como só uma criança consegue saber, poupando poetas, físicos e...
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Você sabia isto , da Síria ? . . .

Por Áurea Braga (indicado por Amyra El Khalili)
A família Assad pertence ao Islã tolerante da orientação Alawita.
As mulheres sírias têm os mesmos direitos que os homens ao estudo, à saúde e à educação.
Na Síria as mulheres não são obrigadas a usar burca. A Chária (lei Islâmica) é inconstitucional.
A Síria é o único país árabe com uma constituição laica e não tolera os movimentos extremistas islâmicos.
Cerca de 10% da população síria pertence a alguma das muitas confissões cristãs presentes desde sempre na vida política e social.
Noutros países árabes a população cristã não chega a 1% devido à hostilidade sofrida.
A Síria é o único país do Mediterrâneo que continua proprietário da sua empresa petrolífera, que não quis privatizar.
A Síria tem uma abertura à sociedade e cultura ocidentais como nenhum outro país árabe.
Ao longo da história houve cinco Papas de origem síria. A tolerância religiosa é única na zona.
Antes da guerra civil era o único país pacífico da zona, sem guerras nem conflitos internos.
A Síria é o único país árabe sem dívidas ao Fundo Monetário Internacional.
A Síria foi o único país do mundo que admitiu refugiados iraquianos sem nenhuma discriminação social, política ou religiosa.
Bashar Al Assad tem um suporte popular extremamente elevado.
Sabia que a Síria possui uma reserva de petróleo de 2500 milhões de barris, cuja exploração está reservada a empresas estatais?
Talvez agora consiga compreender melhor a razão de tanto intere$$e da guerra civil na Síria e de quem a patrocina …
domingo, 29 de novembro de 2015
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