segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

It Wasn't Fauci: How the Deep State Really Played Trump (mini-doc)

MILITAR NORTE-AMERICANO SE MARTIRIZA EM PROTESTO CONTRA O GENOCÍDIO EM GAZA


fevereiro 26, 2024




Aaron Bushnell: um mártir contra o genocídio na Palestina. Aaron Bushnell, o militar estadunidense que ateou fogo a si mesmo em frente à embaixada de "israel" em Washington, gritando Palestina Livre e afirmando que não seria cúmplice do genocídio palestino, deu a vida para parar o genocídio palestino. A dignidade em carne e osso, dados às chamas pelo fim do genocídio palestino. Ao optar pelo martírio, Bushnell pode estar nos dizendo que é "mais digno morrer com as vítimas do genocídio do que viver entre os genocidas". O soldado faleceu hà pouco, vítima das queimaduras.

https://x.com/FepalB/status/1762134111353754023?s=20

sábado, 24 de fevereiro de 2024

𝙊 𝙞𝙢𝙥𝙧𝙚𝙨𝙨𝙞𝙤𝙣𝙖𝙣𝙩𝙚 𝙩𝙚𝙨𝙩𝙚𝙢𝙪𝙣𝙝𝙤 𝙙𝙚 𝙪𝙢 𝙪𝙘𝙧𝙖𝙣𝙞𝙖𝙣𝙤 𝙨𝙤𝙗𝙧𝙚 𝙖 𝙨𝙤𝙢𝙗𝙧𝙖 𝙙𝙤 𝙉𝘼𝙕𝙄𝙎𝙈𝙊 𝙣𝙖 𝙐𝙘𝙧â𝙣𝙞𝙖.


𝘈𝘖𝘚 𝘔𝘌𝘜𝘚 𝘊𝘖𝘔𝘗𝘈𝘙𝘛𝘐𝘖𝘛𝘈𝘚:
 
"Sou ucraniano, nascido na Ucrânia Ocidental, na aldeia de Triskino, na região de Rovno. Eu cresci perto da Cidade Heroica de Odessa. Como nasci no oeste da Ucrânia, onde meus ancestrais moravam, tenho conhecimento em primeira mão do que Bandera (líder nacionalista e colaboracionista nazi) representava. Nossa família experimentou em primeira mão o ódio visceral dos bandidos de Bandera ao poder soviético e a todos que apoiavam esse poder. Meu tio, um veterano de guerra e presidente do Soviete da aldeia, Nikitchuk Roman Ivanovich, e sua esposa foram mortos a tiros traiçoeiramente pela janela. Os bandidos vieram à nossa casa também, ameaçando meu pai porque ele havia enterrado seu irmão assassinado. Na casa ao lado ocupada por um professor de língua russa, os bandidos de Bandera mataram toda a família, sem poupar um bebê que eles golpearam até a morte com um machado.
E hoje, quando falo com meus amigos e conhecidos ucranianos que foram enganados pela propaganda de Bandera, muitas vezes ouço lamúrias histéricas sobre soldados russos terem vindo à Ucrânia para matá-los, e a Rússia querendo tomar a Ucrânia, colocá-la de joelhos e forçá-la a capitular.
Agora eu gostaria de dizer que 𝗮 𝗥ú𝘀𝘀𝗶𝗮 𝗻ã𝗼 𝗲𝘀𝘁á 𝗳𝗮𝘇𝗲𝗻𝗱𝗼 𝗴𝘂𝗲𝗿𝗿𝗮 𝗮𝗼 𝗽𝗼𝘃𝗼 𝗱𝗮 𝗨𝗰𝗿â𝗻𝗶𝗮 𝗲 𝗻ã𝗼 𝗲𝘀𝘁á 𝗽𝗹𝗮𝗻𝗲𝗷𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗰𝗼𝗹𝗼𝗻𝗶𝘇𝗮𝗿 𝗮 𝗨𝗰𝗿â𝗻𝗶𝗮 𝗼𝘂 𝗵𝘂𝗺𝗶𝗹𝗵𝗮𝗿 𝘀𝗲𝘂 𝗽𝗼𝘃𝗼. 𝗔 𝗥ú𝘀𝘀𝗶𝗮 𝗲𝘀𝘁á 𝗹𝘂𝘁𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗮 𝗼𝘀 𝗻𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹𝗶𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗻𝗮𝘇𝗶𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗕𝗮𝗻𝗱𝗲𝗿𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗿𝗲𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗮𝗺 𝘂𝗺 𝗽𝗲𝗿𝗶𝗴𝗼 𝗻ã𝗼 𝗮𝗽𝗲𝗻𝗮𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼𝘀 𝗽𝗼𝘃𝗼𝘀 𝗱𝗮 𝗨𝗰𝗿â𝗻𝗶𝗮 𝗲 𝗱𝗮 𝗥ú𝘀𝘀𝗶𝗮, 𝗺𝗮𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼 𝗺𝘂𝗻𝗱𝗼 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗶𝗿𝗼, sendo uma arma mortal nas mãos dos lideres transatlânticos. Apelo aos meus compatriotas ucranianos, sobretudo àqueles que temem a palavra “capitulação”. Acalmem-se, pois, embora odeie ter que dizer isso, vocês já capitularam há muito tempo. Você capitulou em 2014 aos nazistas ao apoiar o shabat das bruxas na Praça Maidan. Você ficou em silêncio quando as pessoas foram queimadas vivas na Casa do Sindicato em Odessa. Você ficou em silêncio quando mataram Oles Buzina. Você ficou em silêncio quando os nazistas derrubaram os monumentos a Zhukov, Suvorov e outros comandantes e heróis de guerra, e antes os monumentos a Lenin, que criaram o estado da Ucrânia. Você ficou em silêncio quando o Monumento da Glória em Lvov foi derrubado.
𝗩𝗼𝗰ê 𝗳𝗶𝗰𝗼𝘂 𝗲𝗺 𝘀𝗶𝗹ê𝗻𝗰𝗶𝗼 𝗾𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗼𝘀 𝗻𝗮𝘇𝗶𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗰𝗵𝗲𝗴𝗮𝗿𝗮𝗺 à𝘀 𝗲𝘀𝗰𝗼𝗹𝗮𝘀 𝗱𝗮 𝗨𝗰𝗿â𝗻𝗶𝗮 𝗰𝗼𝗺 𝗼 ú𝗻𝗶𝗰𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗽ó𝘀𝗶𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗲𝗻𝘀𝗶𝗻𝗮𝗿 𝘃𝗼𝗰ê 𝗲 𝘀𝗲𝘂𝘀 𝗳𝗶𝗹𝗵𝗼𝘀 𝗮 𝗼𝗱𝗶𝗮𝗿 𝗼𝘀 𝗿𝘂𝘀𝘀𝗼𝘀. 𝗩𝗼𝗰ê 𝗲𝗻𝘃𝗶𝗼𝘂 𝘀𝗲𝘂𝘀 𝗳𝗶𝗹𝗵𝗼𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼𝘀 𝗰𝗮𝗺𝗽𝗼𝘀 𝗻𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹𝗶𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗔𝘇𝗼𝘃 𝗕𝗮𝗻𝗱𝗲𝗿𝗮, 𝗼𝗻𝗱𝗲 𝗼𝘀 𝗲𝗻𝘀𝗶𝗻𝗼𝘂 𝗮 𝗺𝗮𝘁𝗮𝗿 𝗿𝘂𝘀𝘀𝗼𝘀. 𝗔𝗹é𝗺 𝗱𝗶𝘀𝘀𝗼, 𝗱𝘂𝗿𝗮𝗻𝘁𝗲 𝗼𝗶𝘁𝗼 𝗮𝗻𝗼𝘀 𝘃𝗼𝗰ê 𝗲𝗻𝘃𝗶𝗼𝘂 𝘀𝗲𝘂𝘀 𝗳𝗶𝗹𝗵𝗼𝘀, 𝗶𝗿𝗺ã𝗼𝘀 𝗲 𝗺𝗮𝗿𝗶𝗱𝗼𝘀 – 𝘀𝗶𝗺, 𝗮𝘁é 𝗺𝘂𝗹𝗵𝗲𝗿𝗲𝘀 𝗽𝗮𝗿𝘁𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗿𝗮𝗺 𝗱𝗶𝘀𝘀𝗼 – 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗭𝗼𝗻𝗮 𝗱𝗲 𝗢𝗽𝗲𝗿𝗮çã𝗼 𝗔𝗻𝘁𝗶𝘁𝗲𝗿𝗿𝗼𝗿𝗶𝘀𝘁𝗮 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗴𝗮𝗻𝗵𝗮𝗿 𝗱𝗶𝗻𝗵𝗲𝗶𝗿𝗼, 𝘀𝗮𝗯𝗲𝗻𝗱𝗼 𝗺𝘂𝗶𝘁𝗼 𝗯𝗲𝗺 𝗾𝘂𝗲 𝗹á, 𝗻𝗼 𝗗𝗼𝗻𝗯𝗮𝘀𝘀, 𝗲𝗹𝗲𝘀 𝗲𝘀𝘁ã𝗼 𝗺𝗮𝘁𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗽𝗼𝗿 𝗱𝗶𝗻𝗵𝗲𝗶𝗿𝗼 𝗥𝘂𝘀𝘀𝗼𝘀 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝘃𝗼𝗰ê, 𝗰𝗿𝗶𝗮𝗻ç𝗮𝘀 𝗲 𝘃𝗲𝗹𝗵𝗼𝘀. 𝗩𝗼𝗰ê 𝗳𝗶𝗰𝗼𝘂 𝗲𝗺 𝘀𝗶𝗹ê𝗻𝗰𝗶𝗼 𝗾𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗲𝗺 𝘀𝘂𝗮 𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻ç𝗮 𝗰𝗶𝗱𝗮𝗱ã𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗗𝗼𝗻𝗲𝘁𝘀𝗸 𝗲 𝗟𝘂𝗴𝗮𝗻𝘀𝗸 𝗳𝗼𝗿𝗮𝗺 𝗶𝗻𝘀𝘂𝗹𝘁𝗮𝗱𝗼𝘀, 𝗰𝗵𝗮𝗺𝗮𝗱𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝗴𝘂𝗻𝗱𝗮 𝗰𝗹𝗮𝘀𝘀𝗲 𝗲 𝘀𝘂𝗯-𝗵𝘂𝗺𝗮𝗻𝗼𝘀.
Você ficou em silêncio quando os russos foram excluídos da lista de povos indígenas da Ucrânia, quando a língua russa, os símbolos soviéticos e o Partido Comunista da Ucrânia foram banidos.
Você ficou em silêncio quando seu líder, Avakov, publicou oficialmente planos para campos de concentração, privando dissidentes e aqueles que pensam em russo. Você ficou em silêncio quando o índice de colaboração para cidadãos da Crimeia foi publicado.
𝗩𝗼𝗰ê 𝘀𝗮𝗯𝗶𝗮 𝗱𝗼 𝗯𝗼𝗺𝗯𝗮𝗿𝗱𝗲𝗶𝗼 𝗱𝗲 𝗗𝗼𝗻𝗲𝘁𝘀𝗸 𝗲 𝗟𝘂𝗴𝗮𝗻𝘀𝗸. 𝗩𝗼𝗰ê 𝘀𝗮𝗯𝗶𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗮𝘀 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗹á 𝗲𝗿𝗮𝗺 𝗳𝗼𝗿ç𝗮𝗱𝗮𝘀 𝗮 𝘀𝗲 𝗲𝘀𝗰𝗼𝗻𝗱𝗲𝗿 𝗲𝗺 𝗽𝗼𝗿õ𝗲𝘀, 𝗾𝘂𝗲 𝗮𝘀 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀 𝗲𝘀𝘁𝗮𝘃𝗮𝗺 𝘀𝗲𝗻𝗱𝗼 𝗺𝗼𝗿𝘁𝗮𝘀 𝗮𝗽𝗲𝗻𝗮𝘀 𝗽𝗼𝗿𝗾𝘂𝗲 𝘀𝗲 𝗿𝗲𝗰𝘂𝘀𝗮𝘃𝗮𝗺 𝗮 𝗮𝗰𝗲𝗶𝘁𝗮𝗿 𝗮 𝗹𝗶𝗻𝗴𝘂𝗮𝗴𝗲𝗺 𝗱𝗼 𝗕𝗮𝗻𝗱𝗲𝗿𝗮 (𝗻𝗮𝘇𝗶𝘀𝗺𝗼). Claro que você sabia, mas não fez nada para impedir a carnificina. Você estava bebendo café ou chá alegremente, ou "vzvar", ou talvez até aguardente nas cidades de Dnepropetrovsk, Kiev, Chernigov, Lvov e assim por diante, e não poderia se importar menos.
𝗩𝗼𝗰ê 𝗮𝗽𝗿𝗲𝗻𝗱𝗲𝘂 𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘃𝗶𝘃𝗲𝗿 𝗰𝗼𝗺 𝗼 𝗻𝗮𝘇𝗶𝘀𝗺𝗼. 𝗩𝗼𝗰ê 𝗰𝗮𝗹𝗺𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗮𝘀𝘀𝗶𝘀𝘁𝗶𝘂 𝗻𝗮 𝘁𝗲𝗹𝗲𝘃𝗶𝘀ã𝗼 𝘀𝗲𝘂 𝗽𝗿𝗲𝘀𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗰𝗼𝗻𝗱𝗲𝗰𝗼𝗿𝗮𝗻𝗱𝗼 𝘂𝗺 𝗳𝗮𝘀𝗰𝗶𝘀𝘁𝗮 𝗱𝗲𝗰𝗹𝗮𝗿𝗮𝗱𝗼 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝘂𝗺 𝗵𝗲𝗿ó𝗶 𝗱𝗮 𝗨𝗰𝗿â𝗻𝗶𝗮. 𝗩𝗼𝗰ê 𝗽𝗲𝗻𝘀𝗼𝘂 𝗾𝘂𝗲 𝗶𝘀𝘀𝗼 𝗲𝗿𝗮 𝗻𝗼𝗿𝗺𝗮𝗹. 𝗩𝗼𝗰ê 𝗽𝗲𝗿𝗱𝗲𝘂 𝘀𝘂𝗮 𝗱𝗶𝗴𝗻𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗵𝘂𝗺𝗮𝗻𝗮 𝗲𝗻𝗰𝗲𝗻𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗺𝗮𝗿𝗰𝗵𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗺 𝘁𝗼𝗰𝗵𝗮𝘀, 𝗰𝗼𝗺 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀 𝗰𝗮𝗻𝘁𝗮𝗻𝗱𝗼 “𝗘𝗻𝗳𝗼𝗿𝗾𝘂𝗲𝗺 𝗺𝗼𝘀𝗰𝗼𝘃𝗶𝘁𝗮𝘀 𝗲𝗺 𝘂𝗺 𝗴𝗮𝗹𝗵𝗼”, “Bandera virá para estabelecer a ordem” e cantando aquele jingle polonês “A Ucrânia ainda não está morta”.
Olhe para o mapa da Ucrânia. Oitenta anos atrás, soldados do Exército Vermelho, russos e ucranianos, tártaros e uzbeques, armênios e cazaques, representantes de todas as nacionalidades da URSS libertaram heroicamente a Ucrânia e o povo ucraniano da peste nazi alemã. O solo ucraniano está encharcado de sangue. Aqui os partidários de Kovpak lutaram bravamente, e os Jovens Guardas, jovens comunistas, morreram como mártires. Isso sempre esteve em nossa memória, isso nos foi legado por nossos pais e avós, era isso que tínhamos em mente quando dissemos: “Ninguém foi esquecido, nada foi esquecido”. Tudo o que todos nós fomos ensinados desde a infância.
Esquecer essas palavras sagradas significa trair a si mesmo, seus ancestrais e seus mandamentos. Isso é o que você deveria ter evitado que acontecesse. Vocês deveriam ter dado suas vidas para evitar isso.
Infelizmente, isso não era para ser. Hoje as pessoas que cagavam nas calças antes dos nazistas estão recebendo armas e falando em defender seu país. Que país e contra quem você vai defendê-lo? Vocês são covardes. Dói admitir, mas seu trabalho está sendo feito para você por jovens russos que cresceram ao mesmo tempo que você. Mas eles provaram ser mais firmes, eles se lembram de seus ancestrais heróicos e sabem para onde e por que estão vindo.
Você fala muito sobre liberdade. Mas você gosta de liberdade se foi levado para porões por seu governo que não está resgatando você, não está evacuando você das cidades, não está trazendo pão e outras coisas e está usando você como escudo humano. Enquanto isso, Avakov está alegre, tendo feito reféns o povo de Kharkov e transformando a cidade em ruínas.
Hoje vocês dizem que o povo russo se tornou seu inimigo. Não é hora de vocês pensarem no que vocês mesmos se tornaram? Vocês dizem que os russos não são mais seus irmãos. Mas pode-se tornar-se irmão daqueles que sucumbiram ao nazismo? Quem se juntou às fileiras deles? Quem ficou em silêncio todo esse tempo? E aqueles que os combateram estão na sepultura. Aqueles que os combateram foram presos e estão presos hoje.
Compatriotas! Caiam na real. Os russos não são vossos inimigos. Russos e ucranianos são um povo que se uniu no distante século 17 na Rada (conselho) de Pereyaslavskaya e durante séculos defendeu conjuntamente sua liberdade contra os inimigos. Juntos, vencemos o nazismo ao custo de um sacrifício e heroísmo incríveis. Lembre-se de sua história, olhe para a profundidade dos séculos e você verá que a desgraça sempre se abateu sobre o povo ucraniano quando perderam os laços com seu irmão, o grande povo russo. Somos irmãos de sangue e não cabe a nós atirar um no outro. Diga a seus filhos que parem de atirar em meninos russos, deixem-nos depor as armas e voltem para suas famílias para construir uma nova Ucrânia democrática em unidade com a Rússia."

𝖨𝖵𝖠𝖭 𝖭𝖨𝖪𝖨𝖳𝖢𝖧𝖴𝖪 - 𝖯𝖺𝗋𝗅𝖺𝗆𝖾𝗇𝗍𝖺𝗋 𝖽𝗈 𝖯𝖺𝗋𝗍𝗂𝖽𝗈 𝖢𝗈𝗆𝗎𝗇𝗂𝗌𝗍𝖺 𝖽𝖺 𝖥𝖾𝖽𝖾𝗋𝖺çã𝗈 𝖱𝗎𝗌𝗌𝖺

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

Kremlin diz que ao chamar Putin de “FDP louco”, Biden degrada os EUA

fevereiro 22, 2024


Governo russo diz que Putin jamais usou tal linguagem para se referir a um chefe de Estado -------- 247 - O Kremlin disse nesta quinta-feira (22), que Joe Biden rebaixou os Estados Unidos ao chamar o presidente russo, Vladimir Putin, de “filho da puta maluco”, classificando o comentário do presidente norte-americano como parte de um ato fracassado de “cowboy de Hollywood”, informa a Reuters. O presidente dos EUA fez a observação “louco filho da puta” como parte de uma frase sobre ameaças ao mundo – incluindo “aquele cara, Putin e outros”, o risco de conflito nuclear e a ameaça existencial à humanidade devido às mudanças climáticas. "É improvável que o uso de tal linguagem contra o chefe de outro Estado pelo presidente dos Estados Unidos prejudique nosso presidente, o presidente Putin", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, à Reuters. "Mas isso rebaixa aqueles que usam esse vocabulário." Peskov disse que o comentário foi "provavelmente algum tipo de tentativa de parecer um cowboy de Hollywood. Mas, honestamente, não acho que seja possível". "Será que o senhor Putin alguma vez usou uma palavra grosseira para se dirigir a si? Isto nunca aconteceu. Portanto, penso que tal vocabulário degrada a própria América", disse Peskov, acrescentando que tal linguagem era uma vergonha para os Estados Unidos.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

Córtex Frontal com Joana Amaral Dias – Episódio 3: A mortalidade recorde...


A mortalidade excessiva bate recordes em Portugal. Não se fala muito disso. Os responsáveis têm nome e andam por aí, na vida pública, na política, nos “media”, na saúde, nesse pântano de irresponsabilidade e inimputabilidade chamado Portugal. Obrigado ao “Sol” e à Joana Amaral Dias.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024



Não vou mais te procurar...



Nem mais uma lágrima...
Não quero mais saber de você...
Eu entendo perfeitamente.
E eu conheço o meu lugar.
Deixaste isso bem claro hoje.
A coisa mais saudável para mim...
É retroceder.
Esquecer tudo o que tivemos um dia.
E começar a viver o que é meu.
Não mais...
Não haverá mais pôr-do-sol nos seus braços,
Nem muito menos primaveras no seu sorriso,
Deixaremos as saudades de outono,
Para alguém que realmente mereça.
A partir de hoje...
Meu coração será como o inverno.
Tão indiferente para você...
Tudo tem um limite.
E cheguei a isso.
Pelo pouco amor que tens por mim.
Mas no final...
Quem é o culpado...
Às vezes você mesmo fica cega.
Ele coloca tanta fé em algo.
Que as mesmas provas são claras.
Cada letra que eu escrever...
Você está excluída delas.
Assim escreva sobre amor...
Assim escreva de despeito,
Ou de alguma despedida.
Não estarás mais nelas.
A partir de hoje...
Você é um zero à esquerda.
Você é e será essa cadeira vazia na minha vida,
Nem mais uma lágrima.
Nem um arrependimento pelo seu silêncio,
Ya, eu cané...
E não vale a pena ficar assim,
Quando você...
Não te importas com o que eu estou sofrendo,
O que eu estiver pensando,
E como passei mal com a tua ausência.
Hoje eu não só viro a página,
Mas também vou queimar o caderno inteiro.
Para que não reste nada de você na minha vida.

O eterno apaixonado.

Rei&A ( 05 de fevereiro de 2024).

Todos os Direitos Reservados do Autor.


sábado, 3 de fevereiro de 2024

Não mais . . .



Hoje eu abro mão de você...
Não vou mais procurar por você.
Não vou insistir mais..
E não porque eu desisti,
Você simplesmente não pode estar.
Onde talvez você não seja mais preciso.
Não guardo rancor de você.
Não há nada a reprovar-te.
Às vezes somos um instante na vida das pessoas,
Há ciclos que precisam ser encerrados.
Há caminhos que separam em algum momento da vida,
Há momentos em que alguém deve dizer adeus.
Porque não podemos adiar mais tempo,
É melhor deixar uma boa lembrança,
Tornar-se um chato.
Estou saindo do seu lado...
E acredite que vou sentir sua falta...
Todos os momentos vividos,
Você não sabe o que seu sorriso me provocava,
Eu gostava de te fazer rir.
E quando você fazia isso...
Você estava linda.
E isso amava muito em ti.
Sentirei falta das nossas conversas.
Sentirei falta até quando você estava bravo.
Quando você era carinhosa,
E também quando fazíamos amor juntos.
Eu não queria ir embora...
Mas é necessário fazê-lo.
Sinto que estou demais.
Eu sou aquela peça do quebra-cabeça que não cabe mais,
Eu sou aquele fósforo a mais na caixinha.
Eu sou aquele biscoito que ninguém quer comer no final,
E é melhor assim...
Quando a surpresa já não está.
E você sabe...
Suspirei ao escrever estas letras...
Você não sabe como eu vou sentir sua falta.
E eu não queria deixar-te a sério.
Você não sabe o quanto me dói fazê-lo.
Você é e sempre será essa garota...
Aquela que me fazia sentir tão especial.
Estou indo...
Não porque eu quero.
Simplesmente...
Prefiro ser sempre o seu poeta,
Seu amante e seu amigo,
E que você sempre lembre de mim com um sorriso,
Com um beijo na boca,
Com uma carícia na pele.

O eterno apaixonado
.
Rei&A (03 de fevereiro de 2024)
.
Todos os Direitos Reservados do Autor.




Todas as reaçõe


 

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

 

Amante de las letras.


Eu gosto de você...
Mas você sabe...
Eu gosto da mulher que você é.
Não só pela sua beleza,
Mas por todas as batalhas que você travou,
Estiveste no chão.
Ele derrubou-te.
Mas ainda assim...
Você não se deixou.
Eu gosto de você...
E você tem um coração lindo,
Digo isso porque está cheio de cicatrizes.
Faltam-lhe alguns pedaços.
Tem algumas costuras.
E alguns remendos,
Mas o que o torna bonito,
É que apesar de tudo o que lhe aconteceu,
Sua essência nunca mudou.
Você ainda é a mesma.
Aquela que contagia com seu sorriso,
Aquela que te tenta com o seu olhar,
Com sua ternura,
Mas carrega tanta paixão neles.
Eu gosto de você...
Porque você é como aquele pirilampo.
Que apesar da noite ser imensa,
E sua luz é tão pequena para iluminar a noite,
Isso não o impede de continuar a brilhar.
Porque é isso que você faz.
Você brilha em cada coração que você toca,
Você ilumina o dia daqueles que se deixam contagiar pelo seu sorriso,
E ainda assim...
Você brilha tanto...
Que até a lua espreita para te ver.
Eu gosto de você...
Pela transparência da sua alma,
Pela ternura do teu coração,
Pela sensibilidade em você,
Mas isso não significa...
Não sejas forte.
Você é como o diamante.
Tão lindo aos olhos dos outros.
Mas tão sólido para aqueles que querem te magoar.
Eu gosto de você...
E você sabe disso...
E mais do que minhas letras...
Porque quando te ouço,
Quando ele conseguiu me refletir nesses olhinhos,
E eu enrosco-me no teu peito...
O momento está ficando perfeito.
E fecho os olhos...
Para que esse momento...
Nunca termine.
E fisicamente...
Eu também gosto de você...
Tudo em você... É perfeito.
Especialmente quando você modela para mim.
Eu gosto de você.

O eterno apaixonado.
Rei&A (02 de fevereiro de 2024).
Todos os Direitos Reservados do Autor.



quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

Holocausto . Oitenta anos depois , outras fotos chocam .

30 de janeiro de 2024




Foto: Ilustração: Mohammad Sabaaneh

Leslie Díaz Monserrat (Vovó).— À distância, parece um pequeno ponto. Não deve ultrapassar um metro de altura. Ele está vestindo um casaco grosso e um chapéu, e dá para perceber que ele anda desajeitado. Vovó carrega todo o cansaço do mundo nos ombros e o pega pela mão. Imagino a angústia de viajar de trem rumo a um futuro incerto, amontoados uns sobre os outros, como se fosse um rebanho de gado a caminho do matadouro.

O mundo falhou com eles. Nessa hora ele deveria estar em casa, rodeado de brinquedos, com uma risada que ilumina seu rosto. Mas tiveram poucas oportunidades em sua passagem efêmera pela vida. Deles, sobrou apenas uma foto, em preto e branco, como lembrança de um dos momentos mais atrozes da história da humanidade. Ou melhor, história, simplesmente, porque pouco há de humano quando a barbárie é palpável.

Qual seria seu último pensamento? A inocência das crianças é tão pura que minha filha de três anos acredita totalmente que ganhará asas se comer toda a comida. Talvez ele nunca tenha tido certeza de seu destino fatídico. Talvez ele tenha caminhado por aquela terra seca movido pela fantasia, movido pela franqueza, cego pela ingenuidade, aquela espécie de elixir para tornar menos difícil o insuportável.

Sua avó mal consegue se mover. Suas costas estão curvadas pela idade. Ela usa lenço na cabeça e está acompanhada de mais dois pequeninos. Seus netos, vestidos com roupas surradas, a seguem. O rosto não pode ser visto, mas a cabeça de um deles, inclinada para frente, denota profunda tristeza.

Imagino-os nus no armário. A vontade de tomar o primeiro banho depois de uma viagem longa e incômoda. Imagino seus olhos abertos, o desespero, a necessidade de respirar, as mãos na garganta, a angústia, o horror, a morte.

Até 2.500 pessoas poderiam morrer, de uma só vez, em cada câmara. Como se fosse um lote de cupcakes. Como se 5.000 olhos abertos de horror não fossem uma cena tão brutal a ponto de cortar a respiração e a fé no lado bom das pessoas.

Então os corpos, inertes, como pedaços de carne, foram amontoados numa pilha grotesca, diabólica, indescritível, e o fogo os devorou, com uma fome insaciável, para devolver ao céu uma fumaça branca, como se fosse suas almas.

Ele certamente sofreu muito. Resta apenas uma foto deles, em preto e branco e abaixo dela uma explicação sucinta: “uma avó e seus netos marcham sem saber em direção à câmara de gás durante a chegada dos judeus húngaros ao campo de Auschwitz, entre maio e junho de 1944”.

Oitenta anos depois, outras fotos são chocantes. Uma imagem, a cores, mostra um pai à procura, com os seus filhos, de um lugar seguro fora de Gaza. As 25 mil mortes, em pouco mais de cem dias desde o início do conflito com Israel – que ironia! – levam-nos a procurar uma forma de escapar de uma Faixa de Gaza atingida pela guerra.

Eles também caminham para um futuro incerto. O mundo também falhou com eles. Esses pequeninos também deveriam ter um sorriso no rosto e dormir ao meio-dia sem estremecer com as bombas. Enquanto os sionistas justificam a escalada da violência, os judeus justos disseram: “Não em nosso nome”.

Todos os anos, no dia 27 de janeiro, dia em que as tropas soviéticas trouxeram esperança e liberdade ao campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, a memória das vítimas do Holocausto é lembrada. A história, cheia de paralelos surpreendentes, oferece lições profundas. A humanidade deve cumprir a sua promessa. A Palestina sofre. Não podemos mais permitir a barbárie.
FONTE: granma.cu
TAG:
Genocídio do povo palestino