terça-feira, 18 de agosto de 2020
sexta-feira, 14 de agosto de 2020
quinta-feira, 13 de agosto de 2020
sábado, 8 de agosto de 2020
Médicos da Espanha denunciam possível fraude mundial e questionam “pandemia”
José Mateus Moreno 07 Ago 2020 01:37 Saúde
Cento e quarenta médicos espanhóis denunciam um possível desastre mundial provocado por autoridades
No passado domingo (dia 02), a Associação dos Médicos pela Verdade (AMV) questionou, publicamente, a versão oficial do Coronavírus veiculada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a publicação na Estudos Nacionais.Com, os médicos reuniram-se no Palacio de La Prensa, em Madrid, com mais de quatrocentos profissionais da área médica.
Heiko Schöning, representante da Comissão na Alemanha, mencionou a existência de um relatório oficial do Ministério do Interior do governo alemão, indicando que o risco da pandemia foi superestimado e provavelmente o perigo representado pelo vírus chinês foi além do nível normal, encerrando com uma revisão de 04 pontos fundamentais das investigações das autoridades pela Associação de Médicos pela Verdade - lê-se na notícia da Estudos Nacionais.Com.
Na sequência, as conclusões que foram destacadas são estas:
1 – Máscaras não são recomendadas.
2 – O confinamento de pessoas saudáveis não é recomendado.
3 – Os testes não são confiáveis, portanto, nem as estatísticas de infectados.
4 – O número de mortes também não é confiável porque, embora os pacientes tenham coronavírus, eles geralmente morrem por outras patologias.
5 – Milhares de pessoas morreram devido aos tratamentos equivocados recomendados pela OMS, principalmente no início.
6 – Após autópsias na Itália, soube-se que eles morreram de coágulos e inflamação pulmonar, portanto, são recomendados anticoagulantes e anti-inflamatórios.
7 – Embora a OMS não admita, tecnicamente agora a epidemia acabou porque a mortalidade caiu drasticamente.
8 – O único estudo para avaliar as vacinas contra gripe e coronavírus é um estudo do Pentágono dos EUA em 2020 que constatou que a vacina contra a gripe AUMENTA os riscos de coronavírus em 36 %.
9 – Mensagem dos médicos para a verdade
10 – A opinião médica não está sendo ouvida.
11 – Não somos negadores e reconhecemos a doença.
12 – A curva de epidemia, contágio e mortalidade caiu drasticamente.
13 – Os médicos opinam com rigor científico, documentação e fazemos isso dando nosso nome e sobrenome.
14 – O dogmatismo é típico da Idade Média, temos que superar esse estágio e questionar tudo para que a ciência avance.
15 – A transmissão ocorre apenas por espirros e tosse de uma pessoa com sintomas, não pelo ar, objetos, água, fala ou ar condicionado.
16 – Portanto, o uso permanente de luvas ou tiras de queixo não é recomendado, pois estão causando outras doenças respiratórias e da pele.
17 – O uso permanente de uma máscara produz doenças nas vias respiratórias superior e inferior, auto-contaminação, proliferação de microrganismos, pneumonia.
18 – O isolamento geral da população saudável não é necessário, pois na história da medicina sempre foi isolado com bons critérios seletivos apenas para os doentes.
19 – Muitas pessoas morrem por não terem os cuidados médicos corretos. Isso piora ainda mais a imagem, mantendo-os isolados por vários meses, situação imunossupressora.
20 – A OMS teve uma divulgação totalmente irresponsável de informações, divulgando estudos científicos não comprovados, eticamente proibidos.
21 – Os números divulgados confundem totalmente a população mundial. Não parece o mesmo dizer que 500 pessoas morreram do que dizer que 0,0001 de um país morreu.
22 – O dióxido de cloro tem uma tolerância muito boa, existem muitos depoimentos de médicos e pacientes que revelam uma grande melhoria na saúde, além de um amplo efeito anti-infeccioso para vírus, bactérias, fungos e parasitas. A Bolívia já autorizou oficialmente seu uso e, na Espanha, solicitamos que seja iniciado um estudo oficial para permitir seu uso.
23 – A hidroxicloroquina tem bons efeitos terapêuticos, mas não é um retroviral e possui muitos efeitos colaterais adversos, principalmente cardíacos.
24 – Devido ao manejo incorreto da situação na gestão da saúde, muitas situações graves de saúde foram causadas desnecessariamente, em muitos casos levando à morte, devido à falta de atenção médica na população, que poderia ter sido fornecida sem problemas.
25 – Os testes de PCR não detectam vírus infecciosos, mas detectam parte do material genético, mas podem ser de vírus de anos anteriores ou restos virais de vacinas contra influenza.
26 – 95% dos contaminados não apresentam a doença, embora a PCR tenha testado positivo, eles são pessoas assintomáticas.
27 – Pessoas assintomáticas não estão doentes nem são contagiosas.
28 – A situação é agravada pelo fato de os trabalhadores da saúde não receberem os elementos básicos de proteção.
29 – É importante esclarecer que a maioria dos médicos que morreram tinha outras doenças anteriores, principalmente cardiovasculares,
30 – O mesmo aconteceu com o resto das vítimas fatais, 93% tinham mais de 80 anos e apenas 5% foram tratados.
31 – Não é um vírus letal em si, como o Ebola ou o patógeno do antraz. Porém, pode agravar uma situação anterior de doença, se houver falta de atenção médica correta, podendo levar à morte a morte.
32 – As vacinas precisam de anos de pesquisa em várias fases. Não é necessário sair de forma imediata e irresponsável com uma vacina de emergência para um vírus não letal.
33 – Ao contrário do que está sendo feito, precisamos fortalecer nosso próprio sistema imunológico com os rios e praias abertos, ao ar livre, com alegria e sem o medo causado pelas medidas sanitárias erradas.
34 – Finalmente, os médicos pedem à imprensa e às autoridades governamentais responsabilidade e consciência. (sic)
*Com informações da Tribuna Diária
sexta-feira, 24 de julho de 2020
Esperança . . .
Não temos emprego , não temos comida na mesa e a nossa casa está hipotecada , mas pelo menos temos "esperança" . Muito obrigado por isso .
- "Mãe , tenho fome . . . posso comer um bocadinho de esperança ?"
- "Não filho , hoje não há esperança ; só amanhã - a esperança é sempre amanhã ."
- "Então como amanhã , mãe ?"
- "Podemos ter esperança disso , querido , mas se não for amanhã , resta-nos esperar que seja no dia seguinte ."
E assim continua . É assim que funciona a "esperança" . Ou melhor , que não funciona . . .
Para os que maltratam os animais . . .
Um casal fez um acordo que, se existisse reencarnação, o primeiro a morrer
informaria o outro como é que era. O marido foi primeiro, contactou a mulher
e contou-lhe:
"Bem, levanto-me cedo e faço sexo. Tomo o pequeno almoço e vou para o campo
de golfe. Faço mais sexo, apanho sol e faço sexo mais algumas vezes. Depois
almoço (você gostaria: muitas verduras!!). Mais sexo, um passeio pelo campo
de golfe e mais sexo o resto da tarde. Depois do jantar, volto ao campo de
golfe e faço mais sexo até anoitecer. Depois durmo muito bem para recuperar,
e no dia seguinte recomeça tudo igual outra vez."
A mulher pergunta: "Você está no Paraíso?"
- "Não, já reencarnei. Agora sou um coelho e vivo numa coutada no Alentejo."
quinta-feira, 23 de julho de 2020
COVID-19: O Maior Embuste e Desastre Económico do Século XXI
JULHO 7, 2020 POR LUÍS GOMES

A economia está destruída. Para a zona Euro, o BCE prevê uma contracção económica de 8,7% em 2020 (Fonte: BCE).
No caso de Portugal, o Banco de Portugal estima que o PIB irá cair 8,7% (Fonte: Banco de Portugal); no caso de Espanha, estima-se algo pior, um tombo de 11,6%!
Os países do sul da Europa encontram-se em maiores dificuldades, dada a sua dependência do turismo; sector de actividade severamente afectado pela Crise Covid-19.
Todos os dias escutamos a expressão: “…a crise causada pela pandemia Covid-19”.
Nada mais longe da verdade. Esta crise foi causada pelos confinamentos e restrições à liberdade dos cidadãos decretados pelos governos.
Infelizmente, a verdade será, mais uma vez, ignorada, restando-nos apenas a mentira. O ministro da propaganda do nazismo, Joseph Goebbels, dizia: “…uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”.
Os recentes dados publicados pelo instituto europeu de estatística, o Eurostat, vêm, mais uma vez, demonstrar que o Covid-19 é simplesmente o maior embuste do século XXI. Senão vejamos.
Previamente à análise dos dados, importa actualizar o número de óbitos por milhão em cada país atribuído ao vírus Covid-19. Na figura 1, podemos constatar que a Bélgica é o pior caso do mundo.
A Suécia, que não decretou o encarceramento da população, é o quinto pior caso do mundo, com 524 óbitos por milhão de habitantes.
Figura 1

Em primeiro lugar, o caso Belga.
Na figura 2, podemos observar o número de óbitos totais com idade inferior a 70 anos ocorrido nas semanas 45 a 52 (Novembro a Dezembro) e 1 a 23 (Janeiro à primeira semana de Junho) para vários períodos compreendidos entre 2000 e 2020.
Figura 2

Torna-se absolutamente evidente que não existe qualquer risco para este grupo etário da população, com idade inferior a 70 anos, aquele que na sua maioria é constituído por crianças e população activa.
Como podemos observar na Figura 2, a evolução do número de óbitos apresenta uma tendência decrescente; no entanto, o estado belga, tal como os demais estados, decidiu decretar um confinamento despótico!
Onde reside o problema?
Na população com idade igual ou superior a 70 anos.
Efectivamente, para o período 2019/2020 verificou-se um máximo histórico na Bélgica para o número de óbitos para este grupo etário.
Entre 3 de Novembro de 2019 (início da semana 45) e o último dia 6 de Junho de 2020 (final da semana 23) registaram-se 60 511 óbitos para a população com idade igual ou superior a 70 anos.
Figura 3

Para cotejar diferentes períodos, importa, em primeiro lugar, ter em conta a evolução da população com idade igual ou superior a 70 anos, sem a qual esta análise estaria incorrecta.
Na figura 4, podemos observar esta evolução. Entre 2000 e 2019, a população belga com idade igual ou superior a 70 anos cresceu 30%, passando de 1,2 milhões para 1,6 milhões aproximadamente.
Figura 4

Se tivermos em conta a taxa de mortalidade para este grupo etário, dividindo o número de óbitos pela população, podemos obter conclusões surpreendentes (ver Figura 5).
Figura 5

A taxa de mortalidade em 2019/2020 encontra-se em valores perfeitamente normais: para o pior caso Covid-19 do mundo!
Em 2000/2001, 2001/2002, 2002/2003, 2004/2005 e 2014/2015, anos com taxas de letalidade iguais ou superiores, ninguém decretou a restrição ou eliminação de liberdades individuais.
Em conclusão, trata-se de uma patranha bem vendida, através da propagação do pânico e do medo.
Agora vamos analisar o caso Sueco, o menino mal comportado desta história: segundo a imprensa!
Um imenso número de países não permite a entrada de suecos, incluindo os seus vizinhos escandinavos.
Como se atreveram a não seguir o rebanho!
Vejamos então os números da “grande tragédia” sueca.
Na figura 6, podemos observar o número de óbitos totais ocorrido na Suécia para as semanas 45 a 52 (Novembro a Dezembro) e 1 a 25 (de Janeiro à terceira semana de Junho) para 20 períodos entre 2000 e 2020.
Figura 6

Em 2004/2005, alguém lançou este “circo de falsidades”, em que ocorreu, para o mesmo período, um valor de óbitos superior a 2019/2020, o ano da “pandemia” Covid-19!
Todos os dias, não cessa a propaganda negativa sobre a tragédia sueca. Mas a surpresa não termina aqui.
Se tivermos em conta a taxa de letalidade apenas para o grupo etário com idade igual ou superior a 70 anos, os dados tornam-se ainda mais surpreendentes: o período 2019/2020 apresenta a penúltima taxa de letalidade mais baixa dos últimos 20 anos!
Podemos observar este valor na Figura 7.
Figura 7

Definitivamente, estamos perante o maior embuste da história; nunca antes a economia foi destruída em nome de algo que assola a humanidade desde sempre: o aparecimento de um vírus!
Porque razão estamos na presença de uma enorme cavilação?
Em primeiro lugar, a absoluta desinformação da população, com o único propósito de propagar o pânico e o medo; felizmente, começam a aparecer vozes que arrazoam a verdade (fonte1; fonte 2) sobre tudo isto.
Numa primeira fase, as máscaras não eram necessárias, depois tornaram-se obrigatórias; no entanto, em nenhum momento, apareceu qualquer estudo científico a comprovar a sua eficácia para evitar a propagação do vírus.
Já em Fevereiro do presente ano, a revista Forbes – um dos órgãos de informação que colaboraram nesta farsa – afirmava que o seu uso não permitia qualquer protecção, apenas evitava infectar os demais.
Não tardará muito e este último mito também cairá.
Esta plangente imprensa também afirma que a “pandemia” Covid-19 apresenta a maior taxa de letalidade dos últimos 100 anos; como por exemplo, este artigo no Financial Times, onde se afirma: “Since the start of what has become the worst virus pandemic for a century…”.
Não têm rebuço na propalação de mentiras!
Basta a estes senhores consultarem os dados da pandemia de 1957 (Gripe Asiática), mencionada no nosso blog, ou a de 1968-1970 (Gripe de Hong Kong), para provar de que se trata de uma patranha; as taxas de letalidade foram muito superiores à actual “pandemia” Covid-19, mesmo aceitando as estatísticas oficiais em relação aos “óbitos” atribuídos ao Covid-19”.
Na altura, ninguém decretou a prisão domiciliária nem a utilização obrigatória de máscaras.

Utilizam um duplo critério sistematicamente.
Não se indignam com determinados ajuntamentos, desde que pertençam a determinada ideologia ou movimento, ou sejam oficializados pelo poder vigente; o mesmo não acontece para as demais, essas devem merecer uma pesada punição e sujeitas ao opróbrio público, através de horas e horas de debates a respeito, em que participa uma pletora de comentadores “indignados” e histéricos”.
O eclipse dos mais desfavorecidos das notícias.
Não têm a possibilidade de ensinar os filhos em casa ou proporcionar-lhes computadores com ligação à Internet; e são obrigados a utilizar transportes públicos sobrelotados, enquanto se investem milhares de milhões em empresas de transporte aéreo falidas.
Em nenhum momento, os órgãos de imprensa noticiam a situação dramática destas pessoas, que dependem de empregos de “guerra”, tais como, caixas de supermercados, empregados de mesa, atendimento ao público ou construção civil.
Para esses: “Fique em casa”; não interessa de que forma a comida aparece no prato!
Estamos a assistir ao encobrimento de qualquer alvitre que denuncie o disparate dos confinamentos.
Recentemente, um especialista da Universidade de Stanford afirmava que a taxa de letalidade do Covid-19 na população com idade inferior a 45 anos é praticamente nula, obtemperando a decisão de confinar a população.
Sem cessar, a imprensa difunde que a nossa salvação só será possível com a vacina, dissimulando que as anteriores pandemias foram resolvidas, na sua maioria, através da imunidade de grupo.
O único país que adoptou tal método, a Suécia, é visto como o menino mal comportado.
Ninguém nos explica com rigor qual o método para classificar um óbito atribuído ao Covid-19. Talvez por essa razão, como em Portugal ou na Suécia, o número de óbitos relacionados com outras patologias tenha espantosamente diminuído, pois o número total de óbitos para o período 2019/2020, em comparação com períodos anteriores, está dentro de valores normais.
O que importa é continuar a inflar o pânico e o terror!
Esta é a mesma imprensa que gera uma indignação global com base numa mentira (Fonte), mas não comenta ou encobre situações semelhantes (situação 1; Situação 2; Situação 3; Situação 4), no entanto, bem reais e a lamentar.
Ao mesmo tempo, promovem assuadas que desrespeitam a lei e a ordem.
Sobre a credibilidade desta imprensa estamos conversados.
Agora o que nos espera?
Esta crise está a ser utilizada para um novo ataque à população, visando impor uma ditadura fiscal, restringir direitos e liberdades e obrigar a população a aceitar um controlo absoluto das suas vidas, terminando, de vez, com a sua privacidade.
Com a desculpa do Covid-19, os Bancos Centrais imprimem dinheiro sem fim, na prática um confisco de propriedade privada, possibilitando, em alguns casos, novos máximos históricos ao mercado accionista, beneficiando apenas 1% da população e resgatando, uma vez mais, um sistema financeiro insolvente que actua com base num sistema fraudulento – as reservas fraccionadas.
Na Figura 8, podemos observar que o dinheiro impresso pela Reserva Federal permitiu que o DOW 30, um dos principais índices bolsistas norte-americanos, recuperasse rapidamente de uma queda próxima de 40%, entre 12 de Fevereiro e 23 de Março do presente ano.
Bastou o anúncio de compra de dívida emitida pelas empresas por parte da Reserva Federal. Actualmente, encontra-se a apenas 11% do seu máximo histórico, no meio de uma recessão e desemprego sem precedentes!

Na realidade, toda esta recuperação é um processo inflacionário, fruto da perda de poder aquisitivo do USD – um confisco dos mais desfavorecidos, aqueles que têm rendimentos fixos e não possuem activos financeiros –, pois o índice DOW 30, quando cotado em onças de ouro – ainda não é possível imprimir –, encontra-se numa tendência descendente, rompendo, recentemente, uma bandeira no sentido descendente, tal como podemos observar na Figura 9.
Figura 9

Os que logram proteger-se da inflação dos bancos centrais, mantêm o seu poder aquisitivo, caso contrário, o valor aquisitivo dos seus rendimentos é arrasado!
Tudo isto, como é óbvio, é publicitado e implementado em nome do combate à crise “pandémica” Covid-19.
Para ajudar os mais “frágeis” da sociedade, os que mais sofreram com a “pandemia” – nunca mencionam que serve para comprar votos com o dinheiro dos demais –, propõem uma nova subida de impostos (fonte 1, fonte 2)!
Um dia destes, no final de tudo isto, iremos entregar tudo o que produzimos ao estado, para depois receber senhas de consumo, de acordo com os ditames da casta que nos governa, tal como ocorre num regime totalitário.
Para se assegurarem que conhecem tudo, mas absolutamente tudo, o que produzimos e possuímos, propõem um aperto do “big brother”.
Claro está, este novo ataque à nossa privacidade é realizado em nome do pomposo combate ao branqueamento de capitais ou de financiamento do terrorismo (proposta de lei), ocultando que apenas serve para nos tornar absolutamente indefesos da voracidade fiscal dos estados. Senão vejamos.
Com a aprovação da proposta de lei 16/XIV/1.ª, como sempre, emanada da ditadura de Bruxelas, os bancos comerciais passarão a ser obrigados a informar as autoridades sobre os titulares das caixas fortes e quem as visita: hora, dia e quem.
Caso as visitas sejam frequentes, o cliente deverá ser classificado como delinquente.
Na próxima proposta de lei, seguramente, exigirão conhecer o que se encontra na caixa forte: já faltou mais!
Com a aprovação da proposta de lei 16/XIV/1.ª, o comércio e a custódia de moedas virtuais, a Bitcoin por exemplo, passarão a ser actividades reguladas, com o único propósito de conhecer as carteiras virtuais e os movimentos dos cidadãos com este tipo de activos. Já podemos imaginar o caminho que a coisa toma, a possível ilegalização deste negócio ou estar sujeito ao livre arbítrio de um esbirro.
Para se assegurarem que em breve não poderemos levantar o nosso dinheiro dos bancos ou conhecerem todas as nossas transacções (refeições, viagens, livros adquiridos…), acabando de vez com a nossa privacidade, estão a preparar-se para eliminarem o dinheiro físico (fonte1; fonte2).
Para além de terem determinado o fim de qualquer actividade indispensável a qualquer ser humano (sair à discoteca, ir a um bar…), como confraternizar, conversar, conhecer, em particular tudo o que seja contacto humano, todos os dias propõem medidas que restringem as nossas liberdades individuais: uso obrigatório de máscaras, distanciamento social e controlo nos aeroportos.
No futuro, já podemos supor como irá terminar. No momento de entrar num avião: tem as vacinas em dia? Fez o teste ao Covid-19?
A coberto da crise Covid-19, optam agora pela nacionalização de empresas falidas, obviamente com o nosso dinheiro, com o argumento de que se trata de uma empresa “estratégica” – vá-se lá saber o que significa! –, desvirtuando, por completo, as regras de um mercado livre: quem falha vai à falência!
Para estes senhores é diferente: os lucros são privados e as perdas são dos contribuintes. Para quê empreender ou inovar, o importante é ter contactos que assegurem a salvação em momentos de aperto.
Na idade média, os servos pagavam ao senhor 1/3 do que produziam; hoje, um servo seria seguramente um perigoso evasor fiscal.
Com a crise Covid-19, preparamo-nos para ser transformados em simples escravos: do estado e da banca!
Amy Winehouse, la chica de Camden
por JUJE BERMUDEZ
22 JULIO
PORTADA, PROTAGONISTAS, QUÉ ESCUCHAR

“Para mi era importante cantar pero nunca pensé que terminaría trabajando como cantante”, así lo manifestó la cantante británica, Amy Winehouse, quien nunca imaginó la magnitud que iba a alcanzar en la historia de la música mundial. Fue inspiración de artistas plásticxs, diseñadorxs de moda y colegas músicxs.
Googlear a Amy Winehouse implica visualizar en los primeros títulos entradas relacionadas a su muerte, sus adicciones y sus males de amores. En la mayoría la encasillan y mencionan muy por arriba su talento. Parece que al comprar un personaje, la estrella queda de lado.
“Mi música no está en esa escala, no creo que vaya a hacerme famosa”, dijo una vez. Un poco de historia de la cantante Amy Winehouse para reivindicar su carrera y su hambre voraz por hacer música. Para ella el éxito era hacer lo que quisiera y componer como ella quisiera. Lo hizo con sus 27 años y tres discos.
Su barrio Camden Town, en su Londres natal, conserva su esencia y le brinda homenaje en el mercado vintage, llamado Stables Market, donde sus fanáticxs posan con la estatua de tamaño real y realizada en bronce por el escultor Scott Eaton.

Estuvo atravesada por la música desde muy niña: su padre fue quien la introdujo en el mundo del jazz y le presentó a uno de sus ídolos, Frank Sinatra. Amy cantaba sus canciones todo el día, hasta que el colegio le hizo un llamado de atención para que dejara de hacerlo. Tuvo su primera banda a los 10 años: con influencias de rap formó Sweet ‘n’ Sour. A los 13, tuvo su primera guitarra con la que empezó a componer y a los 16 años integró el grupo musical llamado The National Youth Jazz Orchestra.
Amy cantaba y tocaba la batería, pero también se presentaba como guitarrista. “Para mí el éxito es tener la libertad de trabajar con quien yo quiera, poder mandar todo a la mierda cuando me parezca e ir al estudio cuando tenga que ir . Cuando más me conoce la gente, se da cuenta que sólo sirvo para hacer música”, desafió.
Sacó dos discos en vida: “Frank” y “Back to black”. El segundo sería el que la consagrara mundialmente y la hizo merecedora de cinco premios Grammys: Mejor nuevo artista, Grabación del año, Canción del año, Mejor álbum pop vocal y Mejor interpretación femenina por su canción “Rehab”, la más versionada y polémica de la artista.
Ya estaba en la mira de los paparazzis británicos, pero esta validación por parte de la industria de la música hizo que todo el mundo quisiera una parte de ella. “A cada paso que des, a cada respiro, te estaré observando”, como diría The Police. Siempre enfocándose en el personaje, no así en la persona ni en su estrella. Tal fue el hostigamiento que tuvo que hacer un retiro a la isla caribeña de Santa Lucía. Allí pudo relajarse y reencontrarse consigo misma. Su paraíso en la tierra, su refugio, donde comenzó a componer material para su tercer y póstumo disco “Lioness: Hidden Treasure”.

Cómo si el reconocimiento por su álbum “Back To Black” no hubiera sido suficiente, Amy fue invitada por una de las leyendas del jazz, Tony Bennet, a participar en su nuevo disco “Duets II” en el track llamado “Body & Soul”. “Nunca he hecho algo así como cantar con uno de mis ídolos”, le confesó Amy. Durante la grabación a ella se la ve insegura y dudando de su talento. “ Te hago perder el tiempo”, le decía a Bennet, cuando en realidad para él era una cantante de jazz que “estaba a la altura de Ella Fitzgerald o Billie Holiday”, artistas a las que Amy les tenía devoción. Fue su última grabación en estudio.
La chica de Camden, como se la conocía, dejó enmarcada su huella en el barrio que la vio disfrutar sus días y en el mundo de la música, por su voz tan personal: una mezcla perfecta entre el soul y el jazz, llena de sentimiento e intención. Una artista que dejó su cuerpo y alma por lo que más le gustaba hacer: cantar y componer canciones. Su barrio y sus fanáticxs la extrañan. Ojalá hubiera tenido más tiempo.
– Este artículo fue producido en el marco del Taller de Periodismo Feminista de Feminacida –
"Sofreram horrores os cães e gatos que morreram queimados em Santo Tirso.
Crónica de Miguel Esteves Cardoso, Jornal Público, 20-07-2020.
"Sofreram horrores os cães e gatos que morreram queimados em Santo Tirso.
Apareceram muitas pessoas para os salvar, mas não os deixaram entrar.
Os tribunais hão-de castigar os responsáveis, directos e indirectos, mas seria uma pena que não se aprendesse nada com a desgraça.
Portugal já mostrou ao mundo — mais recentemente com a descriminalização
do consumo de drogas duras, mais remotamente com a abolição da pena de morte — que pode ser pioneiro da humanidade. Não se poderia fazer o mesmo com os animais? Não seria até uma forma barata de melhorar a nossa imagem e de atrair os turistas que mais nos interessam?
O problema dos canis, legais ou ilegais, é o problema dos animais em Portugal: é falta de dinheiro. Não é mais nada. É falta de dinheiro público.
Não havendo dinheiro, toda a gente ralha e ninguém tem razão. Apontam-se culpas e a discussão moral não acaba. Confia-se na bondade de associações de cidadãos que surgem para tentar colmatar as falhas dos poderes públicos.
Falem com os heróis de Santo Tirso que acorreram para salvar animais. Falem com as associações. Falem com o PAN. Falem com os portugueses que têm cães e gatos. Falem com os que não têm.
Sabe-se o que há para fazer — a começar pelas esterilizações —, mas é preciso dinheiro para arranjar terrenos, pagar a tratadores e veterinários, assegurar a saúde e a felicidade dos bichos.
Façam-se parques de animais que mostrem ao mundo como se pode ser bondoso com os animais e gozar a companhia deles — sobretudo todos aqueles que não os podem ter em casa.
Depressa."
quarta-feira, 8 de julho de 2020
DEUS SEGUNDO SPINOZA
"Pára de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.
Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.
Pará de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.
Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho... Não me encontrarás em nenhum livro! Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?
Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.
Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?
Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti.
Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia.
Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.
Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro. Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno. Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei. E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste
comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste... Do que mais gostaste? O que aprendeste?
Pára de crer em mim - crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.
Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Me aborrece que me louvem. Me cansa que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te sentes olhado, surpreendido?... Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.
Pará de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações? Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro... aí é que estou, batendo em ti."
terça-feira, 7 de julho de 2020
Dos mortos registados como COVID-19 em Itália, só 12% faleceram efectivamente da doença
6 de Julho de 2020
O professor Walter Ricciardi, conselheiro científico do Ministro da Saúde italiano afirmou: “A forma como classificamos as mortes no nosso país foi muito generosa, no sentido em que todas as pessoas que morreram com o Corona Vírus foram classificadas como tendo morrido de Corona Vírus. Numa re-avaliação feita pelo Instituto Nacional de Saúde, em apenas 12% dos certificados de morte parece haver uma causalidade directa com o Corona Vírus, enquanto 88% dos pacientes que faleceram, tinha pelo menos outra doença – muitos tinham duas e três.”É um relato impressionante! Significa que das cerca de 21 mil mortes em Itália até ao momento destas declarações, só cerca de 2400 se podem classificar como sendo directamente relacionadas com o COVID-19.
Mais uma prova de como se tem andado a brincar com os números! E são os números que têm andado a brincar com as emoções das pessoas.
Fonte:
Telegraph
segunda-feira, 29 de junho de 2020
Saudades
" São saudades de um mundo que tem cheiro de quintal lá da infância da gente. Que é macio para todos os seres que nem lençol recém-trocado. Que tem o timbre de voz amada quando toca o nosso ouvido. Um mundo bacana onde as vezes pessoas têm clima de passeio. Onde não existem armas, visíveis ou não. Onde a gente vive com o sentimento de estar brincando de roda uns com os outros: se um leva um tombo reflete na roda inteira. São saudades de um mundo contente feito céu estrelado. Feito flor abraçada por borboleta. Feito café da tarde com bolinho de chuva. Onde a gente se sente tranquilo como se descansasse num cafuné. Onde, em vez de nos orgulharmos por carregar tanto peso, a gente se orgulha por ser capaz de viver com mais leveza. Um mundo onde as pessoas confiam umas nas outras, não pode ser de outro jeito se estamos em família na humanidade. Um mundo onde a culpa deixou de ser uma desculpa para não sermos felizes. São saudades de um mundo onde o respeito não tem cheiro de mofo: todos somos iguais e todos somos diferentes e isso é claro, natural e indiscutível."
Ana Jácomo
quinta-feira, 25 de junho de 2020

Luis Júdice
23 de junho ·
O governo, os partidos do arco parlamentar e a comunicação vendida ao grande capital hão-de ter de explicar como é que os números deste quadro se compaginam com os "comportamentos condenáveis" que, segundo eles, levaram a repor o confinamento e o estado de calamidade em 5 distritos do país - Loures, Sintra, Odivelas, Amadora e Lisboa.
Vão ter de explicar, também, como é que para o "surto" agora identificado contribuíram, em cerca de metade dos casos identificados, idosos e trabalhadores de lares para a chamada 3ª idade. Querem ver que andaram TODOS numa "velocidade furiosa" a correr as "raves", a encharcarem-se em álcool, adquirido em bombas de gasolina como se não houvesse amanhã, com o único objectivo de contrair COVID-19?!!!
Governo e apoiantes das medidas de confinamento policial e repressivo imposto às populações, têm de ser responsabilizados pelas 4 mil mortes não COVID-19 a mais registadas este ano, por comparação com período homólogo do ano de 2019. E pelo crescendo do desemprego, da miséria e da fome, que nenhuma "caridadezinha" mitigará, antes agravará a humilhação a que sujeitam os trabalhadores e suas famílias.
segunda-feira, 22 de junho de 2020
domingo, 21 de junho de 2020
“Se voltarmos à normalidade é porque não valeu nada a morte de milhares de pessoas”, escreve Ailton Krenak
Em novo livro, um dos mais importantes líderes indígenas do país fala sobre a pandemia do coronavírus, a "necropolítica" de Bolsonaro e os ensinamentos que podemos tirar desta experiência
Ailton Krenak na Flip de 2019. Foto: Walter Craveiro/ DivulgaçãoO mundo está agora numa suspensão. E não sei se vamos sair dessa experiência da mesma maneira que entramos. É como um anzol nos puxando para a consciência. Um tranco para olharmos para o que realmente importa”, escreve Ailton Krenak em O Amanhã Não está à Venda (disponível para download gratuito). Um dos mais importantes líderes indígenas brasileiros da atualidade – famoso por sua marcante fala na Assembleia Constituinte de 1987 e por seu intenso ativismo socioambiental -, Krenak acaba de lançar pela Companhia das Letras este pequeno livro com reflexões sobre os tempos de pandemia da Covid-19 e o mundo que virá a seguir.
“O presidente da República disse outro dia que brasileiros mergulham no esgoto e não acontece nada. O que vemos nesse homem é o exercício da necropolítica, uma decisão de morte. É uma mentalidade doente que está dominando o mundo. E temos agora esse vírus, um organismo do planeta, respondendo a esse pensamento doentio dos humanos com um ataque à forma de vida insustentável que adotamos por livre escolha, essa fantástica liberdade que todos adoram reivindicar, mas ninguém se pergunta qual o seu preço”, afirma Krenak – autor também do livro Ideias para Adiar o Fim do Mundo (2019) – em outro trecho do texto.
O autor, que no momento está isolado na aldeia Krenak, em uma reserva de quatro hectares em Minas Gerais, questiona, portanto, a ideia de “volta à normalidade”, ressaltando que ela não é nem possível nem desejável. “O que estamos vivendo pode ser a obra de uma mãe amorosa que decidiu fazer o filho calar a boca pelo menos por instante. Não porque não goste dele, mas por querer lhe ensinar alguma coisa. ‘Filho, silêncio’.” E, mais à frente, ele arremata: “Tomara que não voltemos à normalidade, pois, se voltarmos, é porque não valeu nada a morte de milhares de pessoas no mundo inteiro. (…) Seria como se converter ao negacionismo, aceitar que a Terra é plana e que devemos seguir nos devorando. Aí, sim, teremos provado que a humanidade é uma mentira”.
terça-feira, 16 de junho de 2020
Muitos sobreviverão à Covid 19, mas permanecerão mortos por dentro
Muitos sobreviverão à Covid 19, mas permanecerão mortos por dentro. E o pior é que teste médico algum é capaz de diagnosticar isso.
Por Prof. Marcel Camargo
-27 de abril de 2020
A pandemia da Covid 19 coloca o mundo de cabeça para baixo, colapsando sistemas económicos e de saúde, expondo a nefasta desigualdade social que existe, desmascarando a verdadeira face de pessoas, de governos, de religiões. Nada mais será como antes, ninguém mais conseguirá se ver com os mesmos olhos.
Na ânsia por encontrar respostas e causas que dêem alguma lógica a isso tudo, somam-se teorias conspiratórias, lendas urbanas, fantasmas do comunismo, supostos golpes políticos, entre outros palpites sem embasamento satisfatório. Quase ninguém, porém, atenta para a negligência humana em relação à natureza e às necessidades básicas dos cidadãos, que perdura há séculos.
Fomos nos distanciando, ao longo do tempo, da espiritualidade, da religiosidade, da valorização daquilo que nos compõe a essência e não se pode comprar. Fomos colocando, como centro de tudo, o consumo e a materialidade, regidos pelos ditames económicos, mesmo que às custas de desigualdades cada vez mais acirradas.
Fomos nos distanciando da natureza e dos animais, em suas necessidades e exigências, enquanto nos contentávamos com jardins de inverno arquitectónicos e com animais de estimação. Fomos nos afastando do auto-conhecimento, que precisa do olhar sobre o outro. Aliás, o outro passou a ser menos importante do que a satisfação de nossos próprios desejos, fechados que muitos estamos em nossa bolha de conforto.
Isso tudo vai deixando as pessoas insensíveis, frias, incapazes de serem atingidas pelas misérias de quem quer que seja. Empatia zero. Isso impede que o ser humano enxergue as terríveis consequências de seu descaso com o meio ambiente, com a fauna e com a flora. Impede, da mesma forma, que o ser humano perceba o quanto machuca as pessoas, o quanto suas atitudes podem ser nocivas ao todo – a alguns só interessa o eu mesmo.
Não é à toa, portanto, que muitos assistem às cenas dantescas dos estragos causados pela pandemia da Covid 19, no Brasil e no mundo, incapazes de se escandalizarem, mesmo com valas colectivas sendo abertas, caminhões com refrigeração estacionados às portas de hospitais e de cemitérios, filas de ambulâncias paradas nos hospitais à espera de leitos vagos. Em nome da manutenção da economia, que deveria ser bem melhor respaldada pelos governos, os quais mal direccionam verbas e mal cortam gastos supérfluos, cogita-se afrouxar o isolamento, mesmo quando esse procedimento já tenha se comprovado ineficaz e perigoso em contextos precedentes.
Quando se julga qual vida tem mais ou menos valor, é sinal de que a humanidade caminha mal. Nada será como antes. Quem não melhorar após tudo isso, não melhorará nunca mais. Muitos sobreviverão à Covid 19, mas permanecerão mortos por dentro. E o pior é que teste médico algum é capaz de diagnosticar isso.
quinta-feira, 11 de junho de 2020
sexta-feira, 5 de junho de 2020
MALFADADO, O CONTESTATÁRIO: FAZER PARTE DA ASSOCIAÇÃO CABEÇO SANTO
MALFADADO, O CONTESTATÁRIO: FAZER PARTE DA ASSOCIAÇÃO CABEÇO SANTO: A ida ao Cabeço Santo teve também como resultado ter recebido em mão o recibo de pagamento da quota de 2020 referente a associado fundador. ...
quinta-feira, 14 de maio de 2020
Folar de Vale de Ílhavo
Ingredientes:
1 kg de farinha
15 g de sal
20 g de fermento padeiro
400 g de açúcar
5 gemas de ovo
4 ou 3 ovos (cozidos em casca de cebola)
50 g de manteiga derretida
200 ml de água morna
Canela a gosto (ou raspa de limão, opcional)
Modo de preparação:
Junta-se a farinha (cerca de 500 g), o sal, o fermento e a água morna, amassando tudo muito bem e deixando levedar, pelo período de aproximadamente uma hora.
Depois de a massa estar levedada, juntam-se o açúcar, os ovos e a manteiga previamente derretida, misturando tudo muito bem. Acrescenta-se a restante farinha (500 g) e a canela (ou a raspa de limão), envolvendo bem. Deixa-se levedar novamente.
Quando tiver levedado (aproximadamente para o dobro), tende-se a massa em forma de bolo do tamanho que se pretende, decorando com os ovos (previamente cozidos em água com casca de cebola), e pequenas tiras formadas com uma parte da massa que se entrelaçam com os ovos. Vai ao forno de lenha, previamente aquecido.
Dica: um kilo de farinha dá para fazer um folar médio, que se enfeita com 4 ovos, ou 3 pequenos que se enfeitam com um ovo cada.
segunda-feira, 11 de maio de 2020
Porque é que devemos ver já os nossos pais e avós

OPINIÃO DE HENRIQUE RAPOSO
08 mai, 2020
O sucesso da república, do capitalismo e da ciência criaram um enorme paradoxo: os ocidentais não sabem lidar com o risco e com a morte devido ao seu enorme sucesso político, económico e médico. Paradoxalmente, a nossa história triunfante desarmou-nos; somos flores de uma estufa ahistórica que não resistem aos ventos da história política e da história natural. O parlamento, a empresa e o laboratório (três conceitos desprezados pelo pós-modernismo das elites de esquerda e agora pelo pós-verdade do povo trumpista) são três escudos que filtram o caos que era normal nas gerações anteriores: o risco permanente, os dilemas morais a sério, as doenças, as epidemias, a morte como parte do dia-a-dia. O pináculo desta obsessão pelo controlo talvez seja esta: a nossa civilização aplaude a morte desejada e controlada pelo homem (eutanásia), mas fica paralisada perante a morte natural. Isto porque a morte natural escapa ao controlo antropocêntrico.
Nesta obsessão por evitar o risco, muitos dizem que, no quadro da covid-19, não devemos estar com os nossos pais e avós. É um risco, dizem. Pois é. Mas viver é um risco. Fumar é um risco. Conduzir é um risco. O parto é um risco. Fazer certos desportos é um risco. Certos alimentos são um risco, tal como certas bebidas. Fazer sexo pode ser um risco. Fazer uma empresa é um risco. Caçar é um risco. Ter filhos é arriscar. Sem risco não há vida, há apenas algodão ensopado em desinfectante, há apenas a dormência de uma sociedade esterilizada. Eu percebo a prudência, acho apenas que a prudência já descambou na servidão - a servidão do medo. Os nossos velhos devem, em nome da prudência, evitar a vida social, mas não podem ficar paralisados no medo e longe da vida familiar. Se os nossos pais e avós envelhecerem 3, 4 ou 5 anos durante os 3, 4 ou 5 meses da quarentena, isso não será uma grande vitória, aliás, será uma derrota que não estou disponível para apoiar com o meu medo. Defendo a vida, não o medo de morrer. Ver os netos é o alimento moral dos nossos pais. Privá-los dos netos é literalmente encurtar-lhes a vida, até porque a noção de tempo deles não é a mesma que a nossa. Para nós, seis meses são apenas seis meses; para eles, meio ano é um artigo de luxo.
É pouco provável que as minhas filhas infectem a minha mãe com covid, mas, sim, o risco existe. Tenho medo. Mas, por outro lado, é altamente provável que a ausência das minhas filhas atire a minha mãe para algo pior do que o vírus. A solidão e o pânico matam, sobretudo na velhice. Matam, porque aceleram problemas de saúde física. Matam, porque criam ou aceleram problemas de saúde mental. Lamento, mas a verdade é que os velhos têm razão desde o início desta crise: a quarentena é muito pior do que o vírus.
sexta-feira, 1 de maio de 2020
domingo, 26 de abril de 2020
Como fazer uma excelente caipirinha
Por isso, é deveras importante saber fazer uma caipirinha de qualidade para aproveitar todo o sabor de uma bebida que também conquistou Portugal. Assim sendo, aqui fica uma receita para a caipirinha perfeita, sem sabor amargo, sem excesso de cachaça ou cheia de açúcar no fundo:
Corte as limas em fatias finas e esmague levemente com o açúcar. Não esmague de mais nem utilize uma batedora;
Corte limas ao meio e depois em fatias finas, tipo meia-lua;
Volte a esmagar levemente as fatias de lima com o açúcar num copo baixo (e não esqueça que esmagar em demais vai deixar a bebida amarga);
Encha o copo com gelo e deite a cachaça, misturando os ingrediente e finalizando com algumas fatias de lima;
Se vai preparar caipirinha para muita gente tenha sempre em atenção a regra dos terços: uma parte do copo ou jarra de fatias de lima, uma parte de gelo e uma parte de cachaça;
Não se esqueça que quanto melhor a cachaça, melhor a caipirinha.
quinta-feira, 16 de abril de 2020
quinta-feira, 9 de abril de 2020
A vida na Terra continua com toda a sua beleza . . . apenas se colocaram os humanos em jaulas . Penso que , com isto , o planeta nos estará a enviar a seguinte mensagem :
"Vocês humanos , não são essenciais à Vida , pois o Dia , a Noite , o Sol , a Terra , o Ar e a Água passam muito bem sem a vossa presença . Quando e se voltarem a sair das jaulas , lembrem-se de que são apenas meus convidados . . . não os meus donos ."
Ilustração lindíssima da minha amiga d'além-mar
Yanna Lílian
quinta-feira, 2 de abril de 2020
quarta-feira, 25 de março de 2020
Fartei (me)
Da futilidade das horas
Dos vidros embaciados
De colher tantas amoras
De janelas entreabertas
De portas com brechas
E de bocas com frestas
Fartei (me)
Do cheiro a suor e mentiras
De saias levadas pelo vento
De vestir casacos sem tiras
E de camisas desabotoadas
De sorrisos meio cansados
E de gestos pouco afinados
Fartei (me)
Das chuvas sem os salpicos
Desejar um Mundo diferente
De palavras cheias de bicos
E de um amanhã ser urgente
Fartei (me)
Daquilo que não tem sentido
E daquele poema mal vestido
AC............... Alice Coelho
© All Rights Reserved
MÃE
Há sessenta e cinco anos atrás , tinhas 25 aninhos e já eras linda . Como dizia o Ti Manel Júlio , autoridade na matéria , eras a cachopa com as pernas mais bonitas , na Terra do Lombomeão ! Nesse dia , ter-me-ás coberto de beijos , estou certo . . . hoje tive que "pular a cerca" e , às escondidas , no segredo dos deuses , conseguir dois beijitos e a prendinha que tinhas entre os dedos , para me dar .
OBRIGADO , MÃE . . . TUDO FIZESTE PARA MERECER VIVER NUM MUNDO MELHOR DO QUE ESTE .
. . . e vamos continuar a vermo-nos , tu à janela e eu por entre a sebe deste meu que também é o teucanto. . . enquanto este mundo de verdadeiros idiotas o for permitindo . . .
terça-feira, 24 de março de 2020
domingo, 22 de março de 2020
Nenhuma língua é capaz de expressar a beleza e a força de uma mãe . . .
Abdo JA Rour
Dia 21/03/ dia das mães no mundo Árabe.
Estava pensando o que escrever até este momento da virada pro dia 22/03 mas acredito nada capaz de expressar o meu sentimento por você.
Mas enfim , sei que não é fácil para vc passar por tudo que vc já pssou e por o que está passando neste momento.
Espero que vc fica melhor logo e ver o teu sorriso novamente.

Eu não sei te valorizar como devia, mas sou grata por Deus ter colocado a senhora em minha vida novamente no Brasil após da guerra e tantas dificuldades mas Apesar de tudo nos encontramos no 🇧🇷..
Ela tem a capacidade de ouvir o silêncio.
Adivinhar sentimentos.
Encontrar a palavra certa nos momentos incertos.
Nos fortalecer quando tudo ao nosso redor parece ruir.
Sabedoria emprestada dos deuses para nos proteger e amparar.
Sua existência é em si um ato de amor.
Gerar, cuidar, nutrir.
Amar, amar, amar...
Amar com um amor incondicional que nada espera em troca.
Afeto desmedido e incontido, Mãe é um ser infinito.
sábado, 21 de março de 2020
Fotógrafo retrata la inusual amistad entre un oso y un lobo

No sabemos qué los unió ni cómo fue que se encontraron pero su amistad luce tan pura que es imposible ignorarla.
”Es inusual ver a un oso y un lobo llevándose así de bien”. dijo el fotógrafo finés Lassi Rautiainen, quien hizo estas sorprendentes fotos. La loba gris y el oso pardo fueron vistos juntos varías noches durante 10 días seguidos, pasaban la tarde jugando y por las mañanas compartían incluso la comida.
“Nadie puede saber exactamente porqué o cómo la loba y el oso se hicieron amigos,” contó Lassi a Daily Mail. “Creo que quizá ambos estaban solos y eran jóvenes y se sentían algo inseguros a la hora de sobrevivir solos… Es bonito compartir estos raros eventos en la naturaleza que nunca esperabas ver.”








sexta-feira, 20 de março de 2020
segunda-feira, 16 de março de 2020
Estado de Emergência: um erro colossal
Posted on March 16, 2020
Emergência Social contra o Estado de Emergência. Mais Direitos e não menos. A extrema-direita e o populismo não podem sair vencedores da nossa batalha contra o COVID.
O que vou escrever a seguir é talvez o mais importante de tudo o que aqui deixei nestes dias. A suspensão dos direitos constitucionais, declarar-se o Estado de emergência, é um grave erro, vamos arrepender-nos se o permitirmos. Nós já suspendemos, contra o Governo, a circulação e o contacto, as ruas estão vazias, deprimentemente vazias. As lojas e restaurantes fecham porque não há clientes. Nem nas praias nos aglomerámos – Carcavelos foi uma boa desculpa quando em qualquer Metro ou supermercado o contágio é muito maior do que na praia! -, nem nos jardins, nem nos passeios, todos estão afastados de todos. Tristes mas seriamente afastados. O que precisamos é que fechem os grandes lugares de trabalho não essenciais, e deixem os outros essenciais a laborar protegidos. Não precisamos nem devemos aceitar qualquer suspensão constitucional de direitos, porque a seguir a isto vem uma crise económica, que já estava engendrada, vêm os cortes de salários mas com proibição de reuniões sindicais, direito de associação, que é isso que significa o Estado de emergência. Nunca foi declarado depois do 25 de Abril, nem deve. Todos os que podemos estamos em casa voluntariamente, já estamos em emergência, e foi contra o Governo que o fizemos, os outros não estão porque não podem (profissões essenciais à vida e abastecimento) ou porque não os deixam (empresas irresponsáveis).
Precisamos de mais direitos para quem está a trabalhar e não suspender os direitos. Precisamos proteger os precários, garantir as rendas e hipotecas, chegar a todos os que não têm almofadas ou apoios. Ficámos em casa, deixámos de reunir 100 pessoas, tirámos os filhos das escolas, deixámos de circular, e os trabalhadores, por todo o país, nos lugares não essenciais estão de facto, e contra as ordens da Ministra a mandá-los trabalho, a deixar de trabalhar. Os portugueses decretaram de facto o estado de emergência, contra o seu Estado, enquanto o seu Presidente estava em Cascais, ou seria num barco a caminho do Brasil? Demos uma lição de democracia e comportamento social colectivo, não precisamos da mão pesada do Estado. Nós, historiadores, estamos em condição de vos dizer algo hoje: nunca se sabe até onde pode ir um Estado que, depois de ter falhado redondamente na parte social e de protecção, lhe sobra como autoridade apenas a parte policial.
Todos os sindicatos devem opor-se a isto frontalmente. A Ordem os Advogados, o Ministério Público. Todos os que sabem o que está em jogo, para além do medo.
O Estado de emergência é contra as greves, não é contra o COVID. Os partidos que aprovarem esta medida põem em causa a nossa democracia.
domingo, 15 de março de 2020
sábado, 7 de março de 2020
Baba de camelo
INGREDIENTES
1 lata de leite condensado
6 Ovos
40 g de amêndoa palitada torrada

INSTRUÇÕES DE PREPARAÇÃO
Para preparar esta baba de camelo, retire o papel da lata do leite condensado, coloque-a num tacho, junte água até cobrir, leve ao lume e deixe ferver durante aproximadamente 1 hora. Depois retire a lata da água e deixe-a arrefecer totalmente.
Deite as gemas para uma tigela, junte o leite condensado e bata bem. À parte, bata as claras em castelo firme, junte-as ao preparado anterior e envolva bem.
Verta o preparado para uma taça e leve ao frigorífico até ficar firme. Na hora de servir, polvilhe com a amêndoa palitada torrada.
RECIPE NOTES
Nota do Chefe - Deixe arrefecer completamente a lata de leite condensado antes de a abrir. Se utilizar panela de pressão, basta cozer 35 minutos. Não se esqueça de retirar o papel da lata.
quinta-feira, 5 de março de 2020
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020
PAINEL SOLAR ATÉ 300-LITROS garantia 10 anos (Certificado Keymark)
880 €
Painel solar de tubos de vácuo, sistema inovador de alto
rendimento.
Funciona também sem sol, graças aos coletores colocados sobre
vácuo que absorvem a claridade solar (que passa pelas nuvens),
transformando-a em calor para o depósito.
As temperaturas baixas no exterior não interferem no
funcionamento do painel visto os tubos serem de vidro duplo.
Os tubos circulares permitem uma maior absorção solar do que os
painéis planos, pois acompanham os movimentos solares.
(Nascente/Poente)
Sistema com 40% de rendimento a mais do que os sistemas
convencionais (tipo painéis planos), os quais só conseguem uma
absorção solar máxima ao meio dia.
Sistema que não necessita de manutenção, nem precisa de
mudanças de fluido solar, logo o cliente não tem custos adicionais.
O retorno do investimento é muito mais rápido do que com o
sistema de painéis planos. (no máximo 3 anos)
Pressão 10 bares, com controlador para poder ver a temperatura
da água, resistência de apoio para o inverno, duas entradas e duas
saídas, pode ser ligado a uma salamandra, radiador,…
Certificado de qualidade emitido pela União Europeia
Aprovado para ter certificação energética
Certificado Keymark aprovado para habitações novas
O sistema é composto por:
- depósito em inox 316
- tubos
-Suporte galvanizado
-Controlador , para poder ver a temperatura da agua e fazer varias programações de temperaturas
-
- resistência elétrica
-Barra de magnésio
-Placas refletoras (opcional ) recupera a temperatura em 30%
Algumas caraterísticas que diferenciam os nossos painéis dos outros:
- consegue-se retirar mais de 600 litros de água quente por dia
- uma vez que a água que se encontra no tambor é sempre a
mesma, pode-se abrir e fechar a torneira vezes sem conta sem que
a água se misture (quente/fria)
- a água de consumo passa dentro de uma serpentina de cobre (35
metros), situada dentro do depósito, que funciona como
esquentador (10 bares), a água do depósito fica assim sem
pressão, “morta”, o que dispensa a montagem de válvulas de
segurança, as quais, muitas vezes, avariam.
- os painéis podem ser ligados diretamente a uma salamandra para
aquecer a água do depósito, evitando assim a necessidade de ligar
a eletricidade.
Isentos de manutenção
Modos de pagamento: numerário, transferência bancária ou MB.
Enviamos à cobrança mediante um pagamento prévio de 250€,
sendo que o restante é pago no ato de entrega.
GARANTIAS:
Deposito 10 anos
Tubos 20 anos
Enviamos para todo o pais (120 euros , TORRESTIR )
Ilhas 150 euros
Estamos registados no OLX desde 2009 , compre com garantia ,
Preço com IVA incluído
*O PREÇO ANUNCIADO É SEM INSTALAÇÃO
Dispomos de instaladores em quase todo o país
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020
Subscrever:
Mensagens (Atom)







