sábado, 16 de abril de 2022
UMA MENSAGEM DO PRESIDENTE VLADIMIR PUTIN PARA O MUNDO.
Eu, o presidente da Federação Russa, Vladimir Putin, decidi me dirigir a todos vocês diretamente, ignorando diplomatas, seus governantes e jornalistas. Na Rússia existe algo como "boca a boca" onde você não tem permissão para mentir, enganar e brincar. Portanto, falarei abertamente para que todos possam verificar a veracidade de minhas palavras.
A Rússia é um país grande e rico. O valor mais importante é mais de 150 raças vivendo em uma área onde a justiça é primordial. Não precisamos de novos territórios. Temos energia e todos os outros recursos em abundância. Desde a época da Grande Tartária e do Grande Mughal, os povos do norte da Eurásia não se desenvolveram através da pilhagem das Cruzadas e da colonização da América, África, Índia ou da drogadição da China, mas graças ao seu trabalho árduo e pacífico.
Quem conhece russo entende que "russo" é um adjetivo para todos os povos do nosso país. Eslavos russos, tártaros russos, judeus russos, Evenks russos, etc. são russos em sua alma, mesmo que sua cultura, língua e modo de vida possam ser diferentes. Congratulamo-nos com esta diversidade de unidade.
Mais uma vez, os povos russos da Rússia são forçados a sacrificar suas vidas para proteger o mundo do nazismo e do fascismo. Trocamos 50 prisioneiros de guerra por 50 soldados ucranianos. Os soldados ucranianos receberam tratamento médico em nossos hospitais, receberam três refeições saudáveis por dia e voltaram para casa.
Recebemos soldados russos com dedos e genitais decepados. Nem mesmo os nazistas fizeram isso na última guerra. Apresentaremos essa evidência em um tribunal futuro. Será uma vergonha para quem apoiar esses bastardos agora.
Seus governantes nos EUA, Europa, Japão, Austrália e outros países se aliaram a esses subumanos que colocam civis, mulheres grávidas e crianças à frente de si mesmos na batalha e mutilam deliberadamente prisioneiros de guerra. É difícil para mim imaginar qualquer pessoa sã e sã apoiando esses monstros. E seus Bidens, Scholzs, Macrons e outros democratas do obscurantismo não apenas protegem os criminosos, mas também os armam ativamente, fornecem dinheiro insuficiente para derrubar os preços em seus países.
Os preços estão subindo, o mundo está entrando em colapso, mas não porque os russos estão purgando a Europa dos maus espíritos nazistas, mas porque eles observam em silêncio e até apoiam a nova onda de nazismo. Desta vez não vamos a Berlim. Pararemos em nossas fronteiras históricas, e todos os espíritos nazistas malignos para os quais seus governantes escancaram suas portas, fornecerão a você uma nova vida "cristalina", como os nazistas fizeram adicionando a circuncisão reprodutiva.
Apelo a todas as pessoas que querem viver e trabalhar em paz, criar filhos e ser amigos dos povos de todo o mundo. Ajude a Rússia a lidar com um novo câncer - o nazismo ucraniano. Não a Ucrânia, onde vivem pessoas pacíficas e trabalhadoras, mas o nazismo alimentado pelos falcões dos EUA e da OTAN para seus impostos. Se seus governantes apoiam o nazismo, encurrale-os, tome o poder em suas próprias mãos.
Os nazistas ucranianos estão se escondendo nas costas de civis, seus governantes, sob o pretexto da terrível Rússia, também decidiram transferir o fardo dos preços altos e das dificuldades iminentes para a população.
Fonte: Vladimir Vladimirovich Putin
quarta-feira, 13 de abril de 2022
segunda-feira, 11 de abril de 2022
domingo, 10 de abril de 2022
segunda-feira, 28 de março de 2022
terça-feira, 15 de março de 2022
COMISSÃO TÉCNICA DE VACINAÇÃO CONTRA A COVID-19 - Lotaria, cobaias & muitas incertezas: a perturbadora leitura do parecer 17
por Pedro Almeida Vieira // março 15, 2022
CATEGORIA: ACTUAL
TEMAS: SAÚDE, DESTAQUE, TRANSPARÊNCIA
De entre todos os 23 pareceres da Comissão Técnica de Vacinação contra a Covid-19, revelados pelo PÁGINA UM, há um que demonstra como a Política se sobrepôs à Ciência durante a pandemia. Para agradar a todas as farmacêuticas, nem sequer se permitiu a opção pela marca da vacina, e os dados revelam que existiam desempenhos muito diferentes. Para se chegar a bons níveis de vacinação, pressionou-se até recuperados a vacinarem-se mesmo não havendo ensaios clínicos sobre este grupo. E, no meio disto, a Direcção-Geral da Saúde mantém um silêncio ensurdecedor sobre muitas incertezas.
Embora as orientações da Direcção-Geral da Saúde (DGS) pudessem excluir algumas marcas para determinados grupos e idades, nunca foi verdadeiramente possível escolher-se a vacina contra a covid-19 a ser administrada.
Resultado disto: uma lotaria.
Por exemplo, quem tomou a vacina da Janssen em Portugal teve um risco cerca de quatro vezes superior a sofrer uma infecção pelo SARS-CoV-2 em comparação com quem foi injectado com a vacina da Moderna; e quase duas vezes superior ao de quem recebeu a da Pfizer.
Para começar, estes são alguns dos perturbadores aspectos que constam do parecer 17 (ver todos em baixo) da Comissão Técnica de Vacinação contra a Covid-19 (CTVC), que o PÁGINA UM obteve após uma longa “luta” para DGS os disponibilizar publicamente.

Este parecer em concreto – homologado em Dezembro passado, constituindo uma actualização sobre a vacinação de pessoas recuperadas – acaba por se debruçar bastante nas taxas de infecção dos vacinados (breakthrough infections), analisando o desempenho por tipo de vacina e também por grupo etário.
O conteúdo integral de todos os 23 pareceres, finalmente obtidos ontem pelo PÁGINA UM – e que foram emitidos entre 1 de Dezembro de 2020 e 20 de Janeiro deste ano – podem ser consultados AQUI. Apesar de um parecer da Comissão de Acessos aos Documentos Administrativos (CADA), a DGS não os forneceu em formato digital, pelo que os documentos tiveram de ser fotografados página a página.
De acordo com este 17º parecer, até 30 de Setembro do ano passado – quando 84% da população já estava então vacinada e quase 1,1 milhões de portugueses tinham tido contacto com o SARS-CoV-2, dos quais 1,7% tinha falecido –, “a taxa média global de infecção de indivíduos completamente vacinados foi estimada em 5,0 por 1.000 vacinados”. A taxa mais elevada era a dos vacinados com a Janssen (8,7 por 1.000), sendo que a da AstraZeneca atingia os 6,2, a da Pfizer 4,6 e a da Moderna 2,1.
Por grupo etário, aqueles que apresentaram maiores taxa de infecção após a vacinação foram os maiores de 80 anos, com um rácio de 7,7 por 1.000 vacinados, seguindo-se o grupo dos 50 aos 59 anos, com 6,2 por 1.000. O grupo com menor taxa de reinfecção foi o dos menores de 20 anos (1,0 por 1.000). Nos restantes grupos etários, essa taxa situava-se entre os 4,5 e os 5,1 por 1.000 vacinados.
A CTVC alertava, porém, que estes valores dependiam de diversos factores, “nomeadamente, o grau de exposição ao vírus, o aparecimento de variantes mais transmissíveis, e a diminuição com o tempo da protecção inicial conferida pela resposta imunitária à vacina (waning immunity), a qual varia com a idade do vacinado”.
O parecer também confirma que a protecção das vacinas é bastante curta e decai significativamente sobretudo a partir do sexto mês. Por exemplo, para as infecções registadas em Setembro do ano passado, aqueles que tinham sido vacinados antes de Março apresentaram globalmente uma taxa de infecção de 3,9 por 1.000, enquanto esse rácio foi apenas de 1,1 para quem se vacinara há um mês. Para quem se vacinou entre Março e Julho, a taxa situou-se entre os 1,4 e os 1,9 por 1.000. A DGS nunca revelou este tipo de informação.
Dossier dos pareceres consultados pelo PÁGINA UM.Saliente-se, contudo, que uma taxa de infecção de 3.9 em 1.000 (ou 0,39%) não significa que a vacina conceda uma protecção de 99,61%, uma vez que o risco de se estar em contacto com o vírus no período de um mês é bastante reduzido mesmo sem protecção, sobretudo fora do período invernal. Note-se que, para atingir comprovadamente um terço dos portugueses, o SARS-CoV-2 “precisou” de 24 meses, ou seja, em média infectou 1,4% da população por mês.
Estes números indicados pela CTVC não entram, além disto, em consideração com o surgimento da variante Ómicron – mais transmissível, mas muito menos letal –, que fez “explodir” o número de casos positivos, e, na mesma linha, as taxas de infecção entre vacinados. Com cerca de 2,4 milhões novos casos positivos (quase um quarto da população) desde Outubro do ano passado, até ao final da semana passada, a taxa de letalidade atinge apenas 0,14% – um valor já próximo de um surto gripal.
Embora a explicação oficial, e dos chamados “peritos”, aponte sempre o grande contributo da vacinação para estes baixíssimos níveis de letalidade, a menor agressividade da variante Ómicron parece encaixar-se melhor como hipótese mais plausível. Com efeito, se até finais de Dezembro de 2020 – o início do programa de vacinação –, a taxa de letalidade da covid-19 se situava nos 1,66%, ao longo dos primeiros nove meses de 2021 – com o plano de vacinação em curso, mas dominando então a variante Delta –, a taxa de letalidade manteve-se estável: 1,68%.
Por esse motivo, a diminuição da letalidade a partir do final do ano passado – com a variante Ómicron a “varrer” vacinados e não-vacinados – não pode ser assim explicada apenas pela acção da vacina. Se assim fosse, a taxa de letalidade entre Janeiro e Setembro de 2021 já teria de ser necessariamente muito mais baixa do que os 1,66% observados. Sobre esta questão, fundamental e elementar, a CTVC não analisa nem se pronuncia em qualquer parecer.
Tendo em consideração que, com a vaga de casos de infecção nos primeiros dois meses deste ano, pelo menos um terço da população portuguesa (3,4 milhões de pessoas) teve já, comprovado por teste PCR, contacto (infecção) com o SARS-CoV-2 (independentemente do regime de vacinação), uma questão se coloca: justificam-se reforços de vacina ou vale mesmo a pena (e o risco) um recuperado vacinar-se?
Sede da Direcção-Geral da Saúde, em Lisboa.Embora a CTVC destaque, e bem, que “a evidência mais sólida quanto à protecção de reinfecção que pessoas que recuperaram de infecção por SARS-CoV-2 mantém, provém de estudos de reinfecção”, pouco adianta depois em números concretos. Para o caso português, nem sequer indica a taxa de reinfecção dos recuperados não-vacinados – e essa informação deverá constar do Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE) – nem tão-pouco a percentagem de reinternamentos ou mesmo de morte após uma segunda infecção.
A este respeito, os membros da CTVC somente fazem referências mais detalhadas para os vacinados que foram depois infectados – ou seja, recuperados com imunidade natural e vacinal. Para esses, a CTVC diz que “existem vários estudos em curso (..) cujos resultados, incluindo dados de segurança, devem ser conhecidos antes de serem feitas recomendações específicas sobre a administração de doses de reforço de vacinas contra a covid-19 nessas pessoas”.
E salienta a CTVC também (e a negrito, no original) um aspecto perturbador: “os ensaios clínicos que suportaram a aprovação pela Agência Europeia de Medicamento da dose de reforço de Comirnaty [Pfizer] e Spikevax [Moderna] excluíram pessoas com infecção prévia por SARS-CoV-2”. Ou seja, quem se vacinou nestas condições, depois da recuperação, foi uma autêntica “cobaia”. Correu bem? Depende da perspectiva.
Por um lado, os recuperados sem vacina têm um risco “muito inferior ao das pessoas vacinadas sem infecção prévia por SARS-CoV-2”. Por outro, a própria CTVC confessa que “parece existir uma maior frequência de reacções adversas sistémicas após vacinação de indivíduos previamente infectados”.
O PÁGINA UM confirmou que esse importante detalhe não consta do consentimento informado, ou seja, quem vai a correr vacinar-se depois de recuperado, ignora estar a arriscar maiores efeitos adversos pela obtenção de nenhuma vantagem sobretudo perante as pessoas que apenas tenham imunidade através da vacina.

Em todo o caso, com base em diversos estudos, a CTVC acaba por afirmar neste parecer, embora com pouca convicção, que “pode ser defensável a administração de uma dose de reforço em pessoas recuperadas e vacinadas de acordo com a Norma 002/2021 da DGS que apresentem risco para infecção por SARS-CoV-2 e covid-19 grave (grupos definidos para a estratégia de reforço vacinal)”.
Face ao elevado número de infectados durante a vaga da variante Ómicron, e que tinham o esquema vacinal completo (muitos com três doses), é previsível um difícil imbróglio, sobretudo se se mantiver em uso o certificado digital que se baseia em tomas repetidas. Com efeito, a CTVC avisa que “à data não existe evidência para recomendar a administração de doses de reforço”.
Deste modo, se o Governo – e a própria União Europeia – decidirem manter o certificado digital em função de novas tomas de vacina contra a covid-19, então das duas uma: ou a Política ignora a Evidência, ou então “convence” a Ciência a mudar de opinião.
N.D. Sendo eu um recuperado da covid-19, e parte (muito) interessada em informação que respeita à minha saúde, procurei nos últimos meses, ainda com maior enfoque, estudos e informação sobre as vantagens e desvantagens da vacinação. No meu caso em concreto, exactamente por recear aquilo que a leitura do parecer 17 revela.
Seis meses após a minha recuperação, em Dezembro passado, realizei um teste serológico, tendo registado o valor de IgG de427,0 BAU/ml, sendo 33,8 BAU/ml o limiar positivo. Não sendo uma certeza absoluta sobre a imunidade natural, tem sido um dos melhores indicadores para aferir a capacidade do meu organismo se defender em caso de reinfecção, ademais sabendo-se que a variante dominante é muitíssimo menos agressiva.
Dias depois do resultado do teste serológico, no dia 28 de Dezembro, como cidadão português, jornalista e director do PÁGINA UM – e acreditando que um esclarecimento seria útil, e não apenas para mim –, enderecei à directora-geral da Saúde, Graça Freitas – que é a Autoridade de Saúde Nacional –, as seguintes questões:
1 – Gostava de saber se existe algum estudo português conhecido pela DGS (ou da sua responsabilidade) sobre o nível de anticorpos de recuperados não-vacinados. Se não existe, porque nunca foi feito? Se existe, pode ser facultado?
2 – Existe também algum estudo científico que mostre em Portugal a evolução temporal dos valores médios de IgG após a vacinação e após infecção (e dentro deste grupo, separando assintomáticos, doentes ligeiros e doentes graves com internamento)? Se sim, pode ser facultado?
3 – Existe algum estudo sobre eventuais diferenças em termos de efeitos adversos das vacinas entre aqueles que nunca tinham tido contacto com o vírus e queles que já tinham tido contacto (recuperados)? Se sim que diferenças foram detectadas? Pode ser facultado esse estudo?
4 – Tendo em consideração que os níveis de IgG são indicativas de uma resposta imunitária ao SARS-CoV2, está a ser ponderado algum valor de referência mínimo (em termos de BAU/ml) abaixo do qual se recomenda a vacinação ou reforço de vacinação. Se sim, qual? Se não, porquê?
A senhora directora-geral não respondeu. Nem ninguém por ela. Nem quando se insistiu duas e três vezes.
A falta de informação é uma forma de desinformação. E de desrespeito pelos cidadãos. Ou pior ainda, tratando-se de questões de saúde.
Pedro Almeida Vieira
LEIA E DESCARREGUE OS 23 PARECERES INTEGRAIS DA COMISSÃO TÉCNICA DE VACINAÇÃO CONTRA A COVID-19
1 – Parecer sobre a estratégia vacinal e grupos prioritários
Data de homologação: 01/12/2020
2 – Parecer sobre a vacinação de doentes covid-19 recuperados
Data de homologação: 16/12/2020
3 – Parecer sobre vacinação de Pessoas com 80 ou mais anos
Data de homologação: 27/01/2021
4 – Parecer sobre a vacinação com a vacina da AstraZeneca
Data de homologação: 03-02-2021
5 – Parecer sobre a inclusão de pessoas com trissomia 21 nos grupos prioritários para vacinação contra a covid-19
Data de homologação: 20-02-2021
6 – Parecer sobre a inclusão de pessoas em situação de sem-abrigo nos grupos prioritários da campanha de vacinação contra a covid-19
Data de homologação: 31/03/2021
7 – Parecer sobre a vacinação de pessoas recuperadas de infecção por SARS-COV-2 – II
Data de homologação: 12/04/2021
8 – Imunidade de grupo – Campanha de vacinação contra a covid-19 em Portugal
Data de homologação: 21/05/2021
9 – Estratégia de aceleração da campanha de vacinação
Data de homologação: 30/09/2021
10 – Efectividade e cobertura vacinal – Impacto da vacinação contra a covid-19 nas medidas de Saúde Pública
Data de homologação: 08/06/2021
11 – Parecer sobre estratégia de vacinação – Situação epidemiológica nacional a 26/06/2021 (variante Delta)
Data de homologação: 16/06/2021
12 – Vacinação contra a covid-19 na grávida
Data de homologação: 25/06/2021
13 – Vacinação contra a covid-19 em adolescentes de 12-15 anos
Data de homologação: 28-06-2021
14 – Vacinação contra a covid-19 em adolescentes de 12-15 anos – Actualização
Data de homologação: 08-08-2021
15 – Reforço vacinal em pessoas com condições de imunossupressão
Data de homologação: 11-08-2021
16 – Co-administração de vacinas contra a covid-19 e vacina da gripe
Data de homologação: 14-10-2021
17 – Parecer sobre a vacinação de pessoas recuperadas de infecção de SARS-COV-2 – III
Data de homologação: 21-12-2021
18 – Grupos prioritários para dose de reforço (fase 3) – Vacinação na grávida
Data de homologação: 02-12-2021
19 – Vacinação contra a covid-19 em crianças com 5 a 11 anos – posição técnica
Data de homologação: 05-12-2021
20 – Vacinação contra a covid-19 em crianças de 5-11 anos (ÚNICO PARECER ANTERIORMENTE DIVUGADO PELA DGS)
Data de homologação: 10-12-2021
21 – Esquemas vacinais heterólogos – Vacinação com doses de reforço
Data de homologação: 20-01-2022
22 – Pessoas com imunossupressão – Vacinação com dose de reforço
Data de homologação: 27-01-202223 –
Data de homologação: 04-02-2022
sábado, 12 de março de 2022
domingo, 6 de março de 2022
Xeque-mate de Putin: O que está realmente acontecendo na Ucrânia que a mídia não conta?
Por Renato Cunha - 24 de fevereiro de 2022
Se fecharmos por um momento a voz de propaganda da grande mídia globalista, podemos ver o que realmente está acontecendo na Ucrânia. Não há “invasão russa”. Invasão significa entrar num país estrangeiro e, em seguida, proceder à sua ocupação. É isso que a máquina de mentiras da mídia ocidental quer fazer acreditar, e aparentemente ainda há quem acredite nisso.
O que Putin fez foi lançar uma operação cirúrgica militar precisa para proteger Donbass e Lugansk. A Rússia não tem como alvo cidades ou outros lugares sensíveis onde os civis estão. A Rússia está atacando as posições das facções nazistas ucranianas aliadas da cabala globalista, e outro evento, escondido pela mídia ocidental, também está acontecendo. Os soldados ucranianos na fronteira não oferecem a menor resistência. Eles estão depondo suas armas.
O raciocínio que o soldado ucraniano está fazendo é bastante simples. Por que ele deveria cometer suicídio para defender um marionete nas mãos da elite globalista e sionista? No final desta história, Putin não apenas terá garantido a proteção de Donbass e Lugansk, mas também terá libertado a Ucrânia de um regime corrupto baseado em Bruxelas que não fez nada além de trazer miséria e desespero ao povo ucraniano.
Em 2013, ocorreu o golpe do Euromaidan orquestrado por George Soros, Barack Obama e CIA, e que levou à demissão do então presidente eleito Viktor Yanukovych, aliado de Putin. A cabala globalista queria evitar que as relações entre a Ucrânia e a Rússia fossem sólidas e então deram origem ao sangrento golpe de estado para instalar no poder seus fantoches. Sabemos que a resposta de Putin foi magistral por meio do referendo na Crimeia para reunir esta península com a Rússia.
Os ucranianos de Donbass e Lugansk comemoram junto com as tropas russas sua libertação do regime globalista/nazista em Kiev. O próximo desenvolvimento que podemos esperar é o colapso completo do governo fantoche dos oligarcas e da OTAN, Volodymyr Zelensky. Não estamos vendo uma “invasão” da Rússia. Estamos testemunhando a maior derrota e humilhação sofrida pela cabala globalista nas mãos do “terrível” Putin.
O que a cobertura histérica mentirosa da mídia Fake News não conta é que a Ucrânia é uma grande lavanderia de dinheiro sujo da família Biden, CIA e OTAN. Putin e Trump são aliados contra a cabala globalista.
O FSB, o serviço secreto russo, revela que frustrou um plano para realizar um ataque terrorista na Crimeia. Os responsáveis são sempre os mesmos. São eles que puseram o Oriente Médio a fogo e espada. São eles que financiaram a criação dos assassinos do ISIS. Eles são a OTAN, Israel, a União Europeia e os sauditas. São aqueles que nos últimos dias sofreram uma terrível e ardente derrota infligida por Putin contra todo o aparato governado pelo poder globalista.
O declínio imparável do globalismo não começou hoje com o reconhecimento da Rússia das repúblicas separatistas de Lugansk e Donetsk. O declínio imparável do globalismo já estava em andamento quando esta foto foi tirada há quatro anos. Já nessa ocasião havia começado o fim da globalização. Já naquele exato momento a Nova Ordem Mundial estava aos pés de Donald Trump e Vladimir Putin.
Para aqueles que estavam se perguntando qual é a reação de Trump ao reconhecimento de Putin das repúblicas separatistas de Donbass e Lugansk, sua posição é atualmente de completa indiferença. Trump não está gritando contra a invasão russa fantasma. Trump está denunciando o golpe que foi perpetrado contra ele por Hillary Clinton e Barack Obama, auxiliados pelo Deep State italiano.
A razão pela qual a Grande Reinicialização falhou e porque a Nova Ordem Mundial falhou em implementar seus planos é precisamente esta. A aliança entre Trump e Putin é o que salvou o mundo da beira do governo mundial. Putin é um formidável oponente da cabala. A Rússia representou um verdadeiro bastião contra o avanço do globalismo."
Cidália Cruz Dakini
Via Aliança da Terra
quarta-feira, 2 de março de 2022
Países bombardeados pelos EUA depois da Segunda Guerra Mundial.
Coreia - 1950-1953
Guatemala - 1954
Indonésia - 1958
Cuba - 1959-1961
Guatemala - 1960
Congo - 1964
Laos -1964 -1966
Vietinã - 1961-1973
Camboja - 1969-1970
Guatemala - 1967-1969
El Salvador - 1980
Nicarágua - 1980-1981
Granada - 1983
Líbano- 1983-1984
Líbia - 1986
Irã - 1987
Panamá - 1989
Iraque - 1991
Somália - 1993
Bósnia - 1994-1995
Sudão - 1998
Afeganistão - 1998
Iugoslávia - 1999
Iêmen - 2002
Somália - 2007
Paquistão - 2007
Iêmen - 2009
Líbia - 2011
Síria - 2014-2018
Afeganistão - 2001-2019
Iraque - 2003- 2019
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022
400.000 casos de lesões por vacina COVID encontrados em dados analisados por seguradora de saúde alemã
24 de fevereiro de 2022
Uma seguradora de saúde alemã BKK ProVita disse que uma análise de dados coletados de mais de 10 milhões de pessoas sugere que os efeitos colaterais da vacina COVID são "significativamente" subnotificados. A empresa disse que sua análise revelou um "sinal de alarme significativo" e disse que "um risco para a vida humana não pode ser descartado".
Uma empresa de seguro de saúde alemã disse esta semana que uma análise de dados coletados de mais de 10 milhões de pessoas sugere que os efeitos colaterais da vacina COVID são "significativamente" subnotificados.
A empresa, BKK ProVita (BKK), disse que sua análise revelou um "sinal de alarme significativo" e que "um risco à vida humana não pode ser descartado".
Com base nos dados coletados, o BKK disse que o número de efeitos colaterais da vacina é muitas vezes maior do que o número anunciado oficialmente pelo Instituto Paul Ehrlich (PEI), agência federal de saúde da Alemanha que monitora a segurança de vacinas e biomedicamentos.
O PEI anunciou em um comunicado à imprensa que havia 244.576 casos suspeitos de efeitos colaterais da vacina relatados em 2021 após a vacinação contra a COVID, mas o BKK disse que sua análise revelou mais de 400.000 casos.
O membro do conselho do BKK, Andreas Schöfbeck, disse ao WELT, uma publicação de notícias alemã: "Os números determinados são significativos e precisam ser verificados urgentemente quanto à plausibilidade".
Em uma carta, Schöfbeck disse que o BKK analisou os dados de faturamento dos médicos de 10,9 milhões de segurados e descobriu que 217.000 pessoas receberam tratamento médico devido aos efeitos colaterais da vacina.
"Em nossa opinião, há uma subnotificação significativa dos efeitos colaterais da vacinação", disse Schöfbeck. "De acordo com nossos cálculos, consideramos realistas até o momento 400.000 visitas ao médico por nossos segurados devido a complicações de vacinação."
Schöfbeck disse que, se os números forem extrapolados ao longo de um ano para toda a população alemã de 83 milhões de pessoas, é provável que 2,5 a 3 milhões de pessoas na Alemanha tenham recebido tratamento médico para eventos adversos da vacina COVID.
“Os dados disponíveis para nossa empresa nos dão motivos para acreditar que há um sub-registro muito considerável de casos suspeitos de efeitos colaterais de vacinação depois que eles receberam a vacina [COVID-19]”, escreveu Schöfbeck.
Schöfbeck enviou a carta ao presidente da PEI, Dr. Klaus Cichutek, à Associação Nacional dos Fundos Estatutários de Seguro de Saúde, à Associação Médica Alemã, à Associação Nacional dos Médicos Estatutários de Seguro de Saúde, à Comissão Permanente de Vacinação e à organização guarda-chuva do BKK.
Em outra carta, a empresa sugeriu que os efeitos colaterais da vacina em toda a Alemanha são pelo menos 10 vezes mais comuns do que o relatado pelo PEI, informou o jornal alemão Nordkurier na quarta-feira.
As cartas não revelaram sintomas, a gravidade dos eventos adversos ou quais vacinas causaram os efeitos colaterais.
O regulador de medicamentos da Alemanha aprovou as vacinas COVID da Pfizer, AstraZeneca, Johnson & Johnson, Novavax e Moderna.
Autoridades federais de saúde nos EUA e na Alemanha enfatizaram que os benefícios das vacinas COVID superam os riscos potenciais, e os efeitos colaterais são raros.
Nos EUA, no mês passado, um executivo de uma companhia de seguros de vida de Indiana relatou um aumento "impressionante" de 40% na taxa de mortalidade entre adultos de 18 a 64 anos em comparação com os níveis pré-pandemia, informou o The Defender.
Durante a mesma ligação, o CEO da OneAmerica, J. Scott Davison, também descreveu um grande aumento nas reivindicações de invalidez de curto e longo prazo.
O executivo de seguros classificou a taxa de mortalidade extraordinariamente alta como "a mais alta ... que já vimos na história deste negócio", acrescentando que a tendência é "consistente em todos os participantes desse negócio".
Para enfatizar ainda mais a importância de suas declarações, Davison disse: "Só para dar uma idéia de quão ruim [40%] é, uma... catástrofe de uma em 200 seria um aumento de 10% em relação à pré-pandemia. Portanto, 40% é simplesmente inédito."
Ao contrário do que o público pode supor – dada a cobertura incessante da mídia sobre o COVID-19 – Davison relatou a maioria das reivindicações de morte listadas como causas de morte além do COVID.
Comentando a notícia, Steve Kirsch, diretor executivo da Vaccine Safety Research Foundation, escreveu: "Seria preciso algo REALMENTE GRANDE para ter um efeito tão grande".
Além disso, disse Kirsch, o culpado teria que ser algo introduzido pela primeira vez em 2021 – “algo novo … ao qual um grande número de pessoas seria exposto” – como injeções de COVID.
O cientista de vacinas Dr. Robert Malone e a estatística Jessica Rose, Ph.D., concordaram que as injeções experimentais de COVID devem ser consideradas as principais suspeitas.
Putin só está se defendendo
Rússia x Ucrânia
Governo russo iniciou operações militares em larga escala em apoio à integridade territorial das repúblicas do Donbass e em defesa própria

Tropas Russas – Foto: Reprodução
A operação militar russa no Donbass, iniciada na madrugada de hoje (24), não passa de uma ação defensiva da Rússia.
Vladimir Putin, presidente do país, havia anunciado que enviaria tropas para dar suporte às repúblicas de Donetsk e Lugansk, no mesmo dia em que reconheceu a independência das duas nações.
A Ucrânia é um país dominado rigidamente pelo imperialismo, desde o golpe de 2014. Aquela sim foi uma violação da soberania ucraniana, quando os Estados Unidos e a União Europeia organizaram uma “revolução colorida” encabeçada por grupos notoriamente nazistas, e derrubaram o então presidente do país, Viktor Yanukovich, ao qual não haviam conseguido obrigar a se submeter.
A partir de então, a Ucrânia se tornou um verdadeiro preposto do imperialismo europeu e norte-americano nas barbas da Rússia, sendo utilizada com o principal objetivo de facilitar a agressão aos russos.
É preciso lembrar que a OTAN ─ organização criada na “guerra fria” sob a desculpa de conter as supostas ameaças militares da URSS ─, desde a queda do Muro de Berlim, iniciou uma expansão para o leste da Europa.
Hoje, a Rússia encontra-se praticamente cercada de um lado a outro por bases militares ou instalações de mísseis da OTAN, que integrou a maioria dos países europeus que pertenciam à União Soviética.
A Ucrânia é um instrumento dessa guerra não declarada contra a Rússia.
O leitor poderia imaginar o seguinte cenário hipotético: se a Rússia houvesse impulsionado um golpe de Estado no México e colocado nazistas mexicanos no poder, e estivesse negociando para que eles ingressassem em um pacto militar com os russos, os EUA não iriam considerar um afronte e uma ameaça?
De fato, a Rússia é a principal vítima dessa história. Como disse hoje (24) o presidente Putin, “a Rússia foi deixada sem opções”: ou invadia os territórios reivindicações por Donetsk e Lugansk na Ucrânia, ou demonstraria sinais de fraqueza para a OTAN se aproveitar disso e investir militarmente contra seu território.
Diante desses acontecimentos, o dever da esquerda, dos revolucionários e de todos que lutam pela paz é apoiar a Rússia em sua defesa contra o imperialismo, que é o maior de todos os agressores e opressores.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022
domingo, 20 de fevereiro de 2022
Grand Jury - The People VS. Cabal - Day 4 - Injections & Psych. Warfare (Video) | Alternative | Before It's News
Grand Jury - The People VS. Cabal - Day 4 - Injections & Psych. Warfare (Video) | Alternative | Before It's News: by N.Morgan Introduction 00:06:50 - Summary of Day 3 Proceedings - Judge Rui Fonseca E Castro, Portugal 00:11:54 - Summary of Vaccination Data Around The World - Dr. Alexandra Henrion Caude (Director of Research in Genetics) 00:47:17 - Reasons Why Inoculation Against Coronaviruses Is Not Needed - Dr. Vanessa Schmidt-Kruger...
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022
O sarcasmo e a ironia amarga na crítica social do ilustrador e grafista polonês Pawel Kuczynski

Artes e fotografia
Por Revista Prosa Verso e Arte
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As contradições da humanidade na arte satírica de Pawel Kuczynski
“Seus temas vão da vida social à política ou a pobreza, e também se você olhar com atenção às obras, irá notar muitas situações descritas incisivamente e sem palavras… É preciso parar e refletir um pouco para tentar captar a essência da mensagem que o artista quer nos passar, mas é difícil ficar indiferente à sua obra sem questionarmos os valores predominantes na sociedade atual.”
– por Carla Gonzalez. crítica social. in: Yogui.
“Algumas pessoas dizem que faço trabalhos surrealistas mas eu acho que me considero um ilustrador realista dos nossos tempos, dos nossos tempos surreais. Utilizo essencialmente aquarela e lápis de cor. No meu trabalho tento dizer o que vejo, não sou um mensageiro nem quero mudar as pessoas. Fico feliz quando gostam dos meus trabalhos e quando conseguem encontrar ideias importantes neles, depois disto comecem a pensar em como podemos mudar.”
– Pawel Kuczynski
“A metáfora é uma linguagem universal. Às vezes uma boa metáfora consegue explicar uma ideia melhor que mil palavras. Tento transmitir o que penso sem palavras. É muito difícil mas dá-me grande prazer quando as pessoas interpretam o meu trabalho. Sou também um observador. Gosto de observar as pessoas e as relações que estabelecem entre si. Vivemos há tanto tempo juntos neste mundo e mesmo assim cometemos os mesmos erros: guerra, pobreza, divisões raciais, ecologia, dinheiro — estes são os temas que gosto porque são tão imortais como a arte.”
– Pawel Kuczynski*
Escolhemos algumas ilustrações de temas variados abordados por Pawel Kuczynski, expostas aqui de forma aleatória. Certamente você não irá ficar indiferente diante do olhar crítico e o sabor ácido destas imagens.
©Pawel Kuczynski
©Pawel Kuczynski
©Pawel Kuczynski
©Pawel Kuczynski
© Pawel Kuczynski
©Pawel Kuczynski
©Pawel Kuczynski
©Pawel Kuczynski
©Pawel Kuczynski
©Pawel Kuczynski
©Pawel Kuczynski
©Pawel Kuczynski
©Pawel Kuczynski
©Pawel Kuczynski
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©Pawel Kuczynski
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©Pawel Kuczynski
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©Pawel Kuczynski
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©Pawel Kuczynski
©Pawel Kuczynski
©Pawel Kuczynski
©Pawel Kuczynski
©Pawel Kuczynski
©Pawel Kuczynski
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©Pawel KuczynskiSOBRE O AUTOR PAWEL KUCZYNSKI*
Cuidado estético e crítica social. Esses são os pilares das criações do artista polonês Paweł Kuczyński. Formado em Artes pela Academia de Belas Artes de Poznan, Kuczyński aposta, desde 2004, na criação de ilustrações críticas e satíricas, que já lhe renderam diferentes prêmios. A maior parte de seus desenhos abordam temas históricos relacionados à pobreza, fome, guerra, trabalho infantil, corrupção política, poluição, exploração e desigualdade social.
“Nasci a 1976 em Szczecin e graduei-me na Fine Arts Academy de Poznan, na Polónia, com uma especialização em grafismo. Hoje em dia vivo na pequena cidade de Police, também na Polónia. Há algum tempo atrás, em 2004, um dos meus amigos falou-me de uma competição de cartoons e foi aí que comecei a minha aventura. Foi um novo desafio, desenhar temas especiais para um público global. ”
Fontes: VICE / wikipédia
Site oficial: Kuczynski
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