sexta-feira, 24 de julho de 2020

Esperança . . .



Não temos emprego , não temos comida na mesa e a nossa casa está hipotecada , mas pelo menos temos "esperança" . Muito obrigado por isso .

- "Mãe , tenho fome . . . posso comer um bocadinho de esperança ?"

- "Não filho , hoje não há esperança ; só amanhã - a esperança é sempre amanhã ."

- "Então como amanhã , mãe ?"


- "Podemos ter esperança disso , querido , mas se não for amanhã , resta-nos esperar que seja no dia seguinte ."

E assim continua . É assim que funciona a "esperança" . Ou melhor , que não funciona . . .

Para os que maltratam os animais . . .



Um casal fez um acordo que, se existisse reencarnação, o primeiro a morrer
informaria o outro como é que era. O marido foi primeiro, contactou a mulher
e contou-lhe:
"Bem, levanto-me cedo e faço sexo. Tomo o pequeno almoço e vou para o campo
de golfe. Faço mais sexo, apanho sol e faço sexo mais algumas vezes. Depois
almoço (você gostaria: muitas verduras!!). Mais sexo, um passeio pelo campo
de golfe e mais sexo o resto da tarde. Depois do jantar, volto ao campo de
golfe e faço mais sexo até anoitecer. Depois durmo muito bem para recuperar,
e no dia seguinte recomeça tudo igual outra vez."
A mulher pergunta: "Você está no Paraíso?"
- "Não, já reencarnei. Agora sou um coelho e vivo numa coutada no Alentejo."

quinta-feira, 23 de julho de 2020

COVID-19: O Maior Embuste e Desastre Económico do Século XXI




JULHO 7, 2020 POR LUÍS GOMES





A economia está destruída. Para a zona Euro, o BCE prevê uma contracção económica de 8,7% em 2020 (Fonte: BCE).

No caso de Portugal, o Banco de Portugal estima que o PIB irá cair 8,7% (Fonte: Banco de Portugal); no caso de Espanha, estima-se algo pior, um tombo de 11,6%!

Os países do sul da Europa encontram-se em maiores dificuldades, dada a sua dependência do turismo; sector de actividade severamente afectado pela Crise Covid-19.

Todos os dias escutamos a expressão: “…a crise causada pela pandemia Covid-19”.
Nada mais longe da verdade. Esta crise foi causada pelos confinamentos e restrições à liberdade dos cidadãos decretados pelos governos.

Infelizmente, a verdade será, mais uma vez, ignorada, restando-nos apenas a mentira. O ministro da propaganda do nazismo, Joseph Goebbels, dizia: “…uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”.

Os recentes dados publicados pelo instituto europeu de estatística, o Eurostat, vêm, mais uma vez, demonstrar que o Covid-19 é simplesmente o maior embuste do século XXI. Senão vejamos.

Previamente à análise dos dados, importa actualizar o número de óbitos por milhão em cada país atribuído ao vírus Covid-19. Na figura 1, podemos constatar que a Bélgica é o pior caso do mundo.

A Suécia, que não decretou o encarceramento da população, é o quinto pior caso do mundo, com 524 óbitos por milhão de habitantes.
Figura 1



Em primeiro lugar, o caso Belga.

Na figura 2, podemos observar o número de óbitos totais com idade inferior a 70 anos ocorrido nas semanas 45 a 52 (Novembro a Dezembro) e 1 a 23 (Janeiro à primeira semana de Junho) para vários períodos compreendidos entre 2000 e 2020.
Figura 2



Torna-se absolutamente evidente que não existe qualquer risco para este grupo etário da população, com idade inferior a 70 anos, aquele que na sua maioria é constituído por crianças e população activa.

Como podemos observar na Figura 2, a evolução do número de óbitos apresenta uma tendência decrescente; no entanto, o estado belga, tal como os demais estados, decidiu decretar um confinamento despótico!
Onde reside o problema?

Na população com idade igual ou superior a 70 anos.

Efectivamente, para o período 2019/2020 verificou-se um máximo histórico na Bélgica para o número de óbitos para este grupo etário.

Entre 3 de Novembro de 2019 (início da semana 45) e o último dia 6 de Junho de 2020 (final da semana 23) registaram-se 60 511 óbitos para a população com idade igual ou superior a 70 anos.
Figura 3



Para cotejar diferentes períodos, importa, em primeiro lugar, ter em conta a evolução da população com idade igual ou superior a 70 anos, sem a qual esta análise estaria incorrecta.

Na figura 4, podemos observar esta evolução. Entre 2000 e 2019, a população belga com idade igual ou superior a 70 anos cresceu 30%, passando de 1,2 milhões para 1,6 milhões aproximadamente.
Figura 4



Se tivermos em conta a taxa de mortalidade para este grupo etário, dividindo o número de óbitos pela população, podemos obter conclusões surpreendentes (ver Figura 5).
Figura 5


A taxa de mortalidade em 2019/2020 encontra-se em valores perfeitamente normais: para o pior caso Covid-19 do mundo!

Em 2000/2001, 2001/2002, 2002/2003, 2004/2005 e 2014/2015, anos com taxas de letalidade iguais ou superiores, ninguém decretou a restrição ou eliminação de liberdades individuais.

Em conclusão, trata-se de uma patranha bem vendida, através da propagação do pânico e do medo.

Agora vamos analisar o caso Sueco, o menino mal comportado desta história: segundo a imprensa!

Um imenso número de países não permite a entrada de suecos, incluindo os seus vizinhos escandinavos.
Como se atreveram a não seguir o rebanho!

Vejamos então os números da “grande tragédia” sueca.

Na figura 6, podemos observar o número de óbitos totais ocorrido na Suécia para as semanas 45 a 52 (Novembro a Dezembro) e 1 a 25 (de Janeiro à terceira semana de Junho) para 20 períodos entre 2000 e 2020.
Figura 6



Em 2004/2005, alguém lançou este “circo de falsidades”, em que ocorreu, para o mesmo período, um valor de óbitos superior a 2019/2020, o ano da “pandemia” Covid-19!

Todos os dias, não cessa a propaganda negativa sobre a tragédia sueca. Mas a surpresa não termina aqui.

Se tivermos em conta a taxa de letalidade apenas para o grupo etário com idade igual ou superior a 70 anos, os dados tornam-se ainda mais surpreendentes: o período 2019/2020 apresenta a penúltima taxa de letalidade mais baixa dos últimos 20 anos!

Podemos observar este valor na Figura 7.
Figura 7



Definitivamente, estamos perante o maior embuste da história; nunca antes a economia foi destruída em nome de algo que assola a humanidade desde sempre: o aparecimento de um vírus!
Porque razão estamos na presença de uma enorme cavilação?

Em primeiro lugar, a absoluta desinformação da população, com o único propósito de propagar o pânico e o medo; felizmente, começam a aparecer vozes que arrazoam a verdade (fonte1; fonte 2) sobre tudo isto.

Numa primeira fase, as máscaras não eram necessárias, depois tornaram-se obrigatórias; no entanto, em nenhum momento, apareceu qualquer estudo científico a comprovar a sua eficácia para evitar a propagação do vírus.

Já em Fevereiro do presente ano, a revista Forbes – um dos órgãos de informação que colaboraram nesta farsa – afirmava que o seu uso não permitia qualquer protecção, apenas evitava infectar os demais.
Não tardará muito e este último mito também cairá.

Esta plangente imprensa também afirma que a “pandemia” Covid-19 apresenta a maior taxa de letalidade dos últimos 100 anos; como por exemplo, este artigo no Financial Times, onde se afirma: “Since the start of what has become the worst virus pandemic for a century…”.
Não têm rebuço na propalação de mentiras!

Basta a estes senhores consultarem os dados da pandemia de 1957 (Gripe Asiática), mencionada no nosso blog, ou a de 1968-1970 (Gripe de Hong Kong), para provar de que se trata de uma patranha; as taxas de letalidade foram muito superiores à actual “pandemia” Covid-19, mesmo aceitando as estatísticas oficiais em relação aos “óbitos” atribuídos ao Covid-19”.
Na altura, ninguém decretou a prisão domiciliária nem a utilização obrigatória de máscaras.



Utilizam um duplo critério sistematicamente.

Não se indignam com determinados ajuntamentos, desde que pertençam a determinada ideologia ou movimento, ou sejam oficializados pelo poder vigente; o mesmo não acontece para as demais, essas devem merecer uma pesada punição e sujeitas ao opróbrio público, através de horas e horas de debates a respeito, em que participa uma pletora de comentadores “indignados” e histéricos”.
O eclipse dos mais desfavorecidos das notícias.

Não têm a possibilidade de ensinar os filhos em casa ou proporcionar-lhes computadores com ligação à Internet; e são obrigados a utilizar transportes públicos sobrelotados, enquanto se investem milhares de milhões em empresas de transporte aéreo falidas.

Em nenhum momento, os órgãos de imprensa noticiam a situação dramática destas pessoas, que dependem de empregos de “guerra”, tais como, caixas de supermercados, empregados de mesa, atendimento ao público ou construção civil.
Para esses: “Fique em casa”; não interessa de que forma a comida aparece no prato!

Estamos a assistir ao encobrimento de qualquer alvitre que denuncie o disparate dos confinamentos.

Recentemente, um especialista da Universidade de Stanford afirmava que a taxa de letalidade do Covid-19 na população com idade inferior a 45 anos é praticamente nula, obtemperando a decisão de confinar a população.

Sem cessar, a imprensa difunde que a nossa salvação só será possível com a vacina, dissimulando que as anteriores pandemias foram resolvidas, na sua maioria, através da imunidade de grupo.
O único país que adoptou tal método, a Suécia, é visto como o menino mal comportado.

Ninguém nos explica com rigor qual o método para classificar um óbito atribuído ao Covid-19. Talvez por essa razão, como em Portugal ou na Suécia, o número de óbitos relacionados com outras patologias tenha espantosamente diminuído, pois o número total de óbitos para o período 2019/2020, em comparação com períodos anteriores, está dentro de valores normais.
O que importa é continuar a inflar o pânico e o terror!

Esta é a mesma imprensa que gera uma indignação global com base numa mentira (Fonte), mas não comenta ou encobre situações semelhantes (situação 1; Situação 2; Situação 3; Situação 4), no entanto, bem reais e a lamentar.

Ao mesmo tempo, promovem assuadas que desrespeitam a lei e a ordem.
Sobre a credibilidade desta imprensa estamos conversados.
Agora o que nos espera?

Esta crise está a ser utilizada para um novo ataque à população, visando impor uma ditadura fiscal, restringir direitos e liberdades e obrigar a população a aceitar um controlo absoluto das suas vidas, terminando, de vez, com a sua privacidade.

Com a desculpa do Covid-19, os Bancos Centrais imprimem dinheiro sem fim, na prática um confisco de propriedade privada, possibilitando, em alguns casos, novos máximos históricos ao mercado accionista, beneficiando apenas 1% da população e resgatando, uma vez mais, um sistema financeiro insolvente que actua com base num sistema fraudulento – as reservas fraccionadas.

Na Figura 8, podemos observar que o dinheiro impresso pela Reserva Federal permitiu que o DOW 30, um dos principais índices bolsistas norte-americanos, recuperasse rapidamente de uma queda próxima de 40%, entre 12 de Fevereiro e 23 de Março do presente ano.

Bastou o anúncio de compra de dívida emitida pelas empresas por parte da Reserva Federal. Actualmente, encontra-se a apenas 11% do seu máximo histórico, no meio de uma recessão e desemprego sem precedentes!



Na realidade, toda esta recuperação é um processo inflacionário, fruto da perda de poder aquisitivo do USD – um confisco dos mais desfavorecidos, aqueles que têm rendimentos fixos e não possuem activos financeiros –, pois o índice DOW 30, quando cotado em onças de ouro – ainda não é possível imprimir –, encontra-se numa tendência descendente, rompendo, recentemente, uma bandeira no sentido descendente, tal como podemos observar na Figura 9.
Figura 9



Os que logram proteger-se da inflação dos bancos centrais, mantêm o seu poder aquisitivo, caso contrário, o valor aquisitivo dos seus rendimentos é arrasado!
Tudo isto, como é óbvio, é publicitado e implementado em nome do combate à crise “pandémica” Covid-19.

Para ajudar os mais “frágeis” da sociedade, os que mais sofreram com a “pandemia” – nunca mencionam que serve para comprar votos com o dinheiro dos demais –, propõem uma nova subida de impostos (fonte 1, fonte 2)!

Um dia destes, no final de tudo isto, iremos entregar tudo o que produzimos ao estado, para depois receber senhas de consumo, de acordo com os ditames da casta que nos governa, tal como ocorre num regime totalitário.
Para se assegurarem que conhecem tudo, mas absolutamente tudo, o que produzimos e possuímos, propõem um aperto do “big brother”.

Claro está, este novo ataque à nossa privacidade é realizado em nome do pomposo combate ao branqueamento de capitais ou de financiamento do terrorismo (proposta de lei), ocultando que apenas serve para nos tornar absolutamente indefesos da voracidade fiscal dos estados. Senão vejamos.

Com a aprovação da proposta de lei 16/XIV/1.ª, como sempre, emanada da ditadura de Bruxelas, os bancos comerciais passarão a ser obrigados a informar as autoridades sobre os titulares das caixas fortes e quem as visita: hora, dia e quem.

Caso as visitas sejam frequentes, o cliente deverá ser classificado como delinquente.
Na próxima proposta de lei, seguramente, exigirão conhecer o que se encontra na caixa forte: já faltou mais!

Com a aprovação da proposta de lei 16/XIV/1.ª, o comércio e a custódia de moedas virtuais, a Bitcoin por exemplo, passarão a ser actividades reguladas, com o único propósito de conhecer as carteiras virtuais e os movimentos dos cidadãos com este tipo de activos. Já podemos imaginar o caminho que a coisa toma, a possível ilegalização deste negócio ou estar sujeito ao livre arbítrio de um esbirro.

Para se assegurarem que em breve não poderemos levantar o nosso dinheiro dos bancos ou conhecerem todas as nossas transacções (refeições, viagens, livros adquiridos…), acabando de vez com a nossa privacidade, estão a preparar-se para eliminarem o dinheiro físico (fonte1; fonte2).

Para além de terem determinado o fim de qualquer actividade indispensável a qualquer ser humano (sair à discoteca, ir a um bar…), como confraternizar, conversar, conhecer, em particular tudo o que seja contacto humano, todos os dias propõem medidas que restringem as nossas liberdades individuais: uso obrigatório de máscaras, distanciamento social e controlo nos aeroportos.
No futuro, já podemos supor como irá terminar. No momento de entrar num avião: tem as vacinas em dia? Fez o teste ao Covid-19?

A coberto da crise Covid-19, optam agora pela nacionalização de empresas falidas, obviamente com o nosso dinheiro, com o argumento de que se trata de uma empresa “estratégica” – vá-se lá saber o que significa! –, desvirtuando, por completo, as regras de um mercado livre: quem falha vai à falência!

Para estes senhores é diferente: os lucros são privados e as perdas são dos contribuintes. Para quê empreender ou inovar, o importante é ter contactos que assegurem a salvação em momentos de aperto.

Na idade média, os servos pagavam ao senhor 1/3 do que produziam; hoje, um servo seria seguramente um perigoso evasor fiscal.
Com a crise Covid-19, preparamo-nos para ser transformados em simples escravos: do estado e da banca!

Amy Winehouse, la chica de Camden



por JUJE BERMUDEZ
22 JULIO
PORTADA, PROTAGONISTAS, QUÉ ESCUCHAR



“Para mi era importante cantar pero nunca pensé que terminaría trabajando como cantante”, así lo manifestó la cantante británica, Amy Winehouse, quien nunca imaginó la magnitud que iba a alcanzar en la historia de la música mundial. Fue inspiración de artistas plásticxs, diseñadorxs de moda y colegas músicxs.

Googlear a Amy Winehouse implica visualizar en los primeros títulos entradas relacionadas a su muerte, sus adicciones y sus males de amores. En la mayoría la encasillan y mencionan muy por arriba su talento. Parece que al comprar un personaje, la estrella queda de lado.

“Mi música no está en esa escala, no creo que vaya a hacerme famosa”, dijo una vez. Un poco de historia de la cantante Amy Winehouse para reivindicar su carrera y su hambre voraz por hacer música. Para ella el éxito era hacer lo que quisiera y componer como ella quisiera. Lo hizo con sus 27 años y tres discos.

Su barrio Camden Town, en su Londres natal, conserva su esencia y le brinda homenaje en el mercado vintage, llamado Stables Market, donde sus fanáticxs posan con la estatua de tamaño real y realizada en bronce por el escultor Scott Eaton.



Estuvo atravesada por la música desde muy niña: su padre fue quien la introdujo en el mundo del jazz y le presentó a uno de sus ídolos, Frank Sinatra. Amy cantaba sus canciones todo el día, hasta que el colegio le hizo un llamado de atención para que dejara de hacerlo. Tuvo su primera banda a los 10 años: con influencias de rap formó Sweet ‘n’ Sour. A los 13, tuvo su primera guitarra con la que empezó a componer y a los 16 años integró el grupo musical llamado The National Youth Jazz Orchestra.

Amy cantaba y tocaba la batería, pero también se presentaba como guitarrista. “Para mí el éxito es tener la libertad de trabajar con quien yo quiera, poder mandar todo a la mierda cuando me parezca e ir al estudio cuando tenga que ir . Cuando más me conoce la gente, se da cuenta que sólo sirvo para hacer música”, desafió.

Sacó dos discos en vida: “Frank” y “Back to black”. El segundo sería el que la consagrara mundialmente y la hizo merecedora de cinco premios Grammys: Mejor nuevo artista, Grabación del año, Canción del año, Mejor álbum pop vocal y Mejor interpretación femenina por su canción “Rehab”, la más versionada y polémica de la artista.

Ya estaba en la mira de los paparazzis británicos, pero esta validación por parte de la industria de la música hizo que todo el mundo quisiera una parte de ella. “A cada paso que des, a cada respiro, te estaré observando”, como diría The Police. Siempre enfocándose en el personaje, no así en la persona ni en su estrella. Tal fue el hostigamiento que tuvo que hacer un retiro a la isla caribeña de Santa Lucía. Allí pudo relajarse y reencontrarse consigo misma. Su paraíso en la tierra, su refugio, donde comenzó a componer material para su tercer y póstumo disco “Lioness: Hidden Treasure”.



Cómo si el reconocimiento por su álbum “Back To Black” no hubiera sido suficiente, Amy fue invitada por una de las leyendas del jazz, Tony Bennet, a participar en su nuevo disco “Duets II” en el track llamado “Body & Soul”. “Nunca he hecho algo así como cantar con uno de mis ídolos”, le confesó Amy. Durante la grabación a ella se la ve insegura y dudando de su talento. “ Te hago perder el tiempo”, le decía a Bennet, cuando en realidad para él era una cantante de jazz que “estaba a la altura de Ella Fitzgerald o Billie Holiday”, artistas a las que Amy les tenía devoción. Fue su última grabación en estudio.

La chica de Camden, como se la conocía, dejó enmarcada su huella en el barrio que la vio disfrutar sus días y en el mundo de la música, por su voz tan personal: una mezcla perfecta entre el soul y el jazz, llena de sentimiento e intención. Una artista que dejó su cuerpo y alma por lo que más le gustaba hacer: cantar y componer canciones. Su barrio y sus fanáticxs la extrañan. Ojalá hubiera tenido más tiempo. 
– Este artículo fue producido en el marco del Taller de Periodismo Feminista de Feminacida –

"Sofreram horrores os cães e gatos que morreram queimados em Santo Tirso.


Crónica de Miguel Esteves Cardoso, Jornal Público, 20-07-2020.


"Sofreram horrores os cães e gatos que morreram queimados em Santo Tirso.

Apareceram muitas pessoas para os salvar, mas não os deixaram entrar.

Os tribunais hão-de castigar os responsáveis, directos e indirectos, mas seria uma pena que não se aprendesse nada com a desgraça.

Portugal já mostrou ao mundo — mais recentemente com a descriminalização
do consumo de drogas duras, mais remotamente com a abolição da pena de morte — que pode ser pioneiro da humanidade. Não se poderia fazer o mesmo com os animais? Não seria até uma forma barata de melhorar a nossa imagem e de atrair os turistas que mais nos interessam?

O problema dos canis, legais ou ilegais, é o problema dos animais em Portugal: é falta de dinheiro. Não é mais nada. É falta de dinheiro público.

Não havendo dinheiro, toda a gente ralha e ninguém tem razão. Apontam-se culpas e a discussão moral não acaba. Confia-se na bondade de associações de cidadãos que surgem para tentar colmatar as falhas dos poderes públicos.

Falem com os heróis de Santo Tirso que acorreram para salvar animais. Falem com as associações. Falem com o PAN. Falem com os portugueses que têm cães e gatos. Falem com os que não têm.

Sabe-se o que há para fazer — a começar pelas esterilizações —, mas é preciso dinheiro para arranjar terrenos, pagar a tratadores e veterinários, assegurar a saúde e a felicidade dos bichos.

Façam-se parques de animais que mostrem ao mundo como se pode ser bondoso com os animais e gozar a companhia deles — sobretudo todos aqueles que não os podem ter em casa.
Depressa."

quarta-feira, 8 de julho de 2020

DEUS SEGUNDO SPINOZA



"Pára de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.
Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.
Pará de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.
Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho... Não me encontrarás em nenhum livro! Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?
Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.
Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?
Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti.
Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia.
Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.
Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro. Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno. Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei. E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste
comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste... Do que mais gostaste? O que aprendeste?
Pára de crer em mim - crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.
Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Me aborrece que me louvem. Me cansa que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te sentes olhado, surpreendido?... Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.
Pará de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações? Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro... aí é que estou, batendo em ti."

terça-feira, 7 de julho de 2020

Dos mortos registados como COVID-19 em Itália, só 12% faleceram efectivamente da doença


6 de Julho de 2020

O professor Walter Ricciardi, conselheiro científico do Ministro da Saúde italiano afirmou: “A forma como classificamos as mortes no nosso país foi muito generosa, no sentido em que todas as pessoas que morreram com o Corona Vírus foram classificadas como tendo morrido de Corona Vírus. Numa re-avaliação feita pelo Instituto Nacional de Saúde, em apenas 12% dos certificados de morte parece haver uma causalidade directa com o Corona Vírus, enquanto 88% dos pacientes que faleceram, tinha pelo menos outra doença – muitos tinham duas e três.”

É um relato impressionante! Significa que das cerca de 21 mil mortes em Itália até ao momento destas declarações, só cerca de 2400 se podem classificar como sendo directamente relacionadas com o COVID-19.

Mais uma prova de como se tem andado a brincar com os números! E são os números que têm andado a brincar com as emoções das pessoas.

Fonte:

Telegraph